Magazine Luiza

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Tendências para o novo ano (2014)

Tendências para o novo ano  
Com a chegada de 2014, a velha pergunta sobre o que vem por aí em eletrônicos e internet volta à tona. Veja, então, o que deve ocorrer e os destaques de 2013 em smartphones, tablets, notebooks e televisores


Silas Scalioni Publicação: 26/12/2013

 (Art: Valf)

É hora, portanto, de ouvir um especialista no assunto para ter pelo menos uma projeção tecnológica para o próximo ano. O professor associado do Departamento de Ciências da Computação da UFMG, Dorgival Guedes, acena para poucas novidades na área de tablets e smartphones, salientando, entretanto, que “obviamente algo diferente pode aparecer por aí.” Para ele, com a implantação das redes 4G, os novos modelos deverão embarcar mais o recurso. “Provavelmente, veremos uma especialização maior dos aparelhos, como vem ocorrendo com a Apple e a Samsung: lançamento de equipamentos maiores com telas de alta resolução e muitos recursos junto a outros menores, mas também com uma boa tela. Os tablets com telas menores estão ganhando popularidade e o custo mais baixo deve torná-los ainda mais procurados”, diz.

Computadores Também no mercado de notebooks, segundo ele, deveremos ver dois segmentos com mais movimento: os mais baratos, que vão incluir cada vez mais recursos para o usuário comum, e os ultrabooks, que estão ganhando espaço entre aqueles que precisam de mobilidade. “Recursos como touch screen e telas pivotantes (que transformam o notebook num tablet) devem ser as características mais chamativas.” Já o mercado de PCs de mesa vai ficar ainda menor devido à queda de preço dos notebooks, que apresenta boas vantagens para o usuário. “Mas há nichos onde essas máquinas não vão desaparecer, e isso deve levar a equipamentos com especificações mais especializadas, como para jogos, desenhos/projetos e trabalho de escritório. As telas devem crescer e vinte e poucas polegadas devem se tornar comuns. Acredito que deve aumentar a oferta de minidesktops, como o Mac Mini, computadores que ocupam pouco espaço, chamam pouco a atenção, mas oferecem uma experiência melhor que um notebook em termos de tela e teclado”, explica.

TVs  Já no segmento de TVs, uma integração cada vez maior com a internet deve marcar os mercado. “Diversos modelos já têm navegador, Skype, Facebook etc. embutidos, mas em geral o processador interno é muito lento para oferecer uma boa experiência. Isso deve mudar com a redução de custo de alguns processadores de melhor desempenho para sistemas embutidos”, acredita. Os sistemas de vídeo sob demanda (Netflix, Net Now etc.), segundo ele, devem também ficar mais populares, apesar de as coleções de vídeos disponíveis deixarem a desejar. Também os recursos de controle por gestos e de identificação pelo rosto, que já aparecem em TVs tops de linha, também devem se tornar mais comuns. “Talvez a novidade mais chamativa sejam mesmo as TVs 4K, com resoluções que chegam a ser quase quatro vezes superiores às das TVs HD atuais. A produção de material com essa resolução por aqui não deve demorar”, espera. Complementando, ele considera que a tecnologia LED é mesmo a vencedora, apesar do preço mais baixo do plasma, e ainda vai equipar as TVs por um bom tempo. “Os fabricantes continuam falando da tecnologia OLED, mas ela ainda não vai ter força no mercado. Quando realmente surgir, deverá ter impactos interessantes por conta das telas flexíveis que ela permite.”

Nesta edição do Informátic@ você vai ver ainda quais foram os cinco melhores lançamentos de 2013 em smartphones, tablets, computadores e TVs e como as redes sociais foram usadas de forma estratégica para mobilizar a população durante as manifestações de junho. Além disso, confira as tendências 2014 do direito digital. Depois do escândalo de espionagem dos Estados Unidos, revelado pelo ex- analista de inteligência americano Edward Snowden, propostas de governança na internet ganharão força.

As estrelas de 2013 
Conheça os cinco mais badalados produtos dos quatro principais mercados de eletrônicos de consumo em um ano repleto de lançamentos. 2014 promete muito mais



  O ano que termina foi marcado por uma grande concorrência, especialmente no segmento smartphones, com lançamentos realizados praticamente todos os meses. Nos celulares, as imagens ganharam atenção especial num ano em que a tecnologia 4G passou a fazer parte da vida brasileira. No segmento computadores portáteis, não resta dúvida de que ênfase maior recaiu sobre os mais ágeis e versáteis ultrabooks, além de o ano dar início à apresentação dos aparelhos híbridos. Na área de tablets, resolução maior de tela e aparelhos com quase os mesmos recursos de um desktop, só que com muita portabilidade e sem prejuízos de acesso à internet, se destacaram nos modelos. E no mercado de TVs, aparelhos inteligentes, carregando recursos 3D com mídias Blu-ray que funcionem em três dimensões e maior conectividade com a internet, se tornaram um desejo num ano em que a tecnologia 4K começou a ganhar espaço. Veja a seguir os cinco modelos de cada segmento que mais se destacaram:

SMARTPHONES

iPhone 5S

Top de linha da Apple, iPhone 5S chegou em novembro com tela retina de quatro polegadas (640p x 1.136p), processador A7 (64 bits), câmera de 8MP com dois flashes LED e com opções de 16GB, 32GB e 64GB de armazenamento. Com visual bem-arrojado, tornou-se uma das melhores alternativas, especialmente por contar como ótimo sistema operacional iOS. Mas os preços chegam a ser um abuso: em torno de R$ 2.800 (versão com 16GB); R$ 3.199 (32GB) e R$ 3.599 (64GB).

Galaxy S4
 (Samsung/Divulgação)

A Samsung ofereceu este ano um dos melhores aparelhos com Android. Foi lançado nos primeiros meses, dando armas aos concorrentes para ultrapassá-lo em alguns quesitos. Apesar disso, ele encanta com especificações de alto nível, como tela full HD de cinco polegadas, 2GB de RAM, câmera de 13MP traseira e opções de 16GB, 32GB e 64GB de memória, expansível com micro-SD de até 64GB. São dois modelos: um com processador octa-core de 1,2GHz e o outro com quad-core de 1,6GHz. O preço é a partir de R$ 2.399.

Lumia 1020

Para quem é fã de fotografia e ainda quer uma opção de fuga dos sistemas iOS e Android, o Lumia 1020 se tornou a melhor alternativa. O principal destaque da Nokia, roda  Windows Phone 8, tem um desenho bem-interessante e especificações que competem de frente com os demais. O modelo apresenta processador dual-core de 1,5GHz, 32GB de memória interna, 2GB de memória RAM, tela de 4,5 polegadas (1.280p x 720p) e uma câmera que supera às dos concorrente, com a incrível resolução de 41MP. Preço sugerido: R$ 2.399.

LG G2

A LG juntou em um smartphone o que tinha de melhor para conceber o LG G2, aparelho com tela grande de 5,2 polegadas (1,080p x 1.920p) com tecnologia True HD-IPS. Seu display é também um destaque. É equipado com sistema Android 4.2.2, processador quad-core de 2,3GHz, 2GB de memória RAM, 32GB de memória interna (há ainda a versão de 16GB), câmera de 13MP e botões na parte traseira do modelo em vez de na lateral, como é normal. O preço sugerido é de R$ 1.999 (versão de 32GB).

Moto X

Com tela de 4,7 polegadas (720p x 1.280p), 2GB de RAM, 32GB de memória interna (mas sem a possibilidade de expansão), câmera de 10MP com vídeos em alta definição, Android 4.2.2 e processador dual-core 1,7GHz, o Moto X tornou-se o modelo top da Motorola. As funcionalidades oferecidas são muitas, começando pelo LTE 4G, que permite a transferência de dados e excelente navegação na internet, além de conectividade Wi-fi e GPS. Tem ainda leitor multimídia, videoconferência e Bluetooth. Seu preço sugerido é de R$ 1.499.


NOTEBOOKS

MacBook Air de 13 polegadas

O modelo da Apple pode ser considerado no geral o melhor laptop. Com peso de apenas três quilos e espessura de 0,68 polegada, o aparelho se destaca por sua tela nítida, teclado sensível ao toque, touchpad superior e belo design. O OS Mountain Lion também é bem fácil de usar e oferece acessos a um centro de notificação, ao iCloud e ao Mac App Store. Sua bateria surpreende, durando cerca de 9,5 horas. O preço é a partir de R$ 4.599.

Ultrabook conversível Dell XPS 12
 (Dell/Divulgação)

Com tecnologia de tela rotativa, o Dell XPS 12 permite funcionamento tanto no formato de ultrabook quanto de tablet. O aparelho mais top é equipado com processador Intel Core de quarta geração, o que garante desempenho bem superior aos modelos da versão anterior, Windows, 4GB ou 8GB de memória e disco rígido de 128GB ou 256GB, além de placa de vídeo integrada Intel 4400HD. O preço sugerido no site da Dell é a partir de R$ 5.698.
Ultrabook Vaio Pro 13

O aparelho da Sony é um dos melhores compactos atualmente no mercado nacional, sendo bem leve (cerca de um um quilo), é muito rápido com seu processador i7 e a memória de 8GB não deixa nada a desejar. Além de tudo, é muito agradável de operar, com seu conjunto de teclado, touchpad e tela sensível ao toque, que respondem aos comandos com fidelidade. Tem tela com definição de 1.920p x 1.080p. O preço sugerido é que não ajuda: em torno de R$ 6 mil.

Asus Zenbook Touch U500VZ

O modelo da Asus é um ultrabook ultrafino com uma característica bem interessante: é oferecido com chip gráfico dedicado – um Nvidia GeForce GT 650M, que agrada em cheio a quem gosta de games no computador. Tem processador Intel Core i7, memória RAM de 8GB, tela multitoque de 15.6”, com resolução de 1.920p x 1.080p, sistema operacional Windows 8 e até 512GB de disco. O preço é também salgado: R$ 7.999.

Ultrabook IdeaPad Yoga

Não traz uma configuração de ponta, mas apresenta boa combinação de hardware, design, multiutilidade e desempenho. Foi o primeiro lançado no Brasil com o Windows 8 e trabalha em quatro modos: 360°padrão, em stand, no modo display e como tablet. Tem sistema operacional Windows 8, tela de 11 ou 13,3 polegadas HD, processador Intel Core i5 ou i7, placa de vídeo Intel Graphics 4000 HD e armazenamento SSD de 128GB. O preço sugerido é a partir de R$ 3.899.

