Magazine Luiza

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

O Poder do nós. - As redes sociais que remuneram os usuários. Sera?

Eu já entre em três comunidades tipo FaceBook/Orkut que prometem pagar pelo uso, Por postar, por indicar, etc... A idéia é boa, pois o nicho é grande! Usuários no Facebook e Orkut que já escrevem, clicam e compram sem receber nada tem de montão. E o dinheiro de publicidade também existe... basta ter uma boa política de distribuição e o negócio pode funcionar.

O problema é que até agora nenhuma delas vingou. Quando começam a ganhar um pezinho, quando chegam a um tamanho em que é necessário muitos servidores para atender a quantidade de usuários que crescem exponencialmente o site não consegue acompanhar o crescimento.Ou então nem consegem esse crescimento todo que imaginaram e caem no esquecimento.. Tem alguns que se tranformam em site de compras-coletivas, ou em simples foruns, ou tem problemas jurídicos, ou são adquiridos por sites maiores ou simplesmente somem. Os maiores exemplos que eu lembro é a Onda Oi, youtaz, gvolive e a Yuwie.

As que conseguiram sobreviver é porque sobrevivem com as contas pagas, e o usuário recebe apenas uma comissão do que os seus indicados pagaram por terem as contas pagas e não uma porcentagem das publicidade... O site acaba sendo só uma versão nova da antiga piramide.

Mas uma coisa é boa... Mesmo se não funcionar a remuneração, pelo menos audiência, visitantes para o site/blog, forum de discursões isso funciona, compartilhamento de fotos/vídeo/links, alguns tem até jogunhos, isso funciona então acaba sendo melhor que usar os "grandões". Mas é claro que muitos usuários também já perceberam essa vantagem o que deixa essas redes sociais cheio de propagandas! (O que nem é uma desvantagem, o Orkut e o facebook também está assim!!)

Atualmente tem uma "Grande lançamento" para abril de 2012, que todo mundo está divulgando que é o Wazzub  E muitos me perguntam se é verdade, se vale a pena ou não. Na Verdade o início parece muito com o início do Yuwie. Fez um estardalhaço danado...Todo mundo divulgava e... O site desapareceu...
No final desse post vou colocar a chamada para essa "nova revolução" que está para começar!!
Mas antes vou colocar as que já estão aí funcionando, que tiveram uma imensa publicidade antes de começar, e que estão a pleno funcionamento... mas não é nada do que a grande revolução prometia.. só para mostrar que a idéia não é nova, ela só não foi bem implementada ainda.

A minha aposta é que esse WazzUB vai se tornar mais uma dessas... O meu conselho é o seguinte: use como uma rede social qualquer... Utilizando o Forum, compartilhamento de fotos e vídeos, fazendo amigos e compartilhando idéias, etc... E quem sabe uma delas consiga sucesso em suas teorias e aí além de acessar uma rede social você ganhará uma graninha!...


People String

PeopleString - Cadastre-se




O que você pode fazer gratuitamente:
O People String possui Forum, grupos, eventos, compartilhamento de fotos, jogos e aplicativos, para os vídeos ele utiliza o youtube. Possui shopping e pesquisas remuneradas.

COMO EU GANHO DINHEIRO NA PEOPLE STRING?
Na People String você ganha dinheiro por convidar novos membros(US$ 0,50 centavos de dólar por cada novo membro) através do seu link ou banner de divulgação e também por realizar algumas tarefas bem simples dentro do site. Realizando essas tarefas você ganha pontos( PP = PeoplePoints), que são convertidos em dinheiro. São elas:
1ª - Acessando o site da People String(10 PP);
2ª - Acessando seus e-mails dentro da People String(10 PP);
3ª - Realizando pesquisas no Google dentro da People String(10 PP);
4ª - Acessando a Loja Virtual da People String(10 PP);
5ª - Acessando o MailBox-CashBox da People String(10 PP)

Você ganha 50 PP acessando o site da People String a cada 6 horas e realizando essas tarefas.

6ª - Na People String você também ganha dinheiro e peoplepoints(pontos), quando você gira a Roleta da Sorte.
Quando você se cadastra na People String, você automaticamente recebe o direito de girar uma vez a Roleta da Sorte dentro do site da People String. Você pode ganhar até US$ 100 dólares ou 1000 Pontos(PP = PeoplePoins) cada vez que girar a roleta.
Você também tem direito à girar a Roleta da Sorte toda vez que um novo membro se cadastrar na People String através da sua página de indicação, com o limite máximo de 5 rodadas por dia. No vídeo abaixo, você verá como proceder para girar a Roleta da Sorte e ganhar seus bônus:

7ª - Na People String você também pode ganhar até 1000 PP(PeoplePoints) a cada 4 horas raspando a "Raspadinha da Sorte" da People String.

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Socyer



O que você pode fazer gratuitamente:
Forum, grupos, compartilhamento de música e fotos, enquetes, Blogs, eventos, classificados, quizzes, jokes. Atual estatistica da rede:
• Membros: 23074 Membros
• Amizades: 21280 Amigos
• Comentários: 3647 Comentários
• Música: 85 Música
• Álbuns: 527 álbuns
• Vídeos: 837 Vídeos
• Chat: 0 usuários
• Classificados: 475 Classificados
• Grupos: 207 Grupos
• Do Blog: 28566 entradas
• Quizzes: 16 quizzes
• Eventos: 198 eventos
• Enquetes: 31 Enquetes 

Venha para a Rede Social SOCYER!

SOCYER paga bônus todos os dias direto na sua conta bancária.
Não perca essa oportunidade de negócio que vai ser divulgada na TV.
Logo após o anúncio milhares de pessoas do Brasil e Exterior vão fazer o cadastro e se
você já estiver cadastrado desde agora terá muitas vantagens, uma vez que elas poderão
estar se cadastrando através do seu link na sua rede de negócios e conseqüentemente
você estará recebendo bônus todos os dias dessas pessoas mesmo sem conhecê-las.

 

Klikot
 
 
O que você pode fazer gratuitamente:
Álbuns,Artigos,Grupos,Eventos,Favoritos,Aplicativos,Vídeos,Organizações .

 

Klikot recompensas seus usuários de duas maneiras: marketing e conteúdo.

- Pontos de Marketing: o que você recebe por cada entrada diária de um usuário que você convidou para o site.
- Pontos de conteúdo: o que você recebe por pontos de vista do conteúdo apresentado: artigos, discos, eventos Klikot e exibições de seu perfil pessoal. 

Marketing pontos valem mais do que pontos de conteúdo quando transformado em dinheiro, simplesmente porque eles refletem uma entrada do usuário para o site que provavelmente vai ver vários itens, em oposição aos pontos de Conteúdo, que reflectem uma visão única de um item. 
Experimente e convidar tantas pessoas quanto possível, de modo que eles estão na sua árvore de Marketing. 
Sua árvore Marketing mostra as pessoas que você convidou e produzir pontos de vendas para você. 

Quando um usuário de sua árvore de Marketing entra no site, você recebe pontos de Marketing baseado em sua posição na árvore. 
Você recebe 1 ponto por cada filho (a pessoa que você convidou), 0,5 pontos por cada neto (a pessoa que convidou seu filho), 0,25 pontos por bisneto (a pessoa que convidou o seu neto) e assim por diante - até 5 níveis. 
A maior árvore do marketing é, mais pontos você recebe. A quantidade máxima de pontos de sua árvore de Marketing pode produzir por dia é marcado como o potencial de comercialização diária de pontos.

No final de cada dia, os pontos que você tenha obtido será transformado em dinheiro, de acordo com o mínimo de pontos por dia (o mínimo de pontos que você deve adquirir a fim de que os seus pontos para ser transformado em dinheiro). 

Para mais detalhes, verifique o seu dinheiro Page , ou contacte o seu pessoal Clicker.

A fim de começar, recomendamos convidar alguns amigos usando seu link de convite pessoal (que você pode encontrar na página do convite ) e criar sua árvore de marketing inicial.

 

 
MLMSocial




O que você pode fazer gratuitamente:
Forum, grupos, compartilhamento de música e fotos, videos(com youtube), enquetes, Blogs, eventos, classificados, quizzes, jokes.

