Magazine Luiza

segunda-feira, 30 de abril de 2012

TrophyManager - Jogo de Gerenciamento de futebol. Tutorial e Ajuda.



Se você gosta de jogos no estilo manager – ou seja, jogos onde você não entra em campo e muito menos controla os jogadores, mas gerencia tudo o que se passa nos bastidores de uma equipe de futebol –, o Trophy Manager é uma chance para você testar suas habilidades em nível internacional.
Este é um site onde jogadores de todo o mundo montam o seu time e se enfrentam em um campeonato extremamente organizado e com alto nível de detalhes da administração de um clube.
Você assume o controle total de uma equipe. À sua disposição estão 25 jogadores e uma quantidade de dinheiro para você investir onde julgar necessário. Você decide táticas, procura e contrata uma comissão de confiança, treina a equipe e expande a infra-estrutura do clube. O objetivo máximo é conquistar a Copa dos Campeões de sua região.

 

A História do TM


(1994) A Copa do Mundo estava pra iniciar e Niklas sorteou os jogadores que participariam.
Durante o verão de 1989 dois meninos se encontram na pequena cidade de Mid-Zealand, Dinamarca, e em pouco tempo se tornaram melhores amigos. Os nomes deles eram Søren e Niklas. Os meninos se conheceram porque seus pais trabalhavam e moravam perto da mesma escola; Niklas nos barulhentos arredores de um edifício pequeno e Søren em uma das casas próximas da escola.
A escola não é um mau lugar para viver quando você é uma criança. Para esses dois meninos em especial encarava-se como um privilégio ter um playground gigante só para eles. Eles jogaram futebol nos campos da escola, corriam pelos corredores, jogaram jogos de computador usando um computador Commodore 128... A escola era um paraíso para os dois rapazes e nada poderia estragar sua diversão.

(1991) Søren e Niklas se esforçaram para controlar o meio-de-campo em um campeonato regional.
Søren e Niklas jogavam xadrez também. O pai de Niklas jogada xadrez profissional, então ele ajudou os dois garotos a entrarem em vários torneios. Ambos tinham paciência mas, enquanto Niklas ficava revoltado e jogava tudo pro alto quando perdia uma partida importante, Søren deixava a raiva de lado e cada vez se tornava um jogador melhor e atingiu seu auge, aos 12 anos, quando ele ganhou do campeão junior da Europa Nórdica. Mas jogar xadrez também teve um efeito colateral estranho sobre os meninos. Os principais conceitos de xadrez, táticas e estatísticas, começaram a influenciar na sua diversão também. De volta à escola, os meninos não mais apenas jogavam futebol, tênis ou tênis de mesa - eles começaram a gravar estatísticas e a preencher os horários do campeonato copiado dos torneios de xadrez.
Treinamentos de longa duração foram feitos se espelhando em eventos reais. Sempre que as Olimpíadas estavam passando na TV, os meninos faziam atletismo, quando estava passando a Copa do Mundo de futebol, eles faziam um campeonato similar no pátio da escola, e quanto estava passando o Torneio de Wimbledon, eles rebatiam bolas de tênis numa parece de tijolos, gravando os resultados das partidas em um enorme calendario da copa. Os meninos alistaram todos os países participantes em pequenos pedaços de papel, e gravaram medalhas, gols, distâncias dos saltos e pontuações. Agassi perdeu para Sampras no pátio da escola, por 6-3, 6-4, 7-6 e Søren Schillaci criticou o gol da vitória fora de casa, em Niklas Taffarel, na final da Copa do Mundo de 1990. O tempo passou e um dia uma coisa nova entrou no mundo dos dois meninos. Na escola, alguns dos outros meninos compraram um fascinante jogo chamado Hero Quest, e é claro que Soren e Niklas tinham que jogar também. Eles já tinham visto Star Wars, e jogado com a série de brinquedos como o Heman e Dinoriders, então o universo de Hero Quest foi um presente para os aventureiros e criativos meninos. E o jogo fez eles quererem mais. Todos os dados foram obtidos dos jogos de tabuleiro dos seus pais e dos mais variados tipos de tabuleiro - e jogos baseados em dados foram testados.

(1993) B 1716 venceu a primeira temporada do "Fruit Football Championship"
Não demorou muito tempo até Niklas adquirir um monte de soldados de plástico e, a partir daí, jogos de tabubeiro sem tabuleiro, mas com uma mesa ou chão servindo de tabuleiro tornou-se um hobby para os dois. A Tour de France, que já havia ocorrido no pátio da escola com bicicletas reais, foi feita com ciclistas em miniatura na casa dos pais de Søren. Os atletas se moviam no chão também, e foram decididas por jogadas de dados, não pelo suor de esforço físico. E, finalmente, os dois rapazes criaram todo um mundo de futebol que quase substituiu as tardes no terreno da escola.
As equipes do novo jogo de futebol foram nomeadas usando nomes de frutas e vegetais, o nome da equipe favorita do Søren e do Niklas era "Cherryport and Bananatown FC" (Porto da Cereja e Cidade da Banana FC). Com a invenção do jogo de futebol, algo de novo havia acontecido. O número de aldeias de frutas aumentou drasticamente, mapas mundiais foram desenhados, bandeiras foram criadas e selecionaram as equipes nacionais. A imaginação derrubou as barreiras entre o jogo e a ficção e o jogo cresceu mais e ficou mais complicado. Os meninos vieram com fórmulas de desenvolvimento e probabilidades, mas quando eles fizeram 13 anos, o jogo havia ficado tão vasto e detalhado que era impossível lidar com enorme esforço necessário para completar a próxima temporada, a de número quatro. Mas o interesse pelos jogos não parava. Os jogos de gestão de futebol agora estavam disponíveis em um computador pessoal novo, e eram muito mais fáceis de mexer e mais divertidos. A quantidade de detalhes e histórias encontradas nestes jogos não estavam disponíveis para os rapazes, em seu mundo movido a dados. O interesse passou a ser jogos de computadores, e cada jogo, desde "The Manager", "On The Ball" e "Championship Manager 1" a "Premier Manager 99", "FA Premier League Manager" e "FIFA Manager", foi testado exaustivamente. Quando chegaram ao equivalente dinamarquês do Ensino Médio, Gymnasiet, só os jogos de computador e alguns poucos jogos de guerra continuavam interessantes. Søren e Niklas conheceram "Blood Bowl", um jogo de simulação de futebol americano, e se viam cada vez menos. No final, Niklas se mudou para Copenhagen com sua namorada. Mas o jogo ainda não tinha terminado.

(1993) Os "Fruit Championships" envolveriam mais tarde uma série de esportes como ciclismo, barco à vela e mais.
Um ano se passou e um dia Niklas retornou a Tølløse. Ele estava estudando Comunicação e Filosofia na "Roskilde University Centre", onde Søren também estava estudando Ciência da Computação. Um dia, pouco antes da primavera, Søren fez uma pergunta a Niklas: "Porque nós não fazemos nosso próprio jogo de gestão de futebol?" A idéia maluca foi aceita de primeira por Niklas, e o Trophy Manager foi criado.

(1994) No inverno aconteceu a temporada de ciclismo! Este desenho mostra uma corrida disputada entre Rússia e Japão.
Agora eles finalmente tiveram a oportunidade de fazer seus planos se tornarem realidade, pois uma vez que eles substituíram os dados com números sorteados, e canetas e papéis por programação e banco de dados, eles poderiam criar o gigante universo de futebol com o qual eles sempre sonharam. Um mundo virtual e uma gigante ficção, assim como os "Fruit Championships", onde eles podiam dar vida e história aos clubes, logotipos, bandeiras e nomes estrahos de jogadores. Durante aquele verão de 2004 muitas Coca-Colas foram bebidas na escola em Tølløse onde tudo tinha começado. Søren and Niklas trabalharam como malucos para completar o plano deles de programar o que hoje é conhecido como MatchEngine, que serviria para simular partidas de futebol, a partir do zero, o que acabou por ser uma tarefa bastante complicada. No entanto o programa, junto com a página do TM, estava, após milhares de horas de trabalho, pronta para funcionar em 22 de Agosto de 2005. Um jogo de gerência de futebol online foi refletido por uma infância em uma escola em Dinamarca.


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O Trophy Manager é um jogo gratuito. A única coisa que pedimos aos nossos usuários é que eles sigam as regras do TM estipuladas abaixo. Se você encontrar qualquer pessoa que esteja quebrando as regras, por favor envie uma mensagem privada (MP) através do jogo para um Game Teamster (GT).
Punições
Usuários que quebram as regras do TM estão arriscando exclusão imediata do Trophy Manager. Note que apenas Master Teamsters (MTs) e Game Teamsters (GTs) têm autoridade para tomar tais decisões. E todas as decisões são finais.


 

As 8 Regras do TM

Quando você joga Trophy Manager, você não deve:
  1. Postar mensagens privadas, TM mail, anúncios de imprensa, comentários no fórum e através de qualquer outra forma de expressão, quer seja esta visual ou textual, contendo conteúdo ofensivo, detestável, racista ou ilegal, quer seja de comunicação entre Game Teamsters ou também empregados do Trophy Manager. Também não é permitido enviar SPAM sobre qualquer coisa e a ninguém no Trophy Manager.
  2. Trapacear de qualquer forma. Isso inclui, entre outras coisas: possuir mais de uma conta, explorar bugs, negociar jogadores por valores fora do mercado com seus amigos, tentar manipular o jogo por inserir comandos ou coisas do tipo na janela do seu navegador, etc.
  3. Tentar roubar, sabotar ou manipular qualquer parte do TM, e isso inclui, entre outras coisas: os times, informações de conta e escudos de times de outros jogadores, o software do TM, servidores e materiais protegidos por leis autorais, que inclui imagens, gráficos e o design do site.
  4. Tentar arruinar o jogo para qualquer pessoa de qualquer forma.
  5. Automatizar o jogo de qualquer forma. Você não está autorizado a utilizar qualquer tipo de programa para 'escanear' o Trophy Manager. Partes do site não podem ser incluídas em outros sites da web ou em outros programas. Também não é permitido utilizar ou distribuir qualquer software de terceiros que automatiza qualquer parte do site, a menos que você entre em acordo primeiramente com o TM. NOTA: A equipe do TM certamente gostaria muito de participar no desenvolvimento de softwares de terceiros interessados, que pode ser licenciado pelo TM e transformado em ferramentas adicionais oficiais.
  6. Tentar obter, enviar ou manipular dados de, para ou nos servidores do TM. A única maneira que você tem permissão para navegar pelo site é usando os links no local, a menos que a Equipe TM disser o contrário.
  7. Possuir mais de uma conta/login. Também é proibido controlar uma conta extra usando o nome ou e-mail de um amigo ou conhecido. A pessoa que cuida (leia-se: acessa) a conta é tido como seu dono, não importando quem criou o time pela primeira vez. Ninguém, exceto você, deve acessar sua conta. É estritamente privado. Por último, mas não menos importante, não é permitido dar de presente a sua conta para outra pessoa. O motivo disso é que, dar posições favoráveis no sistema da liga não é justo com todos os outros times que fizeram um grande esforço na batalha para ser promovido.
  8. Agir contra a lógica comum do futebol. Por exemplo, você não pode deliberadamente reduzir o seu elenco para menos de 20 jogadores, arruinar a economia do seu clube, etc. Ao longo do caminho um comportamento como esse é regulado automaticamente, mas, até então, tome cuidado para não agir de uma maneira que NENHUM gerente da vida real faria. Você também não pode trocar favores no jogo para receber dias PRO ou dinheiro da vida real.




As Regras de Transferências

Bons jogadores e dinheiro são aspectos centrais no Trophy Manager, e é muito importante que nenhum time se beneficie de atividades anormais no mercado de transferências. Isso quer dizer que todos os lances devem ser relevantes e razoáveis ao jogador em questão. Se eles não forem, é uma prática normal remover o dinheiro excessivo. Lembre-se, não só é proibido ter vários times, mas também 'ajudar' amigos ou familiares pela compra de jogadores a preços inflacionados. Os Game Teamsters tem plena autorização de cancelar ou ajustar preços anormais, dar multas para time ou até banir os usuários envolvidos.

