Magazine Luiza

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Pesquisa Sábado de carnaval: Panamá Papers - José Yunes - Globo - Michel Temer



Estou ainda pesquisando... Portanto não há nenhuma análise ainda...
Devido à bomba do assunto vou compartilhar a pesquisa...




Panamá Papers:

A revolução será digitalizada (Sobre o Panamá Papers)

Acompanhando a CPI do Futebol XI - Os Panamá Papers - Os dribles do Romário - CPI II na Câmara. Vai que dá Zebra...

Página oficial ICIJ: https://www.icij.org/
Página oficial Panamá Papers ICIJ: https://panamapapers.icij.org/
DataBase Off Shore Leaks: https://offshoreleaks.icij.org/#_ga=1.21015474.82804315.1488031353

Fernando Rodrigues:
https://fernandorodrigues.blogosfera.uol.com.br/2016/04/28/icij-divulgara-base-de-dados-da-serie-panama-papers/

Poder 360º  - Página de política criado por Fernando Rodrigues depois de começar a investigar os Panamá Pepers.
http://www.poder360.com.br/
José Yunes nas reportagens do Fernando Rodrigues:
http://www.poder360.com.br/lava-jato/ex-assessor-de-temer-jose-yunes-quer-acareacao-com-delator-da-odebrecht/













Comentário de Bob Fernandes:






http://apublica.org/2016/12/documentos-revelam-offshores-desconhecidas-de-investigacao-do-ministerio-publico/

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2016/04/160405_panama_papers_america_latina_lab







Anonymous Brasil promete divulgar documentos que provam ‘elo’ entre Temer, Rede Globo e Jovem Pan.

O Anonymous Brasil divulgou agora a noite, em sua página no Facebook que estará divulgando mais de seiscentas páginas de documentos.
De acordo com o grupo, são provas que trazem uma série de atividades relacionadas ao presidente Michel Temer e seu amigo pessoal José Yunes.

Além disso, eles afirmaram que os arquivos provam elos com José Roberto Marinho (Organizações Globo), Antonio Amaral de Carvalho (Jovem Pan) e vários Laranjas moradores da periferia de São Paulo.
Divulgamos agora mais de 600 páginas de documentos que trazem uma série de atividades relacionadas ao presidente da República, Michel Temer, e seu amigo pessoal e ex-conselheiro oficial da República, José Yunes, acusado pela Lava-Jato por recebimento de proprina pela Odebrecht.
Provamos nestes documentos relações entre off-shores citadas no Panama Papers e figuras proeminentes da elite econômica e política do Brasil.
Os papéis estabelecem elos entre Michel Temer, José Yunes, seu filhos e bancos investigados na Lava-Jato, José Roberto Marinho (Globo), Antonio Augusto Amaral de Carvalho Filho (Grupo Jovem Pan), Alberto Domingues Von Ilhering de Azevedo (Track&Field) e diversos Laranjas moradores da periferia de São Paulo. Todos se relacionam em CNPJ com filho de Yunes e off-shore misteriosa dos Panama Papers.
Ou seja, estamos fodendo com toda essa palhaçada.
Os docs estão no link abaixo, sintam-se à vontade para criar mirrors.
Em breve publicaremos um vídeo explicando em detalhes todo o esquema.
Isso é só o começo.
Anonymous .
Créditos a Diario do Brasil
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O que tem nos documentos mostrados pelo Anonymous Brasil:




Documentos de 2001 a 2004 da criação da empresa StarGate Esthetics no paraíso fiscal de Delaware n os Estados Unidos que tem como sócios José Yunes e Arlito Caires.
Não é novidade... Sabíamos só consultando aqui: 

Pesquisando esse Arlito Caires descobri que já tinha sido divulgado no dia 31/12/2016 nesse blog:
http://tabapuapapers.blogspot.com.br/  os mesmos documentos com a mesma história.

http://www.revistaforum.com.br/blogdorovai/2017/02/24/tabapua-papers-revela-relacoes-sombrias-entre-jose-yunes-e-temer/