TABLETS

Galaxy Tab 3 8.0

Com tela de oito polegadas e resolução HD de 1.280p x 800p, o Galaxy Tab 3, o tablet de tamanho intermediário da Samsung, oferece os melhores recursos no seu ágil sistema, baseado no Android 4.2 Jelly Bean. O aparelho tem memória interna de 16GB, podendo ser expandida para 48GB por meio de cartão micro-SD. Conta com processador dual-core de 1.5GHz, uma câmera traseira de 5MP e outra frontal de 1.3MP, Wi-fi, GPS, Bluetooth e conexão 3G. Preço: R$ 1.100.

Galaxy Note 8
 ( Samsung/Divulgação)

O Galaxy Note foi lançado no fim de 2011 e este ano ganhou duas versões maiores: de oito e 10.1 polegadas. O menor é o mais potente e o que merece maior destaque, oferecendo processador quad-core que roda a 1,6GHz e memória RAM de 2GB. Tem resolução de tela HD (1.280p x 800p) e vem com uma caneta stylus (S Pen) e diversos recursos de software, que permitem integrar agenda, notas e demais itens importantes no S Planner por meio da caneta. Tem ainda câmeras de 5MP e 1.3MP, Bluetooth 4.0 e conexão Wi-fi, além de conexão 3G. Seu preço é R$ 900.

iPad 4

A quarta geração do iPad é das melhores opções para quem quer muitos aplicativos em um sistema que pouco falha. O destaque é sua tela retina de 9,7 polegadas (2.048p x 1.536p). O processador A6X oferece o dobro de desempenho comparando-se com a versão anterior A5X. Roda o sistema iOS 7, tem câmera iSight traseira de 5MP e outra frontal já pronta para Facetime. Ébom, mas é o mais caro: os preços variam de R$ 1.700 a R$ 2.500 (de 16GB a 64GB).

iPad Mini

O outro tablet de destaque da Apple, o Mini, apresenta tudo de melhor do sistema operacional da Maçã, mas numa tela menor, de 7,9 polegadas. Tem corpo mais compacto e com bordas mais finas, que facilitam seu transporte e manuseio. Ponto negativo nos modelo já no Brasil é a tela, que não é de retina, o que faz com que sua resolução seja inferior. A câmera traseira é também de 5MP, que faz vídeos em HD, e a frontal tem 1.2MP. O preço varia de R$ 1.580 a R$ 1.650.

Asus Fonepad

O híbrido da Asus, que também fabrica o Nexus 7 tem design e acabamento bem parecido com o tablet da Google, porém sem os botões físicos. O maior destaque é sua função telefone, inexistente nos rivais, que permite usar o chip SIM também para fazer ligações. A tela é HD, com 1.280p x 800p. Tem câmeras de 3MP traseira e 1.2MP frontal e armazenamento interno de 16GB (expansível para 32GB). Pode ser encontrado nas lojas on-line por entre R$ 800 e R$ 900.

Televisores

Smart TV Samsung Série 7 3D Full HD
 (Samsung/Divulgação)

As Smart TVs Série 7 têm base de metal giratória, com três entradas HDMI e três entradas USB. Obedecem aos comandos de voz tanto para ligar quanto para abrir programação multimídia, que inclui integração com rede sociais. O modelo escolhido, de 40 polegadas, tem tela Slim LED com resolução de 1.920p x 1.080p. Com apenas 2,97cm de espessura, tem conexão Wi-fi e acompanha quatro óculos 3D. Os preços variam entre R$ 2.400 a R$ R$ 4.300, de acordo com o número de polegadas.

Smart TV LG Cinema 3D Full HD

Concorrente mais direto da Samsung, o melhor modelo da LG apresenta a vantagem de ter tela de 47 polegadas, também com resolução 1.920p x 1.080p. O aparelho também conta com conexão Wi-fi, quatro entradas HDMI, USB e aplicativos de redes sociais, como Facebook e Twitter. Nele pode-se nele assistir ao YouTube via widget que vem no seu programa. Os preços variam entre R$ 2.700 e R$ 4.300.

Smart TV Philips
Série 4000 Full HD 3

O modelo 3D da Philips mais simples e mais barato é uma boa escolha. Com 32 polegadas, tem tela com resolução de 1.920p x 1.080p com tecnologia Digital Crystal Clear, que garante maior nitidez. A frequência da televisão é de 120Hz. Ponto negativo do aparelho está na integração com a internet, pois basicamente só navega pelo YouTube, sem interatividade com Facebook ou Twitter. O preço apresenta pequena variação, entre R$ 1.200 e R$ 1.300.

Smart TV Sharp Aquos 3D Full HD

A aposta da Sharp em uma  TV mais robusta, com 46 polegadas e resolução de 1.920p x 1.080p, é boa opção. Além de funcionar em 3D, apresenta opção superwidescreen, para assistir a filmes como num cinema. Tem quatro entradas HDMI (nenhuma USB) e conexão Wi-fi, além de uma entrada Áudio PC e para fones de ouvido. É boa para games, mas peca por oferecer apenas um óculos 3D. Os preços também variam: de R$ 2.099 a R$ 2.499.

Internet TV Sony 3D Full HD

O modelo de 40 polegadas oferece integração com smartphones e tablets. O recurso Media Remote permite aos usuários com aparelhos Android ou iOS transformá-los em um controle remoto e compartilhar fotos, filmes e músicas do dispositivo móvel. Vem com o Motion Flow XR 480Hz, que possibilita a reprodução de quadros por segundo oito vezes mais, tem conexão Wi-fi, quatro entradas HDMI e uma entrada de fone de ouvido. Também falha ao oferecer só um óculos 3D. Os preços vão de R$ 2.250 a R$ 2.799.



Cinco tendências em marketing digital para 2014

23/12/2013 11:30 EM Marketing

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No Marketing Digital, fazer previsões sobre tendências é um desafio e tanto, pois a velocidade com que novas tecnologias surgem torna complexa a tarefa de prever qualquer movimento do mercado.  No entanto, algumas inovações mostraram que vieram para ficar, e a tendência é que sejam usadas fortemente em 2014.  É o caso das tecnologias de monitoramento e redes sociais.
Ao mesmo tempo, alguns movimentos internacionais começam a ter mais força no Brasil já que a infraestrutura da tecnologia necessária para decolarem está chegando ao País. Estamos falando de Programmatic Trading, Native Advertising e Self-Publishing, tecnologias que já estão sendo fortemente aplicadas nos Estados Unidos e deverão ter uma presença muito maior no mercado brasileiro no ano que vem. https://lh4.googleusercontent.com/ZFsjeO9sKF67eFz38MoecHN2LVuA3meqi-37BACtKwlqnxVBYTm09tC9b4gA13DzfF2-jkmF0gAvtllCp7uY64PV7QRxHOnx0KwZO8xafqtEt6MIr1ZAIrvBnw
Assim, considerando este trajeto, podemos dizer que teremos cinco macro tendências na área de Marketing Digital para Brasil no Novo Ano. São elas:
1) Programmatic Trading
Em 2014, os sistemas assumirão gradativamente o papel do profissional de mídia. Os algoritmos irão comprar e distribuir a campanha de marketing digital de acordo com a movimentação do público-alvo, melhorando a efetividade dos resultados e reduzindo os custos. Isto é o Programmatic Trading­ e já é uma realidade
2) Native Advertising
Native Advertising é uma metodologia para campanhas de marketing que baseia o desenvolvimento de campanhas num formato personalizado, de acordo com o contexto de navegação e de interesse do consumidor. Atualmente, já existem vários sistemas que monitoram o comportamento do cliente. Estes dados deverão ser utilizados com maior profundidade pelas agências de marketing digital para personalizar suas campanhas, de acordo com desejos e  necessidades do cliente potencial.
3) Self-Publishing
Estamos vivendo a era do "Self". Inicialmente, era somente o "Selfie" proporcionados pelo Instagram e Facebook, com a publicação de fotos sobre o "eu" e "minhas" ações no mundo. No entanto, o que está surgindo agora é a tecnologia que permite às pessoas serem seus próprios publishers.  Muitas empresas estão investindo em plataformas e aplicativos para que as pessoas escrevam seu proprio conteúdo e publiquem. É o caso do Apple iBooks Author, do Calibre E-Book, do clickz.com, do LibreOffice, dobr.blurb.com. Existe até uma rede social para composição colaborativa de e-books, o Widbook, que foi desenvolvida por brasileiros. A tendência é que em 2014 as pessoas passem a usar muito mais estes recursos, inclusive com certa enfase para troca de conhecimento colaborativo.
4) Monitoramento e BI (Business Intelligence)
Com a importância que as redes sociais assumiram na vida das pessoas no Brasil, em um País que está entre os maiores em números de usuários de Facebook e internet, o monitoramento será cada dia mais valorizado.  Por isso, a tendência é que as tecnologias de monitoramento tornem-se cada vez mais eficiente e passem a oferecer não só resultados de campanhas e lançamentos para o meio digital, como também, insights cada vez maiores sobre como personalizar o marketing digital e atender melhor os clientes.
5) Redes Sociais e SCRM (Social Customer Relationship Management)
As empresas parecem ter atingido um nível de maturidade sobre o poder das Redes Sociais e o seu potencial para melhorar a comunicação com o cliente, a comunicação interna e a colaboração entre funcionários dentro das empresas, valorizar o marketing e potencializar a comunicação de campanhas, entre outros. Em 2014, mais empresas utilizarão as informações das redes sociais para melhorar seus serviços e produtos, interagindo e produzindo conteúdos de forma colaborativa.
Artigo encaminhado por Caio Soldi, CEO da agência de planejamento digital CVS, agência associada da APADi (Associação Paulista das Agências Digitais) e é especialista em Marketing Digital