A Clásula Divina

O time TM tem a autoridade de lidar com todas as situações que não sejam especificamente cobertas pelas regras de ccordo com o espírito das regras.
Divirta-se Com o TM
Divirta-se com o TM e lembre-se de jogar limpo no TM como você faria na vida real!

Sinceramente
- O Time TM

Política de coleta de dados

Quais dados nós coletamos?
No Trophy Manager (TM) os únicos dados sensíveis que nós coletamos são endereços de e-mail. Estes endereços são utilizados somente para contatar os usuários nos seguintes casos:
  • um novo time é criado e nós enviamos ao usuário o seu login e senha pela primeira vez,
  • o usuário solicita um novo login e senha para o trophymanager.com,
  • o usuário solicita outros serviços de e-mail do trophymanager.com,
  • notificações de inatividade e atualizações em geral.
Além de endereços de e-mail nós coletamos algumas informações para fins estatísticos. Nenhum desses dados pode ser usado para identificar indivíduos ou organizações de qualquer forma.

Finalmente, o TM utiliza um cookie de mesmo nome para permitir aos usuários armazenar seu login e senha para o site e permitir que o jogo detecte qual o idioma e o país que o usuário tenha escolhido, para que a página possa ser exibida corretamente.

A política de privacidade do Trophy Manager pode ser resumida nesta frase curta:
Seus dados de forma alguma serão compartilhados ou enviados para outra pessoa - jamais!

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Começando

Seu clube está fundado e você está pronto para ter o mundo nas mãos, mas como você tem sucesso no TM? Não há resposta simples para isso, mas aqui está uma introdução para o básico do jogo, que pode te ajudar a entender como tudo isso funciona.

Seu Trabalho

Seu trabalho principal é garantir vitórias para o seu time, terminar no alto da tabela da liga e ser promovido à divisões mais altas. Certamente você quer chegar à primeira divisão do seu país, onde os melhores times se qualificarão para torneios internacionais aonde disputarão partidas contra os melhores times do continente.

Para se tornar um dirigente bem-sucedido você precisa se especializar em vários aspectos como:
  • Configurar táticas para vencer partidas.
  • Melhorar seu plantel por comprar e vender jogadores no mercado de transferências.
  • Fazer investimentos nas suas instalações de juniores e de treinamento.
  • Manter uma economia sólida para o seu clube.
...apenas para mencionar algumas das coisas mais importantes.

Agenda Semanal

No TM há uma agenda semanal de eventos. Preste atenção nas Quartas-feiras, Sextas-feiras e Domingos. São nestes dias que as partidas da sua liga são disputadas.
Dia da SemanaEventos PrincipaisOutros Eventos
Segunda-feiraA atualização financeira semanalPartidas da copa nacional
Terça-feiraA atualização de treinamento semanalPartidas de ligas amistosas e copas internacionais
Quarta-feiraPartidas da liga
Quinta-feira
Partidas da copa nacional
Sexta-feiraPartidas da liga
SábadoO relatório da academia de juniores semanalPartidas da seleção nacional
DomingoPartidas da liga

Temporadas

No TM uma temporada dura 12 semanas. Durante este período você disputará 34 partidas (3 por semana) e muito mais. Após terminar uma temporada uma "Grande Atualização de Temporada" é executada na primeira Segunda-feira seguinte onde promoções e rebaixamentos são atualizados juntamente com uma infindade de outras coisas.

Algumas dicas rápidas

Geralmente é fácil começar a jogar e melhorar o seu time. Aqui vão algumas dicas do que você pode fazer:
  1. Colocar seus 11 melhores jogadores na sua escalação inicial. Cada jogador tem uma recomendação de 0-5 estrelas. Quanto maior for a recomendação, melhor o jogador geralmente é.
  2. Encontre os pontos fracos dos seus 11 melhores e vá para a lista de transferências e compre um ou dois jogadores que tenham recomendação mais alta do que os que você tem atualmente.
  3. Tente vender alguns dos seus jogadores. Pode ser tanto alguns que não estejam entre seus 11 melhores, ou então ganhe mais dinheiro por vender sua estrela para fazer novos investimentos.
  4. Certifique-se de receber o relatório da academia de juniores todo Sábado. Jogadores jovens valem mais do que jogadores velhos, e se você for sortudo e puxar um jogador com potencial de 3 estrelas ou mais - contrate-o.
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Partidas e Torneios


As partidas da liga são os jogos mais importantes no TM. Como vocês podem ver em agenda semanal, elas são disputadas toda Quarta, Sexta e Domingo.

Aqui está uma introdução de todos os tipos de partidas e campeonatos que você encontra no TM.

Partidas da Liga

As principais partidas no TM. Uma temporada consiste em 34 partidas na liga. Você joga contra cada um dos seus oponentes duas vezes (em casa e fora) e os dois melhores são promovidos para uma divisão mais alta.

Você começa na divisão mais baixa da liga de seu país e a sua missão e levar seu tima o mais alto possível. Por fim, você pode ser um dirigente habilidoso o suficiente para levar seu time até a principal divisão do seu país.
No TM, os melhores times foram vencendo em uma longa caminhada, mas no dia do jogo qualquer coisa pode acontecer!

Partidas da Copa Nacional

Todos os times do seu país se encontram em um torneio de copa nacional. Partidas únicas em mata-mata são disputadas e os vencedores seguem para a próxima rodada até que o dois melhores times, por fim, se enfrentam na final e batalham pelo troféu e por uma vaga na copa internacional da próxima temporada.

Partidas da Copa Internacional

Os principais times de cada país se encontram em uma batalha pela soberania e honra continental em torneios no estilo da "Liga dos Campeões".

Partidas Rápidas

Você pode jogar amistosos para testar suas táticas e jogadores na hora que você quiser no TM. Nós chamamos esses amistosos de partidas rápidas, pois os jogos são disputados instantaneamente. Eles não contam como partidas oficiais e são disponíveis apenas para diversão ou teste no seu time, mesmo assim os times com melhores performance nas partidas rápidas no decorrer da temporada serão recompensado com um troféu simbólico.

Ligas Amistosas

Você pode também programar suas próprias ligas amistosas e convidar seus amigos para jogar, ou pode convidar aleatoriamente times de todas as partes do mundo. São apenas partidas amistosas simples e não contam como partidas oficiais.

Partidas de Seleções

Cada país tem uma seleção nacional. De quatro em quatro temporadas a Copa do Mundo TM é disputada e todos os países disputarão partidas classificatórias para poderem concorrer ao troféu de campeão do mundo. Cada seleção nacional é controlada por um usuário que é selecionado a cada duas temporadas. Será que você pode ser o técnico da seleção algum dia?



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Táticas

Tenha certeza de que seus melhores jogadores estão jogando. Cada jogador tem uma recomendação (REC) de 0 a 5 estrelas. Quanto mais estrelas, melhor o jogador deve ser. Coloque os jogadores com a maior recomendação para ter uma escalação forte, mas também lembre-se que você precisa de uma formação balanceada, então se você tiver 3 jogadores que joguem pelo lado esquerdo, pode ser uma boa ideia deixar 2 deles jogarem por lá. 

Formações

Você pode criar quase qualquer formação que quiser. Mas lembre-se que formações que não tenham lógica com o futebol real são penalizadas. Ex: uma formação com 5 defensores, 4 volantes e apenas um atacante no topo será bem difícil de funcionar, já que seu atacante precisa de apoio. Não ter alas ou ter muitos alas também pode ser uma má solução. Meio de campo muito cheio ou jogar com apenas um zagueiro cental também não é uma boa escolha.
Comece com uma das formações mais conhecidas, como o 4-4-2 ou o 4-3-3. Você provavelmente terá um bom começo em termos de escolha de formação

Quando você conhecer melhor seus jogadores, você pode variar um pouco a formação, para que ela seja perfeita para o elenco que você dispõe.
Na página de táticas, você pode ver que alguns jogadores tem pequenos rostos perto deles. Eles indicam que o jogador está numa posição que não é a favorita dele. Pode ser que o jogador não jogue tão bem quanto pode fora de sua posição preferida.
Quanto mais o rosto demonstrar raiva , maior é a chance do jogador não desempenhar sua função tão bem quanto ele poderia ter feito se posto na sua posição favorita.
Lembre-se! No TM, um máximo de 5 estrangeiros são permitidos na sua escalação de 16 homens para o jogo. Você pode ter mais no seu elenco, mas só pode utilizar 5 em um jogo.

Auxiliar técnico

Se você não escalar nenhum jogador ou tiver apenas 9 ou 10 (Ex: Se um jogador está suspenso, machucado ou você simplesmente esqueceu de escalá-lo), o Trophy Manager tem uma função chamada de auxiliar técnico automático. Ele faz com que você sempre tenha 11 jogadores na sua formação inicial, mas tenha cuidado - há uma razão para a qual ele não é o técnico. Ele nem sempre fará a melhor escolha, apesar de tentar sempre escolher seus melhores jogadores. Então, se quiser maximizar suas chances de vitória, faça você mesmo a sua própria escalação. 
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Habilidades dos Jogadores

Um jogador começa sua vida no TM a partir de 16 anos e se aposenta entre 32 (33 para goleiros) e 37 anos.
Ele "nascerá" em uma academia de juniores de algum time, onde ele será agraciado com um número (11 ou 14 para ser exato) de habilidades futebolísticas.

Se ele é um jogador de linha, as 14 habilidades dele serão:
Força, Resistência, Velocidade, Marcação, Desarme, Empenho, Posicionamento, Passe, Cruzamento, Técnica, Cabeceio, Finalização, Chutes longos e Bola parada.

Se ele é um goleiro, as 11 habilidades dele serão:
Força, Resistência, Velocidade, Habilidade Manual, Mano-a-Mano, Reflexos, Habilidade Aérea, Salto, Comunicação, Arremesso e Chute.
Cada habilidade vai de 1-20.
20 é a melhor e é representada por uma estrela dourada , enquanto 19 é uma estrela prateada .
Posição no campoHabilidades Principais
GoleirosHabilidade Manual, Reflexos
DefensoresMarcação, Desarme
Meio-campistasPasse, Empenho
AlasVelocidade, Cruzamento
AtacantesFinalização, Chutes longos, Cabeceio

Recomendação

Todos os jogadores têm uma recomendação (REC) que vai de 0 até 5 estrelas. Quanto mais estrelas, provavelmente melhor o jogador. Recomendação é uma fórmula baseada nas habilidades dos jogadores combinadas com sua posição favorita.
Como o nome já indica, é uma recomendação e pode ser considerada apenas como um auxílio para analisar a qualidade do jogador. As 14 habilidades (11 para goleiros) podem ser usadas para analisar mais informações do quão bom o jogador é.

Posição Favorita

Cada jogador nasce com uma posição favorita (PF). Jogadores na sua posição favorita se sente mais confortável e joga melhor. Isto NÃO significa que ele não pode jogar em outra posição, mas ele pode não ter uma performance que teria na sua posição favorita.

Na página de táticas, quando você escala um jogador aparece uma carinha próximo a ele se ele estiver fora de sua posição favorita. Quanto mais raivosa a carinha maiores as chances do jogador não jogar bem como ele jogaria na sua posição favorita. 
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Treinamento

Um jogador desenvolve suas habilidades durante sua carreira, porém, quando ele atinge 29 anos de idade, ele começa a regredir. A maioria do desenvolvimento dos jogadores é feita entre as idades de 16-18 anos. Quando ele atinge 19, começa a desenvolver mais lentamente; assim continua durante toda a sua carreira. Quanto mais velho ele for, mas lentamente ele se desenvolve.
Os treinamentos semanais são feitos toda terça-feira no TM

Explosão

No TM, todo jogador também tem um período de explosão. Basicamente isto significa que cada jogador tem um acréscimo no seu desenvolvimento durante três temporadas. Cada jogador pode começar sua explosão em um tempo individual. O período de explosão pode começar na idade de 16-17 (explosão precoce - como Rooney, Neymar, etc), 18-19 (explosão normal) ou 20-24 (como Zidane, Drogba, etc).