Tabapuã Papers revela relações sombrias entre José Yunes e Temer


No dia 31 de dezembro do ano passado, numa data pouco provável para este tipo de matéria, surgiu o blogue Tabapuã Papers, com um texto assinado por Joel Assis e Larissa Monteiro. A reportagem, até o momento a única do blogue, tinha como ponto central as “relações sombrias” entre José Yunes e Michel Temer. Ou seja, o blogue parece ter sido criado para divulgar este material.
Há aproximadamente um mês o blogueiro foi apresentado ao blogue por uma colega jornalista. Vasculhou-o, fez relatórios, checou dados, mas não conseguiu avançar muito nos emaranhados de suas ramificações. De qualquer forma, não encontrou incoerências ou formulações inverídicas.
yunes_temer
Com a declaração dada por Yunes sobre ter sido “mula” de Eliseu Padilha com o conhecimento de Temer, há necessidade de que outros jornalistas também possam ter acesso a esses documentos.
Histórico dos negócios suspeitos de Yunes com Temer
Boa parte do relatado abaixo foi extraído do blogue citado. Alguns trechos literalmente. O blogueiro, porém, achou necessário fazer uma edição para que a leitura pudesse ser mais fluente.
A criação da Stargate
Em agosto de 2001, Glorybel Sousa assinava papéis na sala 400 de um prédio em forma de ‘S’ no estado de Delaware, famoso paraíso fiscal norte-americano, no escritório da Coporation Service Company (CCS), criando uma empresa da qual seria “diretora”. Poucos dias depois, Glorybel nomeava José Yunes como procurador da companhia no Brasil, autorizando o advogado a agir como melhor entendesse na gestão da recém-fundada Stargate Esthetics LLC.
A sede da Stargate Esthetics, no papel, é o próprio escritório da CCS, agente registrado de “milhares de entidades corporativas”. O principal trabalho de um agente registrado é, simplesmente, oferecer um endereço legal aos clientes.
A CCS aparece nos Papéis do Panamá como sede de mais de vinte offshores – empresas em paraísos fiscais. Os papéis reúnem dados de quase meio milhão de companhias desse tipo.
O anonimato garantido por offshores facilita lavagem de dinheiro, sonegação de impostos, fraude e outros crimes.
Dois meses  depois de receber a procuração de Glorybel para agir em nome da Stargate Esthetics, José Yunes abriu, em Santana de Paranaíba, na região metropolitana de São Paulo, cidade famosa por permitir tributação mais baixa, uma firma cujas atividades iam da venda de produtos de estética à “participação em empreendimentos de qualquer natureza”.
Era a Stargate do Brasil Estética, Produtos e Serviços, que nasceu quando a companhia de Delaware se associou ao “empresário” Arlito Caires Santos. A sociedade funcionava da seguinte forma: a firma americana entrava com R$ 2,499 milhões e Arlito com mil reais.
Em troca de um salário mensal “pró-labore”, Arlito seria o “diretor”, mas precisaria da aprovação da Stargate Esthetics para pegar empréstimos, por exemplo. Como José Yunes era o procurador da companhia americana, as mais importantes operações da Stargate do Brasil tinham de passar pelo crivo do advogado.
Em março de 2004, o então ministro da Fazenda, Antonio Palocci, anunciava um pacote de estimulo à construção civil, com R$ 1,6 bilhão em crédito para a compra de casas próprias. Naquele mês, Arlito e Yunes alteravam o campo de atuação da Stargate do Brasil. A companhia também passaria a comprar, vender e alugar imóveis. Shirley Siqueira Gomes assinou como testemunha da mudança do objeto de atuação da empresa.
Após quase uma década, a Stargate do Brasil criava outras duas companhias de “consultoria empresarial”. Juntas,  a Golden Star Serviços e Participações e a Lighted House Serviços e Participações tinham um capital de R$ 11,1 milhões. Desse total, dois mil reais saíram dos bolsos de Arlito e o restante da Stargate do Brasil, que José Yunes controla.
As duas empresas funcionam no mesmo endereço, uma casa de fachada amarela e grades pretas no Brooklin Paulista. O blogue Tabapuã Papers revela que tentou encontrar, sem sucesso, Arlito. Também teria enviado repórteres à sede das empresas no último dia 28 de dezembro. Lá,  havia somente uma placa indicando que funcionava um escritório de contabilidade.
Yuni Incorporadora Ltda e os bancos do empréstimo da Schahin com a Petrobras
Há quinze minutos de caminhada dos prédios das duas empresas, no bairro Vila Olímpia, localiza-se a Yuny Incorporadora S.A. José Yunes e dois filhos, Marcos Mariz de Oliveira Yunes, o mais velho, e Marcelo, fundaram a companhia em 1996. Na época, a Yuny cuidava apenas de empreendimentos de “altíssimo padrão”, como informa a página da incorporadora na Internet. Uma grande mudança ocorreu no dia 31 de agosto de 2006, quando José Yunes a transformou em uma sociedade anônima fechada, com ações divididas apenas entre os sócios. O capital da Yuny em nome dos donos era de R$ 3,5 milhões. Mais uma vez, Shirley Siqueira Gomes era a testemunha nos contratos.
Nesses 20 anos a imobiliária dos Yunes cresceu e, atualmente, os sócios têm na empresa um capital superior a R$ 174 milhões. José Yunes deixou de assinar pela Yuny, mas os filhos Marcos e Marcelo permanecem nela.
No dia 3 de setembro de 2010, os irmãos Yunes autorizavam uma das empresas do grupo a pegar empréstimos de até R$ 5 milhões com o Banco Pine S.A. Dois meses depois, no dia 10 de novembro, enquanto Temer já celebrava a vitória nas eleições, Marcos e Marcelo voltavam ao prédio ondulado da Vila Olímpia para autorizar outro empréstimo, de R$ 4 milhões com o Banco Fibra S.A.
Até junho de 2013, os filhos de José Yunes autorizaram empréstimos de, pelo menos, outros R$ 10 milhões com o Pine e outros R$ 7 milhões com o Banco ABC Brasil S.A. No total, eram R$ 26 milhões com o Pine, o Fibra e o ABC Brasil juntos.
Não há nada de irregular nisso, mas há uma coincidência que une os três bancos: todos estiveram na mira de investigações sobre desvios em contratos do grupo Schahin com a Petrobras.
Uma reportagem de 2016 do jornal Estadão diz que a Receita Federal encontrou indícios de que essas e outras 10 instituições financeiras “criaram uma estrutura para emprestar e receber dinheiro em paraísos fiscais”. E que, na avaliação da Receita, esses empréstimos abriram “espaço para dar ‘aparência lícita’ a dinheiro que poderia ter sido obtido em operações ilegais no Brasil, como fraude a licitações e sonegação fiscal”.
O artigo ainda afirma que o Ministério Público Federal do Paraná (MPF-PR), responsável pela Lava-Jato, avaliava se abriria um inquérito contra os bancos.
Maraú Administração de Bens e Participações, sociedade com Marinho e Tutinha
Em 25 de abril de 2016, uma semana depois de a Câmara dos Deputados aprovar o impeachment da então presidente Dilma Rousseff e enviar o caso ao Senado, Marcos Yunes ficava sócio da Maraú Administração de Bens e Participações. A Maraú existia desde 2007 e, supostamente, servia apenas para cuidar de bangalôs de luxo na paradisíaca cidade de Maraú, na Bahia.
Um dos sócios de Marcos Yunes na Maraú é Alba Maria Juaçaba Esteves Pinheiro, que foi esposa de Noberto Nogueira Pinheiro, do conselho de administração do Banco Pine. Também faz parte da sociedade Antônio Augusto Amaral de Carvalho Filho, o Tutinha, dono da rádio Jovem Pan. E, vejam só que coisa, José Roberto Marinho, vice-presidente do Grupo Globo de Comunicação.
Entre os sócios de toda essa gente na Maraú está a empresa Shadowscape Corporation, com sede nas Ilhas Virgens Britânicas, território que, assim como Delaware, muitos chamam de paraíso fiscal.
A Shadowscape nasceu no dia 4 de janeiro de 2011, tendo como agente registrado o célebre Mossack Fonseca, escritório de advocacia panamenho pivô dos Papéis do Panamá e responsável por abrir offshores ao redor do mundo. Os papéis panamenhos, aliás, também citam a Shadowscape. O registro do banco de dados mostra que o escritório de administração da firma fica em Douglas, capital da Ilha de Man. Por coincidência, muitos também classificam a ilha entre a Inglaterra e a Irlanda como um paraíso fiscal.
O representante da Shadowscape no Brasil seria José Arnaldo da Silva, morador no bairro Vila Dona Meta, em São Paulo. A reportagem do Tabapuã Papers teria ido até o local mas não encontrou o endereço do representante da Shadowscape que constava nos registros da empresa. Vizinhos afirmaram que um homem chamado José morava por ali, numa casa de aparência humilde, mas que havia se mudado em setembro do ano passado.
Quem também é sócia da Maraú é Andrea Capelo Pinheiro, que também é sócia da Agropecuária Vila dos Pinheiros, especialista na criação e no comércio de gado. A administração do haras é de Francisco Jaime Nogueira Pinheiro Filho, da família de Andrea e também de Noberto Nogueira Pinheiro, do Banco Pine.
Andrea também é diretora do BR Partners, um banco de investimentos que ocupa o 25º e o 26º andares do edifício Spazio Faria Lima, no Itaim Bibi.
As duas salas do 25º andar ocupadas pelo BR Partners pertencem a uma empresa chamada Tabapuã Investimentos e Participações. O dono da Tabapuã seria, justamente, o grande amigo de José Yunes, seu “irmão”, Michel Temer.
A Tabapuã, empresa de Temer
No dia 19 de novembro de 2010, Temer abriu com uma das filhas, Luciana, a Tabapuã, que cuidaria do aluguel das duas salas do 25º Andar do edifício Spazio Faria Lima, no Itaim Bibi. Curiosamente na reunião daquele 19 de novembro estavam presentes duas pessoas próximas a José Yunes. Uma delas era o advogado Marcelo Beserra. A outra, a mesma Shirley Siqueira Gomes, testemunha de alguns dos contratos que o amigo de Temer assinou
Essa não é a única das coincidências que liga a família Yunes ao atual presidente da República. As declarações de bens do presidente mostram que Temer participou de uma sociedade com José Yunes e sua família por, no mínimo, quatro anos. Em 2006, quando concorria ao cargo de deputado federal, Temer declarou possuir uma sociedade para um empreendimento imobiliário no valor de R$ 639.378,50. Quatro anos depois, a declaração de bens de Temer mostra uma sociedade com a Yuny – que no papel não tinha mais José Yunes entre os donos – no valor de R$ 639.378,49.
Reportagem da revista Veja afirma que essa sociedade do presidente com a incorporadora dos Yunes começou em 2003, quando Temer adquiriu – ainda na planta – o imóvel ocupado pelo BR Partners.
Pode não haver nada de errado com os negócios acima citados. Mas alguns são de fato suspeitos, já que envolvem criação de offshores e empréstimos heterodoxos. De qualquer forma, uma coisa está mais do que clara, Yunes parece ser muito mais do que um amigo, muito mais do um irmão de Temer. E pode acabar com o seu governo.
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O Comodoro

Mais de 600 páginas de documentos mostram relações sombrias do melhor amigo do presidente Michel Temer com firmas em paraísos fiscais, empresas de fachada, bancos suspeitos de lavagem de dinheiro, barões da mídia e, claro, o próprio Temer.