Previsões tecnológicas para 2014 

 
Final de ano, época onde fornecedores de tecnologia e analistas de indústria fazem previsões para os próximos doze meses. Mas creio que estejamos agora em uma fase de consolidação das agora cinco ondas tecnológicas, pois não podemos deixar de adicionar a Internet das Coisas às ondas da mobilidade, social business, cloud computing e Big Data. Estamos saindo das fases de curiosidade e provas de conceito para colocá-las em prática. Algumas estão mais consolidadas como cloud computing (praticamente se tornando mainstream) e outras, ainda mais distantes, como Big Data, mas em todas o ano será de crescente adoção.
imagemMas, gostaria aqui de concentrar atenção em quatro movimentos que me parecem extremamente importantes: o primeiro é continuada evolução da mobilidade e o fenômeno da consumerização, da qual iniciativas de BYOD, BYOA ou BYOC (leia-se Bring Your Own Device, App ou Cloud) são as partes mais visíveis. Outro é o inicio da curva de adoção de sistemas cognitivos, o terceiro será o impacto das impressoras 3D na sociedade. O quarto é o conceito de DevOps, que acelera o processo de criação de sistemas agrupando desenvolvimento e  operação.  
Comecemos pela mobilidade e consumerização. A mobilidade estará cada vez mais presente. Se pegarmos apenas um fabricante, a Apple, vemos que ela sozinha vende mais de 200 milhões de dispositivos móveis iPod, iPhone e iPad por ano, que é aproximadamente o mesmo numero de aparelhos de TV vendidos anualmente no mundo todo.
O processo de amadurecimento da mobilidade está começando a eliminar a distinção entre o que é uma app de negócios e uma app voltada para o consumidor final. No dia a dia, o uso de apps como WhatsApp, Vine, YouTube, Facebook, Twitter e outras estão fazendo parte das atividades profissionais. Talvez nas corporações, por politicas ainda restritivas o acesso seja limitado. Mas pensemos em profissionais liberais, como advogados e médicos. Seu dia a dia profissional e pessoal absolutamente não tem mais fronteiras. Eles usam o WhatsApp para enviar mensagens tanto para seus amigos como para seus pacientes/clientes. 
Esse movimento vai chegar com força nas empresas. No ambiente corporativo está cada vez mais difícil explicar (e convencer os usuários) porque as apps baixadas de lojas como AppStore ou Google Play são tão intuitivas e fáceis de usar, interagem com vídeos e intensificam as interações sociais, enquanto os sistemas internos são complicados, apresentam interfaces pouco amigáveis e exigem dias de treinamento e leitura de manuais. Indiscutivelmente que vivemos em um ambiente de intensa interação. Em 2002 cerca de 80% do desempenho dos funcionários dependiam deles mesmos. Hoje, cada funcionário interage com pelo menos dez outros para efetuar suas atividades e seu desempenho depende da eficiência do grau de conexão entre ele e seus pares, bem como entre ele e seus clientes. Cerca de 2/3 dos funcionários atuam de forma muito mais colaborativa que há três anos e esta tendência continua se acelerando. Vai ficar mais visível em 2014. Creio que as iniciativas BYOD/A/C serão cada vez mais disseminadas e mais estruturadas (sendo pauta importante das reuniões dos executivos C-level), e menos ad hoc como a maioria das que vimos acontecer. Outra tendência será a crescente liberalização do uso de plataformas sociais nas empresas, que terá cada vez menos relutantes e seu uso se intensificará. Ainda vão acontecer erros e muitas empresas provavelmente falharão em definir guidelines claros e consistentes, mas é um processo de aprendizado normal. O fato é que será (e já é) simplesmente impossível de impedir os usuários de usarem seus smartphones e tablets. A não ser que eles sejam confiscados ao entrarem na empresa. Mas, se estiverem em home office?
Também acredito que veremos mais e mais apps corporativas saindo da mera cópia de sites adaptados para telas menores, para sistemas que realmente exploram o potencial de recursos dos equipamentos móveis, criando o que chamamos de systems of engagement. Em todas as áreas isto já está acontecendo ou vai acontecer. Por exemplo, em saúde, criando apps que engajem o paciente em iniciativas de auto monitoração, com interação direta com os serviços e seus médicos. Ou em esportes, como o caso da Nike que, inclusive, fomenta a criação de um ecossistema baseado na sua plataforma, para desenvolvedores criem suas próprias aplicações.
Observo também que se TI ficar à parte ou tentar criar empecilhos, será simplesmente contornado. Hoje, em muitas empresas, cerca de 80% do budget que envolve tecnologia tem interferência direta ou está sob responsabilidade dos executivos das linhas de negócio. É o famoso “shadow IT” que vai crescer na mesma proporção de TI não responder aos anseios da organização.
O segundo movimento que deverá se acentuar em 2014 serão os sistemas cognitivos, que ainda são relativamente desconhecidos. Alguns ouviram falar do Watson da IBM, mas é importante considerar que eles se constituirão em uma nova categoria de sistemas, que combina tecnologias já existentes com algoritmos preditivos sofisticados, linguagem natural, e “machine-based learning”. Tem grande potencial em muitas indústrias e recentemente a IBM criou um programa mundial de incentivo à criação de novas aplicações cognitivas, com a proposta de formação de um ecossistema de desenvolvimento de novos negócios. Vale a pena visitar o website do Watson e analisar os casos já existentes como os da Fluid, MD Buyline e Welltok. Sistemas cognitivos não são ficção cientifica e podem trazer excelentes resultados de negócios. Recomendo ler o texto “Cognitive systems redefine business potential”. Quem sabe se daí não surgem novas e inovadoras aplicações? Creio que veremos algumas delas já em 2014, principalmente criadas nos EUA porque atualmente o Watson só entende inglês americano. Neste ano a curiosidade em torno do tema deve se acentuar e provavelmente veremos eventos e palestras pipocando no mundo todo e talvez até mesmo, quem sabe, um no Brasil...
E as impressoras 3D? Começaram orientadas à produção de protótipos e maquetes, mas começam a ser usadas para aplicações de negócio. A BMW utiliza impressoras 3D para produzir instrumentos especiais que ela precisa para fabricação de seus carros e que seriam muito caros, se produzidos na manufatura tradicional, de produção em série. As impressoras tendem a cair de preço e espera-se que o mercado mundial alcance 3 bilhões de dólares em 2016 e mais de 5 bilhões de dólares em 2020. Poderão produzir brinquedos em casa (risco de ruptura no setor de varejo de brinquedos?). Com impressoras em casa, muitos produtos vendidos pelas lojas virtuais (e-commerce) dispensarão a logística da entrega em casa dos produtos físicos e a trocarão pela permissão do cliente fazer download do modelo e imprimir o produto em casa. Varejistas poderão criar centros de impressão 3D para produzir produtos customizados e com isso romper a divisão entre manufatura e varejo. A logística será afetada de forma significativa e no futuro a produção de produtos baratos poderá sair de países onde  a mão de obra é barata para se concentrar nas impressoras caseiras ou centros de impressão em países desenvolvidos. O fator custo de mão de obra poderá ser bem menos importante. Interessante este projeto de uma impressora 3D que pode imprimir cópias de si mesma. Em resumo, o que teremos de realidade em impressoras 3D em 2014? Algumas empresas industriais as usando de forma mais intensa, mas ainda estarão distantes do uso diário nas nossas casas. Mas, com certeza o tema será bem mais discutido.

DevOps
Indiscutivelmente que o mundo está cada vez mais acelerado e dependente de software. Software está em todos os lugares.
Quando falamos em software, podemos analisar dois momentos importantes: a fase de desenvolvimento e testes e a fase de operação. Nos primórdios da computação, nos anos 50, o programador em um computador como o IBM 1401 escrevia o programa e ele mesmo o operava. Com o surgimento dos mainframes /360 e o aumento do número e complexidade das aplicações, começou-se a criar os CPDs (Centros de Processamento de Dados) que agrupavam estas máquinas, que ficavam em locais de acesso restrito. Os desenvolvedores ficavam fora, em um setor de desenvolvimento e entregavam aos operadores os sistemas e programas para eles operarem. Criou-se a divisão entre desenvolvimento e operação.
Com a evolução tecnológica e a adoção dos modelos cliente-servidor e web applications, a computação se disseminou muito rapidamente. A automação também criou o conceito de “lights out data center”, onde nem mesmo era necessário a presença de operadores. A profissão de operador de computador se extinguiu, como os datilógrafos e operadores de telex. Os operadores passaram a ser sysadmins (administradores de sistemas), pois os computadores praticamente operavam sozinhos. Já não havia fitas ou discos para trocar. Com o alto nível de automação proposto pelo modelo de computação em nuvem os data centers passaram a ser locais quase desertos. Um exemplo é um dos mega data centers do Facebook, com 45.000 m² que opera 24x7 com milhares de servidores em cloud e apenas 35 funcionários.
Com a crescente digitalização da sociedade, as empresas passaram a ter uma extrema dependência de seus sistemas. Um sistema fora do ar por algumas horas provoca danos que podem afetar o resultado anual de uma grande corporação como um banco, uma empresa aérea ou um varejista. Além disso, o cenário de negócios instável da sociedade moderna não comporta mais esperas por meses para ter um sistema operando. As janelas de oportunidade se estreitam cada vez mais. Isto significa que os sistemas devem ser construídos e entregues rapidamente e as inevitáveis correções e evoluções tendem a serem efetuadas continuamente, quase que em ritmos mensais, semanais ou ate mesmo diários.
Isto nos leva aos desenvolvedores. O novo cenário tecnológico, com múltiplas e diferentes tecnologias, é altamente desafiador. Uma aplicação tem que rodar com eficiência em um ambiente de nuvem e utilizar os diversos recursos disponibilizados em smartphones e tablets muito diferentes entre si.
imagemA própria arquitetura das aplicações tem que ser reengenheirada. De modelos monolíticos, altamente integrados e fechados em si mesmo, para um modelo de serviços, com pontos de contato com o mundo exterior através de um ecossistema de APIs. Na prática nenhuma aplicação é uma ilha isolada. Ela deve proporcionar experiências positivas para seus usuários e, portanto, deve ser desenhada para criar interfaces com as plataformas de mídia social para eles compartilharem suas ações. Outro exemplo são interfaces que permitam obter dados sobre a pegada digital deste usuário (Big Data) de modo a aumentar a amplitude de sua experiência, como identificando e agindo de acordo com o contexto em que o usuário está inserido a cada momento de suas interações com a aplicação.
Aí me parece que surge um conflito. De um lado o modelo organizacional que envolve o ciclo de vida dos sistemas é dividido em uma área que desenvolve e testa os aplicativos e outra que os opera. Existem processos e regras que criam barreiras entre eles e como resultado uma aplicação de uma correção em um sistema é lenta para os tempos atuais. As estruturas organizacionais foram desenhadas para os Data Centers cliente-servidor e mainframes, com os setores de desenvolvimento e operação estanques e isolados.
Por que não repensar esta organização? Porque não tornar operação parte integrante do processo de desenvolvimento? As aplicações desenhadas para o paradigma de cloud são baseadas em conceitos diferentes das desenhadas para cliente-servidor. Os recursos de resiliência e monitoração agora fazem parte da aplicação em si. Um exemplo é o caso da Netflix. Creio que os CIOs devem começar a usar estas empresas inovadoras como benchmarks para suas próprias organizações. O conceito por trás deste modelo é o DevOps.
Os processos de criação de sistemas sofrem profundas mudanças com o conceito de DevOps. As extensas e demoradas listas de requisitos funcionais, que tentavam ser as mais amplas possíveis, cedem lugar a um conceito baseado na proposta de “lean startup”, que propõe criar uma base funcional que opere de imediato com o que seja considerada a funcionalidade mais valiosa do aplicativo e depois, a partir desta primeira versão, adicione funcionalidades adicionais de forma contínua.
Além disso, ao invés de equipes de desenvolvimento, teste e operação separadas, os profissionais são agrupados em equipes em torno de serviços ou conjunto de serviços e funcionalidades. O resultado é que temos multidisciplinaridade com desenvolvedores e pessoal de operação trabalhando de forma integrada e colaborativa. Portanto DevOps representa uma ruptura na cultura tradicional de desenvolvimento e gestão do ciclo de vida das aplicações. Utiliza os conceitos já consagrados de “agile development” e adiciona as práticas de “lean startup”, criando um novo paradigma. É um processo colaborativo por excelência e demanda atividades em paralelo, e não apenas sequenciais como na maioria dos processos de desenvolvimento adotados hoje. É, no fundo, uma nova doutrina para criação de produtos de software.
E para 2014? Para mim este conceito vai começar a ser debatido com mais intensidade e aos poucos adotado pelas organizações. Ainda é visto como válido apenas para start-ups do mundo da Internet, mas pouco a pouco as empresas como bancos, varejos etc., vão admitir que o conceito é valido para elas também. Sugiro olhar a estratégia da IBM quanto a DevOps, e fazer o download grátis do livro “DevOps for Dummies” que, sem brincadeira, dá uma boa visão inicial do conceito.