Treinamento do Time

Todos os jogadores treinam toda terça-feira. Você pode escalá-los para programas de treinamento e contratar treinadores para aproveitar melhor o potencial dos seus jogadores. Você também pode aumentar suas instalações de treinamentos para melhorar o seu desempenho semanal nos treinamentos.

Você pode ver como seus jogadores treinaram olhando o TI deles (do inglês training intensity - Intesidade do treinamento) na página do perfil de cada jogador. O TI é importante no TM. Basicamente, o TI de, por exemplo, 12, significa que o jogador ganhou 1.2 pontos de habilidades (divididas em suas 14 habilidades).
Um exemplo simples
Um jogador tem essas 4 habilidades (perceba que as casas decimais não são mostradas no TM mas estão aqui por motivos ilustrativos):
Nome da HabilidadeHabilidade antes do treino
Posicionamento6.0
Passe7.3
Finalização13.7
Chute Longo11.2
Ele treina com TI de 12. Isto significa 1,2 pontos de habilidade. O jogador com essas habilidades ficou depois do treino desta maneira:
Nome da HabilidadeHabilidade DEPOIS do treino
Posicionamento6.2 (ganhou 0.2)
Passe7.6 (ganhou 0.3)
Finalização14.2 (ganhou 0.5)
Chute longo11.4 (ganhou 0.2)
Então você pode ver que na atualização do treinamento o jogador melhorou um ponto de habilidade em finalização. 
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Estádio e Instalações

O estádio e suas instalações são importante de se investir. Antes de você gastar uma quantia significante em melhorias, tenha certeza de que o dinheiro não pode ser investido de uma maneira melhor.
Todas as melhorias são longos investimentos e o retorno não vem instantaneamente, mas sim ao longo das temporadas.

Estádio

Balancear a capacidade de seu estádio é uma parte importante na economia do seu time. Você tem que suportar a demanda de ingresso sem deixar muitos lugares vazios.
[box]Uma dica é ter um estádio com cerca de duas vezes o tamanho de sua torcida[box]
Mas é muito caro aumentar o seu estádio então, novamente, - pense antes de usar seu dinheiro nele.

Instalações

Existem 3 ''grupos'' de instalações. Cada um deles faz algo único.
Relacionada a jogadores
Investimentos muito caros e de longe prazo, mas também algumas das mais divertidas e lucrativas instalações. Aprimore o centro de treinamento para conseguir um resultado melhor nos treinos toda Terça, e aprimore o desenvolvimente de juniores para conseguir mais e melhores jogadores no relatório semanal de juniores aos Sábados.

Conselho: Aumente o desenvolvimento de juniores para o nível 2 quando você tiver ganho algum dinheiro. Não aumente o centro de treinamento primeiro - seu dinheiro será melhor gasto em um bom técnico primeiro.



Instalações que Geram Receita
Instalações como a lanchonete, a barraca de produtos, o restaurante, etc, lhe dão rendas quando você disputa partidas em casa. Elas são menos caras para construir e manter, mas também dão um retorno muito lento do investimento se você ainda não é um clube grande. Você deveria manter suas expansões nos níveis mais baixos por apenas suas primeiras temporadas no jogo.

Conselho: Uma vez que você sente que tem algum dinheiro reservado em caixa, expanda estas instalações para nível 1 ou 2 pois pois elas são baratas tanto para construir como para manter.

Relacionado a lesões
A fisioterapia e o centro médico podem ajudar na extensão das lesões e também no ritmo da recuperação. Estas instalações são um pouco caras, então não é recomendado gastar muito dinheiro nestas coisas até que o seu plantel alcance um padrão mais alto. O mesmo serve para as instalações que melhoram o gramado como regadores, cobertura de gramado, etc.

Conselho: Não expanda estas instalações até que você tenha melhores jogadores.




Comissão Técnica

No TM você pode contratar tanto olheiros como técnicos para integrar sua comissão técnica. Eles são bem caros pra contratar, mas podem ser muito valiosos se você souber utilizá-los.

Treinadores

Treinadores são usados para melhorar o resultado dos treinos na atualização semanal, às terças.

Treinadores tem 8 habilidades diferentes. 6 para jogadores de linha, 1 para goleiros e motivação, que é usada para todos os tipos de treino.

É fortemente recomendado que você contrate um treinador assim que tiver dinheiro para isso. Procure um técnico que tenha 3 ou mais habilidades de linha que sejam altas e com motivação razoável.
Dica! Contrate um técnico para os seus atacantes que tenha as seguintes habilidades altas:


  • Ataque (Ata), Cabeceio (Cab) e Técnica (Tec) ou Físico (Fis)
  • Depois de contratar seu técnico lembre de designá-lo a um tipo de treino que utilize as melhores habilidades dele na Página de Treinamento

    Olheiros

    Olheiros são bem úteis no TM. Eles custam um certo dinheiro para contratar e não é recomendado contratar nenhum antes de ter um sistema de treino melhor (Bons técnicos e bom centro de treinamento).

    Um olheiro pode te dizer as habilidades secretas de um jogador como potencial, estágio de desenvolvimento e outras habilidades secretas.
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    Transferências

    Comprar e vender jogadores é importante para manter seu time crescendo no TM. Traga melhores jogadores e venda para conseguir dinheiro para novos investimentos.

    Comprando Jogadores

    Toda transferência no TM vai para um leilão. Geralmente, um jogador é posto à venda por 5 dias e quando o leilão termina, o time de maior lance terá o jogador. Simples e justo.
    Para comprar um jogador: Tenha o maior lance quando a data limite da transferência chegar.
    Se lances forem dados nos dois últimos minutos do leilão, a hora da venda será adiada por mais dois minutos.

    Quando um jogador é comprado, ele não pode ser vendido até ter pelo menos 6 semanas no clube. Qualquer jogador com menos de 18 anos e mais de 34 também não pode ser vendido

    Vendendo Jogadores

    Existem duas maneiras de colocar seu jogador na lista de transferências.
    1. Colocar o jogador à venda via perfil do jogador.
    2. Receber uma proposta por um jogador (não-listado) e aceitá-la.
    Por qual preço eu devo colocar meus jogadores à venda? Existe um preço sugerido. Use-o para começar ou coloque o preço mínimo 0. Tem tanta atividade no mercado de transferências que quase todos os jogadores serão vendidos pelo "preço de mercado".

    quinta-feira, 26 de abril de 2012

    Versão open beta de Diablo III

    A caminho do inferno  

    Versão open beta de Diablo III deu a primeira chance para os fãs da esperada sequência reviverem as aventuras da série e interagir com o que há de mais novo na franquia

    Publicação: Jornal Estado de Minas 26/04/2012

    Quem estava com saudades de aniquilar dezenas de mortos-vivos, esqueletos, demônios e toda sorte de seres vindos das profundezas da terra pode contar com Diablo III para acabar com a nostalgia. (Blizzard/Divulgação)
    Quem estava com saudades de aniquilar dezenas de mortos-vivos, esqueletos, demônios e toda sorte de seres vindos das profundezas da terra pode contar com Diablo III para acabar com a nostalgia.
     No último fim de semana, jogadores ansiosos pelo lançamento de Diablo III puderam sentir um pouco do gosto da tão esperada sequência do RPG da Blizzard. A versão open beta do game –   software inacabado e aberto ao público para teste de bugs e capacidade dos servidores –, deu oportunidades para os fãs  se acostumarem com a nova jogabilidade e começar a dominar as estratégias de cada uma das cinco classes jogáveis. Realmente, mudanças foram feitas em vários processos, mas as características que consagraram Diablo continuam firmes e fortes.

    No teste, os personagens podiam chegar até o nível 13 e a história, que começa com a misteriosa queda de uma estrela na catedral da cidade de Old Tristam, caminha até o fim da primeira quest, cujo objetivo é matar Skeleton King.

    Quem estava com saudades de aniquilar dezenas de mortos-vivos, esqueletos, demônios e toda sorte de seres vindos das profundezas da terra pode contar com Diablo III para acabar com a nostalgia. O ambiente taciturno e sombrio do mundo de Santuário é aumentado com os gráficos meio parecidos com pinturas a pastel. A jogabilidade hack’n slash manteve sua base intacta: andar por corredores, florestas e cavernas matando tudo que se move, quebrando barris e urnas atrás de tesouros e catando moedas e equipamentos deixados pelas hordas de inimigos abatidos. Parece monótono à primeira vista, mas a necessidade de criar artimanhas para vencer uma criatura nova e a profusão de cenários têm a capacidade de deixar qualquer um plantado na frente do computador por horas.

    PROCESSOS AUTOMATIZADOS Reduzir inimigos a pó em curto espaço de tempo constitui uma espécie de combo, resultando na multiplicação dos pontos de experiência. Outra novidade são as esferas de vida que monstros liberam quando morrem. Elas podem salvar sua pele, uma vez que foi introduzido um tempo de espera entre o uso de duas poções.

    Por falar em cenários, eles estão mais interativos do que nunca. Jogar paredes em cima de um bando ou derrubar um candelabro na cabeça de outro acrescentam novas formas de jogar. Ao menos na versão beta, as novidades no sistema de skills e de evolução causaram certo estranhamento.

    A árvore de habilidades não existe mais e a personalização dos heróis foi perdida com a automatização de todo o processo, ou seja, vitalidade, energia, força e destreza aumentam de acordo com a classe do personagem sem a intervenção do jogador. As habilidades não são mais “compradas” e são liberadas automaticamente ao se ganhar um nível. Destaque para as skill runes – bem parecidas com as runas de Diablo II –, que acrescentam poderes a determinada magia. Foram divididas de maneira mais inteligente as skills ativas e passivas e há poderes a serem colocados em determinados encaixes, facilitando uso. No entanto, pecando na liberdade.

    Diminuiu-se também a quantidade de botões, dinamizando as batalhas. São apenas quatro espaços para assimilar habilidades. E o cinto de poções foi extinguido e limitado a uma tecla para acionamento delas. É notável a ausência, ao menos no beta, de poções de mana. Seria então o menor número de botões uma tentativa de aproximar Diablo III dos consoles, como foi anunciado que haverá uma versão para eles?

    Mudanças na interface, como o mini mapa no canto superior direito da tela, deixando-a melhor que a anterior – aquela transparente ocupando toda a tela dos jogos antecessores e atrapalhando um pouco a visibilidade. Os arredores de New Tristam e o calabouço da catedral, jogáveis na versão open beta, são grandes e passíveis de exploração e o inventário tem praticamente o dobro da capacidade dos jogos passados.

    O multiplayer também pôde ser testado no fim de semana. No domingo à noite havia mais de 100 mil jogos abertos, nos quais era possível entrar e vencer as missões de forma cooperativa.

    HISTÓRIA Vinte anos se passaram desde que os heróis de Diablo II mataram Baal e seus irmãos Diablo e Mephisto e trouxeram paz novamente para Santuário. Porém, a Worldstone, pedra que protegia o Santuário das forças do mal, foi destruída nos eventos finais, causando grandes mudanças no mundo. A queda de uma estrela, ou cometa, marca o início dos acontecimentos do novo jogo, que ainda tem muito a revelar sobre quais serão os novos desafios e quem serão os próximos antagonistas.  (Com Raphael Pires)

     Acompanhe o desenvolvimento em:
    http://reveal.diablo3.com/pt_BR/


     

    quinta-feira, 19 de abril de 2012

    E-Commerce - Como comprar com segurança - Armadilhas e Fraudes

    Prateleira de armadilhas 
     Pelo menos 44% dos internautas pretendem adquirir produtos on-line este ano. A praticidade, no entanto, está ameaçada pelas fraudes na rede, que provocaram enormes prejuízos em 2011. Saiba como se proteger em soluções de meios eletrônicos de pagamentos


    Publicação: Jornal Estado de Minas 19/04/2012 Caderno Inform@tica Repórter Gustavo Henrique Braga*

    São Paulo –
    O hábito de comprar pela internet conquistou de vez os brasileiros: 65% de todas as vendas virtuais na América Latina são feitas por aqui. A praticidade e o conforto de encontrar tudo que precisa sem sair de casa escondem, contudo, armadilhas perigosas. Levantamento mundial da CyberSource, empresa especializada em segurança on-line, aponta que as fraudes com cartão de crédito em compras feitas pela rede alcançaram US$ 3,4 bilhões (cerca de R$ 6,19 bilhões) no ano passado, um aumento de US$ 700 milhões quando comparado a 2010.