Por Joel Assis e Larissa Monteiro

O dia 5 de abril de 2014 foi inesquecível para o advogado José Yunes. Na manhã daquele sábado, os conselheiros do clube de iate de Ilhabela, arquipélago do litoral norte paulista, o elegeram para o posto mais importante da agremiação. Yunes apertava mãos e retribuía cada cumprimento com um sorriso a revelar o brilho dos dentes. A ocasião era tão especial que o recém-eleito comodoro fez até discurso:

“Quero lembrar aqui a dedicação dos que me precederam nessa posição. Em várias ocasiões, fui convidado a assumi-la. Só recusei porque não tinha o tempo necessário para me dedicar a essa tarefa”, ressaltou emocionado, diante da plateia.  

Os ventos pareciam soprar na popa do iate de Yunes. Oito meses depois, estava o comodoro de novo a distribuir sorrisos e apertos de mãos. Era uma sexta-feira de dezembro e o advogado vestiu terno azul-escuro e gravata listrada para ir ao bairro da Vila Clementino, na zona sul da capital paulista. Ele participou de uma cerimônia no Comando do 8º Distrito Naval, onde recebeu a medalha da Ordem do Mérito Tamandaré. Yunes posava para inúmeras fotos, sempre a exibir o semblante feliz e a pequena honraria de metal pendurada no bolso.

O sorriso que muitos viram tanto em Ilhabela como na Vila Clementino empresta a esse advogado paulistano de barriga e nariz volumosos um ar jovial. Alguns até diriam que José Yunes herdou a vitalidade do pai, um comerciante cuja vida durou mais de um século. Os cabelos grisalhos concentrados somente na lateral da cabeça e na nuca, porém, indicam que ele é um senhor com 80 anos de idade. Nessas oito décadas, o comodoro fez de tudo um pouco.

Estudou Direito na USP no fim dos anos 50, quando conheceu o amigo Michel Temer, então somente um aspirante a advogado. Depois de completar o curso, viajou pra todos os cantos do mundo. Foi a lugares como El Salvador, Venezuela, Canadá, Áustria e Oriente Médio. No fim da década de 70, pelo então Movimento Democrático Brasileiro (MDB), Yunes ganhou as eleições para uma cadeira na Assembleia Legislativa de São Paulo. Lá, presidiu duas ou três CPIs.

Já pelo PMDB, sucessor do MDB depois da ditadura, Yunes se candidatou a deputado federal em 1986. Ficou apenas na quarta suplência, mas a sorte o acompanhava. Com a nomeação de um deputado para uma secretaria em São Paulo, o comodoro ganhou um gabinete no Congresso. Poderia ficar perto do amigo outra vez. Naquela época, Yunes, Temer e outros 500 deputados assinaram a Constituição de 1988. O feito, que Yunes faz questão de ressaltar quando fala da carreira, foi o mais importante da vida pública como político. 

Depois da Constituinte, Yunes resolveu se dedicar à advocacia. Passou a dar aulas de Direito na PUC-SP e colaborou para o projeto de lei que criou o Banco Nacional de Habitação, o extinto BNH. A maior parte do tempo, porém, trabalhava no escritório que leva o seu nome, o Yunes e Associados, especialista em casos de desapropriação. A página da Yunes e Associados na internet diz que o escritório defende proprietários de imóveis “contra a União, estados, municípios, estatais, autarquias e concessionárias de serviços públicos”. Também sublinha que a experiência em casos como esses deu a um dos advogados da equipe, Marcelo Beserra, a oportunidade de escrever um livro de “referência” pros “militantes e estudiosos nesse campo de atuação”.

Paraíso fiscal

Eram nove horas de uma manhã de agosto de 2001 e uma mulher chamada Glorybel Sousa assinava papéis na sala 400 de um prédio em forma de 'S' no estado de Delaware, famoso paraíso fiscal norte-americano. Ela estava no escritório da Coporation Service Company (CCS) e, ali, acabara de abrir uma empresa, em que seria "diretora". Poucos dias depois, Glorybel nomeava José Yunes como procurador da companhia no Brasil, autorizando o advogado a agir como melhor entendesse na gestão da recém-fundada Stargate Esthetics LLC.

A sede da Stargate Esthetics, no papel, é o próprio escritório da CCS, agente registrado de “milhares de entidades corporativas”. O principal trabalho de um agente registrado é, simplesmente, oferecer um endereço legal aos clientes. A CCS, aliás, aparece nos Papéis do Panamá como sede de mais de vinte offshores - empresas em paraísos fiscais. Os papéis reúnem dados de quase meio milhão de companhias desse tipo. Diz a página do projeto que, enquanto muitas das atividades dessas firmas "são perfeitamente legais”, há evidências de que “o anonimato garantido por offshores facilita lavagem de dinheiro, sonegação de impostos, fraude e outros crimes”.

Uma reportagem de 2009 do jornal britânico The Guardian, por exemplo, noticiava uma pesquisa a apontar Delaware como o melhor paraíso fiscal do mundo para “esconder riquezas”. Lá, dizia o artigo, existe uma combinação de baixos impostos e alto nível de sigilo bancário. Ao jornal, o advogado Jack Blum, especialista em casos de fraude, afirmava que o sigilo em Delaware é um problema há tempos. Nas cortes do estado, os pedidos de governos de outros países para ajudas em investigações ficam empilhados, sem respostas. “É mais do que embaraçoso. É uma desgraça”, comentava.  

Dois meses  depois de receber a procuração de Glorybel para agir em nome da Stargate Esthetics, José Yunes abriu, em Santana de Paranaíba, na região metropolitana de São Paulo, uma firma cujas atividades iam da venda de produtos de estética à “participação em empreendimentos de qualquer natureza”. Era a Stargate do Brasil Estética, Produtos e Serviços, que nasceu quando a companhia de Delaware se associou ao “empresário” Arlito Caires Santos. A sociedade funcionava da seguinte forma: a firma americana entrava com R$ 2,499 milhões e Arlito com mil reais. Em troca de um salário mensal “pró-labore”, Arlito seria o "diretor", mas precisaria da aprovação da Stargate Esthetics para pegar empréstimos, por exemplo. Como José Yunes era o procurador da companhia americana, as mais importantes operações da Stargate do Brasil tinham de passar pelo crivo do advogado. A princípio, não há provas de atividades ilegais na Stargate Esthetics ou na Stargate do Brasil. 

Consultoria empresarial

O tempo passou e, no primeiro dia de março de 2004, o então ministro da Fazenda, Antonio Palocci, anunciava um pacote de estimulo à construção civil, com R$ 1,6 bilhão em crédito para a compra de casas próprias. Coincidência ou não, ainda naquele mês, Arlito e Yunes sentavam-se juntos novamente. Desta vez, eles alteravam o campo de atuação da Stargate do Brasil. A companhia também passaria a comprar, vender e alugar imóveis. Uma senhora chamada Shirley Siqueira Gomes, aliás, viu tudo e assinou como testemunha da mudança.

Ao que tudo indica, o trabalho de Yunes rendeu frutos. Após quase uma década, a Stargate do Brasil criava outras duas companhias de “consultoria empresarial”. Juntas,  a Golden Star Serviços e Participações e a Lighted House Serviços e Participações tinham um capital de R$ 11,1 milhões. Desse total, dois mil reais saíram dos bolsos de Arlito e o restante da Stargate do Brasil, que José Yunes controla. 

O curioso é que as duas empresas funcionam no mesmo endereço, uma casa de fachada amarela e grades pretas no Brooklin Paulista. O blogue Tabapuã Papers tentou encontrar, sem sucesso, Arlito. Também foi à sede das empresas no último dia 28 de dezembro. Lá,  havia somente uma placa a indicar que ali funciona um escritório de contabilidade. A vizinhança disse ao blogue que via pouca movimentação no imóvel, talvez por causa do fim do ano.