Dez profissionais de TI mais demandados em 2014

Dinâmica do mercado exige talentos aptos a lidar com as novas tecnologias

Edileuza Soares 17 de dezembro de 2013 

O momento é propício para profissionais de TI que estão se preparando para dar um upgrade na carreira em 2014. A pressão para que as empresas invistam em tecnologias mais avançadas vai abrir oportunidade para especialistas que estejam em linha com as necessidades do mercado. Novos cargos devem ser criados e alguns talentos serão mais disputados, com perspectivas de valorização salarial.
Projeções de consultorias em RH como Michael Page, Hays, Randstad Technologies, Robert Half e CTPartner sinalizam que o mercado de trabalho na área de TI continuará aquecido no próximo ano. Pesquisas e guias de salários para 2014, divulgados por essas empresas, apontam aumento das contratações e das remunerações para talentos qualificados.
“Das 700 empresas que entrevistamos para o nosso guia salarial, 60% disseram que vão fazer contratações em 2014”, afirma Caroline Cadorin, gerente de TI na Hays.
Como resultado disso, alguns profissionais serão mais valorizados em 2014, especialmente em indústrias de web e serviços. O Guia de Salários da Robert Half revela que especialistas em ERP, por exemplo, poderão ser reajustados em até 44%.
Caroline aponta que profissionais com conhecimento de bancos de dados, redes móveis, infraestrutura, segurança da informação e desenvolvimento de software estarão entre os mais procurados para atender projetos como de Big Data e mobilidade.
Os mais assediados serão os experientes que conhecem bem tecnologia e estratégias de negócios. Alguns serão mais difíceis de serem encontrados como cientistas de dados, recurso escasso não só no Brasil.
Outras profissões ganharão mais destaque a partir do próximo ano como o Chief Digital Officer (CDO), que Marc Gaperino, sócio-diretor da CTPartners em Nova York, considera imprescindível na transformação digital dos negócios. O Chief Mobility Officer é outro que chegará para ajudar as empresas a colocar ordem nos projetos de BYOD (Bring your Own Device).
Capacitação de talentos
Como o déficit de mão de obra qualificada mantém-se alto no Brasil, encontrar o perfil adequado para a vaga certa permanecerá sendo um dos maiores desafios das companhias em 2014. Lucas Toledo, gerente da divisão de TI da consultoria Michael Page Brasil, aponta que continuarão fortes os investimentos no próximo ano em capacitação interna de mão de obra com programas de trainee e projetos de universidades corporativas.

Surge também no mercado local o trabalho de consultoria em RH, que prepara talentos de acordo com as necessidades dos clientes como é o caso da holandesa Randstad Technologies, que opera há um ano no Brasil. Frederico Costa, gerente regional no Brasil, explica que a empresa aplica um teste aos candidatos para avaliar o conhecimento deles em determinadas tecnologias.
Caso haja algum gap de conhecimento, ele é treinado e certificado como, por exemplo, em linguagem Java. Segundo o executivo, esse trabalho faz com que a Randastad seja mais assertiva na apresentação de talentos capacitados aos seus clientes e com maior chance de contratação.
Na opinião de Sandro Melo, professor e coordenador do curso de Redes de Computadores da BandTec, faculdade de TI ligada ao colégio Bandeirantes, os talentos de TI precisam reinventar-se constantemente.
Para ajudar os jovens talentos a se preparem para o mercado de trabalho, e os CIOs a contratarem melhor, Melo lista as dez principais competências que oferecem o mix de habilidades necessárias para suprir as novas exigências das empresas.
1. Cloud computing e virtualização
A computação em nuvem possui um modelo de infraestrutura de TI que provê recursos de modo mais fácil e econômico. Dessa forma, as empresas podem pensar em ter mais aplicações para aprimorar e alavancar negócios, o que, consequentemente, demanda que os profissionais de TI e os desenvolvedores de aplicativos tenham a habilidade de explorar os recursos da nuvem. 

O primeiro passo para pensar em nuvem é a virtualização. Todavia é possível ter um ambiente baseado em virtualização que não atenda todos os quesitos para ser classificado com uma infraestrutura de nuvem. 
Por isso, cada vez mais, o mercado requer profissionais que conheçam virtualização e que saibam trabalhar com o modelo novo de data center, desenhado para este fim. Apesar de muita tecnologia estar sendo virtualizada, ainda “falta gente com competência apurada nesse segmento”, constata o professor da BandTech.
2. Programação e desenvolvimento de aplicativos
“Saber programar é e sempre será um grande diferencial em qualquer função de TI”, afirma Melo.  Esta é uma habilidade importante, não só para quem atua com programação, mas também em outras áreas, como, por exemplo, o profissional de rede e banco de dados, em que o conhecimento de programação passa ser um diferencial para prover automação e escalabilidade.  

“As empresas querem funcionários que criem tecnologias com o objetivo de aprimorar processos por meio de programação e desenvolvimento de aplicações”, complementa.
3. Armazenamento de dados
Outra competência em alta. “As pessoas falam de computação em nuvem e se esquecem que esses arquivos têm que estar armazenados em algum lugar”, explica Melo. Por isso, há uma demanda crescente de profissionais com capacidade de criar, registrar, armazenar e gerenciar grande quantidade de estoque de dados.

4. BI
As empresas já aprenderam que inteligência de dados é algo relevante. Apesar de ser uma competência consolidada, as crescentes demandas motivam um campo fértil para expansão e também especialistas com domínio em BI.

5. Big Data
É preciso tratar dados não estruturados e torná-los úteis. Isso demanda profissionais com conhecimentos arrojados, que tenham boa base educacional nas áreas exatas, como cientistas de dados. Big Data é uma das principais prioridades para muitas empresas, mas precisa de pessoas certas para analisar a montanha de informação gerada todos os dias, principalmente a produzida pelas redes sociais. 

6. Mobilidade
Em um futuro próximo, as pessoas deixarão de comprar computadores e passarão a utilizar apenas dispositivos móveis. E conforme há o crescimento deste recurso, as empresas passam a precisar, cada vez mais, de profissionais que estejam aptos a lidar com as demandas relacionadas à proliferação de tais dispositivos.

 7. IPv6
A “Internet das Coisas” vai gerar um outro conceito computacional, por isso é necessário existir estrutura que permita isso. No entanto, infelizmente, o Brasil ainda é um dos países que pouco fizeram. Muito disso por conta da falta de profissionais capacitados em IPv6.

8. Segurança
Garantir segurança nos ambientes atuais está cada vez mais complexo. Por isso, o mercado tem procurado profissionais que tenham a capacidade não só de construir modelos de segurança, mas também de testá-los, além de serem capaz de atuar quando o problema ocorrer.

 9. Soft Skills
Além das competências técnicas listadas acima, cada vez mais as empresas têm reconhecido a importância dos fatores comportamentais no trabalho. Seja para o sucesso dos projetos e processos, ou ainda, para o próprio desenvolvimento profissional, competências globais em gestão têm tido o mesmo peso que os conhecimentos técnicos.

“O ideal é que um profissional tenha um bom equilíbrio entre os hard e os ‘soft skills”, comenta Melo.  Para trabalhar essas competências com seus alunos, a BandTec oferece aos estudantes o Programa H, que integra formação humanista aos cursos de TI oferecidos pela instituição.
10. Inglês
Falar inglês na área de TI é essencial. Muitas das tecnologias são desenvolvidas nesse idioma, por isso, assim como uma boa formação, o idioma faz parte das competências necessárias do profissional que escolhe atuar em TI.


quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Libertagia - Mais uma rede social que promete dividir seus lucros com os usuários.






Muita gente a um tempo atrás foi seduzido pelos vídeos do Willian Gil, chamando para entrar num site de leilão on line o ZeekRewards (se quiserem lembrar dele está no post de maio/2012 - Zeek Rewars ). O Cara é fera mesmo, tem bastante carisma de vendedor... O Site não foi para frente, mas ele conseguiu vender o peixe dele. Chamou atenção de outras empresas e uma delas o contratou... Agora ele está na Libertagia. Libertagia é mais uma rede social, parecida com o FaceBook, que oferece espaço gratuito para compartilhar fotos, vídeos e músicas, fórum para discussão, publicidade PTC (ganhe para ver publicidade), e uma novidade que não vejo muito por aí que é um sistema de rifa on-line: Você escolhe um prêmio, cria a rifa e ganha tickets para vender a sua rifa on-line ou presencialmente. Outra oportunidade que o Libertagia quer aproveitar é a mania "das nuvens". Ter seus arquivos de backup salvos não num pendrive ou HD externo e sim num servidor nas nuvens... Boa aposta, está na moda...
 