    Dois fatores fundamentais contribuíram para tornar as compras on-line o alvo preferido dos hackers: o primeiro, a chegada dos cartões com chip, muito mais difíceis de ser clonados; o segundo, o crescimento acentuado do setor, que no Brasil é da ordem de 25% ao ano, conforme dados da consultoria E-bit. A previsão da CyberSource é de que o volume movimentado pela área este ano no mundo ultrapassará, pela primeira vez, a marca de US$ 1 trilhão (cerca de R$ 1,82 trilhão).

    Não à toa, Eduardo Chedid, vice-presidente de Produtos e Negócios da Cielo, empresa especializada em soluções de meios eletrônicos de pagamentos, calcula que a participação do comércio virtual nas transações operadas pela companhia saltará de 7%, em 2011, para 21% em 2020. No Brasil, 44% dos internautas pretendem comprar pela internet este ano – um alvo tentador para fraudadores e um dilema para os empresários: para vender mais, eles precisam tornar os sites mais convenientes aos usuários e, consequentemente, afrouxar o rigor para aprovar as transações com cartão.

    Para tentar resolver esse problema, os lojistas fazem parcerias com as operadoras de cartão de crédito. A Cielo, por exemplo, vai adotar um sistema capaz de detectar tentativas de fraude em tempo real. O mecanismo consiste em submeter o pedido de aprovação das compras a mais de 260 provas, o que leva menos de dois segundos para ser concluído. A ferramenta permite descobrir, por exemplo, o endereço IP do computador por meio do qual a compra está sendo feita. A partir daí, o mecanismo calcula uma pontuação de risco resultante da análise e faz com que a compra seja aprovada ou rejeitada. “Quando os vendedores reduzem as fraudes, o volume de vendas eletrônicas aumenta”, disse Rômulo Dias, presidente da Cielo.

    Claro que outras medidas tomadas pelos consumidores também diminuem os riscos de fraudes. O advogado Sandro Nunes de Lima, de 42 anos, tem seu cartão de crédito vinculado ao celular. A cada compra feita com esse meio de pagamento ele recebe uma mensagem da operadora, informando o valor do gasto e onde ele foi efetuado. “Faço isso para ter um controle maior dos meus gastos e também por segurança, pois posso identificar se alguém clonou o meu cartão”, pondera. A ideia é que as mensagens funcionem como um alerta instantâneo contra fraudes, sejam físicas ou no mundo virtual. A pessoa não precisa esperar pela fatura no fim do mês para tomar providências quando o prejuízo já está consumado e os criminosos limparam os rastros.

    PREVINA-SE Victor Haikal, especialista em direito digital do escritório Patrícia Peck Pinheiro Advogados, recomenda que, ao perceber que alguém fez compras no seu cartão, a primeira atitude é comunicar a administradora, informando o não reconhecimento da transação, além de pedir o cancelamento do cartão. Nesses casos, geralmente o valor indevido é devolvido pelo banco. Se não for, é possível obter o ressarcimento por via judicial. “Já nos casos em que a compra foi feita em um site falso, o melhor é buscar a polícia e depois processar os responsáveis pela página”, orienta Haikal.

    O consumidor deve ficar atento também ao phishing, aqueles e-mails relacionados a eventos do momento, como programas de televisão ou as eleições, com links maliciosos que instigam a curiosidade das pessoas. “Clicar em endereços duvidosos pode transformar seu computador no que chamamos de máquina zumbi, na qual os criminosos são capazes de realizar qualquer atividade”, sustenta o especialista em direito digital Leandro Bissoli.

    Algumas dicas básicas são válidas para diminuir o risco de ser alvo de hackers, como verificar se o endereço da página começa com https, pois isso assegura que as informações serão codificadas, impedindo o acesso aos dados por criminosos. Além disso, quando a página for realmente segura, aparecerá uma imagem de cadeado fechado próximo ao campo de endereços do navegador. Ao acessar o site de bancos, outra dica é errar a senha no primeiro acesso. Se a página for falsa, o erro não será acusado, já que os criminosos não sabem a senha verdadeira. Nessas situações, em vez de senha inválida, aparecerá alguma mensagem acusando problemas no carregamento da página, por exemplo.


    IRREGULARES
    Apesar de o prejuízo com as fraudes ter aumentado, a quantidade de pedidos irregulares diminuiu 33% entre 2010 e 2011. “O motivo é que, com o tempo, as empresas se tornaram mais eficientes em deter as fraudes, mas os criminosos passaram a fazer transações maiores”, explica Guilhermo Rospigliosi, diretor-geral da CyberSource na América Latina.



    *O jornalista viajou a convite da Cielo

    À beira do absurdo  

    Número de reclamações sobre lojas on-line quase quadriplicou nos últimos três anos. Atraso nas entregas é a principal queixa. Conheça seus direitos e saiba a quem recorrer

    Suzanne Mendonça comprou quatro GPS e recebeu apenas dois dispositivos. Nos outros pacotes havia somente pedras  (Antônio Cunha/Esp.CB/D.A Press)
    Suzanne Mendonça comprou quatro GPS e recebeu apenas dois dispositivos. Nos outros pacotes havia somente pedras
     O comércio eletrônico não tem do que reclamar. Para este ano, a estimativa é de que o número de compras feitas pela internet aumente, pelo menos, na mesma proporção dos últimos anos: cerca de 25%. Em 2011, as aquisições virtuais movimentaram R$ 18,7 bilhões, um aumento de 26% em relação a 2010, segundo a consultoria E-bit. Por outro lado, sobram queixas dos consumidores quanto à prestação dos serviços. Segundo o Sistema Nacional de Defesa do Consumidor (SNDC), nos últimos três anos o número de reclamações a respeito de compras on-line registradas pelos Procons do país quase quadruplicou, passando de 15.731 em 2009 para 54.920 em 2011. As maiores queixas foram: não entregar ou passar do prazo estipulado para entrega (41,42%), vender produtos com defeito (10,8%) e cobrar indevidamente (8,47%).

    Com 306 notificações, as reclamações no Procon da Assembleia de Minas Gerais a respeito de comércio eletrônico ficaram em 13º lugar, de acordo com dados colhidos entre 3 de janeiro e 14 de dezembro de 2011. Apesar de não figurar entre os primeiros da lista, problemas com compras virtuais se tornaram mais recorrrentes nos últimos anos. Houve um aumento significativo de consultas e reclamações. Historicamente o motivo de maior dor de cabeça, que continua a figurar em primeiro lugar, é telefonia (fixa e móvel), que teve 4,5 mil reclamações no período.

    O principal motivo para a ocorrência de tantos problemas com compras on-line é a falta de competência dos fornecedores de produtos e serviços. “Há uma falta de logística imensa por parte de quem vende. Eles oferecem uma grande variedade e quantidade de produtos de forma fácil e cômoda, porém não contam com infraestrutura suficiente para dar conta das vendas”, explica Marcelo Rodrigo Barbosa, coordenador do órgão público. Fraudes, como produtos estragados ou sites que não existem, são pequenas, mas existem.

    Alguns casos beiram o absurdo. Há dois anos, Suzanne Mendonça, 48 anos, dona de uma empresa imobiliária, decidiu comprar quatro aparelhos GPS depois de ver a propaganda de um grande portal com preços promocionais. Quando abriu a encomenda – todas as caixas vieram lacradas –, descobriu que havia apenas dois dispositivos. Nos outros pacotes, encontrou pedras. “Quando vi, achei que era brincadeira”, conta.

    Indignada, Suzanne decidiu procurar o Procon e teve de entrar na Justiça para reaver o dinheiro gasto. Somente um ano depois a empresária recebeu o valor total da compra. “Acabei ficando sem presentes de Natal e me senti passada para trás”, comenta. Ela continua comprando pela internet, mas está mais seletiva. “Não procuro mais produtos eletrônicos em lojas virtuais”, afirma.

    A atitude da empresária de procurar os órgãos competentes é a indicada por especialistas. A busca pela resolução diretamente com o fornecedor é o primeiro passo a se dar, de acordo com Marcelo Rodrigo. Caso não se resolva o problema, o certo é procurar o Procon munido de informações que comprovem a compra e o não cumprimento do acordo, como e-mails, o site, as administradoras de cartões de crédito e os bancos.

    MAIS PROBLEMAS Quem vende na rede também está sujeito a problemas. O servidor público Carlos Alfredo Sitta, 32 anos, teve muita dor de cabeça ao colocar dois aparelhos iPhone 4 à venda em um portal de leilões em janeiro do ano passado. Um rapaz – que já era cadastrado há um tempo razoável no site – deu um lance, e, depois de uma breve troca de mensagens entre os dois, Carlos recebeu um e-mail confirmando a aprovação do pagamento. O problema é que o servidor enviou os smartphones, mas nunca recebeu o dinheiro. “Como o site não apresenta um 0800 ou chat on-line, mandei um e-mail, que demorou 72 horas para ser respondido, e descobri que o pagamento não existia”, relata.

    O perfil do comprador era falso mas, de acordo com Carlos, a identificação do e-mail que recebeu confirmando o pagamento era idêntica à verdadeira. “Acredito que o cadastro oferecido pelo site não dá segurança para quem compra nem para quem vende um produto”, desabafa. Em uma tentativa de reaver os produtos, o servidor entrou na Justiça. Mais de um ano depois, entretanto, o caso segue sem solução. (Com Raphael Pires)


    RECLAME
    Procon Assembleia

     (31) 2108-5500
     www.almg.gov.br/procon
     Rua Rodrigues Caldas, 30, Santo Agostinho

    Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon)
     (31) 3212-3002
     Avenida Nossa Senhora de Fátima, 2855


    É BOM SABER
    » O consumidor on-line tem até sete dias para desistir da compra, contados a partir do recebimento do produto, caso se arrependa do que comprou, mesmo que o produto não apresente defeitos

    » A loja virtual responde pela qualidade do produto vendido tanto quanto o fabricante

    » O consumidor tem direito à restituição integral do que pagou, inclusive das despesas referentes ao frete

    » A loja virtual não pode se isentar de atender a queixa do consumidor alegando ser defeito de fábrica

    » Se um produto está anunciado no site e, ao recebê-lo, ele não se parece com o que foi veiculado, constitui propaganda enganosa

    » O consumidor deve salvar e imprimir todos os passos da compra, inclusive os e-mails de confirmação

    Fonte: E-bit



    7 mandamentos para se proteger de ciberpiratas

    Publicado Revista INFO Exame Terça-feira, 17 de abril de 2012 - 18h10 Repórteres  Fernando Valeika de Barros, Carlos Machado e Luiz Cruz,
    Ilustração: Hafaell Pereira
    São Paulo - No ano passado, a atriz americana Scarlett Johansson tomou um susto. Duas fotos circularam pela internet e escancararam sua intimidade. Uma das cenas a flagrou nua, de costas, em frente ao espelho de seu quarto. A outra a mostrava com os seios despidos, deitada numa cama. Foi um caso típico de invasão de privacidade. Mas em nenhum momento o criminoso teve contato com Scarlett: as imagens foram surrupiadas de seu BlackBerry, modelo Bold 9000, por um hacker, Christopher Chaney, um sujeito barbudo, que mora na Flórida. Chaney garimpava dados de pessoas famosas e, com base neles, invadiu smartphones ou tablets de suas vítimas. Copiava dados e os enviava a um e-mail sob seu controle. Com esse método, que combinava truques de hacker com habilidades de engenharia social (como adivinhar senhas partindo de dados pessoais), Chaney acessou smartphones de mais de 50 celebridades.Em poucas semanas, foram invadidos aparelhos de famosos como os das atrizes Jessica Alba e Miley Cyrus, da cantora Christina Aguilera e do astro Justin Timberlake, mostrado com uma calcinha rosa na cabeça. Roubado do smartphone de um ator, o roteiro de Rock of the Ages, musical que terá direção de Tom Cruise, foi postado no site The Pirate Bay.