Lava-Jato

Mais movimentado é o escritório de uma outra empresa, a apenas uns quinze minutos de caminhada dali. É num prédio cuja forma se assemelha às ondas do mar, no bairro Vila Olímpia, que fica a Yuny Incorporadora S.A. José Yunes e dois filhos, Marcos Mariz de Oliveira Yunes, o mais velho, e Marcelo, fundaram a companhia lá nos idos de 1996. Na época, a Yuny cuidava apenas de empreendimentos de “altíssimo padrão”, como informa a página da incorporadora na Internet. Uma grande mudança ocorreu no dia 31 de agosto de 2006, quando José Yunes a transformou em uma sociedade anônima fechada, com ações divididas apenas entre os sócios. O capital da Yuny em nome dos donos era de R$ 3,5 milhões. Mais uma vez, aquela senhora chamada Shirley Siqueira Gomes testemunhava tudo. De lá pra cá, a imobiliária dos Yunes cresceu e, atualmente, os sócios têm na empresa um capital superior a R$ 174 milhões. José Yunes deixou de assinar pela Yuny, mas os filhos Marcos e Marcelo continuam.

Os dois, aliás, acordaram cedo no dia 3 de setembro de 2010. Naquela quinta-feira, Michel Temer, o amigo ilustre do pai, preocupava-se com as eleições, pois era candidato a vice-presidente. Mas eles cuidavam dos negócios da Yuny. Tanto que, às dez da manhã, já estavam na sede da firma para fechar uma operação milionária. Os irmãos Yunes autorizavam uma das empresas do grupo a pegar empréstimos de até R$ 5 milhões com o Banco Pine S.A. Dois meses depois, no dia 10 de novembro, enquanto Temer já celebrava a vitória nas eleições, Marcos e Marcelo voltavam ao prédio ondulado da Vila Olímpia para autorizar outro empréstimo, de R$ 4 milhões com o Banco Fibra S.A. Até junho de 2013, os filhos de José Yunes autorizaram empréstimos de, pelo menos, outros R$ 10 milhões com o Pine e outros R$ 7 milhões com o Banco ABC Brasil S.A. No total, eram R$ 26 milhões com o Pine, o Fibra e o ABC Brasil juntos. 

A princípio, não há nada de irregular. Mas uma coincidência une os três bancos: todos estiveram na mira de investigações sobre desvios em contratos do grupo Schahin com a Petrobras. Uma reportagem de 2016 do jornal Estadão diz que a Receita Federal encontrou indícios de que essas e outras 10 instituições financeiras “criaram uma estrutura para emprestar e receber dinheiro em paraísos fiscais”. E que, na avaliação da Receita, esses empréstimos abriram “espaço para dar ‘aparência lícita’ a dinheiro que poderia ter sido obtido em operações ilegais no Brasil, como fraude a licitações e sonegação fiscal”. O artigo ainda afirma que o Ministério Público Federal do Paraná (MPF-PR), responsável pela Lava-Jato, avaliava se abriria um inquérito contra os bancos. Ao blogue Tabapuã Papers, o MPF-PR declarou que “não fornece informações sobre possíveis investigações em andamento” e que “sequer confirma quem ou quais empresas estão sendo investigadas”.

A equipe do Tabapuã Papers ainda tenta descobrir quanto, de facto, os bancos Pine, Fibra e ABC Brasil emprestaram às empresas da família Yunes. Torçamos pra que tudo isso seja apenas uma coincidência. E que também seja coincidência uma informação do jornal O Globo de 29 de março de 2012. Dizia a coluna da jornalista Flávia Oliveira que a Yuny estava “de olho nos executivos do petróleo, comércio exterior e infraestrutura”. A incorporadora pretendia vender, em Santos, imóveis de luxos a bacanas que estavam pra desembarcar na cidade.

Outros paraísos

As coincidências, aliás, parecem cercar os negócios dos Yunes. Em 25 de abril de 2016, uma semana depois de a Câmara dos Deputados aprovar o impeachment da então presidente Dilma Rousseff e enviar o caso ao Senado, Temer contava os dias para assumir o cargo da petista. Já Marcos Yunes ficava sócio da Maraú Administração de Bens e Participações. A Maraú já existia desde 2007 e, supostamente, serve apenas para cuidar de bangalôs de luxo na paradisíaca cidade de Maraú, na Bahia.

Coincidentemente, um dos sócios de Marcos Yunes na Maraú é uma senhora chamada Alba Maria Juaçaba Esteves Pinheiro, que foi esposa de Noberto Nogueira Pinheiro, do conselho de administração do Banco Pine. Também faz parte da sociedade um sujeito chamado Antônio Augusto Amaral de Carvalho Filho, o Tutinha, dono da rádio Jovem Pan. Outro senhor de relativa fama também é sócio dos Yunes na Maraú. Trata-se de José Roberto Marinho, vice-presidente do Grupo Globo de Comunicação. Mas isso não é tudo...

Entre os sócios de toda essa gente na Maraú está a empresa Shadowscape Corporation, com sede nas Ilhas Virgens Britânicas, território que, assim como Delaware, muitos chamam de paraíso fiscal. A Shadowscape nasceu no dia 4 de janeiro de 2011, tendo como agente registrado o célebre Mossack Fonseca, escritório de advocacia panamenho pivô dos Papéis do Panamá e responsável por abrir offshores ao redor do mundo. Os papéis panamenhos, aliás, também citam a Shadowscape. O registro do banco de dados mostra que o escritório de administração da firma fica em Douglas, capital da Ilha de Man. Por coincidência, muitos também classificam a ilha entre a Inglaterra e a Irlanda como um paraíso fiscal.

O representante da Shadowscape no Brasil é um homem chamado José Arnaldo da Silva, que mora no bairro Vila Dona Meta, em São Paulo. O Tabapuã Papers foi até lá, mas não encontrou o endereço do representante da Shadowscape que consta nos registros da empresa. No local, vizinhos afirmam que um homem chamado José morava por ali, numa casa de aparência humilde, mas se mudou há cerca de três meses. Já o endereço da Maraú em São Paulo é uma casa de paredes brancas na Rua dos Goivos, no bairro Cidade Jardim. Ninguém que estava lá no dia 29 de dezembro poderia falar sobre o assunto. Coincidentemente, José Yunes já chegou a declarar que mora num imóvel a uns dois minutos de caminhada dali.

O acaso parece ter colocado ainda entre os sócios dos Yunes na Maraú a administradora Andrea Capelo Pinheiro. Além de se dedicar à Maraú, Andrea é sócia da Agropecuária Vila dos Pinheiros. A empresa é especialista na criação e no comércio de gado, inclusive com a realização de um célebre leilão no Haras Vila dos Pinheiros, em Indaiatuba. Quem administra o haras é Francisco Jaime Nogueira Pinheiro Filho, da família de Andrea e também de Noberto Nogueira Pinheiro, do Banco Pine. 

Andrea também é diretora do BR Partners, um banco de investimentos que ocupa o 25º e o 26º andares do edifício Spazio Faria Lima, no Itaim Bibi. O mais curioso, porém, é que as duas salas do 25º andar ocupadas pelo BR Partners pertencem a uma empresa chamada Tabapuã Investimentos e Participações. Há quem considere apenas uma coincidência o facto de o dono da Tabapuã ser, justamente, o grande amigo de José Yunes: Michel Temer.

A Tabapuã

Tudo começou numa sexta-feira, 19 de novembro de 2010. Temer vivia um momento de pura felicidade. Era presidente da Câmara dos Deputados e, menos de um mês antes, havia sido eleito vice-presidente do Brasil na chapa de Dilma. Naquele dia, Temer abriu com uma das filhas, Luciana, a Tabapuã, que cuidaria do aluguel das duas salas do 25º Andar do edifício Spazio Faria Lima, no Itaim Bibi. O curioso é que na reunião daquele 19 de novembro, quando nasceu a Tabapuã, estavam presentes duas pessoas próximas a José Yunes. Uma delas era o advogado Marcelo Beserra, do escritório do comodoro, e também aquela senhora chamada Shirley Siqueira Gomes, testemunha de alguns dos contratos que o amigo de Temer assinou.  