Eu já entrei em outras redes sociais que fizeram a mesma promessa. Torço muito para uma delas vingar, e se firmar no mercado... Mas  é claro que se isso ocorrer para ficarmos felizes nós temos que fazer parte da rede social! Eu já entrei... Se quiser apostar pode entrar: está aqui o link: www.libertagia.com/danielrdp
 
Atualmente, on-line, só tenho ganho dinheiro com os Sites PTC e vendendo espaço publicitário... Mas vou repetir o que disse em outros post:(O post foi de janeiro de 2012, chamado o Poder do Nós, se quiser ver inteiro está aqui)
 
Vou re-escrever alguns trechos só trocando o  WazzUB pelo Libertagia (WazzUB era a bola da vez da época e Libertagia é a Bola da vez de hoje...)
 
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"
Eu já entrei em várias comunidades tipo FaceBook/Orkut que prometem pagar pelo uso, Por postar, por indicar, etc... A ideia é boa, pois o nicho é grande! Usuários no Facebook e Orkut que já escrevem, clicam e compram sem receber nada tem de montão. E o dinheiro de publicidade também existe... basta ter uma boa política de distribuição e o negócio pode funcionar.

O problema é que até agora nenhuma delas vingou. Quando começam a ganhar um pezinho, quando chegam a um tamanho em que é necessário muitos servidores para atender a quantidade de usuários que crescem exponencialmente o site não consegue acompanhar o crescimento.Ou então nem consegem esse crescimento todo que imaginaram e caem no esquecimento.. Tem alguns que se tranformam em site de compras-coletivas, ou em simples foruns, ou tem problemas jurídicos, ou são adquiridos por sites maiores ou simplesmente somem. Os maiores exemplos que eu lembro é a Onda Oi, youtaz, gvolive e a Yuwie, people string, Socyer, Klykot, MLMSocial e WazzUB.
 
(...)
Mas uma coisa é boa... Mesmo se não funcionar a remuneração, pelo menos audiência, visitantes para o site/blog, fórum de discussões isso funciona, compartilhamento de fotos/vídeo/links, alguns tem até joguinhos, isso funciona então acaba sendo melhor que usar os "grandões". Mas é claro que muitos usuários também já perceberam essa vantagem o que deixa essas redes sociais cheio de propagandas! (O que nem é uma desvantagem, o Orkut e o facebook também está assim!!) 
(...)
A minha aposta é que esse Libertagia vai se tornar mais uma dessas... O meu conselho é o seguinte: use como uma rede social qualquer... Utilizando o Fórum, compartilhamento de fotos e vídeos, fazendo amigos e compartilhando ideias, etc... E quem sabe uma delas consiga sucesso em suas teorias e aí além de acessar uma rede social você ganhará uma graninha!" 

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Existe motivos para acreditar na empresa? Sim! Pois a ideia é boa e o nicho é grande, basta ter uma boa política de distribuição para o negócio funcionar. Existem motivos para não acreditar na empresa? Sim! Basta ver esse montão de exemplos similares que fracassaram. Eu pessoalmente acredito na idéia: uma empresa que executar bem a ideia vai prosperar. Se vai ser dessa vez eu não sei... Temos que apostar...
 Agora vou colocar a apresentação da Libertagia, o PPS mostrando a empresa, o Vídeo do William Gil e o e-mail que recebi do Blog ganha-facil chamando para se integrar no Libertágia, e no final um FAQ com perguntas e respostas para ver se você quer apostar junto comigo nessa nova revolução!...



Um lugar confiável.

Redes sociais, blogs, sites e arquivos pessoais. Tudo em um só lugar, feito para você.

 

Quem somos

A LibertàGià é uma empresa de tecnologia que atua em nível internacional e nasceu com o propósito de desenvolver aplicativos que possibilitem resolver problemas comuns da vida das pessoas. Queremos integrar a tecnologia necessária para que todos, em um só lugar, possam realizar suas atividades profissionais, pessoais e sociais. Chamamos isso de utilidade!

Responsabilidade Social

Apoiamos projetos de sustentabilidade que visam solucionar problemas sociais comuns: pobreza, desigualdade social, falta de profissionalização, educação. Acreditamos que o sucesso de nosso negócio será medido pela quantidade de vidas que consigamos transformar. Chamamos isso de prosperidade!

Plano de Negócio

Escolhemos o sistema de marketing multinível para a distribuição de nossos produtos. Este sistema nos permite distribuir ganhos aos nossos afiliados, provindos da venda efetiva dos produtos ou do recrutamento de novos vendedores. Chamamos isso de liberdade!
https://s3.amazonaws.com/cdn.libertagia/apresentacao-libertagia-beta-1.6.ppsx
Apresentação Oficial
Versão: Beta 1.6

 




Nossa Missão

Criar soluções na internet que resolvam problemas cotidianos. Desenvolver ações e projetos socialmente sustentáveis, criando um lugar útil, livre e principalmente confiável. Aqui na LibertàGià a pergunta é: quantos benefícios nós estamos levando às pessoas?

Nossa Proposta

Construir algo diferente e melhor do que já existe. Uma empresa inteligente, movida por uma causa que beneficie as pessoas e gere liberdade financeira. Nos preocupamos com a durabilidade e proteção do negócio em nível global e não somente com lucros e dividendos. Chamamos isso de um lugar confiável.
Acreditamos na promoção da prosperidade, da liberdade e da qualidade de vida! Diminuir a pobreza no mundo e a violência por ela gerada nos aproxima da paz mundial e nos faz ainda mais apaixonados pelo que fazemos!
E você? Quer mudar o mundo a sua volta?


LibertàGià um novo e cativante MLM
Posted: 08 Nov 2013 02:06 PM PST
Quando o meu blog começou a ter visibilidade online, passei a ser "bombardeado" regularmente por diversos leitores com as mais variadas propostas de negócio, todas prometendo montanhas de ouro, retorno garantido ou "aquela oportunidade única na vida" que ninguém deve perder. O problema é que após breve análise das propostas, chegava à conclusão que ganhava mais se estivesse quieto.

Não é fácil convencerem-me a entrar em um negócio MLM (Multi-Level Marketing), todos conhecem a história desta ou daquela empresa que muito prometia mas nada rendia. Como as minhas finanças e as dos leitores deste blog são um assunto sério, fui adiando a minha entrada na MLM na expectativa de um dia ser atraído para algo que me deixasse realmente surpreendido, excitado e com vontade de experimentar. Esse dia chegou.

O que me atraiu na LibertàGià

A LibertàGià foi lançada mundialmente num evento de gala em outubro de 2013, realizado em Lisboa, que mereceu a menção em jornais como o Público ou a rádio TSF. Trata-se de uma empresa italiana de tecnologia, com capital brasileiro, que abriu sede em Portugal (no Parque das Nações junto à Microsoft), contribuindo assim com a criação de 50 novos postos de trabalho no país. O presidente e CEO é nada mais que o conhecido "Marketeer" português Rui Salvador.

Pretende ser uma empresa de Marketing Multi-Nível revolucionária ao oferecer uma maneira fácil de ganhar dinheiro sem um único investimento inicial. Por apenas 10 a 20 minutos do nosso dia a realizar simples tarefas, como visitar diferentes sites (como num site PTC), ganhamos até $50 por mês.

Este foi sem dúvida o maior motivo que me levou a entrar no LibertàGià, temos finalmente um sistema MLM onde somos convidados a entrar, experimentar, ganhar e só depois decidir se queremos evoluir a nossa conta com algum dos planos de investimento disponíveis.

Mas há mais motivos para dar uma hipótese ao LibertàGià, aqui está um resumo dos pontos que considero positivos:
  • Esta é a melhor altura para entrar - a empresa foi lançada recentemente. Apesar de ainda estar em fase beta, devemos aproveitar enquanto o site é pouco conhecido para começar a construir a nossa rede;
  • A companhia é legítima - para já tem apenas um escritório físico em Portugal, mas já está prevista a abertura de mais escritórios pelo mundo;
  • Não precisas de referidos - com o pacote inicial gratuito os membros conseguem garantir o seu lucro dependendo apenas do seu trabalho;
  • Cartão de débito próprio - o site prepara-se para lançar o seu próprio cartão de débito que vai permitir aos membros utilizarem o dinheiro do seu saldo nas compras do dia a dia, evitam-se assim as demoradas transferências de dinheiro.
E que tal conhecer a equipe por trás do projecto? Vejam este vídeo de apresentação feito no Parque das Nações.


Há sempre algo menos positivo

Como já devem ter percebido o LibertàGià chegou com toda a força a este mercado e consegue revolucionar em muitos aspetos que afastavam as pessoas de entrar em MLM. Tal como eu, também devem estar agora a pensar que esta é uma oportunidade a não perder, mas atenção, nada nesta vida é perfeito nem eu quero de todo passar essa ideia do LibertàGià.

Como em todos os negócios online deste tipo devemos ponderar todas as hipóteses e perspectivas antes de avançar com qualquer que seja o investimento. O LibertàGià passou por uma fase de desenvolvimento de mais de 13 meses antes de ser lançado mas só o tempo demonstrará a sua viabilidade.

Um dos pontos mais negativos para já poderá ser o alto valor para pagamento, parece complicado alcançar a marca de $500 mas com as oportunidades que estão a aparecer para ganhar, muitos irão chegar a esse valor com facilidade.

Outro aspecto que deve ser acompanhado são os produtos associados à empresa, para já existe apenas um chamado de LiveinBox, que não parece ser muito diferente das ofertas já existentes apresentadas por outras companhias. Para prosperar a empresa terá de continuar a apresentar mais produtos.

Alcança a tua liberdade

Para quem ainda não percebeu LibertàGià significa liberdade. Esta pode ser a oportunidade de negócio que vai libertar muitas pessoas financeiramente, adorava que pelo menos um dos leitores deste artigo alcançasse essa felicidade.

Tentei resumir esta apresentação ao essencial para quem está a começar, mas prometo que irei acompanhar a evolução da LibertàGià com novos artigos no blog e publicações na página do Facebook.

Junta-te a mim e começa já hoje a construir o teu futuro nesta rede MLM, clica no link em baixo e regista-te em LibertàGià!







Libertagia - Perguntas e Respostas - Dúvidas Frequentes


A empresa Libertagia está crescendo progressivamente, até o momento são mais de 70.000 Afiliados, estamos diante de uma empresa internacional, com produtos tecnológicos inovadores e úteis, que não para de evoluir. A Libertágia tá que tá, estamos de olho em  seu progresso e todo o sistema está a cada dia mais rápido, estamos trabalhando com cada vez mais  rapidez.

Hoje trago algumas duvidas básicas várias perguntas e respostas, que acabam sendo bastante comuns. vamos lá.