Marketing de mídia social. Entre os gostos de Facebook, MySpace, Twitter e LinkedIn, MLMSocial também é uma rede social. No entanto, ao contrário das comunidades acima mencionadas, MLMSocial é voltada para pessoas na indústria do marketing de rede ou MLM (marketing multi-nível).
Até agora, as pessoas envolvidas em MLM ou o marketing de rede tiveram poucas escolhas com as quais para promover seus negócios online. Freqüentemente, populares sites de redes sociais parecem desencorajar a comercialização de negócio com custo proibitivo o espaço do anúncio, os limites de número de amigos e uma falta de ferramentas de negócios. Agora, os profissionais de MLM pode transformar a MLMSocial.com, um livre plataforma de mídia social que realmente incentiva a promoção de negócios e ajuda a nivelar o campo jogando para todos os MLMers.
rede social está se tornando cada vez mais onipresente, mesmo atraindo indivíduos com experiência em informática muito pouco. Enquanto as redes sociais como o Facebook são ótimos para conectar-se com velhos amigos, David Track, fundador MLMSocial, observa que às vezes é difícil para as empresas um mercado de marketing multi-nível sobre eles. Aqueles envolvidos em MLM tem o desafio adicional de tentar não só promover os seus negócios, mas também para marcar-se. Mr. trilha acrescenta: “É fácil se perder em um mar de solicitações em outras redes sociais porque a maioria das pessoas que recebem os pedidos nessas outras redes muitas vezes não são na mente-frame para fazer negócios, como as atmosferas promover a ligação com amigos e familiares através de parceiros de negócios. “

MLMSocial irá revolucionar a indústria de MLM por esculpir um nicho no mundo das redes sociais para MLM marketing de rede que procuram promover os seus negócios e se em formas que não podiam anteriormente em outros sites” ações, Track. Ele também afirma: ” membros têm agora a oportunidade de ganhar dinheiro em MLMSocial em si, o veículo muito já está ajudando milhares de pessoas para promover seus negócios de MLM. “Como Controlar o Sr. explica,” picaretas MLMSocial até onde outras redes sociais sair fora. “



Bom, feito essas considerações aqui o Marketink agressivo do WazzUB...



WazzUB

 O PODER DO “NÓS”

    É um fato: companhias como Google ou Facebook ganham bilhões de dólares cada trimestre apenas porque nós, os usuários da Internet usamos seus serviços. É tempo de entender que nós "os usuários" podemos decidir quem deve ganhar essa bolada .

     WAZZUB é realmente a primeira comunidade global que nos paga a nós, "os usuários", apenas por colocarmos WAZZUB como nossa homepage (página inicial).

Quanto mais afiliados gratuitos nós atrairmos, mais dinheiro cada membro ganhará. Simples assim;
Vamos descobrir O Poder do "Nós"!
IDIOMAS

O Pré-Lançamento e o projeto principal serão global e em vários idiomas. Só o pré-registro é apenas em inglês.
Qualquer pessoa, mesmo não tendo conhecimento de inglês, deve fazer seu pré-registro imediatamente e convidar amigos e contactos da Internet para participarem do WAZZUB.
O MELHOR ARGUMENTO: NENHUMA TAXA DE CADASTRO NEM MENSALIDADES NUNCA

     É COMPLETAMENTE GRATUITO cadastrar-se no WAZZUB e WAZZUB permanecerá grátis para sempre. Não tem taxa de cadastro, não tem taxa de administração, mensalidade de nenhuma espécie, nada para vender, nada para comprar .

    Quando todas as características do projeto estiverem no ar e em pleno funcionamento, nós vamos nos concentrar em monetizar nosso projeto.

Nosso objetivo é servir a milhões de usuários. Juntos nós podemos atingir essa meta. Vamos ativar o Poder do "Nós"!
QUANTO EU POSSO GANHAR?

     50% dos lucros serão pagos aos afiliados. Os outros 50% vão para pagamento aos investidores/cotistas que estão investindo uma montanha de dinheiro para fazer o WAZZUB acontecer. Quanto mais usuários tivermos, mais dinheiro será distribuido com os afiliados de acordo com seus $FACTOR.

Você pode ganhar cerca de US $ 1,00 por pessoa na sua largura "ILIMITADO" x 5 gerações de profundidade WAZZUB família.

Se isso não lhe parece muito, veja o que acontece ...

Se você simplesmente convidar 5 amigos para se juntarem F r e e, e eles fizerem o mesmo, nas cinco gerações:

1. Geração 5 x $ 1,00 = $ 5,00
2. Geração de 25 x $ 1,00 = $ 25,00
3. Geração de 125 x $ 1,00 = $ 125,00
4. Geração de 625 x $ 1,00 = $ 625,00
5. Geração de 3.125 x $ 1,00 = $ 3,125.00
____________________________________
Sua renda passiva seria = $ 3,905.00 por mês, para não fazer nada diferente do que você está fazendo atualmente a cada dia.

E se todo mundo convida-se 10 pessoas? Esse montante iria EXPLODIR para, $111.110,00 por mês, renda residual passiva para toda a VIDA!

Quanto mais pessoas você convidar, mais dinheiro você fará. Tente 20 ou 30, e ver o que acontece ... A tua cabeça vai explodir!

O céu é realmente o limite aqui no WAZZUB.

É um facto que a maioria das pessoas vai se juntar porque é ÚNICO,
É poderoso, e é F R E E. Todo mundo ama F R E E. 

DE ONDE VEM O DINHEIRO?

    WAZZUB é completamente grátis, ninguém vai ter que pagar nada, comprar ou vender coisa nenhuma, então de onde vem esse dinheiro? 

     Vamos tomar o Google como exemplo: o Google tem mais de 1 bilhão de usuários por mês que usam seus serviços sem pagar por eles.

     No último trimestre o Google teve 3 bilhões de dólares de lucro apenas veiculando publicidade de terceiros. Isto significa que o Google ganha uma média de 1 dólar por usuário por mês. WAZZUB usa exatamente a mesma technologia do Google, ADICIONANDO algumas outras fontes de receita.

    Nosso objetivo é atrair pelo menos 10 milhões de usuários por mês depois de Junho de 2012,
mas nós repartiremos o lucro apenas com aqueles que tiverem feito seu cadastro antes de 01 de abril.
Numa olhada rápida

Completamente grátis
Sem taxas de cadastro
Sem mensalidade
Nada para vender
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Apenas cadastre-se, convide e lucre!

VAMOS ATIVAR O PODER DO “NÓS”!

CADASTRE-SE AGORA CLICANDO NO LINK ABAIXO:
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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Google simplifica políticas de uso: veja o que mudou

O Google anunciou, na última terça-feira (24/01), uma profunda atualização em seus Termos de Serviços e nas Políticas de Privacidade. Estas mudanças entrarão em vigor no próximo dia 1º de março e têm o intuito de unificar as diretrizes de mais de 60 produtos e serviços da empresa que, até então, possuíam regulamentações próprias.
logo google (Foto: techtudo)
De acordo com o Google, a nova política de privacidade da empresa “deixa bem claro que, caso você tenha feito login, nós poderemos combinar informações fornecidas de um serviço com os dados de outros". A empresa diz ainda que tratará cada usuário como um único em todos os produtos, o que proporcionará uma experiência mais simples e intuitiva com o Google.
Em outras palavras, a empresa cruzará todas as informações de uso de mais de 60 dos seus 70 produtos para oferecer ao usuário o que acredita ser interessante para ele. Como exemplo do cruzamento de dados, a empresa diz que poderá “oferecer lembretes de que você se atrasará para uma reunião com base na sua localização, na sua agenda e com os dados do tráfego no dia em questão”.
A empresa afirma que, apesar de todas as informações de uso coletadas, a privacidade do usuário continua em primeiro lugar. Além disso, informações confidenciais somente seriam compartilhadas com terceiros no caso de haver uma ordem judicial, e nenhuma informação pode ser vendida em hipótese alguma.
O Google deixa claro que, caso o usuário continue fazendo uso dos produtos e serviços da empresa após 1º de março, estará automaticamente concordando com suas novas diretrizes. Caso não concorde com a nova regulamentação, o usuário poderá exportar os seus dados através das ferramentas do Data Liberation e, em seguida, excluir a sua conta do Google.

Google simplifica políticas de uso: veja o que mudou

Informações de todos os produtos Google usados pelo usuário serão integradas a partir do dia 1º de março








Reprodução
google plus
O Google está integrando todos os seus produtos e isso exige mudanças nos termos de privacidade e de uso dos seus serviços. E, para ajudar os usuários, os desenvolvedores da empresa divulgaram mudanças nesses termos, que passarão a valer a partir do dia 1º de março.

As novas políticas e princípios dos produtos do Google resumiram mais de 60 configurações de privacidade em apenas um documento, mais simples de entender e que facilita ao Google a permissão para sincronizar todos os serviços vinculados à conta do usuário no futuro.

A mudança ainda vai demorar mais de um mês para acontecer, mas usuários não precisam se preocupar: nenhuma funcionalidade será alterada. A mudança apenas garante que os usuários estejam cientes que todos os serviços são integrados, e que os dados de um podem ser usados no outro. Assim, se você não faz buscas por academias, não verá anúncios de academias no Gmail. Ou, então, se você enviou um email para um amigo falando sobre a ideia de adotar um animal, vai receber anúncios de adoção de animais nas buscas.

O Google garante que vai usar dados dos usuários apenas para tornar os serviços mais próximos ao que você costuma usar na internet, e que nenhuma dessas informações vai ser cedida para nenhum anunciante.

Não existe a possibilidade de desativar essa função de integração total dos serviços - se o usuário não quiser, a solução é simplesmente abandonar a conta. Até o dia 1º de março, todos os usuários receberão um e-mail avisando das mudanças.

 Veja o post no blog da google dessas notícias:

Atualização dos nossos termos de serviço e políticas de privacidade

Terça-feira, Janeiro 24, 2012 1/24/2012 12:54:00 PM


Em pouco mais de um mês, realizaremos algumas mudanças em nossas políticas de privacidade e nos termos de serviço do Google. Essas coisas são importantes, por isso gostaríamos de explicar o que vai mudar, o porquê da mudança e o que isso significa para os usuários.