Essas, porém, não são as únicas coincidências que ligam a família Yunes ao presidente da República. As declarações de bens do presidente indicam que Temer participou de uma sociedade com José Yunes e sua família por, no mínimo, quatro anos. Em 2006, quando concorria ao cargo de deputado federal, Temer declarou possuir uma sociedade para um empreendimento imobiliário no valor de R$ 639.378,50. Quatro anos depois, a declaração de bens de Temer mostra uma sociedade com a Yuny - que no papel não tinha mais José Yunes entre os donos - no valor de R$ 639.378,49. Uma reportagem da revista Veja afirma que essa sociedade do presidente com a incorporadora dos Yunes começou em 2003, quando Temer adquiriu – ainda na planta - o imóvel ocupado pelo BR Partners.

Especialistas 

Tais informações mostram que a relação entre Temer e José Yunes vai muito além de uma amizade e chegou a se estender para os negócios. Mas essas não são as únicas coincidências. No site da Yuny, ainda é possível ver a oferta de imóveis no prédio onde Temer tem duas salas, e no edifício Lugano, onde fica a sede da Tabapuã. São tantas coincidências que o blogue Tabapuã Papers decidiu ouvir um matemático a respeito do assunto. Para isso, acionamos nossas fontes no além e conseguimos uma entrevista exclusiva com Pitágoras. Ele foi enfático:

“Bem, a quantidade de tramoias é sempre igual à soma dos quadrados de operações suspeitas em paraísos fiscais. São muitas, mas muitas coincidências. Portanto, é mais provável que a seleção de futebol das Ilhas Virgens Britânicas ganhe a próxima Copa do Mundo do que o senhor Yunes e seus amigos não terem se metido em negócios pouco republicanos, para usar o vocabulário dos dias atuais”, declarou enquanto descascava uma laranja.

 E como não há opinião mais imparcial e neutra do que a de alguém já sem interesses na terra, o Tabapuã Papers também ouviu um especialista em trambiques e maracutaias sobre todos os negócios de José Yunes e os familiares. O ex-tesoureiro PC Farias alisou o bigode e disse:

“Olha, me parece que tem gente querendo esconder alguma coisa por aí. Onde há fumaça, há fogo. Agora, me parece ser o caso de a Polícia Federal quebrar alguns sigilos e bater na porta de algumas pessoas antes que alguém resolva se mandar pra Tailândia”, sugeriu. O blogue entrou em contato com Richard Nixon, mas ele não faz comentários sobre casos a envolver colegas de profissão. 

Na tarde do dia 30 de dezembro passado, o blogue também enviou e-mails para os contatos que encontrou na internet do escritório de advocacia de José Yunes, da Yuny Incorporadora e da Secretaria de Comunicação de Michel Temer. Até a publicação deste artigo, o Tabapuã Papers não obteve respostas. Seguindo o conselho de PC, nossa equipe mandou as informações desta reportagem para os endereços de e-mail disponíveis na internet do procurador-geral da República, senhor Rodrigo Janot, e também do procurador da força-tarefa da Lava-Jato, senhor Deltan Dallagnol

À deriva 

Depois de todos esses negócios, José Yunes voltou a trabalhar bem perto de Michel Temer. Com o impeachment de Dilma, Temer nomeou o comodoro para assessorá-lo no Planalto. Mas o naufrágio do iate de Yunes não demorou. Começou no fim de novembro, com as já famosas perguntas de Eduardo Cunha a Temer, no processo em que o ex-deputado carioca responde na Lava-Jato. Ao presidente, Cunha fez 41 perguntas, mas o juiz federal Sérgio Moro vetou 21. O magistrado disse não ter competência para tratar de casos a envolver presidentes, que têm foro privilegiado. E afirmou que algumas perguntas eram inadequadas, porque não havia notícia de envolvimento de Michel Temer nos crimes pelos quais Cunha responde. No veto, havia questões a respeito da relação de Temer com José Yunes e a respeito de possíveis contribuições ilegais de campanha que o comodoro possa ter recebido. Na época, o Estadão dizia que Cunha tentou “emparedar” Temer com as questões. 

Poucos dias após as perguntas de Cunha, Cláudio Melo Filho, ex-diretor da Odebrecht, disse numa delação premiada que um outro ex-funcionário da construtora entregou milhões de reais de propina para Temer no escritório de José Yunes. Sobrou para o comodoro... Não demorou muito e Yunes precisou se demitir do cargo de assessor especial do presidente. No entanto, o advogado ainda continua a comandar o leme do PMDB na cidade de São Paulo.

Antes de todo o escândalo a envolver o nome de Yunes chegar aos jornais, o colunista Jorge Bastos Moreno chegou a escrever que o comodoro não era apenas amigo, mas “irmão” de Michel Temer. Em outra ocasião, lá nos idos de 2010, Moreno escrevia sobre a eleição para a presidência da Câmara dos Deputados. Ele observava que, naquele pleito, Michel Temer pagava calado o preço por ser “tão leal aos amigos”. Curiosamente, ao se despedir do Planalto, Yunes entregou uma carta a Temer. Ele escreveu que o presidente poderia sempre contar com o “amigo leal” de décadas. Fontes disseram ao Tabapuã Papers que Temer o respondeu com outra carta, cujas primeiras palavras eram as seguintes: “Se gerit egregium speculum veteranus amicus”[1]



https://alemdarena.blogspot.com.br/2017/02/tabapua-papers-revela-relacoes-sombrias.html

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Continuando, o que tem nos documentos mostrados pelo Anonymous Brasil e no Blog tabapuã Papers:


Capital social da "MARAÚ ADMINISTRAÇÃO DE BENS E PARTICIPAÇÕES LTDA."




http://www.ocafezinho.com/2017/02/25/misteriosa-sociedade-de-jose-roberto-marinho-com-yunes-filho-amigo-e-ex-assessor-de-michel-temer/

O Cafezinho teve acesso a um documento interessante, seguindo a trilha de reportagem iniciada pelo blog do Rovai, que por sua vez se baseou em post e documentos divulgados pelo blog Tabapuã Papers.
É o documento (ver abaixo) oficial de criação da empresa Marau Administração de Bens, que integra umconjunto de documentos divulgados pelo Tabapuã Papers.
Nela, figuram como sócios, entre outros, José Roberto Marinho, um dos donos da Globo, Marcos Yunes – filho do “amigo de Temer” e ex-assessor presidencial, José Yunes -, e a offshore Shadowscape Corporation, queaparece no Panama Papers, um dos maiores vazamentos do mundo de contas em paraísos fiscais.
Nos documentos, ainda constam informações sobre empresas do próprio Michel Temer, em sociedade com José Yunes.
Os negócios de Yunes são familiares, sempre envolvendo seus filhos. A sociedade entre José Roberto Marinho e o filho de José Yunes, portanto, é uma ligação direta entre o dono da Globo e o “amigo de Temer”.
A figura chave do rolo é José Yunes, um importante empresário paulista, que foi chamado para trabalhar no governo Temer, como assessor presidencial, logo após o impeachment. É um antigo amigo de Michel Temer, e, recentemente, produziu enorme rebuliço, ao dar entrevista ao blog de Lauro Jardim, afirmando que havia comentado com o presidente Michel Temer sobre o tal “pacote” que Lucio Funaro, a mando da Odebrecht, havia deixado em seu escritório. O pacote conteria alguns milhões de reais destinado a patrocinar a campanha dos deputados da base de Eduardo Cunha.
Um dos lados mais sujos da história do golpe pode estar por trás desse pacote.
Yunes pediu demissão após delação de Claudio Melo, executivo da Odebrecht, dizendo que este havia intermediado propina de R$ 10 milhões para eleger a bancada de Eduardo Cunha para a Câmara.
A ligação entre Yunes e a família Marinho, por enquanto, é apenas um elemento curioso do escândalo.
A lista de sócios da Marau segue abaixo:
AGNES LEOPARDI GONCALVES
ALBA MARIA JUACABA ESTEVES PINHEIRO
ALBERTO DOMINGUES VON IHERING AZEVEDO
ANDREA CAPELO PINHEIRO
ANTONIO AUGUSTO AMARAL DE CARVALHO FILHO
CHRISTOPHER ANDREW MOURAVIEFF-APOSTOL
CONSTRUTER PARTICIPACOES LTDA.
JEAN-MARC ROBERT NOGUEIRA BAPTISTA ETLIN
JOSE ROBERTO MARINHO
LUCILA CARVALHO LINS
LUIS TEREPINS
MARCOS MARIZ DE OLIVEIRA YUNES
SHADOWSCAPE CORPORATION
YS MARAU PROJETO IMOBILIARIO LTDA.
Seguimos investigando.