Como me cadastro na Libertagia? é só acessar o site? 
Não!! é necessário ser convidado por alguém que já esteja na empresa. (patrocinador). Continue lendo mais abaixo disponibilizo um convite via banner.
OBS: No cadastro você verá o campo: "NUMBER OF IDENTIFICATION", preencha com seu RG mas somente números, sem letras, pontos ou traços.

Tenho que acessar TODOS os dias, senão perco os ganhos de toda a semana?
Não!! está aí um ponto muito positivo, diferente de muitas empresas por ai, a Libertágia, não obriga a gente acessar todos os dias, por exemplo, se não der para fazer a tarefa em um certo dia, ela acumula para o dia seguinte.

As tarefas são todos os dias? 
Não! As Tarefas na Libertágiá são somente de segunda a sexta.  A atualização de nossos ganhos semanais no back office ocorre entre sábado,domingo e segunda.

Posso cadastrar mais de uma pessoa via mesmo IP?
Sim, A empresa aceita. Você pode cadastrar quantas pessoas quiser desde que sejam verdadeiras.
OBSERVAÇÃO: Todos os associados terão que enviar imagem do documento COM FOTO cadastrado na empresa para que ela possa conferir os dados e assim enviar o cartão para os saques.

Posso cadastrar meus parentes que moram em minha residência como mesmo IP?
Sim. todos podem cadastrar com o mesmo IP ("mesmo conexão" - Internet Protocol) e ganhar sem investir nada. E você ainda ganha além dos bônus da produção deles, a pontuação, caso queira construir sua rede de indicados.

Recebo bônus das vendas ou publicidades dos meus indicados Bronze?
Sim. Mesmo  você sendo Bronze recebe de todos os planos (Bronze  Prata e Ouro).

Existe alguma taxa de adesão ou mensalidade para eu me qualificar aos ganhos de vendas e publicidade, se eu for Bronze? Não!! Não há qualquer tipo de mensalidade ou taxas.Você ganha sem investir ou pagar nada.

Quanto tempo posso ficar como Bronze antes de ter que fazer Upgrade?
Você pode ficar o tempo que quiser, não existe qualquer obrigatoriedade para fazer upgrade.
Lembrando que o contrato é de 12 meses renovável.

E nesta renovação? Tenho que fazer Upgrade?
Não. Você pode renovar como Bronze, se quiser.

Mas como Bronze não vou demorar muito para alcançar os US$ 500 dólares?
Sim. Mas se você quiser acelerar o processo aconselho que então faça vendas ou busque indicar pessoas para ganhar as comissões (bônus) sobre as publicidades e vendas realizadas por eles e pelos indicados deles.Ou ainda, se achar interessante pode fazer Upgrade, pois os ganhos dos planos PRATA e OURO são maiores, isso encurtará o tempo para alcançar o valor mínimo para saque.

Existe alguma qualificação para poder ganhar os bônus de liderança, que é da formação da rede de indicados? Sim. A primeira é que independente de você ter derramamento deve ter pelo menos um indicado direto de cada lado em sua rede.
Este indicado pode ser Bronze? 
Sim, pode ser Bronze, Prata ou Ouro, tanto faz.

Qual a segunda qualificação?
Na verdade não é bem uma qualificação, mas dependendo do plano, para você sacar os bônus de liderança, aí sim você paga um contribuição para realizar este saque.

Mas essa contribuição é só para saques do bônus de liderança ou para qualquer saque?
Só para saque dos bônus de liderança, para os saques dos demais ganhos não se paga absolutamente nada para LibertàGià.

Essa contribuição passa a ser mensal?
Não. Você só paga quando achar que é a hora de sacar os bônus de liderança. Você pode por exemplo sacar a cada 3 meses ou num intervalo ainda maior e só pagará a contribuição quando for sacar.

Como farei o saque?
A empresa irá emitir um cartão de débito internacional e enviará para sua casa. Você poderá sacar até US$ 2000 dólares ao dia e efetuar compras de até 25000 dólares ao dia, obviamente desde que você tenha saldo.
Como posso pagar meu upgrade?
Você poderá emitir um boleto bancário e pagar sua adesão.

Posso utilizar o cartão de crédito para pagar a adesão?
Não. Os pagamentos serão somente através de boleto bancário.

Qual o valor mínimo para saque?
A princípio a empresa fixou um mínimo de US$ 500 dólares.
Amigo, basicamente nossa tarefa é visualizar apenas 10 anúncios por dia, (BRONZE) nisso, cada anúncio nos paga exatos US$ 0,23 por dia, ou seja, são US$ 2,30 dólares gerando mensalmente US$ 69,00 Dólares. 
Como o o dólar está girando em torno de R$ 2,20, logo temos cerca de R$ 151,00, lembrando que podemos colocar nossa família, vamos supor que 5 pessoas entrem, com isso teremos mensalmente um ganho de cerca de R$ 755,00.  Lembrando que existem outros planos que são PAGOS, mas não é obrigatório. E TEM MAIS: A EMPRESA TRARÁ OUTRAS FORMAS DE GANHOS EM BREVE. APROVEITE!

ATÉ MAIS!

"A Internet foi a mudança mais fundamental durante minha vida e para centenas de anos. Alguém outro dia disse,  'É a maior coisa desde Gutenberg', e então outra pessoa disse: 'Não, é a maior coisa desde a invenção da escrita'." (Rupert Murdoch)

Vídeos do Libertagia TV:
CADASTRE-SE NO LIBERTAGIA AGORA

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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Consoles - Plataformas Compactas entram no mercado

A outra batalha dos consoles 

 Plataformas compactas surgem como alternativa aos caros videogames, mas têm que superar desafios para ganhar mercado. Enquanto isso, alto preço do PS4 segue provocando revolta


Publicação: Jornal Estado de Minas 24/10/2013 Reporteres: Silas Scalioni,Gustavo Perucci e Max Valarezo Especial para o Estado de Minas
Eles são compactos, mas não se enquadram na categoria dos portáteis – como o PS Vita ou Nintendo 3DS. Ao mesmo tempo, conectam-se à televisão e põem um joystick na mão dos jogadores – embora não sejam exatamente competição direta para o PlayStation ou o Xbox. Trata-se de microconsoles, desenvolvidos para rodar com sistema Android e levar jogos mais modestos para as telas dos jogadores, representados principalmente pelo Ouya, M.O.J.O. e Nvidia Shield. Com diferentes propósitos e recursos, cada uma dessas plataformas busca ser uma alternativa de entretenimento aos grandes e caros videogames capazes de processar jogos mais sofisticados. Esses novos projetos prometem iniciar uma fase interessante do mercado, mas têm desafios para enfrentar se quiserem se manter como uma opção atraente para quem busca diversão de qualidade.


Enquanto isso, a anunciada venda do PlayStation 4 no país por R$ 4 mil, o que faz do videogame o mais caro do mundo, segue provocando polêmica. Apesar do preço tido por muitos como absurdo, a empresa tenta justificar culpando a carga de impostos que recai sobre os produtos importados no país. E afirma ainda que vai perder dinheiro com a venda do console por aqui. Mas será que uma companhia como a Sony, acostumada a lucrar bastante com a reconhecida qualidade de seus produtos, lançaria algo em algum mercado sabendo que iria perder dinheiro? Certamente não e, a julgar pela reação dos consumidores, ela vai dar um tiro no pé.
 
 
 
Micro no tamanho, macro na mudança  
Empresas inovam ao usar Android e levam games simples para telas maiores. Ouya chama a atenção de desenvolvedores independentes. Nvidia Shield é capaz fazer streaming via wi-fi

Saulo Camarotti (D) arrumou um Ouya para sua desenvolvedora, a Behold Studios:
Saulo Camarotti (D) arrumou um Ouya para sua desenvolvedora, a Behold Studios: "Você testa o jogo no seu console e o lança on-line"
 2013, pode-se dizer, já entrou para a história dos jogos eletrônicos pelo fato de ter sido o início da nova geração de videogames – o PlayStation 4 e o Xbox One. Contudo, o segundo semestre trouxe outra importante batalha de consoles: o surgimento de aparelhos compactos com sistema Android para levar títulos mais simples às telas maiores. São os casos do Ouya, do M.O.J.O. e do Nvidia Shield.

O primeiro deles nasceu sob uma campanha de estrondoso sucesso no site de financiamento coletivo Kickstarter, entre julho e agosto do ano passado. O objetivo inicial era arrecadar US$ 950 mil, valor alcançado em apenas oito horas, mas o Ouya conseguiu um total de impressionantes US$ 8,6 milhões.

O propósito declarado do Ouya é levar toda a experiência dos games móveis para uma televisão: “No fundo, você sabe que suas melhores memórias de jogo aconteceram em uma sala de estar”, mostrava a página de Kickstarter do microconsole.

O mesmo acontece com o M.O.J.O., criado pela Mad Catz, empresa conhecida pelos controles que fabrica. Já o Nvidia Shield tem um conceito um pouco diferente: ele funciona como um portátil, à semelhança do PS Vita. Além de pôr à disposição os títulos de Android já conhecidos, ele é capaz também de fazer streaming via wi-fi de jogos de computador, caso o usuário queira sair da frente do monitor e continuar de onde parou no sofá, por exemplo. Para tanto, porém, o PC deve ter uma configuração mínima específica, disponível no site do videogame.

Apresentar uma nova forma de jogar títulos conhecidos não é o único diferencial dos microconsoles. A maneira de se inserir no mercado aponta uma visão diferente sobre como se consomem jogos. Todos os títulos do Ouya são ofertados, a princípio, de graça. O lucro viria a partir de estratégias já conhecidas: upgrades ou itens que só podem ser adquiridos se forem comprados com dinheiro ou a exigência de uma taxa mensal de assinatura após um período grátis, por exemplo.

Enquanto o Ouya tem a própria loja, o M.O.J.O. terá acesso ao Google Play e à Amazon. O Nvidia Shield, por sua vez, terá um modelo misto, com Google Play e com uma loja própria, a TegraZone. M.O.J.O. e Nvidia Shield têm outro fator em comum: facilitam a vida de quem já possui uma conta Android, pois todos os jogos já baixados previamente em outros dispositivos são instalados no aparelho automaticamente.

Dos três microconsoles, não há dúvidas de que está mais sob os holofotes é o badalado Ouya. As primeiras unidades já foram entregues e a loja virtual já está em atividade. Muito da popularidade inicial do videogame se deu por um diferencial que, desde o início, chamou a atenção: a facilidade que ele proporciona para desenvolvedores independentes.