Em primeiro lugar, nossas políticas de privacidade. A nossa abordagem atual é um pouco complicada. Apesar de termos enxugado (em inglês) nossas políticas em 2010, ainda temos mais de 70 (sim, isso mesmo, 70) avisos de privacidade que cobrem todos os nossos diferentes produtos. Essa abordagem não se alinha com o nosso esforço para criar uma experiência mais simples e intuitiva para o usuário no Google, ao integrar ainda mais os nossos diferentes produtos.

Portanto, vamos implementar uma nova política de privacidade principal que fornece uma visão geral das informações que coletamos e de como as usamos, mas de uma maneira mais legível. Apesar de precisarmos manter separadas, por motivos legais e outras razões, estamos consolidando mais de 60 desses avisos em nossa Política de Privacidade.

Agências regulatórias de todo o mundo têm solicitado políticas de privacidade mais curtas e simples. Ter uma política para cobrir diversos produtos é, em larga escala, o padrão na web. Estas mudanças entrarão em efeito no dia primeiro de março, e começamos a notificar os usuários hoje, por e-mail e também com um aviso na nossa página inicial.



O que isto significa na prática? A mudança principal recai sobre os usuários com Contas do Google. A nossa nova política de privacidade deixa bem claro que, caso você tenha feito login, nós poderemos combinar informações fornecidas de um serviço com os dados de outros. Em poucas palavras, trataremos você como um único usuário em todos os nossos produtos, o que proporcionará uma experiência mais simples e intuitiva com o Google.

Recentemente, lançamos um recurso de pesquisa pessoal que é um bom exemplo do que o Google pode fazer quando combinamos informações entre nossos produtos. A nossa caixa de pesquisa agora oferece ótimas respostas, não apenas da web, mas das suas coisas pessoais também. Assim, se eu pesquisar por restaurantes em Munique, na Alemnha posso ver postagens do Google+ ou fotos que outras pessoas compartilharam comigo ou que estão nos meus álbuns. Hoje, nós podemos oferecer modos de tornar mais fácil para você ler um texto do Google Docs diretamente no seu Gmail, ou então convidar alguém dos Contatos do seu Gmail para uma reunião pelo Google Calendar.

Mas isto é apenas o começo. Há ainda muito mais que o Google pode fazer para ajudá-lo, ao compartilhar mais das suas informações com... bem, com você mesmo. Podemos melhorar a pesquisa, ao descobrir por qual gadget, carro ou tipo de música que você se interessa de verdade.

Também podemos oferecer anúncios mais relevantes. Por exemplo, estamos no verão, então talvez você tenha interesse em anúncios sobre fitness. Podemos oferecer lembretes de que você se atrasará para uma reunião com base na sua localização, na sua agenda e com os dados do tráfego no dia em questão. Ou garantir que as nossas sugestões de ortografia sejam mais precisas, mesmo quando se trata dos nomes dos seus amigos, porque você já os digitou antes. As pessoas ainda têm muito o que fazer, e queremos ser ainda mais eficientes para ajudá-las.

Em segundo lugar, vamos aos termos de serviço do Google. São estes os termos com os quais você concorda ao usar nossos produtos. Assim como as nossas políticas de privacidade, eles também foram reescritos para proporcionar mais facilidade de leitura, e também reduzimos seu número total. Agora, muitos dos nossos produtos estão cobertos pelos principais termos de serviço do Google. Visite a página dos termos de serviço do Google para encontrar os termos revisados.

E, finalmente, o que não vamos mudar. Nós mantivemos o nosso compromisso com o Data Liberation Front (em inglês), para que você possa levar suas informações para outro serviço, se quiser. Nós não vendemos seus dados pessoais, nem os compartilhamos externamente sem a sua permissão, exceto em circunstâncias extremas, como no caso de uma ordem judicial. Nós nos esforçamos(link em inglês) para manter a transparência sobre as informações que coletamos e lhe damos escolhas significativas sobre como estas serão usadas. Por exemplo, o nosso Gerenciador de preferências de anúncio possibilita que você edite as categorias de interesse dos anúncios que oferecemos ou até que desative determinados anúncios do Google. E, desde o início, continuamos a criar mais controles de privacidade nos nossos produtos, como os círculos do Google+ (clique [CC] no vídeo para ativar legendas em português).

Acreditamos que esta nova política, mais simples, facilitará o entendimento das nossas práticas de privacidade para os usuários, além de possibilitar que o Google melhore os serviços que já oferecemos. Seja você um novo usuário do Google ou um antigo conhecido, separe um tempo para ler os nossos novos termos e política de privacidade. Saiba mais sobre as mudanças que estamos realizando e entenda melhor os controles que oferecemos.







A discursão do momento - Sobre pirataria

O meu músico favorito, Humberto Gessinger, na ocasião do lançamento do seu último trabalho que a princípio não existia em CD, apenas as músicas para ser baixado no site da internet, quando foi questionado sobre isso soltou a seguinte frase: "Acho uma pena que se perca tanto tempo falando do formato e da tecnologia e tão pouco tempo falando de arte."


A discursão não é nova... Só está na onda atualmente pela votação do SOAP nos EUA e pelo fechamento do MegaUpload. Eu sou um grande consumidor de CDs originais... compro muito, mas só do que eu gosto... antes de gostar eu tenho que conhecer... Pagar para conhecer é muito caro... Mas isso não é um assunto simples de eu concordo, eu não concordo.

O projeto Cultura Livre vem sendo desenvolvido desde 2005 pelo Centro de Tecnologia e Sociedade da Escola de Direito da Fundação Getulio Vargas do Rio de Janeiro, com o apoio da Fundação Ford. O projeto visa a implementar ações que ajudem a repensar e reestruturar três elementos a partir da perspectiva do desenvolvimento: Propriedade Intelectual, Mídia e Produção Cultural.

Na página inicial do site  ONErpm tem dois depoimentos:


A ONErpm democratiza, de forma organizada e estratégica, o acesso ao mercado da música digital inclusive para músicos que não têm ligação alguma com gravadoras ou selos (que são a maioria),dando autonomia total para seus usuários. Exatamente por isso tem o meu apoio.
-- BNegão, Rio de Janeiro, Brazil
ONErpm e artistas independentes unidos. A Revolução está chegando. Que venha o futuro!
-- Tonho Crocco (Porto Alegre, Brasil)
Lá você pode conhecer várias músicas gratuitamente e comprar algumas que você gostar por preços que começam por R$0,79.
 Veja uma reportagem do Olhar digital em Abril do ano passado.



Nessa reportagem eu acho engraçado o fato do prejuizo de 3,9Bilhões;  onde foi parar esse dinheiro? Na verdade ele não existe. Se os consumidores tivessem 3,9Bilhões sobrando para gastar, se não houvesse a pirataria e se essa comunidade de consumidores que estão com 3,9Bilhões na mão aceitasse pagar o preço hoje cobrado pelos programas/Filmes/Músicas, esses 3,9 Bilhões iria sair da comunidade de consumidores, pararia na mão das empresas produtoras que em contrapartida iria produzir 12.000 vagas de empregos... Que provavelmente não iria nem para aquele motoboy e nem para aquele caixa...

Na minha cidade tem uma cooperativa de músicos chamado Comum criada em 2007. Veja um trecho de sua apresentação:
"A COMUM – Cooperativa da Música de Minas surgiu oficialmente em novembro de 2007 para fortalecer essa cena da música mineira e potencializar o encontro dos músicos com seu público.
Reunindo músicos e demais profissionais envolvidos na cadeia produtiva da música como um todo, uma das diretrizes da sociedade é tirar da informalidade o músico que atua no mercado mineiro.
Além de formalizar o trabalho do músico, a cooperativa busca também a mobilização da classe, a realização de projetos e ações coletivas e se coloca como instância de interlocução com governos e instituições.
Por fim, a COMUM propõe uma nova forma de relacionamento comercial, baseado em conceitos como economia criativa e redes solidárias, com a criação de um banco de serviços entre seus associados."



Já atualizei duas vezes post sobre o fechamento do MegaUpload, com várias reportagens, e as notícias começaram a se tornar uma discursão sobre pirataria.

Veja as principais notícias sobre o caso aqui, e comece a discursão com a nota do The Pirata Bay.
http://jogosdinheirointernet.blogspot.com/2012/01/o-caso-megaupload-grandes-empresas.html

Hoje no caderno de informática do Estado de Minas está uma discursão completa sobre o caso.

Pirata, eu?


Discussão sobre punição a quem baixa conteúdo de forma considerada ilegal pelos defensores de direitos autorais promete se estender, com projetos antipirataria e cerceamento a sites

Publicação Jornal Estado de Minas  26/01/2012 Caderno de Inform@tica - Repórter Shirley Pacelli


Sem tapa-olho, perna de pau ou papagaio no ombro. Ainda assim: pirata! Quem baixa filmes ou faz download de músicas na internet pode violar os direitos autorais de acordo com a lei número 9.610 (http://migre.me/7DZqC), de 1998, em vigor no Brasil. A discussão sobre a punição dessas atividades ilícitas de compartilhamento na web, que viraram hábito dos internautas e, mais que isso, simbolizam a geração digital, veio à tona nos últimos dias. As propostas de leis antipirataria norte-americanas Stop On-line Piracy Act (Sopa), Protect Intelectual Property Act (Pipa), que tramitavam no Congresso dos EUA, incitaram protestos no mundo todo.