Essa não serve para nada... é só curiosidade.
Prefeitura do município de Maraú, na Bahia no google Maps

https://www.google.com.br/maps/place/Prefeitura+de+Mara%C3%BA/@-14.1030127,-39.022606,17z/data=!4m12!1m6!3m5!1s0x73ec9a5180c30c1:0x7bbc1502e9975d6d!2sPrefeitura+de+Mara%C3%BA!8m2!3d-14.1030127!4d-39.0204173!3m4!1s0x73ec9a5180c30c1:0x7bbc1502e9975d6d!8m2!3d-14.1030127!4d-39.0204173?hl=pt-BR

BR030 Maraú na Bahia


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Pessoas Envolvidas nos documentos

Christopher Andrew Mouravieff Apostol

http://veja.abril.com.br/entretenimento/pinacoteca-recebera-178-obras-da-colecao-robert-wright/
http://cultura.estadao.com.br/noticias/artes,colecao-e-cedida-a-pinacoteca-por-10-anos,1652000
Destacada coleção de arte brasileira por reunir, principalmente, importantes peças do movimento pop dos anos 1960-70, o acervo do empresário Roger Wright foi oficialmente cedido em comodato à Pinacoteca do Estado de São Paulo por um período de 10 anos. “A ideia é continuar renovando o contrato depois desse primeiro passo, de teste”, afirmou Christopher Mouravieff-Apostol, irmão do colecionador que morreu, com a família, em acidente aéreo em 2009 na Bahia. Em cerimônia realizada nesta segunda-feira, 16, no auditório da Estação Pinacoteca, foi assinado o termo de cessão para a instituição museológica, vinculada à Secretaria Estadual de Cultura, de 178 das 330 obras adquiridas pelo investidor e por seus filhos desde 1996.

A Coleção Roger Wright vai ganhar uma sala para sua exibição pública no quarto andar da Estação Pinacoteca. A primeira mostra do acervo está programada para maio de 2016, mas, por ora, o visitante do museu já pode ver nove de suas peças, entre trabalhos de Hélio Oiticica e de Sérgio Camargo, que integram a exposiçãoArte Construtiva na Pinacoteca de São Paulo, com curadoria de Regina Teixeira de Barros.

Publicado em 26 de fev de 2016
O Embaixador do Brasil na Rússia, Antonio Guerreiro, participou da abertura da exposição “Genesis”, do fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado, na Casa-Museu Mouravieff-Apostol, em Moscou, no dia 17 de fevereiro. A exposição, em cartaz até o dia 17 de maio, traz 245 imagens de lugares remotos na Antártida, no Alasca, em Madagascar, na Rússia e em outras partes do planeta.
O fundador da Casa-Museu, Christopher Mouravieff-Apostol, nascido no Brasil, foi o responsável por trazer a exposição à Rússia. Em sua passagem pela cidade, Sebastião Salgado também ministrou palestra para mais de 400 pessoas no Museu de Arte Multimídia de Moscou.


(E sobre isso vamos lembrar algumas coisas de conhecimento mundano geral
Por exemplo naquelas palestras que mostrei do Fauto de Santis sobre as artes e os colecionadores de raridades sendo usado na lavagem de dinheiro (mostrei aqui)


Uma da Globo para que eu possa dizer que estou sendo imparcial...

)


ANTONIO AUGUSTO AMARAL DE CARVALHO FILHO


O Presidente da Jovem PAN de apelido Tutinha, também está no meio...
e olha só, arteiros e paneleiros:
http://entretenimento.r7.com/blogs/fabiola-reipert/dono-da-jovem-pan-acusa-ex-de-sumir-com-quadros-e-panelas/2016/07/26/

Bafão!!!!!
Tutinha, dono da Jovem Pan e do Pânico, enviou a seguinte nota à imprensa:
São Paulo, 26 de julho de 2016
COMUNICADO
Comunicamos a quem possa interessar que, após a minha separação com a Sra. Flavia Eluf Lutfy e conseqüente saída temporária do lar conjugal, desapareceram as obras de arte (quadros, esculturas, etc.) que guarneciam a residência, tais como:
Obra de Arte do artista Marco T Resende (Dez/02)
Obra de Arte do artista José Bento (Torre de Sto Onofre) (Mai/02)
Obra de Arte do artista Marco Coelho Benjamim (Jul/02)
Obra de Arte da artista Niura Bellavinha (Abr/02)
Obra de Arte do artista Dora Longo Bahia (out/02)
Obra de Arte do artista Sergio Camargo (ago/02)
Obra de Arte de Tunga (dedais) - TU023 -(nov/02)
Obra de Arte de Waltercio Caldas - WC418 - (abr/03)
1 Krajcberg vermelho - (2003)
Obra de Arte de Luiz Hermano - Titulo: Ralos - (out/03)
Obra de Arte de Luiz Hermano - Titulo: Cubos - (dez/03)
Obra de Arte de Marco C Benjamin (set/04)
Escultura de Krajcberg Siriba (2004)
Escultura Sombra natural F. K. DEC. 90 (jul/06)
Obra de Arte de Fernando Ribeiro - tela mickey - (fev/07)
Tela: os gêmeos e os músicos - (mar/07)
Tela: The beautiful erth (ago/08)
Tela: Face of the moon, after John Russel (jan/08)
Obra de Arte de Julio Le Parc - formes em contorsion sur trame 1969 (ago/09)
Quadro de Milton da Costa
Quadro do Di Cavalcanti
3 quadros de Geraldo Barros
Quadro de Celia Ovaldo
Objeto de arte de Iran Teófilo: 1 globo 6, ED AP 1/2 de mármore - (dez/11)
Quadro de Leonilson -o piano (jun/12)
Quadro de Leonilson (laranja)
Mamarracho de Ivan Argote (out/13)
Obra de arte de os gemeos (jan/13)
Obra de arte de Vick Muniz - Paisagem (abr/14)
Obra de arte de os gemeos - Rodopiando
Quadro de Pizoletto rosa com espelhos
2 anjos barrocos
Quadro Amarelo Amélia Toledo
Quadro Cruz Dies
Quadro vermelho de Antonio Dias
Quadro Albertho Boetti
Quadro Jesus Soto azul
2 quadros Vic Muniz (terra e lua)
Desenho a giz de cera sobre papel do artista Richard Serra -large reversal7 (mai/15)
Assim, levo ao conhecimento público que foi instaurado o competente inquérito criminal e a aquisição ou guarda destas obras de arte poderá incidir na prática dos crimes previstos no Código Penal.
Antonio Augusto Amaral de Carvalho Filho


http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI76107-15227,00.html
04/06/2009 - 21:53 -  “Sinto uma dor inimaginável”
O sofrimento de uma mulher de 84 anos que perdeu o filho, dois netos e três bisnetos num desastre aéreo

"Sinto como se tivesse levado uma pancada na cabeça e outra no coração", diz Ellen, aos 84 anos
A paulistana Ellen Mouravieff-Apostol, de 84 anos, conhece bem a dor e o desespero que atingem os familiares das 228 vítimas do voo 447. Nove dias antes do acidente com a aeronave da Air France, um bimotor que pertencia ao filho de Ellen, o empresário Roger Wright, caiu numa área de mata fechada em Trancoso, no litoral sul da Bahia. Catorze pessoas morreram na queda. Além de Roger, seu único filho do primeiro casamento, Ellen perdeu dois netos e três bisnetos. Toda a família que ela construiu com o empresário Carlos Wright se foi. "Ainda não sei como interpretar tudo isso", diz. A seguir, os principais trechos da entrevista.