COMO OS INDIES GOSTAM Para Saulo Camarotti, da Behold Studios, o Ouya conseguiu chamar a atenção por causa da simplicidade de publicação do sistema aberto. “É muito simples. Você desenvolve seu jogo, testa no seu Ouya e lança on-line. A gente não precisaria falar com o pessoal do Ouya nem comprar um caro kit de desenvolvimento, como acontece com o PlayStation ou com o Xbox.” Raphael Nunes, diretor de programação da Give me Five, de Brasília, concorda. “É atraente porque não precisa de um investimento muito grande. Mesmo assim, apresenta as vantagens dos grandes consoles.”

O maior sucesso da loja do Ouya, TowerFall, é fruto do trabalho de uma desenvolvedora independente, a Matt Makes Games Inc. Lançado exclusivamente para o console, o título teve toda a arte desenvolvida pela MiniBoss, estúdio indie de São Paulo, após convite da desenvolvedora do game. Segundo Amora B., artista da MiniBoss, a empresa teve interesse no Ouya desde o anúncio inicial. “A ideia toda nos pareceu muito ousada e merecia o nosso apoio”, conta.

Apesar da empolgação inicial em torno do Ouya, o aparelho tem dividido opiniões. Segundo especialistas, por ser um novo modelo, há ainda desafios para que microconsoles abertos possam ter grande popularidade. Recentemente, a diretora-executiva do Ouya, Julie Uhrman, anunciou que 73% dos usuários do dispositivo não estão gastando dinheiro na loja. Em vez disso, têm apenas jogado as partes gratuitas dos games baixados.

Para Camarotti, outro problema, além do rendimento baixo, é a qualidade dos games disponíveis. “Há jogos que vão ser adaptados de celular e tablet para o Ouya, mas nem todos eles vão conseguir fazer essa transição direito”, opina. Apesar das dificuldades, Nunes ainda se mostra empolgado. “A gente está de olho em todos esses novos consoles. Quanto mais oportunidades tivermos de divulgar nosso trabalho, melhor.”


TRÊS PERGUNTAS PARA...
. Amora B.
. da miniboss
TowerFall é, até agora, o game de maior sucesso na loja do Ouya. Na sua opinião, por que o jogo está dando tão certo?
O Ouya tem pouquíssimos jogos e a maioria deve ser meio ruim, como acontece em qualquer plataforma de fácil acesso para desenvolvedores. Então, é claro que um jogo com o nível de qualidade do TowerFall acaba se destacando. Mas outra coisa que contribuiu é que ele foi desenvolvido pelo Matt por pura diversão. Quando nos divertimos desenvolvendo um jogo, e focamos em deixá-lo divertido para os outros também, a chance de ele ficar incrível é infinitamente maior do que quando só se pensa em como vai ser vendido depois ou a quem ele vai agradar.

Qual é o principal desafio que microconsoles como o Ouya têm pela frente para que possam de fato engatar e ter muito sucesso?
O maior problema, por enquanto, é a falta de jogos exclusivos. Eu sempre comprei os consoles da Nintendo depois que saía algum Zelda, por exemplo.

A MiniBoss tem planos de desenvolver os próprios jogos para o Ouya também?
Sim, estamos trabalhando em um remake do Out there somewhere há alguns meses e uma das plataformas para as quais pretendemos lançá-lo é o Ouya.
 
 
Nas alturas  
Não são novidade os altos preços de produtos tecnológicos que chegam ao Brasil, mas desta vez a Sony exagerou com o lançamento do seu aguardado PlayStation 4

O colecionador de consoles Cleidson Lima (na foto, com um Odyssey e um Telejogo) acha que a estratégia da empresa japonesa, que produz o PS4, não se justifica  (Arquivo Pessoal)
O colecionador de consoles Cleidson Lima (na foto, com um Odyssey e um Telejogo) acha que a estratégia da empresa japonesa, que produz o PS4, não se justifica
 Os cálculos da Sony para justificar o elevado preço do Play Station 4 (R$ 4 mil) têm sido amplamente questionados por especialistas em tributos, mesmo reconhecendo-se que os impostos no Brasil realmente pesam na hora de se definir o preço de um lançamento por aqui. Segundo a Sony, R$ 858, ou 21,5% do preço do PlayStation 4, refere-se ao valor de transferência do console, ou seja, o custo que a empresa tem para produzir cada unidade importada. E informa que R$ 2.524, ou 63% do valor final do produto, são impostos cobrados, como IPI, Imposto de Importação, PIS e Cofins. A tais valores são ainda somadas a margem do varejista e a do distribuidor, que no caso é a Sony Brasil, num total de 22%.

A própria Sony não espera vender muitas unidades do PS 4 no Brasil a esse preço, acreditando que o fato não vai ajudar a marca PlayStation nem aos gamers. E afirma que a prioridade é partir para fabricação do console no Brasil, como já ocorre com o PlayStation 3, o que poderia reduzir em 50% o preço final do aparelho, levando-o à casa de R$ 2 mil. A produção do PS 3 aqui começou em maio mas não há previsão para o PS 4. É importante ressaltar que quando a Sony anunciou que o PS 3 seria fabricado no país o preço passou a R$ 1,1 mil, enquanto a versão importada custava R$ 1,4 mil. Não chegou a ser os 50% estimados pela empresa, mas o preço apresentou uma queda real.

TIRO NO PÉ A Sony revela números, os tributaristas rebatem, mas no meio dessas informações o que acham os gamers? Cleidson Lima, que além de gamemaníaco é colecionador de consoles, já tendo mais de 200 modelos em seu acervo que reúne verdadeiras raridades, revela que toda a comunidade se frustrou com o anúncio da gigante japonesa. Para ele, pela primeira vez a Sony vai se dar mal no país diante da concorrência.

“Não dá para entender essa estratégia da Sony. O Xbox One, da Microsoft, que é o concorrente direto do PS 4, foi lançado este ano nos Estados Unidos por US$ 499, enquanto o console japonês foi apresentado por US$ 399. O Xbox chegou aqui importado, já com o acessório Knect, por R$ 2,2 mil, ou seja, por quase a metade do PS 4. Pela lógica, e pelo que todo mundo esperava, era para o PS 4 ser lançado no país por entre R$ 2,2 mil e R$ 2,5 mil”, diz ele.

Lima ressalta que, historicamente, a empresa japonesa traz para o Brasil produtos bem mais caros do que dos concorrentes, só que a qualidade tecnológica de seus lançamentos era até então incrivelmente superior. “Isso agora não mais ocorre: o Xbox One é um aparelho de excelente qualidade. Os dois equipamentos são praticamente os mesmos”, garante.

Ele lembra que o PS 3 chegou ao Brasil em 2006 custando cerca de R$ 7 mil, mas se saiu bem por falta de concorrentes. “O Xbox 360 veio mais tarde, mas esquentava muito e apresentava vários outros problemas técnicos. Quando suas três lâmpadas amarelas acendiam, podia-se jogar o console fora. Essa diferença de qualidade não existe mais, o que nos leva a crer que o PS 4 será um fracasso de vendas aqui”, afirma o gamer. Para Lima, a tabela apresentada pela Sony, em que a companhia tenta justificar o preço do console, é confusa e se baseia em informações tendenciosas.

Para ele, qualquer opção de compra do PS 4 pelo usuário, que não seja a aquisição no varejo por esse preço, será bem mais viável. Se o gamer o trouxer dos Estados Unidos, ele sairá por apenas US$ 399 mais pequenas taxas, o que fica dentro da cota de importação para viagens ao exterior. Se for via importação direta, o preço, segundo ele, não chega a R$ 2 mil. “Fiz uma simulação de compra pelo e-Bay e, mesmo com o frete e os 50% de impostos sobre produtos importados que a gente paga, o preço ficaria em torno de US$ 800, para uma importação inteiramente legalizada. Até mesmo se o usuário comprar no Paraguai, onde lançamentos no país vizinho normalmente custam 40% a mais do que o preço  em Miami, a aquisição é bem mais vantajosa. De fato, não dá mesmo para entender o que se passa, ou passou, na cabeça dos executivos da Sony para esse preço, que, para mim, será o tiro no pé mais profundo de toda a existência da empresa”, completa.



SERÁ MESMO SÓ QUESTÃO DE MÉRITO?
Sobre o Xbox One, da Microsoft, ser no Brasil perto de 50% mais barato do que o PS4, a Sony simplesmente diz que o mérito é da empresa norte-americana, e que há somente duas formas de conseguir pôr no mercado um videogame por tal valor: contar com um subsídio massivo ou fabricá-lo no local. Executivos da empresa revelam ser muito frustrante ver o concorrente oferecer um produto quase pela metade do preço, mas que a companhia japonesa não consegue chegar a essa oferta por causa das taxas brasileiras e por ainda não poder produzi-lo no país. A Microsoft prefere não comentar o assunto, pelo menos por enquanto.
 
 
A grande novidade morna  
O badalado Ouya é o primeiro console de menor porte com Android a ser lançado no mercado. Mas há poucos games bons


Acabamento em plástico e metal fosco confere elegância. Controle parece o joystic do Xbox 360, mas é ainda mais confortável (Ouya/Divulgação)
Acabamento em plástico e metal fosco confere elegância. Controle parece o joystic do Xbox 360, mas é ainda mais confortável
 Na fase de primeiros passos dos microconsoles, o primeiro a caminhar foi o Ouya. Depois de uma campanha de enorme sucesso no Kickstarter em 2012, o aparelho provocou grande expectativa, mas teve uma recepção morna pela crítica. O Informátic@ teve a chance de testar um Ouya no escritório da Behold Studios e entendeu melhor como funciona o badalado videogame.

Um dos primeiros pontos a chamar a atenção é o visual: o acabamento em plástico e metal fosco que dá um aspecto elegante ao console. Mas certamente um dos pontos altos no aspecto design é o tamanho do aparelho: extremamente compacto, cabe na palma da mão de um adulto sem problemas. Assim, o Ouya se mostra uma opção extremamente prática, pois pode ser facilmente transportado e, para ser usado, basta conectar um cabo de energia e outro HDMI.

O controle é um caso à parte: com o mesmo acabamento do console, é extremamente semelhante ao joystick do Xbox 360, com quatro gatilhos superiores, quatro botões no lado direito, dois analógicos, quatro direcionais no lado esquerdo e um botão Home ao centro (curiosamente, não há pause ou select). Mas a equipe de design soube deixá-lo mais confortável nas mãos, em comparação com o modelo da Microsoft.