Em apenas uma semana, houve de um lado o fechamento do Megaupload – serviço de compartilhamento de arquivos, com 150 milhões de usuários cadastrados – por determinação da Justiça americana e a prisão do fundador, Kim Dotcom. Do outro, blecautes e manifestações de mais de sete mil sites como a Wikipedia, invasão dos endereços eletrônicos do FBI, Sony e outros 10 mais pelo grupo de hackers ativistas Anonymous. O burburinho foi tanto que o deputado republicano Lamar Smith resolveu retirar a proposta da pauta até que “haja um consenso maior em torno de uma solução” nos Estados Unidos.

Ainda que nesta semana diversos sites de downloads, similares ao Megaupload, estejam apagando arquivos ilegais, restringindo acesso a arquivos somente para quem o carregou ou mesmo bloqueando seus serviços em território norte-americano, é possível encontrar inúmeros portais de compartilhamento a todo vapor. Os mais populares como 4Shared, VideoBBB e Fileserve, mudaram suas políticas de uso em favor do próprio pescoço: o medo do FBI (polícia federal dos Estados Unidos) predomina. Quem não ficou contente com essa história foram os usuários que encontram dificuldade para baixar arquivos na rede. Os mais irados são aqueles das chamadas contas premium, que pagavam pelo serviço e perderam o acesso por tempo indeterminado.

O Informátic@ foi às ruas quando a discussão sobre pirataria e direitos autorais estava em plena efervescência e os projetos de lei ainda não tinham sido retirados de pauta no congresso norte-americano. Percorremos a Savassi e o Centro de Belo Horizonte para saber a opinião dos usuários sobre pirataria e direitos autorais e foi difícil encontrar alguém que fosse a favor da restrição de downloads e, portanto, dos projetos de lei que querem determiná-la. Interessante notar que, mesmo admitindo que baixam filmes e músicas sem pagar nada, a maioria não se considera pirata, pois o material é para consumo próprio. A polêmica é grande também entre artistas, especialistas em internet e em direito digital, o que faz crer que o debate se prolongará por um bom tempo. E você, também se considera um pirata?
Todo mundo baixa  
Maioria de usuários de internet ouvidos pelo Informátic@ nas ruas de Belo Horizonte admite fazer downloads considerados ilegais. Mas nem todos se veem como piratas

Gabriela Abdalla, designer gráfica, admite baixar sempre conteúdos de internet e, se isso for pirataria, ela veste a carapuça (Shirley Pacelli/EM/D. A Press)
Gabriela Abdalla, designer gráfica, admite baixar sempre conteúdos de internet e, se isso for pirataria, ela veste a carapuça
 Como DJ aposentada, a atual designer gráfica Gabriela Abdalla, de 36 anos, é a favor do compartilhamento de arquivos na rede. “Sou totalmente contra esses projetos de leis norte-americanos. É antinatural. Baixo filmes, músicas e acho ótimo! Se pirata é o nome que dão a quem faz isso, então eu sou e não acho pejorativo”, defende a designer. Para ela, a internet deve ser livre e os direitos autorais no ambiente digital devem ser revistos, principalmente porque em sua antiga profissão os CDs importados eram caros e era preciso se virar com o que encontrava na rede.

“Sou contra a pirataria. Compro tudo original, sem imposto, no exterior. Minha sogra mora em Londres e traz.” O empresário Pedro Igor de Oliveira, de 32 anos, é a favor de projetos de lei antipirataria como a Stop On-Line Piracy Act - Sopa (sigla em inglês para lei de combate à pirataria on-line) e Protect Intelectual Property Act - Pipa (prevenção de ameaças reais à criatividade econômica e ao roubo de propriedade intelectual), mas “desde que não sejam aplicadas como na China”, ressalva. Para ele, a internet hoje é uma terra sem lei e colocar um arquivo na rede significa retirar os créditos do seu autor. “É um roubo não pagar por áudio e vídeo”, resume o empresário.

Se é assim tão simples a divisão entre mocinhos e bandidos, muita gente pode fazer parte do lado negro da força sem ao menos perceber. Emprestar livros e CDs reais não é crime. Mas, quando se trata de conteúdo em bits tudo muda de figura, afinal, a reprodução e distribuição é facilitada e em grande escala, com menor esforço. Os projetos de lei americanos que foram retirados da pauta do Congresso no dia 20 eram, em tese, destinados a coibir o roubo de propriedade intelectual na internet, o que, segundo o deputado republicano Lamar Smith, principal defensor do Sopa, gera um prejuízo de mais de US$ 100 bilhões por ano para a economia dos EUA. Para os opositores de Smith, os projetos em discussão na prática também poderiam abrir caminho para o monitoramento da web e invasão de privacidade.

O fato é que esta semana muitas pessoas reclamaram virtualmente que não conseguiam baixar nada na rede. O motivo? Diversos sites de downloads resolveram remover arquivos ilegais de seus portais. Outros retiraram a opção para compartilhamento ou estão bloqueados em território norte-americano. Fileserve, VideoBBB, Filepost, Uploaded.to, Filejungle, 4Shared e EnterUpload foram alguns dos serviços que tomaram providências depois que o Megaupload foi fechado pela Justiça americana.

AMEAÇA À INTERNET Para Bernardo Grossi, de 30 anos, advogado de Belo Horizonte especialista em direito da internet, as duas propostas que tramitavam no Congresso dos Estados Unidos e disseminaram protestos no mundo todo, se, por um lado, visam resguardar o direito à propriedade intelectual, por outro, afetam o uso da internet mundialmente. “Por razão de ordem histórica, todos os servidores e a estrutura da rede se localizam no território norte-americano. Uma possível aprovação das leis serviria como modelo de legislação para outros países”, pondera.

O perigo da aprovação das propostas é que, da forma como foram redigidas, os detentores de direitos autorais poderiam desligar o acesso a qualquer site, inclusive hospedado fora dos EUA. Desse modo, não haveria uma rede global, mas várias, uma em cada país. “Perderíamos um dos maiores benefícios da internet: conexão de fato”, resume o advogado. “Por exemplo, eu como autor de uma obra faria uma notificação extraoficial para o Google, Facebook ou operadora de cartão de crédito, determinando a exclusão imediata de certo conteúdo da internet. Se o site não fizer isso, torna-se responsável por ele. A empresa, não obedecendo, passa a responder pela infração. E ela não vai querer saber se é mesmo ilegal ou não, vai cumprir a ordem de bloqueio para se resguardar. Cria um mecanismo de censura”, explica Grossi. Para ele, a partir de um juízo subjetivo, os usuários podem ser punidos.

O especialista lembra que o Megaupload foi fechado (veja Linha do tempo) com base numa lei já existente, a Digital Millennium Copyright Act (DMCA), sigla para Lei dos direitos autorais do milênio digital. A DMCA traz uma série de mecanismos para responsabilizar e excluir um conteúdo ilegal da web. Sobre a Sopa e Pipa, Grossi é categórico ao afirmar que não é certo transformar em lei algo que não é aceito pela sociedade. “O grande conflito é essa cultura/revolução digital, que coloca em xeque essa forma de distribuição de conteúdo que é de um para muitos.”

SOPA PASSA O PONTO Demi Getschko, diretor-presidente do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), indica pelo menos três pontos discutíveis sobre os projetos Sopa e Pipa. O primeiro é que eles responsabilizam intermediários. “Não faz sentido os provedores serem incumbidos do papel de censura”, ressalta o diretor. Se o usuário fez algo ilegal, a lei deve ser aplicada a ele.

A segunda discussão é que elas “atiram e depois perguntam”. Quando há uma denúncia, a página sairia do ar, para depois se investigar se o que foi publicado realmente ofende alguém ou não. E a última questão é sobre o desconforto mundial que a filtragem de conteúdo traria. Poderia ajudar a localizar o infrator, mas mapearia todo mundo “Querem aumentar o alcance dos meios de repressão. Não é porque é crime bater carteira que eu vou andar com um GPS nela para o caso de me furtarem”, brinca Getschko.

O diretor-presidente enfatiza que ninguém é contra o pagamento do produtor de arte, mas é preciso “remunerá-lo pela obra e não pela cópia”. Segundo ele há a necessidade de criar uma lei para novos crimes, mas não uma que controlaria todas as pessoas, uma espécie de Big Brother gigantesco.


ACTA CORRE POR FORA
Muito tem se discutido sobre Sopa e Pipa, mas poucas pessoas sabem que ainda existe outra ameaça à liberdade na rede: o Anti-Counterfeiting Trade Agreement ou Acta( sigla em inglês para Acordo de comércio antipirataria). O Acta é um tratado internacional que circula em segredo e pretende criar normas rigorosas sobre os direitos de propriedade. Para garantir isso, as leis podem invadir a privacidade dos usuários e exigir pagamento de multas de quem desobedecê-las. Estados Unidos, Nova Zelândia, Canadá, Japão e Austrália já assinaram o acordo.