ÉPOCA – Como a senhora se sente depois de tantas perdas?
Ellen Mouravieff-Apostol – Sinto como se tivesse levado uma pancada na cabeça e outra no coração. É uma dor inimaginável. Mas tenho de seguir adiante. Não posso cair no desespero total, porque desta forma não conseguiria fazer mais nada. Perder um filho é contra a natureza humana. Mas acontece, não é? Acho que quando o filho é pequeno, é pior. O Roger, pelo menos, iria completar 57 anos. Acho que ele viveu bem, intensamente. Não é uma vida longa que mostra a sua riqueza.




http://fernandorodrigues.blogosfera.uol.com.br/2016/04/13/conheca-22-milionarios-brasileiros-nos-panama-papers/

Alberto Dominguez (Track & Field)
Alberto Dominguez Von Ihering Azevedo é 1 dos 3 sócios da Track & Field, marca brasileira de roupas esportivas. Ele aparece nos arquivos da Mossack como recebedor de procuração (“power of attorney”) da offshore Barra River Inc, em fevereiro de 2004. A mesma procuração foi emitida em nome de Gustavo Dominguez Von Ihering Azevedo.

Didi Vagner esposa de Frederico Wagner que é sócio do Alberto Dominguez na Track & Field Franchising Ltda.

http://globotv.globo.com/editora-globo/revista-quem/v/casada-ha-16-anos-com-o-empresario-frederico-wagner-com-quem-tem-tres-filhas-a-apresenta/3515772/


http://pme.estadao.com.br/noticias/noticias,uma-pessoa-sozinha-nao-faz-uma--empresa--diz-fundador-da-trackefield,5117,0.htm


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Cortina de Fumaça!! Jovem Pan - Globo - Bandeirantes estão falando de outro assunto sobre o José Yunes, que não tem nada a ver com esse caso!



Ricardo Boechat sobre o assunto:

http://www.contextolivre.com.br/2017/02/o-depoimento-de-jose-yunes-amigo-de.html







Outros Blogs repercutindo, vou colocar o histórico aqui para saber no futuro quem retirou...
http://www.gilbertolima.com.br/2017/02/anonymous-aponta-conexoes-perigosas.html
http://www.musicaefefc.com/2017/02/anonymous-brasil-me-representa.html
http://www.jornalgrandebahia.com.br/2017/02/anonymous-vaza-600-documentos-sobre-proximidade-do-presidente-michel-temer-com-jose-yunes-acusado-de-participacao-no-caso-lava-jato/
http://www.dimasroque.com.br/2017/02/anonymous-vaza-documentos-que-implica.html
http://altamiroborges.blogspot.com.br/2017/02/as-relacoes-sombrias-entre-yunes-e-temer.html
https://alemdarena.blogspot.com.br/2017/02/tabapua-papers-revela-relacoes-sombrias.html
https://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/282206/Anonymous-aponta-conex%C3%B5es-perigosas-entre-Temer-Yunes-e-a-fam%C3%ADlia-Marinho.htm
https://canaltech.com.br/noticia/hacker/anonymous-divulga-documentos-comprovando-tretas-de-michel-temer-e-jose-yunes-89872/
http://www.ocafezinho.com/2017/02/25/misteriosa-sociedade-de-jose-roberto-marinho-com-yunes-filho-amigo-e-ex-assessor-de-michel-temer/
http://www.gentedeopiniao.com.br/noticia/anonymous-aponta-conexoes-perigosas-entre-temer/163639
https://capitalparanaense.blogspot.com.br/2017/02/anonymous-aponta-conexoes-perigosas_93.html






Especial: É tudo um assunto só!

Outro dia discutindo sobre as manifestações do dia 15, sobre crise do governo e a corrupção da Petrobrás eu perguntei a ele se tinha acompanhado a CPI da Dívida Pública. Então ele me respondeu: Eu lá estou falando de CPI?! Não me lembro de ter falado de CPI nenhuma! Estou falando da roubalheira... A minha intenção era dizer que apesar de ter durado mais de 9 meses e de ter uma importância ímpar nas finanças do país, a nossa grande mídia pouco citou que houve a CPI e a maioria da população ficou sem saber dela e do assunto... Portanto não quis fugir do assunto... é o mesmo assunto: é a política, é a mídia, é a corrupção, são as eleições, é a Petrobras, a auditoria da dívida pública, democracia, a falta de educação, falta de politização, compra de votos, proprina, reforma política, redemocratização da mídia, a Vale, o caso Equador, os Bancos, o mercado de notícias, o mensalão, o petrolão, o HSBC, a carga de impostos, a sonegação de impostos,a reforma tributária, a reforma agrária, os Assassinos Econômicos, os Blog sujos, o PIG, as Privatizações, a privataria, a Lava-Jato, a Satiagraha, o Banestado,  o basômetro, o impostômetro, É tudo um assunto só!...




A dívida pública brasileira - Quem quer conversar sobre isso?



Escândalo da Petrobrás! Só tem ladrão! O valor de suas ações caíram 60%!! Onde está a verdade?

A revolução será digitalizada (Sobre o Panamá Papers)


O tempo passa... O tempo voa... E a memória do brasileiro continua uma m#rd*


As empresas da Lava-jato = Os Verdadeiros proprietários do Brasil = Os Verdadeiros proprietários da mídia.

Desastre na Barragem Bento Rodrigues <=> Privatização da Vale do Rio Doce <=> Exploração do Nióbio



Sobre o mensalão: Eu tenho uma dúvida!



Trechos do Livro "Confissões de um Assassino Econômico" de John Perkins 

Meias verdades (Democratização da mídia)

Spotniks, o caso Equador e a história de Rafael Correa.

O caso grego: O fogo grego moderno que pode nos dar esperanças contra a ilegítima, odiosa, ilegal, inconstitucional e insustentável classe financeira.


Seminário Nacional - Não queremos nada radical: somente o que está na constituição.

Seminário de Pauta 2015 da CSB - É tudo um assunto só...

UniMérito - Assembleia Nacional Constituinte Popular e Ética - O Quarto Sistema do Mérito 

Jogos de poder - Tutorial montado pelo Justificando, os ex-Advogados Ativistas
MCC : Movimento Cidadão Comum - Cañotus - IAS: Instituto Aaron Swartz

A PLS 204/2016, junto com a PEC 241-2016 vai nos transformar em Grécia e você aí preocupado com Cunha e Dilma?!

A PEC 241. Onde as máscaras caem.

Seminário "O petróleo, o Pré-Sal e a Petrobras" e Entrevista de Julian Assange.