O único porém é o painel sensível ao toque no centro, que faz aparecer um cursor de computador na tela da televisão. A função do recurso não é evidente e não fica claro se ele é realmente necessário para qualquer um dos jogos disponíveis. Contudo, caso o jogador, por alguma razão, não se sinta à vontade com o controle que vem com o Ouya, há a possibilidade de fazer uma configuração simples para que o console reconheça os do PlayStation 3 e do Xbox 360, com a possibilidade de até quatro pessoas jogarem simultaneamente.

INTERIOR BEM RESOLVIDO Não é apenas no visual que o Ouya tem simplicidade. A interface não é nada confusa e vai direto ao ponto. O menu inicial apresenta quatro oções: jogar, descobrir, criar e administrar. No primeiro, é onde se encontram os jogos baixados, disponíveis na loja. Essa é acessada no segundo item do menu, descobrir. Nela, existem diferentes categorias, como a dos mais populares, os que foram desenvolvidos exclusivamente para o Ouya – ou então playlists montadas por nomes conhecidos no mundo dos videgames, como Ben Kuchera, editor do site Penny Arcade Report, ou Matt Thorson, criador de TowerFall. E quem achava que, por funcionar com sistema Android, encontraria uma loja virtual do Google está enganado, pois o console possui a própria loja.

A terceira opção do menu, Criar, é a que representa um dos maiores valores do Ouya para os desenvolvedores: é ali que é gerenciado todo e qualquer game que um criador independente queira fazer para rodar no console. Quando o jogo estiver pronto, ele pode ser disponibilizado diretamente na loja do Ouya, na seção chamada Sandbox.

TowerFall, campeão de downloads, foi criado exclusivamente para o Ouya (Ouya/Divulgação)
TowerFall, campeão de downloads, foi criado exclusivamente para o Ouya


Ao analisar os títulos disponíveis na loja virtual do Ouya, pode-se perceber que não é o mesmo de estar na Google Play. Quem espera encontrar de primeira títulos como Angry birds, Fruit ninja e Plants vs Zombies vai se decepcionar. O que se percebe é uma seleção de games extremamente limitada quando comparada com a loja do Google.

A qualidade dos games disponíveis varia muito, e isso pode ser visto na lista dos títulos mais baixados. Em primeiro lugar está TowerFall, o mais bem-sucedido do Ouya até agora, criado com exclusividade para o console. Ele apresenta uma jogabilidade simples porém viciante, além de um belo trabalho de arte. Contudo, na mesma lista, está Ice Rage, um jogo extremamente simplório de hockey que não empolga.

O segundo mais baixado, Shadowgun, já é um terceiro caso completamente diferente, devido aos gráficos mais elaborados, que lembram o que é visto em certos títulos de Xbox 360. Pode não funcionar com a mesma fluidez gráfica do aparelho da Microsoft, mas demonstra que o Ouya dá conta de processar de maneira razoável gráficos mais pesados.

Assim, fica evidente que, apesar da grande empolgação gerada inicialmente, o Ouya não consegue empolgar tanto assim quem comprou o console com o objetivo de ter uma vasta opção de jogos bons. Por enquanto, quem realmente tem motivos para se empolgar com a novidade são os desenvolvedores independentes, que encontram no Ouya uma ótima ferramenta para divulgar os próprios trabalhos. Resta, portanto, observar de que forma ele reverterá a situação e então, de fato, deslanchar para o sucesso de grande público.



Ouya
Especificações

» CPU: NVIDIA Tegra 3
» RAM: 1GB
» Conectividade: Wi-fi, Bluetooth
» Resolução: FullHD (1080p)
» Armazenamento: 8GB, expansíveis via USB ou SD
» Dimensões (C x L x P em cm): 7,5 x 7,5 x 8,2
» Peso: 300g
 
 
Simplesmente jogue! 
 Livro que lista os 1.001 videogames para jogar antes de morrer é poderosa forma de entender a evolução de uma das principais formas de entretenimento da humanidade



Pong (1972) (Divulgação)
Pong (1972)
 Ter a capacidade de se inserir nos limites mais fantásticos da imaginação. Não é à toa que a indústria dos games seja das mais lucrativas no ramo do entretenimento. Poucos meios têm o recurso de transformar qualquer pessoa em um grande craque do futebol mundial, num piloto espacial que é a última esperança da Terra contra eminente invasão alienígena, ou, quem sabe, num encanador ítalo-americano de macacão vermelho e bigode que luta com seu irmão contra criaturas que surgem nos esgotos de Nova York.

Ler 1001 videogames para jogar antes de morrer talvez seja a melhor forma de entender como a evolução dos jogos eletrônicos justifica o espaço cada vez maior que eles têm em nosso cotidiano, superando preconceitos e se reinventando a cada dia, tanto em suporte tecnológico quanto no conceito da experiência de jogar. Esta compilação é, aliás, uma das mais completas já feitas sobre a história dos games.

Mais recente investida da série 1001 coisas para fazer antes de morrer, o livro é dividido em cinco capítulos, cada um contemplando uma década (dos anos 1970 até os 2010). Os jogos são apresentados em ordem cronológica, facilitando a visualização da evolução da indústria nestes quase 50 anos de existência. O organizador Tony Mott, ex-editor da revista inglesa Edge, uma das mais importantes do segmento no mundo, coordenou equipe de 36 colaboradores, entre eles jornalistas e críticos especializados, colecionadores e programadores, para a elaboração da lista.

Super Marios Bros (1983) (Divulgação)
Super Marios Bros (1983)


Para quem é ligado em games e tem mais de 30 anos, o livro é uma saudosa viagem ao passado. Vai encontrar vários jogos de que nunca ouviu falar, terá vontade de jogar novamente os que marcaram a infância e adolescência, e, também, sentirá falta de algum em especial. Os brasileiros mais ligados aos jogos poderão sentir a ausência de clássicos que fizeram muito sucesso por aqui, como Pitfall (1982) e Elifoot 98 (1998), ou da nova mania no país, Candy Crush Saga (2012).

Para os mais novos, é um ótimo guia para entender como os jogos de hoje chegaram aonde estão, e ver ainda a grande influência que os games antigos, dos anos 1970 e 1980, têm nos mais modernos. Dos clássicos de poucos bits Space invaders (1979) e Asteroids (1979), que marcaram o início da era dos fliperamas, aos supercomplexos jogos de vários gigabytes de hoje, como Red dead redemption (2010), os videogames são fundamentais para entender a cultura pop e estão cada vez mais presentes em nossas vidas.

DEDICAÇÃO Uma lista como esta que o livro propõe, porém, levanta uma importante pergunta: é possível jogar os 1.001 jogos? E essa questão não esbarra somente na disponibilidade que alguém possa ter para completar a tarefa. Pesquisa, uma boa quantidade de dinheiro e bastante tempo serão necessários para quem decidir encarar o desafio.

Apesar da variedade de plataformas, os jogos mais modernos são encontrados facilmente, tanto os de consoles, como PS3 e o Xbox 360, quanto os de smartphones e internet. Já os antigos são um pouco mais complicados de achar.

O maior problema, talvez, esteja no fator que é vital para a sobrevivência da indústria dos games: a evolução tecnológica. Os sistemas mais modernos, dos computadores caseiros, por exemplo, não rodam jogos mais antigos. O motoqueiro Ben, líder da gangue Polecats, que divertiu uma geração em Full throttle (1995), nos anos 1990, não consegue, sem algum tipo de suporte, viver suas aventuras no Windows 8. Para isso existem os emuladores, que recriam condições de sistemas operacionais mais antigos nos mais modernos. Esses softwares nos permitem, por exemplo, jogar games de consoles como o Atari no computador.
cALL OF DUTY (2001) (Divulgação)
cALL OF DUTY (2001)


Além dos emuladores, alguns games estão disponíveis na internet, rodando no próprio navegador, pela plataforma Flash. Outra opção é comprar as máquinas de fliperama, os consoles mais antigos e os cartuchos, CDs e disquetes e ter a experiência mais verdadeira possível.



PROGRAMAS DUPLICADORES
Emuladores são softwares que duplicam ambientes específicos para a execução de determinados programas, permitindo, por exemplo, que sistemas operacionais modernos rodem aplicativos antigos ou incompatíveis com a tecnologia disponível. Com o desenvolvimento dos computadores caseiros, os emuladores foram ganhando popularidade, principalmente entre os apaixonados por jogos. Os primeiros emuladores para videogames surgiram no início dos anos 1990, possibilitando aos saudosistas jogarem os clássicos jogos da Atari. Hoje, é possível se divertir com emuladores de vários consoles do passado como o Master System, Mega Drive ou PS1. O primeiro passo é pesquisar na internet sobre os emuladores. Em seguida, baixar um programa que contemple o console desejado. Depois é só fazer o download dos ROMs (os “cartuchos”) dos jogos e matar a saudade!


Read Dead Redenption (2010) (Divulgação)
Read Dead Redenption (2010)


TRÊS PERGUNTAS PARA...
Tony Mott
jornalista e editor do livro 1001 videogames para jogar antes de morrer
Você chegou a alguma conclusão ao alcançar a lista final?
A principal conclusão, de verdade, é que o mundo dos videogames é bem abrangente, e mudou consideravelmente nesse espaço de 40 anos. Os jogos eram basicamente sobre espaçonaves atirando em extraterrestres invasores, mas, hoje, existem jogos com os mais variados temas. Anteriormente, o público dos jogos eletrônicos eram crianças e homens jovens. Hoje eles atingem homens e mulheres de todas as idades.

O que é mais atrativo nos videogames?
O que mais me fascina, e não posso falar por todo mundo, é a habilidade de transportar a pessoa para outro lugar. Meus jogos preferidos são os que têm mundos virtuais complexos para serem explorados, como The Legend of Zelda: Ocarina (1998) e Half-Life 2 (2004), que estão cheios de coisas para ver e fazer. Você pode ir para outro lugar ao ler um bom livro ou ver um bom filme. O mesmo se aplica a um bom videogame, só que num grau ainda maior.

Como você acha que os jogos afetam nossas vidas atualmente?
O mundo dos videogames de hoje é completamente diferente de como era há 20 anos. Ainda temos vários títulos RPG ou de tiro em primeira pessoa estrelados por soldados espaciais, mas, fora do clichê, existe uma galáxia de possibilidades de experiências ao se jogar, com temas que envolvem quase tudo que se possa pensar. Com isso, mais e mais pessoas são seduzidas a jogar. Os smartphones também tiveram um grande impacto no mundo dos games. Agora, carregamos no bolso poderosos consoles o tempo todo. Parece que os jogos estão cada vez mais integrados em nossas vidas, ao contrário de serem hobbies completamente separados das outras esferas do nosso cotidiano.