LINHA DO TEMPO
26/10/11
» O projeto de lei Sopa é apresentado à Câmara dos Representantes por um grupo bipartidário de legisladores

14/01/12
» Casa Branca se posiciona contra cláusulas importantes dos projetos Sopa e Pipa

18/01/12
» Site colaborativo Wikipedia na versão em inglês sai do ar em protesto contra os projetos de lei. Google coloca tarja preta sobre logo. Mais de sete mil sites fazem manifestações

19/01/12
» Fechamento do Megaupload (serviço de compartilhamento de arquivos) e prisão do fundador do site

19/01/12
» Dez sites derrubados em 20 minutos é o saldo do grupo de hackers ativistas Anonymous em protesto contra o fechamento do Megaupload

20/01/12
» Deputado republicano Lamar Smith tira a proposta Sopa de pauta. A votação da Pipa é adiada

23/01/12
» Anonymous invade o site da Sony e coloca links para baixar todo o conteúdo. Hollywood pode retirar apoio financeiro ao presidente dos EUA, Barack Obama. O pronunciamento foi feito por Chris Dodd, diretor-chefe da Associação cinematográfica Norte-Americana. Sites de downloads, como o popular 4Shared, retiram conteúdo ilegal do ar com medo de fiscalização da Justiça

Restrição em nível global
Censura ronda também a América Latina. Venezuela, México e Colômbia já apresentaram propostas que afetam a liberdade de expressão na internet. No Brasil, projeto de lei brasileira ainda é discutido





Para a pesquisadora da Fundação Getulio Vargas Joana Varon Ferraz, mecanismos de regulação podem gerar um círculo vicioso de censura na rede (Alexis Jeldrez/Divulgação)
Para a pesquisadora da Fundação Getulio Vargas Joana Varon Ferraz, mecanismos de regulação podem gerar um círculo vicioso de censura na rede
No momento em que a atenção mundial está com os olhos voltados para os projetos de regulação da internet, o perigo do uso de frases imperativas à la “cale-se!” por parte das autoridades amedronta os internautas. No dia 19, foi lançado o livro Hacia una internet libre de censura – propuestas para América Latina (Por uma internet livre de censura – propostas para América Latina) pelo Centro para Estudos sobre Liberdade de Expreção e Acesso ao Conhecimento (Cele), da Universidade de Palermo, Argentina. Um dos capítulos da obra mostra como os filtros de conteúdo podem afetar a liberdade de expressão. Os autores foram pesquisadores do Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getulio Vargas (FGV).
O artigo analisou as decisões judiciais e políticas da internet do Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, México e Venezuela. O texto ressalta que é um direito do cidadão buscar, receber e compartilhar informações, protegido pela Declaração Universal dos Direitos dos Homens. Mas pondera que o avanço da tecnologia tanto permite maior acesso a conteúdo, quanto o seu controle na rede.

Para realizar o estudo, um dos dados utilizados foi o da organização não governamental Freedom House, divulgados em abril de 2011. Um relatório da entidade avaliou a liberdade da rede entre 1º de janeiro de 2009 e 31 de dezembro de 2010, em 37 países. A análise resultou em um mapa que divide as localidades em internet livre ou não e parcialmente livres.

De acordo com o levantamento, o Brasil não restringe o uso da internet, mas países latino-americanos como Venezuela e México apresentam mecanismos de violação de direitos dos usuários. Cuba, como se poderia prever, é considerada extremamente repressora. Segundo uma das autoras, Joana Varon Ferraz, de 30 anos, a conclusão geral é que mecanismos de regulação podem gerar um círculo vicioso de censura na rede. “Se o juiz mandar retirar a página e o provedor não obedecer, poderá ser punido por isso. Empresas da internet passarão a vigiar as pessoas para não serem notificadas por irregularidades”, frisa Ferraz, explicando ainda que a prática pode gerar uma sensação de insegurança na web, porque haverá um monitoramento de todas as ações.

O livro está disponível em pdf em: http://migre.me/7EdSW.


PONTO CRÍTICO
Deve haver leis mais rígidas de direitos autorais na internet?

NÃO

. Makely Ka
. Compositor e presidente da Cooperativa de Música de Minas (Comum)
Sou totalmente a favor da flexibilização da lei de direitos autorais. Todos os meus trabalhos estão disponíveis, para fins não comerciais, na internet. Existe uma falsa ideia de que os autores são contra o compartilhamento, mas isso não encontra eco entre os artistas do país. Há outras formas de remuneração. O compartilhamento do nosso trabalho pela rede não só divulga, como estreita o contato do músico com o público. Tenho um aplicativo de celular em que as pessoas tem acesso a todos os meus discos e mesmo assim compram o CD físico. Qualquer tentativa de vetar esse compartilhamento de arquivos e informações na rede fracassará, porque os internautas vão procurar alternativas. É importante ficar claro que no Brasil temos um sistema de arrecadação só da música (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição – ECAD) e é o único no mundo que não é fiscalizado.

SIM
Fernando Brant
Compositor que fez parte do Clube da Esquina
Acompanho essa questão do compartilhamento de arquivos no mundo digital há alguns anos. Quando começou a se exacerbar, achei que a racionalidade iria chegar e as pessoas iriam ver e ouvir, mas remunerando os autores. Leis como Sopa e Pipa são exageradas, mas tem que haver um debate do meio digital. Obrigar as pessoas a pagar não é censura. O direito de acesso tem que existir, mas o autor deve ser respeitado. A pessoa que distribui o arquivo comete um erro, utiliza obra alheia sem pagar. O autor vive disso. Acredito que a mesma tecnologia que possibilita o acesso a todos criará condições de cobrança pelos direitos autorais.

Punições em cascata
No Brasil, o Projeto de Lei 84, de 1999, dispõe sobre a punição de crimes digitais, como fraudes eletrônicas, disseminação de vírus e pedofilia na rede. O PL84 aguarda, no Senado, parecer na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC). O deputado federal Eduardo Azeredo (PSDB/MG) é o principal defensor da proposta, que acabou ganhando o seu nome informalmente.

O PL84 também é chamado de AI5-Digital por seus opositores, que julgam que ele significa invasão de privacidade dos usuários da internet. Bruno Magrini, pesquisador do Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV, que representa a Creative Commons no país, é contra a aprovação da proposta. “Ela tenta criar tipos específicos de crime para a internet. Estelionato, digital ou não, é crime e já existe punição. Em versões anteriores, o projeto também tentava guardar dados dos usuários por um maior tempo possível. (...) E havia a ideia de que, para acessar a internet, era preciso cadastrar o CPF. Imagine o vazamento dessas informações”, argumenta. Segundo Magrini, da forma como foi escrito, o projeto poderia criminalizar até mesmo pessoas que desbloqueassem seu iPhone.

Magrini admite que a versão atual do PL84 já corrigiu muitos problemas, mas ainda é ruim. Apesar disso, é categórico em defender a aprovação do Marco Regulatório Civil da Internet, que está no Congresso. “Você não pode criminalizar sem antes estabelecer os direitos do cidadão”, resume. O marco regulatório foi elaborado por meio de uma discussão aberta e transparente na internet (http://culturadigital.br/) e serviu como referência de governança digital em diversas partes do mundo.

O deputado Eduardo Azeredo, por sua vez, acusa o governo de omissão, porque ainda não existe uma legislação que regule as ações digitais. Ele explica que a proposta busca tipificar os novos crimes, como difamação pela internet e questões ligadas ao racismo na rede. “O projeto não aborda a questão de baixar arquivos. É uma interpretação incorreta. A pirataria já é tratada em uma lei em vigor”, acrescenta.

Contra os ataques ao projeto, ele alega que os provedores, hoje em dia, já guardam por conta própria os dados dos clientes. “Seria somente os registros do acesso à internet, não o conteúdo”, detalha. Azeredo lembra que o PL84 está em debate desde 1999 e que a proposta já foi mais do que discutida com a sociedade.

Caminho sem volta
ENTREVISTA/HUGO PARDO KUKLINSKI 
Livros e filmes com preços mais baixos seriam solução eficaz contra pirataria na internet, diz autor de Geekonomía


Repórter Alysson Lisboa Neves




"Não é possível frear o fenômeno social da inteligência coletiva", Hugo Pardo Kuklinski, diretor-geral do Imagine Criative Center, de Barcelona
 Quando a discussão sobre copyright parecia já estar superada, o Congresso norte-americano voltou a debater o tema para tentar frear a pirataria. Para o doutor pela UAB-Barcelona, Hugo Pardo, é impossível voltar ao modelo de negócios do passado. Filmes e música com preços mais baixos seriam a solução para combater a pirataria na rede, acredita Pardo, também diretor-geral  do Imagine Criative Center.

Seu livro Geekonomía mostra a necessidade de uma mudança na legislação, que está defasada há mais de 300 anos. Mas seria essa a mudança que gostaríamos de ver? A lei é um retrocesso?
Vale recordar que a pirataria é a consequência natural de uma indústria com modelos de negócios anacrônicos. Foi assim nos anos 1950 no Reino Unido com as rádios piratas e continua com a indústria audiovisual e com a música. O Congresso norte-americano tem sido sempre a plataforma política onde os lobistas da velha indústria da comunicação dos Estados Unidos se apoiam para defender seus interesses comerciais. E continuará sendo assim por muito tempo, porque existe uma clara luta de interesses com a velha desculpa de que eles estão defendendo os autores. O lobby da indústria, porém, esquece de citar que nos Estados Unidos, até 1978, toda obra era, de fato, de domínio público. É interessante também lembrar o que destaca o jornalista e ativista David Bollier em seu livro Viral spiral, de 2008: os termos da lei de direitos autorais foram ampliados 11 vezes desde 1961 e hoje representam um benefício monopólico para as corporações e a economia norte-americana. Hoje os direitos após a morte do autor estão estabelecidos em 95 anos.