    Mas se você acha que só porque não é bonito e conhecido ou não tem uma legião de fãs está longe de ter o smartphone ou tablet invadido, engana-se. Seus e-mails e mensagens de voz, lista de contatos, traços dos caminhos que percorreu, informações pessoais, e, principalmente, o número do seu cartão de crédito, podem estar em perigo. "A maioria dos usuários pode não se dar conta, mas os smartphones e tablets têm muito mais poder do que o computador que usavam há poucos anos", disse a INFO Carey Nach Berg, vice-presidente da Symantec, uma das maiores empresas de segurança para dispositivos conectáveis à internet. "A diferença é que hoje eles são muito mais portáteis e, portanto, ainda mais vulneráveis a ataques."
    Como um sinal dos tempos da evolução tecnológica, quando as pessoas estão usando cada vez mais smartphones e tablets, os crackers estão se tornando mais criativos para bolar formas de invadir esses dispositivos. "Os ataques a aparelhos móveis estão na moda", diz a americana Lianne Caetano, da McAfee. "Basta ver as estatísticas recentes para saber que a tendência é de alta explosiva".
     
    Segundo a consultoria americana Lookout, em dezembro de 2011, 4% dos celulares com Android tinham algum tipo de ameaça. Isso é quatro vezes mais do que em janeiro do ano anterior. "O nível de perigo que os hackers levaram 15 anos para conseguir nos desktops foi alcançado em dois anos nos dispositivos móveis", diz Kevin Mahaffey, diretor de tecnologia da Lookout. "Os cibercriminosos são como qualquer delinquente: vão atrás de dinheiro e é para os smartphones e tablets que estão se dirigindo agora", afirma o russo Eugene Kaspersky, presidente da empresa de segurança Kaspersky.

    Má notícia? Ainda vai piorar. No ano passado, foram vendidos 421 milhões de celulares no mundo. Foi a primeira vez que o número de dispositivos móveis superou o de desktops. Se antes a praia dos ciberpiratas eram os sites de empresas e os computadores, agora a guerra digital está entrando na versão 2.0. Veja, a seguir, sete mandamentos que o ajudarão a se defender dos crackers ao usar smartphone ou tablet.1º MANDAMENTO
    "Não negligenciarás as ameaças móveis"
    Que fique claro: computadores continuam a ser o alvo principal da ciberpirataria. Mas o crescimento dos ataques a telefones celulares e tablets é um perigo real e está em franca disparada. De um total de 516 variantes de ameaças catalogadas em agosto de 2009, o número saltou para 4.134 no final do ano passado. OK, ainda é um pingo d’água na comparação com a quantidade de ameaças para computador (segundo a McAfee, este ano começou com 75 milhões de ameaças). Para se ter uma ideia de quanto a epidemia dos vírus para smartphones e tablets está andando rápido, não faz nem oito anos que o primeiro vírus para dispositivos móveis foi descoberto. "Era junho de 2004 quando pela primeira vez demos de cara com a amostra de um vírus, o Cabir, montado para atacar smartphones com um sistema operacional Symbian", afirma o russo Denis Maslennikov, analista sênior da Kaspersky, em Moscou.
    Sob o disfarce de Caribe Security Manager, era uma ameaça criada pelo 29a, um grupo de hackers baseado na França, que podia se espalhar para outros smartphones por Bluetooth. "Apesar de inédita, era quase inofensiva se comparada ao que se vê hoje", afirma Maslennikov. O mundo mudou, mas os usuários de dispositivos móveis não. A maioria ainda não liga a mínima para proteção e tem hábitos que os tornam vulneráveis a roubos de informações, como o clique em links suspeitos. "Dispositivos móveis são ainda mais vulneráveis a ataques de hackers do que computadores de mesa", diz Lianne Caetano, da McAfee. "Além de poderem ser atacados por e-mail ou downloads, como qualquer computador no escritório ou em casa, tablets e smartphones expõem oportunidades para que um código malicioso entre também a partir de conexões sem fio públicas, por aplicativos ou Bluetooth."


    2º MANDAMENTO

    "Saberás que nenhum Sistema Operacional é totalmente seguro"
    Diretor de pesquisa em segurança da McAfee Labs, David Marcus acompanha há 12 anos a disseminação de arquivos suspeitos para dispositivos móveis. Nos últimos meses, um fenômeno que tem saltado aos seus olhos é o aumento explosivo de ameaças para aparelhos com sistemas operacionais Android. De acordo com um levantamento publicado pela empresa, em seis meses a quantidade de novas infecções descobertas nessa plataforma aumentou 421%. Só no terceiro trimestre do ano, 600 ameaças ao Android foram detectadas, segundo a Kaspersky Lab. "Os cibercriminosos decidiram fazer do Android OS o foco de seus ataques", afirma Maslennikov. No final de 2011, algo como 47% das ameaças para dispositivos móveis tinham como alvo aparelhos com esse sistema operacional.
    O calcanhar de aquiles dos aplicativos distribuídos no Android Market está no fato de terem um controle de qualidade menos rígido do que os distribuídos na App Store. Nestes, o desenvolvedor precisa criar uma conta, pagar 50 dólares anuais e ter uma assinatura digital com certificação da própria Apple. Isso garante que um app não pode ser adulterado facilmente depois de sua criação. Para aplicativos Android, a certificação digital custa 25 dólares e é menos rigorosa (pode, por exemplo, ser feita por um terceiro que não o Google). “Qualquer um pode postar aplicações no Android e isso cria oportunidades para os hackers", diz Nach Berg, da Symantec. Assim, multiplicam-se programas, como o Geinimi, um cavalo de troia criado por crackers chineses que permite aos ciberpiratas manipular mensagens de texto, roubar listas de contatos, fazer downloads indesejados ou obter informações privadas de 5 em 5 minutos.
    Mas o Google está se mexendo. “Versões mais recentes do Android, como a IceCream Sandwich, têm dispositivos mais robustos de Sandbox (isolamento de segurança), que podem ajudar a limitar o impacto de aplicativos mal-intencionados", diz Nach Berg. Segundo ele, um problema maior para os aparelhos Android é que eles permitem que aplicativos produzidos por terceiros obtenham o nível de superusuários dos aparelhos. Para tentar remediar a situação, o Google decidiu adicionar um serviço para analisar potenciais riscos nos aplicativos dentro de sua loja. Batizado de Bouncer, ele escaneia um a um os apps para saber se trazem códigos maliciosos. Isso ajudará, claro, pois representa mais uma proteção. Mas não tornará o sistema automaticamente seguro.
    Seguro nenhum sistema é. Já foram organizados ataques específicos ao iPhone, como o Ikee.8, voltado a aparelhos desbloqueados. Por meio de uma rede sem fio, o invasor bloqueava a tela com uma mensagem que exigia o depósito de 5 euros na conta PayPal dos criadores da praga virtual. Nesse caso, seria possível dizer que isso ocorreu por causa do desbloqueio dos aparelhos. No entanto, no ano passado, um teste de pesquisadores do Fraunhofer, um instituto de pesquisas alemão, driblou a criptografia do hardware de proteção de um iPhone com a versão iOS 4.2.1 e conseguiu obter senhas, inclusive para Wi-Fi, VPN e correio de voz. Nesse caso, o iPhone não era desbloqueado.
    Aparelhos com os sistemas Windows Phone, BlackBerry OS e iOS também estão vulneráveis aos ciberpiratas. No ano passado, durante o Desafio Pwb20wn, para testar vulnerabilidades de aparelhos, o analista Willem Pinckaers, da Matasano Security, demonstrou que um aparelho BlackBerry podia ser infectado em apenas 10 segundos. Agora, no final de janeiro, foi descoberto na App Store, a loja de aplicativos da Apple, um aplicativo para iPhone que se passava pelo popular Camera+, um best seller da plataforma. Desenvolvida pela tão misteriosa quanto mal-intencionada Pursuit Special, a falsificação foi removida, mas mostrou que, apesar do rigor no processo de homologação, o que não falta são brechas para os malandros agirem.

    3º MANDAMENTO
    "Só baixarás apps confiáveis - e mesmo assim, olhe lá"
    A principal porta de entrada para vírus em smartphones ou tablets atende pelo nome de aplicativos. Eles surgiram em 2007, quando a Apple lançou a primeira geração do iPhone, que podia ser incrementado com centenas de apps diferentes. Ficaram ainda mais populares quando Google e fabricantes de aparelhos, como Samsung, Dell e LG, entre outros, aderiram ao Android, uma plataforma aberta. Tornaram-se tão fundamentais que, desde então, nenhum fabricante ousa lançar um produto sem que esteja ligado a uma fonte para baixar aplicativos, as app stores.
    No ano passado, nada menos do que 670 milhões de apps foram baixados. Só que, por não dar a menor bola para saber de onde eles vêm, muita gente se deu mal. "Uma boa medida de proteção, que a maioria dos usuários não põe em prática, é prestar atenção à origem dos aplicativos", afirma Nach Berg, da Symantec. "Nunca se deve baixar um app sem conhecer a idoneidade de quem o desenvolveu." Segundo ele, antes de cair na tentação de fazer o download, vale sempre a pena fazer uma pesquisa em resenhas para ver se o app não é citado como ameaça.

    4º MANDAMENTO

    "Se dono de Android, tomarás cuidado com as permissões"
    Mesmo se não houver menção de suspeita, é sempre bom dar uma espiada em quais permissões o aplicativo pede. Isso é fundamental para aumentar a segurança. "Não tem sentido um aplicativo de receitas culinárias perguntar informações sobre sua localização ou pedir acesso a sua lista de endereços", diz Nach Berg.
    Nos dispositivos como o iPod e o iPad, é vetada a instalação de aplicativos baseados em Flash ou a incorporação de GPS aos aplicativos já instalados. Mas, nos aparelhos com Android, a permissão é pedida ao usuário na hora da instalação, e é aí que muita gente dança. A maioria dos usuários simplesmente vai dizendo sim, sem pensar no que está fazendo. "É de estranhar se a instalação de um jogo pedir para estabelecer conexões usando o sinal do aparelho, ou ainda para acessar e-mails, gerenciar recebimento de SMS, acessar arquivos MP3 e fotos, modificar o calendário, fornecer a localização do GPS", afirma Nach Berg. "A atenção para não dar permissão a tudo, ou a qualquer um, é o preço da liberdade."
    5º MANDAMENTO
    "Nunca desbloquearás teu smartphone"
    Seja das americanas McAfee e Symantec, ou da russa Kaspersky, ou ainda da inglesa MWR, qualquer especialista em segurança concordará em um ponto: desbloquear um dispositivo móvel, como o iPhone, é um atalho para problemas. Ao mesmo tempo que permite ao aparelho rodar aplicativos não aprovados pela Apple, mesmo que seja acima de qualquer suspeita, como o Adobe Flash Player, o desbloqueio abre brechas para ataques.
    "Foi assim que o iPhoneOS.Ike se tornou o primeiro a instalar-se em smartphones da marca Apple, clonando a senha dos aparelhos", diz Maslennikov, da Kaspersky. Como lembrança, os incautos que caíam na cilada tinham o fundo do aparelho adornado com a foto de Rick Astley, cantor pop dos anos 80.
    6º MANDAMENTO
    "Cuidarás da tua conta"
    Eugene Kaspersky, o comandante-em-chefe da empresa fabricante de antivírus russa, gosta de dizer que uma das grandes diferenças entre computadores e smartphones ou tablets é que os dispositivos móveis estão diretamente conectados a uma conta bancária. Os hackers sabem disso. Em março de 2010, eles colocaram um cavalo de troia em um jogo, o 3D Anti-Terrorist. Sua missão: usar o aparelho para fazer ligações internacionais. "Até que os usuários descobrissem, as despesas com as ligações caíam diretamente em sua conta telefônica", diz Kaspersky.
    Nos últimos meses, outro golpe comum tem sido o envio de mensagens SMS para números premiados. Nos Estados Unidos, rende uma média de 50 dólares por mês, de cada usuário. Bastam 30 usuários contaminados para pagar a conta do programa, estimada em 1.500 dólares. O resto é lucro para o desenvolvedor e o hacker que coordenam os ataques. Segundo a consultoria Juniper, só o GG Tracker, vírus descoberto em junho do ano passado, causou um rombo estimado em 1 milhão de dólares, surrupiados de várias contas telefônicas. Estatísticas divulgadas pela americana Trusteer, no ano passado, mostram que usuários de smartphones ou tablets têm três vezes mais chances de serem fisgados pelo phishing do que quem usa um computador.

