Magazine Luiza

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Minhas 20 Músicas favoritas - Flávio Henrique

Minhas 20 Músicas favoritas - Flávio Henrique

O Pássaro Pensil


Casa aberta


Mãe

A luz é como água


Azul de passagem


Pedra do reino


O choro do fim do mundo


Cobra Coral


Céu de abril


Sangue seco


Qualquer palavra

Choro livre


Cigana


Vi


Faísca na medula


Quadros modernos

Aos olhos de  Guignard

Água marina



Milagre dos peixes


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Poderia ter feito um post "In Memorian" devido a prematura, triste e revoltante morte do cantor, compositor, músico e presidente da Empresa Mineira de Comunicação, responsável pela Rádio Inconfidência de Belo Horizonte e pela Rede Minas;  por Febre Amarela (!?!)
(?!? Febre amarela até hoje mata no Brasil ?!?!?)

Mas achei melhor mais um post do especial "Bom gosto musical- minhas 20 preferidas"

Flávio Henrique


“Flávio Henrique foi um artista único. Como compositor, levou adiante a tradição da música mineira reconhecida em todo o mundo. Sua obra sintetizava correntes estéticas muito ricas, em termos de harmonia e melodia, além da sensibilidade muito fina para a poesia e a cultura popular. Fazia poesia com sons. Suas canções, sempre construídas com muita delicadeza, sabiam ousar e manter a identificação com o público, o que é muito raro entre compositores populares. Era também muito admirado pelos músicos, tanto pela força criativa como pelo afeto que imprimia em todas as relações pessoais. Não foi um acaso que tenha se dedicado a um grupo vocal, o Cobra Coral, para dar expressão ao seu talento criador. A voz de Flávio soava mais completa ao lado de parceiros de ideias e sentimentos. Era um homem discreto, mas afetivo. Para quem tinha como missão espalhar canções, guardava a tocante capacidade de ouvir, sempre com atenção e respeito. Talento que levou para a política cultural, ao se ligar ao projeto de consolidar a comunicação pública em Minas Gerais, um desafio que enfrentava como tarefa coletiva. A Empresa Mineira de Comunicação, por meio de seus amigos, colegas e colaboradores, herda seu compromisso com comunicação de qualidade, como bem público fundamental para a democracia. Que faça isso com a inspiração de uma arte superior, é uma dádiva deixada por Flávio Henrique." É com esse texto, escrito por João Paulo Cunha, que o Jornal Minas presta sua homenagem ao falecimento de Flávio Henrique Alves, homem que sem dúvidas deixará muita saudade em todos os amigos e familiares.

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https://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2018/01/18/interna_gerais,931743/febre-amarela-mata-presidente-da-rede-minas-flavio-henrique.shtml

Febre amarela mata presidente da Rede Minas e Inconfidência, Flávio Henrique

Músico e presidente da Empresa Mineira de Comunicação estava internado desde a semana passada em estado grave