Quais são os principais problemas que o usuário da web enfrentará se a lei finalmente passar no Congresso norte-americano?
A violação da neutralidade da rede é um dos graves problemas que ocorrerão. Outra questão é uma ideia mais difícil de assumir em uma democracia que seria legislar contra as práticas de consumo de milhões de cidadãos, somente para favorecer o interesse do lobby da indústria. Não é possível frear o fenômeno social da inteligência coletiva. O lobby industrial tentará fazer isso, porém, a indústria está mudando para a fragmentação e não se pode retroceder no que se refere a tudo que foi conquistado no século 21. A não intermediação é um fato irreversível.

Como controlar os ma shups, a utilização de músicas ou partes de filmes em sites como o YouTube? O caminho seria fechar as portas desses canais imprescindíveis para a web 2.0?
Desde que foi vendido, o YouTube tem melhorado muito como ferramenta. Um dado da Industry Association of America (RIAA) mostra que o ataque ao Napster, em seus dois anos de existência (1999 até 2001), só contribuiu para torná-lo ainda mais popular.

Existe outro caminho senão a proibição de compartilhamento para proteger os direitos do autor na web? Podemos imaginar os estúdios de Hollywood utilizando, por exemplo, o Creative common para que os usuários da web possam compartilhar trechos de filmes? Como resolver o impasse?
Não é difícil prever a manutenção de um cenário de pelo menos 20 anos em que a indústria cinematográfica continuará as superproduções do modo como conhecemos hoje. O pesquisador Chris Anderson, em seu livro Free, afirma que os usuários pirateiam porque consideram que os preços de mercado (que não são decididos pelo artista, mas sim pelo intermediário), em geral, são excessivos para o valor real. Quando não existem alternativas de preço diferenciado, a opção são downloads gratuitos e ilegais em sites P2P (peer-to-peer). A indústria deve mudar no ritmo que os consumidores exigem e não os consumidores devem adaptar-se aos interesses comerciais da indústria, como foi até hoje. Geralmente os consumidores querem fazer as coisas corretamente. Essa é a melhor forma de reduzir a pirataria e dar a eles alternativas e preços razoáveis.

(Aqui cabe também incluir uma antiga entrevista desse mesmo professor Hugo Pardo Kuklinski divulgada pelo próprio Estado de Minas mês 07/2011 e ainda divulgar uma cópia pirata do livro (em espanhol) escrito por ele: Geekonomía – um radar para produzir no pós-digitalismo)

Entrevista/Hugo Pardo

A distribuição do pensamento

Como tratar a questão dos direitos autorais em uma época em que as pessoas se apropriam de obras intelectuais, modificam-nas, ampliam-nas e as redistribuem, no movimento conhecido também como cultura remix?
As licenças Creative Commons (veja quadro) são ideais para a era do remix e do pensamento distribuído. Falta apenas atacar com mais energia o discurso hipócrita das multinacionais da indústria cultural do século 20, que criminaliza os jovens com o argumento de que eles estão fazendo pirataria. Recomendo o livro de Matt Mason, publicado em 2008, O dilema da pirataria – como a cultura jovem está reinventado o capitalismo.

No capítulo 4, você fala sobre a crise da universidade. A academia está em crise porque adota um modelo muito antigo?

O desequilíbrio entre gratuidade dos conteúdos educativos na rede e os elevados custos de matrícula nas universidades pode gerar problemas, a longo prazo, para as universidades. Se a experiência on-line se assemelha à do curso presencial, então por que pensar que as universidades não terão dificuldades ou risco de perder a intermediação por parte de seu público, como já sofreram outros atores da indústria cultural?
Qual é o principal problema que atravessa a universidade hoje? O que ocorreria se a educação adotasse massivamente a cultura Do it yourself (faça você mesmo)?
Este não é um problema que atravessa as grandes universidades. Elas continuarão explorando a economia da escassez e mantendo sua valorização exatamente por sua reputação. A dificuldade passaria para o que chamo de marcas brancas universitárias. Ou seja, instituições que não sabem ou não puderam construir prestígio em seu entorno e que têm se convertido em um custoso playground de jovens antes de sua entrada no mercado de trabalho. O aprendizado informal, cada vez mais, terá maior relevância.
“Falta apenas atacar com mais energia o discurso hipócrita das multinacionais da indústria cultural do século 20, que criminaliza os jovens com o discurso da pirataria”
Qual será o futuro da universidade?
Existe um debate muito ativo na Europa sobre a validação do aprendizado informal e o desenho de novos métodos de avaliação, além dos que concedem hoje, as instituições de educação formal.
Mas você não critica os jovens que consomem informação irrelevante ou de maneira superficial?
O que falo no livro não é uma crítica e sim uma observação para questionar aqueles que acreditam que os nativos digitais são uma geração excepcional e superior a todas as anteriores.
Deixar que o próprio estudante encontre recursos ou recupere informações não é perigoso?
Não, como pode ser perigoso? Viva o remix! O professor deve promover a contribuição de valor agregado aos textos que compartilha com seus alunos. Deve também aprender a rejeitar o irrelevante. Recuperar a informação ficava difícil na era analógica. Hoje, a universidade deve ensinar a rejeitar e identificar os melhores recursos on-line. Separar o que é ou não relevante e prevenir a ‘infoxicação” (o excesso de conteúdo).
Como os professores, imigrantes digitais, podem competir com alunos que já nasceram na era digital?
Não devem competir, mas se complementar. As técnicas docentes analógicas ainda são muito úteis. Nada como uma boa reflexão de um expert sobre um determinado tema. O digital é complemento.
Quando seu livro chegará ao Brasil?
Ainda não temos uma data prevista. Estamos em conversações com algumas gráficas no Brasil, mas existe uma versão on-line que pode ser baixada por um sistema de doações. http://www.geekonomia.net.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Indicados Oscar 2012 - Trailers e Sites oficiais.

Site Oficial http://oscar.go.com/


Oscar 2012 - Academia anuncia indicados em todas as categorias
Lista completa dos indicados ao Oscar 2012. 
Os indicados:

Filme

"O Artista", de Thomas Langmann, produtor
"Os Descendentes", de Jim Burke, Alexander Payne e Jim Taylor, produtores
"Tão Forte e Tão Perto", de Scott Rudin, produtor
"Histórias Cruzadas", de Brunson Green, Chris Columbus e Michael Barnathan, produtores
"A Invenção de Hugo Cabret", de Graham King e Martin Scorsese, produtores
"Meia-noite em Paris", de Letty Aronson e Stephen Tenenbaum, produtores
"O Homem que Mudou o Jogo", de Michael De Luca, Rachael Horovitz e Brad Pitt, produtores
"A Árvore da Vida"
"Cavalo de Guerra", de Steven Spielberg e Kathleen Kennedy, produtores


Ator

Demián Bichir, por "A Better Life"
George Clooney, por "Os Descendentes"
Jean Dujardin, por "O Artista"
Gary Oldman, por "O Espião que Sabia Demais"
Brad Pitt, por "O Homem que Mudou o Jogo"


Ator Coadjuvante

Kenneth Branagh, por "Sete Dias com Marilyn"
Jonah Hill, por "O Homem que Mudou o Jogo"
Nick Nolte, por "Warrior"
Christopher Plummer, por "Toda Forma de Amor"
Max von Sydow, por "Tão Forte e Tão Perto"


Atriz

Glenn Close, por "Albert Nobbs"
Rooney Mara, por "Millennium - Os Homens que Não Amavam as Mulheres"
Viola Davis, por "Histórias Cruzadas"
Meryl Streep, por "A Dama de Ferro"
Michelle Williams, por "Sete Dias com Marilyn"


Atriz Coadjuvante

Bérénice Bejo, por "O Artista"
Jessica Chastain, por "A Árvore da Vida"
Melissa McCarthy, por "Missão Madrinha de Casamento"
Janet McTeer, por "Albert Nobbs"
Octavia Spencer, por "Histórias Cruzadas"


Animação

"Um Gato em Paris", de Alain Gagnol e Jean-Loup Felicioli
"Chico & Rita", de Fernando Trueba e Javier Mariscal
"Kung Fu Panda 2", de Jennifer Yuh Nelson
"O Gato de Botas", de Chris Miller
"Rango", de Gore Verbinski


Direção de Arte

Desenho de produção: Laurence Bennett; Decoração de cenários: Robert Gould, por "O Artista"
Desenho de produção: Stuart Craig; Decoração de cenários: Stephenie McMillan, por "Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2"
Desenho de produção: Dante Ferretti; Decoração de cenários: Francesca Lo Schiavo, por "A Invenção de Hugo Cabret"
Desenho de produção: Anne Seibel; Decoração de cenários: Hélène Dubreuil, por "Meia-noite em Paris"
Desenho de produção: Rick Carter; Decoração de cenários: Lee Sandales, por "Cavalo de Guerra"