    7º MANDAMENTO

    "Protegerás teu dinheiro"
    Enquanto nos tempos românticos dos primeiros hackers muitos ataques a computadores tinham como grande motivação o exibicionismo, hoje o que conta é a grana. "Invadir um celular é sinônimo de colocar as mãos em informações valiosas ou gerar golpes para obter dinheiro", diz Adrian Palmer, analista-chefe de cibersegurança da Symantec. Ex-procurador da Justiça dos Estados Unidos, Palmer é aquele tipo de sujeito desconfiado por natureza. Mesmo com seus smartphones e tablets protegidos por dispositivos antimalware e antiphishing, e a possibilidade de deletar dados confidenciais em caso de extravio, ele nunca faz transações bancárias no celular. "Nem o saldo olho", disse Palmer a INFO, em Chicago.
    Segundo ele, o xis da questão são vulnerabilidades como as que existem nas redes Wi-Fi ou Bluetooth, que podem ser exploradas pelos ciberpiratas. Em uma rede sem fio pública, uma vez estabelecida a conexão, toda a informação que passa pelo gateway, incluindo as senhas, pode ser acessada e decodificada por um hacker habilidoso. Ou seja, basta um pequeno intervalo de desatenção para que alguns desses vírus se instalem e tomem conta do celular. "Dispositivos móveis não foram construídos para ser seguros", diz o inglês Alex Fidgen, analista de segurança. Está aí uma boa razão pela qual um especialista em segurança como Adam Palmer nunca acessa sua conta bancária pelo smartphone ou tablet.
    Imitaram a Scarlett
     Scarlett Johansson
    Depois que fotos da atriz Scarlett Johansson caíram na rede, roubadas de seu BlackBerry, virou mania fazer imagens iguais.
    Imaginação viral
    A moda viral ganhou o nome de "Scarlett Johanssoning". Se você digitar no Google a palavra "johanssoning", encontrará quase 72 mil páginas com imagens e comentários sobre o assunto. São, na maioria, fotos e ilustrações com pessoas reais, animais e até personagens de filmes e histórias em quadrinhos.

    MasterCard Lança Ferramenta Preventiva Contra Fraudes no E-Commerce

    Graças à operadora de cartões de crédito Mastercard, os comerciantes agora podem contar com uma nova ferramenta de segurança à sua disposição, para ajudar a mitigar o risco de fraudes na realização de transações online. Dessa forma, a Expert Monitoring Fraud Scoring for Merchants foi apresentada aos comerciantes, para que eles possam se prevenir quanto às atividades ilegais que vem sendo praticadas no e-commerce.

    A nova ferramenta, reforça a visão do comportamento das operações com cartão de crédito na Web. O serviço fornece aos comerciantes, uma espécie de "pontuação de fraudes" de maneira preditiva, com a intenção de medir a probabilidade de que uma determinada operação seja fraudulenta. Esse processo é realizado sob os modelos de detecção de fraudes, concebidos especificamente para o comércio eletrônico, que excepcionalmente, permite aos comerciantes avaliar um longo período de transações. Tudo isso para fornecer um cenário de "fraud scoring", que mais precisamente descreve o comportamento do portador de cartão online.



    Ferramenta Lançada pela Mastercard Ajudará na Redução de Fraudes no E-Commerce


    Os comerciantes que atuam no ramo do e-commerce, continuam a enfrentar grandes perdas devido ao aumento das transações fraudulentas. De acordo com a Lexis-Nexis 2011 True Cost of Fraud Study, esses comerciantes tomam um prejuízo de mais de US$ 2,33 para cada $1 de fraude cometida, absorvendo mais de US$ 102 bilhões em perdas totais em 2011. Indignados com tal situação e com a finalidade de reduzir o risco neste espaço, eles (os comerciantes), utilizam uma média de quatro a sete soluções de detecção de fraudes para validar as ordens, e ter condições de identificar as transações fraudulentas.

    Alem disso, a nova ferramenta da MasterCard também beneficia os consumidores, uma vez que ajuda a protegê-los de possíveis fraudes. Segundo Johan Gerber, Chefe de Grupo de Produtos da Rede Global da MasterCard Worldwide, "os fraudadores estão se tornando cada vez mais sofisticados em suas abordagens, e por isso os comerciantes on-line devem estar ainda mais atentos e vigilantes em seus esforços, para proteger a integridade da experiência de compras on-line relacionada aos portadores de cartões".

    Gerber também diz que "a nova ferramenta, permite que compradores e comerciantes sejam visionários para o potencial de fraude em uma transação em tempo real. Eles também devem integrar os dados em qualquer solução existente, que envolva detecção de fraudes. Isso ajuda a aumentar a precisão ao identificar atividades ilícitas, e ajuda também a reduzir o impacto de fraude bottom-line".

    As simulações que a MasterCard tem realizado com a ferramenta, mostraram que os comerciantes de e-commerce podem realizar uma redução potencial de 15-30 por cento de perda de fraudes, simplesmente por rever ou automaticamente declinar as operações consideradas de alto risco. Isso pode ser feito através do uso das funcionalidades da nova ferramenta. A partir do mês de maio deste ano, a ferramenta Expert Monitoring Merchant Fraud Scoring estará disponível como uma opção para compradores em todo o mundo.


    Saiba Mais:

    [1] Help Net Security http://www.net-security.org/secworld.php?id=12668

    Entrevistas com Mário Mello - Presidente da PayPal no Brasil

    Eu faço parte da estatística dos 1 milhões de clientes brasileiros que estavam na PayPal Norte-Americano antes deles abrirem escritório no Brasil. Quando essa novidade foi anunciada eu mais temi do que vibrei, pois a burocracia das leis e quantidade impostos brasileiros é maior do que os Americanos, seguramente maior que a maior parte dos países do mundo. O meu temor foi justificado pois várias empresas desistiram do PayPal ou devido o aumento das taxas ou por terem preguiça de se adaptarem as mudanças e novas ferramentas que o Paypal Nacional passou a oferecer (substituindo as existentes até então). Mas por um lado isso foi muito positivo pois limpou do mercado aquelas empresas que são sérias daquelas aventureiras. Hoje, um ano depois já temos várias empresas bem adaptadas e o PayPal crescendo cada vez mais...
    Hoja saiu uma entrevista no Estado de Minas com o Presidente brasileiro Mário Mello. E estou acrescentando outras entrevistas mais antigas para a Veja e Olhar digital...

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    Segurança a cada passo da compra


    Publicação: Jornal Estado de Minas 19/04/2012Caderno Inform@tica Repórter Ataíde de Almeida Jr .

    Para Mario Mello, a melhor propaganda são os 200 milhões de clientes da empresa (PayPal/Divulgação )
    Para Mario Mello, a melhor propaganda são os 200 milhões de clientes da empresa
     O presidente do PayPal – a maior empresa de transações financeiras on-line do mundo – no Brasil falou ao Informátic@ sobre o primeiro ano de total operação da empresa no país e a questão da segurança em compras virtuais e avaliou o mercado brasileiro de comércio eletrônico. Segundo ele, o Brasil é prioridade para a empresa por conta do aumento do número de internautas e pela importância econômica do país.

    Como o senhor avalia o e-commerce no Brasil?
    Vejo três dimensões para impulsionar esse setor aqui. Primeiro, a infraestrutura: as pessoas estão comprando mais computadores e há investimento em acesso à internet. Segundo, o estilo de vida: o trânsito, por exemplo, está piorando de forma agressiva. Terceiro, há cada vez mais oferta e as pessoas querem experimentar novos serviços, como ocorreu nos últimos dois anos com as compras coletivas. Essas três características são vetores aceleradores do e-commerce. As pessoas estão indo menos às lojas das ruas, pois querem conveniência e rapidez. Há uma migração.

    Os brasileiros ainda estão resistentes a fazer compras on-line, principalmente por conta da segurança. Como convencê-los de que é seguro?
    Segurança em compras na internet não é só estar escrito “seguro” ou ter o cadeado no navegador. Segurança é ter de digitar o número do cartão apenas uma vez para todas as operações e compras. É preciso ter em mente que, a cada página em que se adquire algum produto, os dados do cartão estarão armazenados. A informação está espalhada. Por isso, é melhor uma empresa guardando os seus dados do que várias. Somos a única empresa no Brasil com certificação da Payment Card Industry (PCI), que garante a total segurança dos dados. O nosso grande desafio no Brasil é o que chamamos de experimentação. Depois que mostramos como funciona e a pessoa realiza a primeira compra, ela não quer saber de outro sistema. Temos depoimentos mostrando que indivíduos se irritam quando não encontram a opção do PayPal, pois têm de preencher cadastros gigantescos. Focamos na conveniência. Nenhuma empresa de aviação, por exemplo, faz propaganda dizendo que é segura, mas sim que é rápida ou confortável. Conosco ocorre o mesmo. Seguros nós somos, mas queremos mostrar que é prático comprar com o PayPal. A melhor propaganda são os 200 milhões de clientes no mundo cadastrados e nenhum registro de problemas com a segurança.

    A classe C vai ser responsável por aumentar as vendas do comércio virtual. Qual o impacto dessa classe para o PayPal?
    Por enquanto, nossa primeira fase é de ganho de mercado. Hoje, o foco é como demonstrar para o cliente e os vendedores que existe uma forma mais segura para comprar. Quando olhamos para a classe C, vemos que ela está comprando mais computadores e pela internet e, assim, ela virá por consequência. Não temos uma estratégia específica para esse público.

    Em pouco mais de um ano de operações, qual balanço o senhor faz do PayPal no Brasil?
    Estamos muito satisfeitos. Tínhamos uma base de 1 milhão de clientes cadastrados antes de começar a operar. São pessoas que abriram contas no site norte-americano e migraram para o sistema brasileiro. Hoje, estamos com 3 milhões de usuários. Começamos também com poucos comércios eletrônicos parceiros e hoje temos mais de 30 mil utilizando os serviços. Há ainda as grandes empresas que nos procuraram para utilizar a plataforma, como a Vivo, na qual é possível fazer recargas de celular pré-pago, e varejistas.

    Quais as vantagens para as empresas utilizarem o sistema do PayPal?
    De maneira geral, a conveniência. Em sites que não utilizam o sistema, é preciso digitar todas as vezes o número do cartão de crédito. No PayPal, esse processo é feito uma única vez. Com isso, reduzimos o abandono das compras e as fraudes. Em média, a cada 100 clientes que entram em sites para fazer compras, 60 as concluem quando utilizam o PayPal. Quando o nosso sistema não está presente, esse número cai para 25. Outras pesquisas mostram que 50% das pessoas desistem de adquirir produtos por causa do cadastro demorado e cheio de informações. Transformamos seis passos em apenas dois, o que aumenta o lucro para o vendedor.

    O Brasil é prioridade para o PayPal?
    Sim, primeiro por conta do índice de aumento do número dos internautas no Brasil. Segundo, por causa do potencial de crescimento econômico e do e-commerce, de cerca de 30%. Continuamos crescendo lá fora com índices de 17% por ano. Mas, quando olhamos para cá, o potencial é bem maior. Vemos uma distribuição do poder de comércio virtual saindo dos países mais maduros e indo para mercados emergentes. Há três anos, o Brasil não tinha infraestrutura para receber o PayPal. Agora, já podemos investir fortemente aqui.