O que tenho contra banqueiros?! Operações Compromissadas/Rentismo acima da produção

Uma visão liberal sobre as grandes manifestações pelo país. (Os Oligopólios cartelizados)

PPPPPPPPP - Parceria Público/Privada entre Pilantras Poderosos para a Pilhagem do Patrimônio Público

Depoimento do Lula: "Nunca antes nesse país..." (O país da piada pronta)
(Relata "A Privataria Tucana", a Delação Premiada de Delcidio do Amaral e o depoimento coercitivo do Lula para a Polícia Federal)



As histórias do ex-marido da Patrícia Pillar

Foi o "Cirão da Massa" que popularizou o termo "Tattoo no toco"

A minha primeira vez com Maria Lúcia Fattorelli. E a sua?

As aventuras de uma premiada brasileira! (Episódio 2016: Contra o veto da Dilma!)  

A mídia é o 4° ou o 1° poder da república? (Caso Panair, CPI Times-Life)

O Mercado de notícias - Filme/Projeto do gaúcho Jorge Furtado

Quem inventou o Brasil: Livro/Projeto de Franklin Martins (O ex-guerrilheiro ouve música)

Eugênio Aragão: Carta aberta a Rodrigo Janot (o caminho que o Ministério público vem trilhando)


Luiz Flávio Gomes e sua "Cleptocracia"



Comentários políticos com Bob Fernandes. 

Quem vamos invadir a seguir (2015) - Michel Moore


Ricardo Boechat - Talvez seja ele o 14 que eu estou procurando...

Melhores imagens do dia "Feliz sem Globo" (#felizsemglobo)

InterVozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social

Pedaladas Fiscais - O que são? Onde elas vivem? Vão provocar o impeachment da Dilma?

Como o PT blindou o PSDB e se tornou alvo da PF e do MPF - É tudo um assunto só!


Ajuste Fiscal - Trabalhadores são chamados a pagar a conta mais uma vez

Resposta ao "Em defesa do PT"

Sugestão inovadora, revolucionária, original e milagrosa para melhorar a trágica carga tributária brasileira.



Desastre em Mariana/MG - Diferenças na narrativa.

Quanto Vale a vida?!


Questões de opinião:

Eduardo Cunha - Como o Brasil chegou a esse ponto?



Sobre a Ditadura Militar e o Golpe de 64:

Dossiê Jango - Faz você lembrar de alguma coisa?


Comissão Nacional da Verdade - A história sendo escrita (pela primeira vez) por completo.


Sobre o caso HSBC (SwissLeaks):

Acompanhando o Caso HSBC I - Saiu a listagem mais esperadas: Os Políticos que estão nos arquivos.


Acompanhando o Caso HSBC II - Com a palavra os primeiros jornalistas que puseram as mãos na listagem.


Acompanhando o Caso HSBC III - Explicações da COAF, Receita federal e Banco Central.



Acompanhando o Caso HSBC V - Defina: O que é um paraíso fiscal? Eles estão ligados a que países? 


Acompanhando o Caso HSBC VI - Pausa para avisar aos bandidos: "Estamos atrás de vocês!"... 


Acompanhando o Caso HSBC VII - Crime de evasão de divisa será a saída para a Punição e a repatriação dos recursos


Acompanhando o Caso HSBC VIII - Explicações do presidente do banco HSBC no Brasil

Acompanhando o Caso HSBC IX  - A CPI sangra de morte e está agonizando...

Acompanhando o Caso HSBC X - Hervé Falciani desnuda "Modus-Operandis" da Lavagem de dinheiro da corrupção.



Sobre o caso Operação Zelotes (CARF):

Acompanhando a Operação Zelotes!


Acompanhando a Operação Zelotes II - Globo (RBS) e Dantas empacam as investigações! Entrevista com o procurador Frederico Paiva.



Acompanhando a Operação Zelotes IV (CPI do CARF) - Apresentação da Polícia Federal, Explicação do Presidente do CARF e a denuncia do Ministério Público.

Acompanhando a Operação Zelotes V (CPI do CARF) - Vamos inverter a lógica das investigações?

Acompanhando a Operação Zelotes VI (CPI do CARF) - Silêncio, erro da polícia e acusado inocente depõe na 5ª reunião da CPI do CARF.

Acompanhando a Operação Zelotes VII (CPI do CARF) - Vamos começar a comparar as reportagens das revistas com as investigações...

Acompanhando a Operação Zelotes VIII (CPI do CARF) - Tem futebol no CARF também!...

Acompanhando a Operação Zelotes IX (CPI do CARF): R$1,4 Trilhões + R$0,6 Trilhões = R$2,0Trilhões. Sabe do que eu estou falando?

Acompanhando a Operação Zelotes X (CPI do CARF): No meio do silêncio, dois tucanos batem bico...

Acompanhando a Operação Zelotes XII (CPI do CARF): Nem tudo é igual quando se pensa em como tudo deveria ser...

Acompanhando a Operação Zelotes XIII (CPI do CARF): APS fica calado. Meigan Sack fala um pouquinho. O Estadão está um passo a frente da comissão? 

Acompanhando a Operação Zelotes XIV (CPI do CARF): Para de tumultuar, Estadão!

Acompanhando a Operação Zelotes XV (CPI do CARF): Juliano? Que Juliano que é esse? E esse Tio?

Acompanhando a Operação Zelotes XVI (CPI do CARF): Senhoras e senhores, Que comece o espetáculo!! ("Operação filhos de Odin")

Acompanhando a Operação Zelotes XVII (CPI do CARF): Trechos interessantes dos documentos sigilosos e vazados.

Acompanhando a Operação Zelotes XVIII (CPI do CARF): Esboço do relatório final - Ainda terão mais sugestões...

Acompanhando a Operação Zelotes XIX (CPI do CARF II): Melancólico fim da CPI do CARF. Início da CPI do CARF II

Acompanhando a Operação Zelotes XX (CPI do CARF II):Vamos poupar nossos empregos 



Sobre CBF/Globo/Corrupção no futebol/Acompanhando a CPI do Futebol:

KKK Lembra daquele desenho da motinha?! Kajuru, Kfouri, Kalil:
Eu te disse! Eu te disse! Mas eu te disse! Eu te disse! K K K


A prisão do Marin: FBI, DARF, GLOBO, CBF, PIG, MPF, PF... império Global da CBF... A sonegação do PIG... É Tudo um assunto só!!



Revolução no futebol brasileiro? O Fim da era Ricardo Teixeira. 




Videos com e sobre José Maria Marin - Caso José Maria MarinX Romário X Juca Kfouri (conta anonima do Justic Just ) 





Do apagão do futebol ao apagão da política: o Sistema é o mesmo



Acompanhando a CPI do Futebol - Será lúdico... mas espero que seja sério...

Acompanhando a CPI do Futebol II - As investigações anteriores valerão!

Acompanhando a CPI do Futebol III - Está escancarado: É tudo um assunto só!

Acompanhando a CPI do Futebol IV - Proposta do nobre senador: Que tal ficarmos só no futebol e esquecermos esse negócio de lavagem de dinheiro?!

Acompanhando a CPI do Futebol VII - Uma questão de opinião: Ligas ou federações?!

Acompanhando a CPI do Futebol VIII - Eurico Miranda declara: "A modernização e a profissionalização é algo terrível"!

Acompanhando a CPI do Futebol IX - Os presidentes de federações fazem sua defesa em meio ao nascimento da Liga...

Acompanhando a CPI do Futebol X - A primeira Liga começa hoje... um natimorto...

Acompanhando a CPI do Futebol XI - Os Panamá Papers - Os dribles do Romário - CPI II na Câmara. Vai que dá Zebra...

Acompanhando a CPI do Futebol XII - Uma visão liberal sobre a CBF!

Acompanhando a CPI do Futebol XIII - O J. Awilla está doido! (Santa inocência!)

Acompanhando a CPI do Futebol XIV - Mais sobre nosso legislativo do que nosso futebol



Acompanhando o Governo Michel Temer

Acompanhando o Governo Michel Temer I