Fotografia

Guillaume Schiffman, por "O Artista"
Jeff Cronenweth, por "Millennium - Os Homens que Não Amavam as Mulheres"
Robert Richardson, por "A Invenção de Hugo Cabret"
Emmanuel Lubezki, por "A Árvore da Vida"
Janusz Kaminski, por "Cavalo de Guerra"


Figurinos

Lisy Christl, por "Anônimo"
Mark Bridges, por "O Artista"
Sandy Powell, por "A Invenção de Hugo Cabret"
Michael O'Connor, por "Jane Eyre"
Arianne Phillips, por "W.E. - O Romance do Século"


Diretor

Michel Hazanavicius, por "O Artista"
Alexander Payne, por "Os Descendentes"
Martin Scorsese, por "A Invenção de Hugo Cabret"
Woody Allen, por "Meia-noite em Paris"
Terrence Malick, por "A Árvore da Vida"


Documentário (longa-metragem)

"Hell and Back Again", de Danfung Dennis e Mike Lerner
"If a Tree Falls: A Story of the Earth Liberation Front", de Marshall Curry e Sam Cullman
"Paradise Lost 3: Purgatory", de Charles Ferguson e Audrey Marrs
"Pina", Wim Wenders e Gian-Piero Ringel
"Undefeated", de TJ Martin, Dan Lindsay e Richard Middlemas


Documentário (curta-metragem)

"The Barber of Birmingham: Foot Soldier of the Civil Rights Movement", de Robin Fryday e Gail Dolgin
"God Is the Bigger Elvis", de Rebecca Cammisa e Julie Anderson
"Incident in New Baghdad", de James Spione
"Saving Face", de Daniel Junge e Sharmeen Obaid-Chinoy
"The Tsunami and the Cherry Blossom", de Lucy Walker e Kira Carstensen


Montagem

Anne-Sophie Bion e Michel Hazanavicius, por "O Artista"
Kevin Tent, por "Os Descendentes"
Kirk Baxter e Angus Wall, por "Millennium - Os Homens que Não Amavam as Mulheres"
Thelma Schoonmaker, por "A Invenção de Hugo Cabret"
Christopher Tellefsen, por "O Homem que Mudou o Jogo"


Filme Estrangeiro

"Rundskop" ("Bullhead"), Bélgica
"Hearat Shulayim" ("Footnote"), Israel
"In Darkness", Polônia
"Monsieur Lazhar", Canadá
"A Separação", Irã


Maquiagem

Martial Corneville, Lynn Johnston e Matthew W. Mungle, por "Albert Nobbs"
Edouard F. Henriques, Gregory Funk e Yolanda Toussieng, por "Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2"
Mark Coulier e J. Roy Helland, por "A Dama de Ferro"


Trilha Sonora

John Williams, por "As Aventuras de Tintin: O Segredo do Licorne"
Ludovic Bource, por "O Artista"
Howard Shore, por "A Invenção de Hugo Cabret"
Alberto Iglesias, por "O Espião que Sabia Demais"
John Williams, por "Cavalo de Guerra"


Canção

"Man or Muppet", por "Os Muppets" - Música e letras de Bret McKenzie
"Real in Rio", por "Rio" - Música de Sérgio Mendes e Carlinhos Brown; letras de Siedah Garrett



Curta-metragem (animado)

"Dimanche/Sunday", de Patrick Doyon
"The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore", de William Joyce e Brandon Oldenburg
"La Luna", de Enrico Casarosa
"A Morning Stroll", de Grant Orchard e Sue Goffe
"Wild Life", de Amanda Forbis e Wendy Tilby


Curta-metragem

"Pentecost", de Peter McDonald de Eimear O'Kane
"Raju", de Max Zähle e Stefan Gieren
"The Shore", de Terry George e Oorlagh George
"Time Freak", de Andrew Bowler e Gigi Causey
"Tuba Atlantic", de Hallvar Witzø


Edição de Som

Lon Bender e Victor Ray Ennis, por "Drive"
Ren Klyce, por "Millennium - Os Homens que Não Amavam as Mulheres"
Philip Stockton e Eugene Gearty, por "A Invenção de Hugo Cabret"
Ethan Van der Ryn e Erik Aadahl, por "Transformers: O Lado Oculto da Lua"
Richard Hymns e Gary Rydstrom, por "Cavalo de Guerra"


Mixagem de Som

David Parker, Michael Semanick, Ren Klyce e Bo Persson, por "Millennium - Os Homens que Não Amavam as Mulheres"
Tom Fleischman e John Midgley, por "A Invenção de Hugo Cabret"
Deb Adair, Ron Bochar, Dave Giammarco e Ed Novick, por "O Homem que Mudou o Jogo"
Greg P. Russell, Gary Summers, Jeffrey J. Haboush e Peter J. Devlin, por "Transformers: O Lado Oculto da Lua"
Gary Rydstrom, Andy Nelson, Tom Johnson e Stuart Wilson, por "Cavalo de Guerra"


Efeitos Visuais

Tim Burke, David Vickery, Greg Butler e John Richardson, por "Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2"
Rob Legato, Joss Williams, Ben Grossman e Alex Henning, por "A Invenção de Hugo Cabret"
Erik Nash, John Rosengrant, Danny Taylor e Swen Gillberg, por "Gigantes de Aço"
Joe Letteri, Dan Lemmon, R. Christopher White e Daniel Barrett, por "O Planeta dos Macacos: A Origem"
Scott Farrar, Scott Benza, Matthew Butler e John Frazier, por "Transformers: O Lado Oculto da Lua"


Roteiro Adaptado

Alexander Payne, Nat Faxon e Jim Rash, por "Os Descendentes"
John Logan, por "A Invenção de Hugo Cabret"
George Clooney, Grant Heslov e Beau Willimon, por "Tudo pelo Poder"
Steven Zaillian, Aaron Sorkin e Stan Chervin, por "O Homem que Mudou o Jogo"
Bridget O'Connor e Peter Straughan, por "O Espião que Sabia Demais"


Roteiro Original

Michel Hazanavicius, por "O Artista"
Annie Mumolo e Kristen Wiig, por "Missão Madrinha de Casamento"
J.C. Chandor, por "Margin Call - O Dia Antes do Fim"
Woody Allen, por "Meia-noite em Paris"
Asghar Farhadi, por "A Separação"


Trailers de "O Artista"
 Site oficial "O Artista"

                                    


Trailers de "Os Descendentes"
 Site Oficial "Os Descendentes"



Trailers de "Tão Forte e Tão Perto"
 Site Oficial "Tão forte e Tão perto"




Trailers de "Histórias Cruzadas"
Site Oficial "Histórias Cruzadas (the help)"
Trailers de "A Invenção de Hugo Cabret"
Site Oficial "A Invenção de Hugo Cabret"
Trailers de "Meia-noite em Paris"
Site Oficial "Meia-noite em Paris"


Trailers de "O Homem que Mudou o Jogo"
Site Oficial "O Homem que Mudou o Jogo"
Trailers de "A Árvore da Vida"
site oficial "A Árvore da Vida"



Trailers de "Cavalo de Guerra"
site oficial "Cavalo de Guerra"


‘A invenção de Hugo Cabret’ lidera indicações ao Oscar 2012

Brasil estará representado por Sergio Mendes e Carlinhos Brown na disputa por melhor canção

Publicado: O Globo"
Jennifer Lawrence e o presidente da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, Tom Sherak, fizeram o anúncio dos indicados ao Oscar 2012 Foto: AP