    Antes de o PayPal chegar por aqui, já havia empresas com a mesma proposta. Como fica a concorrência?
    Costumo dizer que nunca um país teve tantas soluções PayPal. Tem as do Uol, do Mercado Livre… Mas nenhuma oferece o nível de segurança igual ao nosso. Elas não têm aceitação internacional e, com o mercado brasileiro se tornando global, não há como estrangeiros utilizarem essas plataformas.

    Algumas empresas aceitam pagamentos por meio do smartphone. Quando o PayPal vai entrar nesse mercado no Brasil?
    Há duas vertentes que devem ser exploradas. A primeira é a criação de sites para comércios que facilitam a compra dos clientes. Há três anos, a empresa tinha quase zero de retorno nos meios móveis, e no ano passado chegamos a US$ 4 bilhões de faturamento com aquisições feitas por celular. Há um crescimento enorme desse canal. O que mostramos é que com o PayPal não é preciso digitar o número do cartão naquelas teclas pequenas ou no touchscreen do aparelho. As informações estão gravadas no sistema. Em breve, vamos anunciar parecerias com comércios no Brasil que criaram grandes sites de mobile com PayPal. O segundo ponto é viabilizar o pagamento por meio do celular para autônomos e profissionais liberais. Assim, um motorista de táxi, por exemplo, pode aceitar pagamento por cartão de crédito por meio do smartphone. Nos Estados Unidos, um dos mercados que mais crescem nesse tipo de comércio, lançamos o Here, que viabiliza qualquer celular como uma plataforma de pagamento. No Brasil, para isso funcionar, é preciso que o hardware tenha leitura de chip e estamos trabalhando para viabilizar essa solução.

    E quanto às startups brasileiras, quais os planos da empresa para esse segmento?
    Eles são o nosso coração. Vivemos dos pequenos e médios empresários. Fizemos parcerias com as empresas de hospedagem de e-commerce no Brasil. Temos também, mensalmente, encontros para mostrar os desafios e fomentar as melhores práticas do comércio virtual para pequenos empreendedores. Hoje, diria que a PayPal está trabalhando com pelo menos 50 startups com projetos de comércio virtual.


    Entrevista na Revista Veja 30/08/2011 às 7:00 

    ‘Brasil será um dos cinco maiores mercados do PayPal’

    Recentemente, o Instituto de Pesquisa Aplicada (Ipea) revelou que o Brasil tem cerca de 12 milhões de consumidores on-line, o equivalente a 19% do total de usuários de internet no país. Esse número, é claro, tende a crescer. O PayPal, maior plataforma de pagamento on-line do mundo, quer abocanhar parte da montanha do dinheiro que esses brasileiros gastam. Criada em 1998 por Peter Thiel e Max Levchin, a empresa possui mais de 100 milhões de cadastrados no planeta, o que proporcionou um faturamento de 97 bilhões de dólares em 2010, fruto da comissão (que varia de 5,4% a 6,4%) calculada a partir do valor das operações de compra e venda e cobrada do vendedor. No Brasil, são 2,5 milhões de cadastrados, sendo que o país já registra o maior crescimento de usuários do serviço em todo o planeta. “Nosso objetivo é ser uma das cinco principais filiais do PayPal no mundo”, diz Mario Mello, presidente do PayPal no Brasil. Confira a seguir a entrevista que ele concedeu ao site de VEJA:
    Qual é a situação do PayPal no Brasil? O Brasil está em franca expansão e segue como o país que registra o maior crescimento do PayPal no mundo. No ano passado, quando nos instalamos oficialmente no país, tínhamos dois funcionários. Hoje, cem pessoas distribuídas em dois escritórios na capital paulista são profissionais do PayPal. E continuamos em processo de contratações neste momento. Nosso princípio é o mesmo da matriz americana: transformar tecnologia em valor agregado ao cliente. O que nos faz ter cada vez mais adeptos é a proteção total ao usuário. Figuramos entre os 20 maiores mercados da empresa. Em quatro ou cinco anos, nosso objetivo é ser uma das cinco principais filiais do PayPal no mundo.
    O próximo desafio é trabalhar com pagamentos em dispositivos móveis? Em todo o planeta, o PayPal pensa em duas novas perspectivas – mobilidade e social, uma realidade existente nos Estados Unidos e que, nos próximos anos, desembarcará no Brasil com maior intensidade. Dois em cada dez americanos que usam o Ebay (proprietária do PayPal) usam dispositivos móveis para realizar compras. Nossas últimas operações (a empresa adquiriu a ferramenta de compras locais Milo e o aplicativo de iPhone, RedLaser) deixam evidente nossa estratégia.
    Como garantir que o cliente não perderá seu dinheiro, caso compre em alguma loja virtual que use o PayPal? No Brasil, somos a única empresa a ter o nível de segurança 4 (o PCI – Payment Card Industry Data Security Standard). No mundo, esse leque de empresas é maior – a Amazon, por exemplo, está no nível 4. Caso ocorra algum problema, nós garantimos o ressarcimento ao cliente.
    Recentemente, o Google entrou no segmentos de pagamento on-line. É seu principal rival? O Google é um competidor de alto nível, que respeitamos muitos, mas ainda somos a empresa mais segura no setor em todo o mundo. Eu não me espantaria se outras grandes companhias como Apple e Facebook criassem modelos semelhantes ao nosso. Hoje, qualquer desenvolvedor pode criar um sistema de pagamento eletrônico. O grande problema é garantir total segurança ao usuário – anualmente, uma auditoria analisa os investimentos em infraestrutura e determina o nível de segurança dessas empresas: em 2010, apenas 0,18% do faturamento do PayPal foi perdido em fraudes.
    Como o PayPal trabalha com os sites de compras coletivas? Esse segmento se tornou, em tão pouco tempo, uma nova vitrine para a empresa. Sua popularidade nos atraiu e nossos serviços estão disponíveis nos principais sites de compras coletivas. Nos últimos meses, no entanto, fizemos uma única modificação no sistema de pagamento nos modelos de crowdfunding, que começam a ganhar terreno. Para atender à demanda, guardamos a informação de quem faz o pagamento, uma vez que a fatura só irá cair, de fato, se o projeto for aprovado e conseguir obter o dinheiro suficiente.
    Depois do pedido de boicote feito pelos crackers do LulzSec e Anonymous (segundo os grupos, o PayPal colaborou com o FBI, fornecendo dados de seus usuários), houve uma queda de uso? Mesmo com um pedido maciço de dois grupos crackers, o PayPal não sofreu nenhuma alteração ou queda em seu sistema.
    Ao viabilizar pagamentos on-line, o PayPal pretende aposentar a antiga carteira? Acredito que não. A internet não extinguiu o rádio ou a TV, por exemplo. Em curto prazo, aposto que o PayPal não substitui a carteira física. Mas, com a penetração cada vez maior de smartphones no Brasil, posso garantir que o PayPal vai buscar a popularização do pagamento on-line no país.
    O senhor acredita que o mercado de tecnologia pode viver uma bolha, como a ocorrida em 2000? Hoje, vivemos outro momento. No início do século XXI, o terreno da web não era desbravado por muitos usuários – era uma cidade interligada quase sem população. Portanto, o retorno financeiro era irrisório. Hoje, a internet se tornou um economizador de tempo: muitos já fazem compras diretamente do computador. De fato, a relevância do comércio eletrônico é alta e, com o uso cada vez mais intenso de dispositivos móveis, vai permitir a criação de novos negócios no setor.


    Entrevista no Olhar digital no dia 18 de Setembro de 2011 | 15:46h




    Entrevista com Mario Mello, presidente do PayPal blog da Kauplus - Abril 2012 http://blog.kauplus.com.br

    Mario Mello, presidente do PayPal no Brasil


    Esta semana conversamos com o Mario Mello, presidente do PayPal no Brasil. Fomos super bem recebidos em seu escritório na região da Av. Paulista e trocamos figurinhas sobre a evolução do e-commerce no Brasil. O Kauplus tem crescido bastante e o PayPal tem se mostrado um importante parceiro para nós e para nossos lojistas.

    Esta entrevista é uma ótima oportunidade para que você conheça mais sobre: Mario Mello, e-commerce, PayPal e meios de pagamento no Brasil.


    Nós sabemos que sua carreira cresceu em ritmo acelerado e temos curiosidade de conhecer mais sobre a sua história. Quem é o Mario Mello?

    Eu sou um pai, um marido, tenho duas filhas. Na vida pessoal, eu gosto muito de cozinhar e de viajar. Minha formação acadêmica é em Engenharia Civil pela Escola Politécnica da USP e tenho 22 anos de experiência profissional. Eu sempre tive muitas oportunidades em minha carreira. Eu costumo brincar que eu tive muitos chefes loucos que me deram oportunidades muito cedo. Por exemplo, comandei as operações de cartões no Bank Boston com 26 anos e fui vice-presidente executivo da Visa para a América Latina com 34.

    Hoje, como chefe, você também oferece essas oportunidades para os seus funcionários?

    Sim, eu tenho um processo de autocrítica grande com relação a isso. Eu costumo avaliar se as oportunidades que estou oferecendo são tão agressivas quanto as oportunidades que recebi. De uns tempos pra cá, percebi que existem certas competências que as pessoas desenvolvem muito cedo e independem de idade. Eu tento encontrar essas competências e oferecer avenidas para que elas possam percorrer um caminho mais rápido.

    No meu caminho, eu também fui diretor do Banco Real e criei a área de varejo do Banco Safra, e há 2 anos recebi a oportunidade de liderar o PayPal no Brasil.

    Ao entrar no PayPal, você deixou a área financeira e mergulhou em e-commerce. Como você encarou essa mudança?

    Eu sempre tive um viés muito forte em produtos e pagamentos. O PayPal queria alguém com perfil especializado em pagamentos no mercado brasileiro e que tivesse experiência com gestão de P&L (profit and loss, ou, em português, lucro e prejuízo). Era preciso alguém com competências para gerir o negócio e encontraram essas características em mim. O e-commerce realmente era uma novidade para mim, mas lidei muito bem com todos os desafios que surgiram.

    Além dos desafios com e-commerce, quais têm sido os principais desafios em assumir o PayPal?

    Nós temos um grande desafio de evangelização, queremos mostrar que é possível comprar de forma rápida e segura na Internet. Os brasileiros e os comércios estão acostumados a um processo de checkout pré-histórico, com passos complexos e pedidos de senhas e informações desnecessárias. O PayPal tem uma tecnologia que permite fazer tudo isso em dois cliques, aumentando conversão e faturamento de vendas.

    Nós nos importamos muito com a questão da segurança e os consumidores sabem disso. Segurança, para nós, é o cliente digitar seu número de cartão apenas uma vez e poder fazer compras onde quiser. Com isso, os riscos envolvidos em transações com esse cartão são muito menores. Se o consumidor tiver que digitar o número de seu cartão várias vezes, ele estará expondo suas informações financeiras em diversos pontos na Internet e isso se torna um risco.

    Além do grande desafio de evangelização, também temos desafios comuns, como busca de talentos, comando de operação (passando de 2 funcionários para 100) e articulação de plano estratégico.

    Falando mais sobre o PayPal, quais seriam as principais vantagens de usá-lo no Brasil?

    Nós temos que separar esta pergunta em duas partes: vantagens para o comprador e para o vendedor.

    Para o comprador, a experiência de compra é a mais segura e o PayPal é o único sistema com nível 1 de segurança no mundo. Com isso, podemos oferecer um benefício exclusivo: o PayPal é o único sistema de pagamentos no Brasil que oferece proteção ao comprador* em contrato. Se o comprador não receber o produto em até 45 dias, ele tem seu dinheiro de volta. Nestes casos, o PayPal absorve o prejuízo.

    Para o vendedor, também oferecemos a proteção ao vendedor* em contrato, em que nos comprometemos a enviar o dinheiro ao vendedor mesmo que ocorra algum problema com o pagamento após sua aprovação. E não é uma promessa de marketing, é um procedimento contratual. Além disso, pelo fato da nossa tecnologia ser segura, podemos oferecer um checkout muito mais simples. Conseguimos transformar um processo de compra de 6 ou 7 etapas em apenas 2, aumentando muito a conversão de vendas. Nós temos números que mostram que a cada 100 produtos que entram em um carrinho de compras, apenas 25 são de fato comprados. Com o PayPal, esse número aumenta para 60.