Morreu, na manhã desta quinta-feira, Flávio Henrique Alves de Oliveira, de 49 anos. O músico, compositor e presidente da Empresa Mineira de Comunicação, à qual estão vinculadas a Rede Minas e a Rádio Inconfidência, estava internado desde a última quinta-feira no Hospital Mater Dei, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte, com febre amarela. Como músico, Flávio foi fundamental no 'reflorescimento' do carnaval de BH; compôs em 2012 o hit 'Na coxinha da madrasta'. Relembre a carreira artística. O velório está marcado a partir de 16h desta quinta-feira, no hall da Sala Minas Gerais (Rua Tenente Brito de Melo, 1.090, Barro Preto). Será aberto ao público a partir das 17h30. A previsão do enterro é para as 9h de sexta-feira, no Cemitério Parque da Colina, no Bairro Nova Cintra, Região Oeste de Belo Horizonte. Familiares e amigos suspeitam que Flávio tenha contraído a doença em Casa Branca, em Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Ele adquiriu uma casa na região e frequentou cachoeiras nos últimos dias nas proximidades da propriedade. Continua depois da publicidade A informação da morte foi confirmada pela equipe médica da unidade de saúde. “Comunicamos que o paciente Flávio Henrique Alves de Oliveira, internado na Rede Mater Dei de Saúde no dia 11 de janeiro de 2018, faleceu hoje dia 18 de janeiro de 2018, às 7h30, em decorrência de complicações de febre amarela”, diz a nota publicada pelo hospital. De acordo com informações extraoficiais, além da doença, o paciente apresentou complicações hepáticas, fazendo-se necessário um transplante de fígado. Tão logo foi confirmada uma doação no Paraná, começaram os preparativos para a intervenção cirúrgica. O procedimento estava previsto para durar até a madrugada de hoje. No fim da tarde, o músico havia sido transferido em uma ambulância UTI para o prédio do Mater Dei do Bairro Santo Agostinho, na Rua Gonçalves Dias. Por meio de nota, a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) esclareceu que a investigação epidemiológica apontou que a contaminação pela doença ocorreu em uma região de sítio e matas em município da Grande BH. Disse, ainda, que o paciente não é vacinado. A administração municipal informou que fez vistorias detalhadas para a retirada de focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da forma urbana da doença, próximo à residência dele, na Região Centro-Sul de BH. Com a morte do músico, sobe para 16 o número de óbitos em decorrência da febre amarela em Minas Gerais e 22 casos confirmados; 59% deles no entorno da capital. O falecimento do músico deve constar nos próximos boletins da Secretaria de Estado de Saúde. Os números podem ser ainda maiores, já que a Prefeitura de Viçosa, na Zona da Mata, também confirmou a morte de um morador da cidade. O estado investiga ao todo 46 notificações, sendo que dessas, oito resultaram em óbitos ainda não apurados. Na Fundação Ezequiel Dias (Funed), trabalhos de identificação do vírus estão a todo vapor.

https://www.cartacapital.com.br/cultura/compositor-flavio-henrique-morre-por-complicacoes-de-febre-amarela


Compositor Flávio Henrique morre por complicações de febre amarela



Personalidade querida em Belo Horizonte, ele tinha músicas gravadas com parceiros como Paulo César Pinheiro e Milton Nascimento


O compositor mineiro Flávio Henrique Alves de Oliveira morreu nesta quinta-feira 18, vítima de complicações decorrentes de febre amarela. Internado desde 11 de janeiro, o músico chegou a ser submetido a um transplante de fígado na quarta-feira 17, mas não resistiu. Figura querida no meio musical de Belo Horizonte, Flávio Henrique deixou mais de 180 canções gravadas, feitas em parcerias como nomes de destaque como Paulo César Pinheiro e integrantes do Clube da Esquina como Milton Nascimento, Toninho Horta, Ronaldo Bastos e Lô Borges. Além de compositor, Flávio Henrique era presidente da Empresa Mineira de Comunicação, órgão estadual responsável pela Rádio Inconfidência e pela Rede Minas. Ele deixa a mulher e uma filha. Vários amigos músicos lamentaram a morte de Flávio Henrique. Compositor da Orquestra Royal, grupo que tem se notabilizado por marchinhas de Carnaval com temas políticos, Vitor Veloso lembra da importância do compositor na formação da banda. Em 2012, Flávio compôs a marchinha "Na coxinha da Madrasta", uma crítica ao vereador Léo Burguês, que havia sido alvo de uma denúncia do Ministério Público por gastos na compra de coxinhas, produzidas no buffet da madrasta do parlamentar. "O Flávio foi quem começou tudo. Quem jogou a primeira pedra na vidraça da hipocrisia", diz Vitor. "É no trinco que ele fez que nós batemos todos os anos. Todas as risadas e incômodos que a Orquestra Royal causou, devemos a ele." O corpo de Flávio Henrique será velado nesta quinta 18 a partir das 17h30, na Sala Minas Gerais. O sepultamento está previsto para esta sexta-feira 19 no Cemitério Parque da Colina. Em seu Twitter, o governador Fernando Pimentel afirmou que Flávio era "um amigo querido, um grande homem, um grande artista". "Hoje é um dia triste para Minas Gerais", completou. O músico Lô Borges também homenageou o músico. "Quanta tristeza. Vá em paz, Flávo Henrique. Nossos sinceros sentimentos à famílias e aos amigos queridos."
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Site Cobra Coral:

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A HORA DO IMPROVISO Thiago Delegado convida Flávio Henrique


A HORA DO IMPROVISO - Thiago Delegado convida Cobra Coral























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