Jennifer Lawrence e o presidente da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, Tom Sherak, fizeram o anúncio dos indicados ao Oscar 2012 AP
RIO - Primeira incursão de Martin Scorsese pelo cinema infanto-juvenil, a aventura “A invenção de Hugo Cabret” é o líder em indicações ao Oscar 2012. O longa surpreendeu ao concorrer em 11 categorias, entre elas a de melhor filme e direção, deixando para trás o favorito a receber o prêmio máximo, o filme mudo “O artista", do francês Michel Hazanivicius, que disputa dez estatuetas. Apesar de ter ficado de fora da disputa pelo prêmio de melhor filme estrangeiro com “Tropa de elite 2”, o Brasil estará representado no Oscar por Sergio Mendes e Carlinhos Brown, que concorrem à estatueta de melhor canção original por “Real in Rio”, junto ao americano Siedah Garrett. A música faz parte da trilha sonora da animação “Rio”, do também brasileiro Carlos Saldanha.
Por telefone, Sergio Mendes falou ao GLOBO sobre a indicação:
- Estou muito feliz. É a primeira vez que dou uma entrevista às 6h30m (em Los Angeles). Tudo começou com o Carlos Saldanha me contando a história. Ele queria uma música para abrir o filme que representasse o amanhecer no Rio de Janeiro. E foi com essa ideia do amanhecer que eu trabalhei.
Por causa de uma mudança nas regras deste ano, ao todo, nove produções vão disputar o prêmio máximo da Academia nesta edição, em vez das dez dos dois últimos anos. Além de “Hugo” e “O artista”, também concorrem a melhor filme o épico ambientado na Primeira Guerra Mundial “Cavalo de guerra”, o conto esportivo “O homem que mudou o jogo”, o drama familiar “Os descendentes”, a crônica filosófica “Árvore da vida”, o romance fantástico “Meia-noite em Paris”, o feminista “Histórias cruzadas” e o drama sobre o 11 de Setembro “Tão forte e tão perto”.
Vencedor do Globo de Ouro de melhor comédia ou musical e de mais de 30 outros prêmios da temporada, "O artista" é o favorito ao Oscar deste ano. Entre as dez indicações que recebeu, o longa concorre nas principais categorias, como de roteiro e direção para o cineasta francês Michel Hazanavicius, de melhor ator para Jean Dujardin e de atriz coadjuvante Berenice Bejo.
Dujardin, que ganhou o Globo de Ouro de melhor ator de comédia ou musical pelo papel de um astro do cinema mudo que entra em declínio com a chegada dos filmes falados, tem como seu principal rival George Clooney, que levou o prêmio na categoria drama por "Os descendentes", em que o astro - que já tem um Oscar na prateleira por "Syriana"- interpreta um pai que tenta manter a família unida depois que sua esposa sofre um acidente.
Também concorrem ao troféu de melhor ator o mexicano Demian Bechir, que vive um imigrante em "A better life"; Gary Oldman, como um espião britânico em "O espião que sabia demais"; e Brad Pitt como o empresário de um time de beisebol em "O homem que mudou o jogo".
Entre as atrizes, as favoritas são Meryl Streep e Michelle Williams, que encarnam duas mulheres reais que marcaram a história. Streep vive Margaret Thatcher iem "A Dama de Ferro" e Williams interpreta Marilyn Monroe em "Sete dias com Marilyn".
Vencedora de dois Oscars, Meryl Streep aumentou seu recorde para um total de 17 indicações, cinco a mais que Katharine Hepburn e Jack Nicholson, empatados em segundo lugar. Streep venceu em duas de suas quatro primeiras indicações - levando o Oscar de atriz coadjuvante por "Kramer vs. Kramer", em 1979, e de atriz principal em1982 por "A escolha de Sofia" - mas perdeu nas últimas 12 vezes. Especialistas afirmam que sua vitória no Globo de Ouro pela personificação de Thatcher é sua melhor chance de quebrar a sequência de derrotas.
Além de Streep e Williams, também concorrem ao troféu de melhor atriz Glenn Close, como uma irlandesa do século 19 que finge ser um homem em "Albert Nobbs"; Viola Davis como uma empregada negra que expõe as histórias de seus patrões brancos em "Histórias cruzadas"; e Rooney Mara, como uma hacker vingativa em "Os homens que não amavam as mulheres".
As indicações foram anunciadas no início da tarde desta terça-feira pela atriz Jennifer Lawrence, que concorreu ao Oscar em 2011 por “Inverno da alma”, em uma cerimônia que durou cerca de 10 minutos, na sede da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, em Beverly Hills. A cerimônia de premiação acontece no dia 26 de fevereiro no Kodak Theatre, em Los Angeles.


Hollywood joga suas fichas  
Academia libera relação dos candidatos ao Oscar. Na raia principal correm A invenção de Hugo Cabret, com 11 indicações, e O artista, com 10. A animação Rio concorre a melhor canção


Publicação: Jornal Estado de Minas 25/01/2012 Caderno de Cultura

A atriz Jennifer Lawrence e o presidente da Academia de Hollywood, Tom Sherak, anunciaram ontem os indicados ao Oscar 2012 (ROBYN BECK/DIVULGAÇÃO)
A atriz Jennifer Lawrence e o presidente da Academia de Hollywood, Tom Sherak, anunciaram ontem os indicados ao Oscar 2012

Aberta a temporada de especulações, chutes e palpites. O anúncio dos indicados ao Oscar 2012, feito ontem no Samuel Goldwyn Theater pelo presidente da Academia, Tom Sherak, e pela atriz Jennifer Lawrence, indicada ao Oscar do ano passado por Inverno da alma, consagrou quantitativamente A invenção de Hugo Cabret, primeiro filme em 3D de Martin Scorsese, com 11 indicações, seguido de perto pelo maior caça-prêmios da temporada pré-Oscar, o francês O artista, de Michel Hazanavicius, com 10. O filme tem como marketing principal ser uma comédia elegante, em preto e branco e muda. Os dois concorrem a melhor filme do ano ao lado de outras sete produções: Os descendentes, Tão forte e tão perto, Histórias cruzadas, Meia-noite em Paris, O homem que mudou o jogo, A árvore da vida e Cavalo de guerra.

O Brasil, que não emplacou Tropa de elite 2 na disputa de melhor filme estrangeiro, concorre, com Sergio Mendes e Carlinhos Brown, ao prêmio de melhor canção com Real in Rio, do filme de animação Rio. A dupla brasileira e o parceiro Siedah Garret disputam a estatueta com Bret McKenzie, compositor de Man or Muppet, do filme Os Muppets. Em outras palavras, Brown e Mendes têm 50% de chance de ganhar. Rio, de Carlos Saldanha, no entanto, ficou de fora da premiação de melhor animação, que também barrou outra estrela da temporada, As aventuras de Tintim, de Steven Spielberg.

A disputa entre os principais longas parece se equilibrar entre os filmes feitos para o mercado e aqueles com mais ambição artística. Essa separação, que não tem muito sentido no cinema industrial, não deixa, no entanto, de criar surpresas. É o caso de A árvore da vida, de Terence Malik, um diretor considerado difícil, que dirige pouco e não faz concessões. O filme tem todos os “pecados” que costumam ser atribuídos pelo público e críticos menos exigentes: é longo, lento, prolixo, ambicioso e intelectual.

Mas a lista, ao lado dos “oscarizáveis” mais diretos, resgata novamente Woody Allen com seu simpático Meia-noite em Paris. O diretor concorre ainda pelo roteiro e, se ganhar, não deve ir, já que costuma sempre tocar clarinete no dia da entrega do Oscar. Se o Woody é da melhor safra, Spielberg volta à carga com o que tem de pior: a pieguice de seu Cavalo de guerra. Entre as ausências mais sentidas está A pele que habito, de Pedro Almodóvar. Esnobado por seu país, não foi resgatado pela academia. Pior para eles: foi um dos grandes filmes do ano e só daria brilho à festa.

Mediúnicos Entre os diretores, além da consagração de Scorsese com um filme juvenil em 3D (logo ele, o mais adulto dos cineastas de sua geração), aparece o já premiadíssimo e até então pouco conhecido do público Michel Hazanavicius, o competente Alexander Payne, o hors-concours por conta própria Woody Allen e Terence Malik, que comparece para dar prestígio. Ficou de fora George Clooney, de Tudo pelo poder

Meryl Streep, que é a campeã de indicações da história do Oscar, desta vez aparece como barbada por sua interpretação da ex-primeira-ministra britânica Margareth Tatcher, em A Dama de Ferro. Ingrediente que sempre conta em Hollywood, a atriz fez impressionante trabalho corporal para ficar parecida com a política inglesa. Ela incorpora a mãe do ultraliberalismo quase como um cavalo de macumba. Outra veterana na disputa é Glenn Close, por seu papel em Albert Nobbs. As demais concorrentes são Viola Davis, pelo drama sobre os direitos civis Histórias cruzadas, Rooney Mara, por Millennium – Os homens que não amavam as mulheres, e Michelle Williams, por Sete dias com Marilyn, outro trabalho de incorporação mediúnica.

A competição entre os atores reúne George Clooney, por seu trabalho em Os descendentes (ele concorre como um dos roteiristas da adaptação Tudo pelo poder), Demián Bichir, por A better life, Jean Dujardin, de O artista, Gary Oldman, por O espião que sabia demais e Brad Pitt em O homem que mudou o jogo. Brad Pitt estrelou ainda A árvore da vida, em atuação de altíssimo nível.

A lista mais impressionante de indicados acabou sendo a de atores coadjuvantes. Quatro deles não fariam feio como estrelas principais: Kenneth Branagh, Nick Nolte, Christopher Plummer e Max von Sydow, que ganham ainda a companhia de Jonah Hill. O filme de Nick Nolte, Guerreiros, foi tão desprezado que nem chegou a ter sua exibição programada no Brasil, indo diretamente para o mercado de locação.

Os vencedores serão revelados em 26 de fevereiro, no Kodak Theatre, com apresentação de Billy Crystal. Pelo visto, não deverá ser um show muito divertido. Mas até isso já se tornou tradição.


SURPRESAS

» O Brasil também marca presença na premiação deste ano, com o gaúcho Rodrigo Teixeira. Ao lado do americano Adam Watkins, ele assina a supervisão de efeitos 3D de A invenção de Hugo Cabret. “A turma do filme está reunida agora (ontem) pela manhã aqui em Los Angeles para comemorar. Depois de 14 meses de trabalho, saber que somos a produção com o maior número de indicados é o máximo. É um reconhecimento muito importante”, disse Rodrigo Teixeira.

» A lista dos indicados ao Oscar chama a atenção pela quantidade de selecionados como melhor filme. Foram nove, número pouco usual, surgido a partir de sistema
de votação inaugurado
este ano, que depende
do percentual de votos recebidos por cada obra.