    Temos vários exemplos de comércios que estão impressionados com nossa conversão e é por isso que Peixe Urbano, Ponto Frio, Vivo, Polishop e outras grandes empresas estão escolhendo PayPal como solução diferenciada de pagamentos. Quem entende de segurança e de conversão, escolhe PayPal. Por isso acreditamos muito na nossa parceria e ficamos honrados com o Kauplus ter nos escolhido como parceiro.

    * observe todas as condições dos contratos caso se interesse pelos benefícios

    Uma dúvida comum de nossos vendedores é a respeito das taxas do meio de pagamento. Nos Estados Unidos, o PayPal cobra taxa de transação de cerca de 3% e no Brasil de 6,4%. Gostaríamos de entender o motivo desta diferença e como essa taxa é formada.

    Isso me lembra uma conversa que tive com um grande vendedor de computadores. Ele dizia "eu quero a taxa dos Estados Unidos" e eu falava "tudo bem, mas então você me vende computador pelo preço de lá". Eu estou falando isso para dar uma preliminar da resposta. Essa é uma pergunta inteligente e por isso a resposta é complexa.

    Em primeiro lugar, o Brasil é o único país do mundo que cobra impostos sobre a tarifa de transação. Segundo, no Brasil é comum repassar o dinheiro para o vendedor 30 dias após o recebimento do pagamento, e, nos Estados Unidos, o comum é repassar em 48 horas. Como o PayPal repassa o dinheiro para o vendedor em 24 horas, existe o custo de antecipação do pagamento. Além disso, a ocorrência de fraudes no Brasil é superior à dos Estados Unidos e como o PayPal protege a transação, existem custos maiores.

    A taxa no Brasil é formada pelos 3% americanos + impostos + fundo de antecipação de pagamentos + controle de fraudes. No Brasil, a taxa final é tão competitiva quanto a taxa americana é competitiva nos Estados Unidos.
    John Donahoe, CEO do Ebay Inc.

    Qual a importância do Brasil para o PayPal?

    O Brasil é crítico para o PayPal. Para se ter uma ideia, o John Donahoe, CEO do Ebay Inc. (controladora do PayPal), veio ao Brasil para lançar as operações brasileiras. Eu lembro que ele falou "o que é mais difícil? dinheiro, recursos ou o meu tempo?". Os dias que ele dedicou para iniciar as operações brasileiras demonstram o foco do PayPal. O nosso objetivo é ser líder no mercado brasileiro e temos recursos e prioridades da matriz americana para executar um plano ambicioso.

    Quais são os maiores mercados do PayPal e como o Brasil vem crescendo?

    Nosso maior mercado é os Estados Unidos, em segundo a Inglaterra e em terceiro a Alemanha. O Brasil tem uma curva de crescimento muito forte e sobe no ranking quase todo dia, mas estamos operando aqui há apenas 1 ano. Estamos trabalhando para nos próximos 3 anos sermos um dos 5 maiores mercados do PayPal no mundo.

    Você poderia revelar alguns números do PayPal no Brasil e no mundo?

    Hoje temos mais de 3 milhões de compradores no Brasil e mais de 200 milhões no mundo. Estamos com 30 mil lojas operando com PayPal no Brasil e mais de 30% dos maiores vendedores brasileiros já aceitam PayPal. Estamos com boa presença com os grandes varejistas, com o empreendedor digital e com o long tail, no qual o Kauplus tem ajudado bastante.

    No mundo, fizemos cerca de 112 bilhões de dólares em movimentações financeiras e crescemos mais de 17% ano a ano. Uma tendência que estamos observando é que transações via celulares e smartphones estão crescendo e já representam cerca de 4% do nosso faturamento, sendo que há poucos anos era zero.

    Nossa última pergunta é sobre Social Commerce. Sabemos que a forte chegada do Facebook no Brasil impulsionou ainda mais este mercado. Como você enxerga Social Commerce e as oportunidades que estão surgindo para vendedores?

    Eu acho que as interações mercantis são geradas através de interações sociais. Isso acontece desde o início das civilizações e está presente na natureza das interações humanas. Então, quanto mais interações sociais um vendedor gerar, mais oportunidades de transações mercantis vão surgir.

    O desafio neste momento é encontrar formas inteligentes de apresentar produtos em relações sociais. No Ebay, um exemplo que funcionou bem foi: quando uma pessoa estava em dúvida sobre qual produto comprar, ela pedia a opinião dos amigos e se sentia mais segura para concluir a compra.

    Social Commerce é algo muito novo e tem oportunidades enormes de se desenvolver. Minha recomendação é que o vendedor se alie a especialistas que entendam desse meio, e o Kauplus é um deles. Se você quer vender alguma coisa, você não pode não estar presente nas redes sociais.

    O Kauplus agradece a oportunidade de entrevistar o Mario Mello. Se tiver mais questões que gostaria de ver respondidas ou sugestões para futuras entrevistas, deixe-nos seu comentário.


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    Aqui um Faq sobre o PayPal




    Depoimentos de comerciantes do PayPal: sobre segurança


    Proteção ao comerciante e ao comprador


    “O PayPal tem o compromisso de garantir a segurança das transações. Isto realmente parece transmitir confiança aos compradores."
    —Kurt Denke, BlueJeansCable.com


    “O sistema do PayPal mantém meu índice de fraude praticamente em zero.”
    —Floyd Hacker, FlashlightsUnlimited.com


    "Com o PayPal, o valor da fraude é bem mais baixo... o que me poupa dinheiro."
    —Dan Pritchett, LowCarbChocolates.com


    “O PayPal foi uma das poucas empresas dispostas a tirar a segurança completamente dos nossos ombros e, mais importante, a ajudar a proteger nossos clientes.”
    —Tim Schuler, RotoWire.com


    “O PayPal ajuda a tornar os estornos uma parte mínima do nosso negócio… Os compradores sabem que o PayPal é a forma de pagamento em que podem confiar.”
    —Lonny Paul, TigerDirect.com


    "O bom do PayPal é que você não precisa de um servidor seguro presente no subsolo de sua empresa."
    —Marla Cilley, FlyLady.net



    Kurt Denke, BlueJeansCable.com

    Kurt Denke e sua esposa Pam apreciam a segurança oferecida pelo PayPal tanto à sua empresa como aos seus clientes. Como o PayPal armazena as informações financeiras de todos os clientes em um servidor seguro, a bluejeanscable.com não precisa se preocupar com o risco associado ao manuseio dos números de cartão de crédito dos clientes.

    Kurt faz questão de enfatizar para os clientes a segurança associada ao uso do PayPal. "Dizemos a eles que, quando decidimos configurar nosso próprio gateway de pagamento, tivemos de nos tornar especialistas em segurança da noite para o dia. Mas o PayPal tem seu negócio todo preso a pagamentos na web e está comprometida a garantir a segurança das transações. Isto realmente parece transmitir confiança aos compradores."


    Floyd Hacker, FlashlightsUnlimited.com

    À medida que aprendia os segredos do trabalho de comerciante on-line, Floyd veio a apreciar o modo como o PayPal mantinha um nível reduzido de estornos. “As pessoas me perguntam o tempo todo: ‘Você pode receber meu pagamento pelo telefone?’ Para ser franco, prefiro não fazer isso, porque os índices de fraude no crédito para pedidos pelo telefone estão crescendo cerca de 18% ou 20%. O sistema do PayPal mantém meu índice de fraude praticamente em zero.”

    Floyd acredita que o processo de verificação de endereços confirmados e não confirmados do PayPal é fundamental para manter os índices de fraude reduzidos e deixar que ele gerencie o risco. “Quando o endereço [do comprador] não é confirmado, eu fico sabendo e aí quero falar com alguém antes de fazer a remessa. Provavelmente 90% do tempo eu consigo verificar esses endereços não confirmados e posso despachar os produtos.”

    Floyd continua a confiar na segurança do PayPal. “O PayPal é mais seguro do que tentar eu mesmo administrar as transações com cartões de crédito. É mais seguro para meus clientes e, como resultado, eles se sentem mais seguros. Na verdade, para aqueles que me ligam e perguntam a respeito, eu digo: ‘Eu nem vejo as suas informações do cartão de crédito. Elas ficam armazenadas no servidor seguro do PayPal.’ ”


    Dan Pritchett, LowCarbChocolates.com

    Com a Política de proteção ao vendedor e os procedimentos de notificação do PayPal, Dan tem mais chance de reduzir as fraudes. “O processo de [lidar com] estornos e reclamações de compradores é mil vezes melhor com o PayPal, porque o PayPal trabalha tanto com o cliente quanto com o comerciante.”

    Em contrapartida, Dan sente que o processo de estorno através de contas do comerciante o deixa de mãos atadas. "Quando ocorre um estorno através do fornecedor da conta de comerciante, chega uma carta pelo correio semanas depois e eles fornecem muito poucas informações. Isso me deixa com muito poucas opções."

    “Mas, com o PayPal, eu não apenas recebo notificação imediata sobre a reclamação de um comprador, como também tenho a oportunidade de entrar em contato diretamente com ele. Como eu sei quem são e o que compraram, posso entrar em contato com eles ou enviar a eles o pedido de substituição, em vez de ter o dinheiro automaticamente retirado da minha conta.”

    Para Dan, a Proteção ao vendedor do PayPal o ajuda a melhorar o serviço e reduzir os custos. ”O PayPal me dá a flexibilidade de cuidar melhor dos meus clientes. E com o PayPal, o valor da fraude é bem mais baixo... o que me poupa dinheiro."


    Tim Schuler, RotoWire.com

    Durante todo o processo de avaliação, o diretor de tecnologia da RotoWire.com havia insistido que não queria assumir o risco de armazenar as informações do cartão de crédito dos clientes. O PayPal foi a melhor opção para coletar e armazenar todas as informações dos clientes com segurança. "Para nós, o principal fator foi que o PayPal foi uma das poucas empresas dispostas a tirar a segurança completamente dos nossos ombros e, mais importante, a ajudar a proteger nossos clientes."


    Lonny Paul, TigerDirect.com

    Vários meses após a implementação, Lonny começou a notar uma tendência em suas transações do PayPal. Apesar de a TigerDirect.com tradicionalmente ter enfrentado índices de fraude on-line de 0,09%, o índice entre os compradores do PayPal era de apenas 0,05%.

    “Analisando os estornos, os números do PayPal são mesmo extremamente baixos. Outros métodos de pagamento não têm nem de longe a tecnologia que o PayPal integrou aos seus serviços para nos proteger contra fraudes. O PayPal ajuda a tornar os estornos uma parte mínima do nosso negócio."

    A Proteção contra fraude do PayPal também ajudou a aumentar as vendas da TigerDirect.com. "As pessoas que normalmente evitam transações on-line por questões de segurança estão usando satisfeitas o PayPal", afirma Lonny. --- Os compradores sabem que o PayPal é o método de pagamento em que podem confiar." E muitos dos que não pagariam diretamente através do nosso site estão satisfeitos em usar o PayPal.”


    Marla Cilley, FlyLady.net

    Foram os recursos de segurança do PayPal que realmente atraíram Marla. "Quando eu estava começando, conversei com o meu banco sobre a configuração de um servidor seguro que dava tanto problema. "O bom do PayPal é que você não precisa de um servidor seguro presente no subsolo de sua empresa. O PayPal contém os números de cartão de crédito em seu banco de dados. Meus funcionários nunca os veem, então não há nada nos meus servidores com que eu precise me preocupar em termos de proteção."

    Para Marla, a segurança do PayPal foi um grande motivo para iniciar um negócio on-line. "Sem o PayPal, eu gastaria milhares de dólares [criando segurança on-line]. As pessoas estão sempre me perguntando como fazer negócios na Internet e eu digo a elas que o 'PayPal é o único caminho'."