Magazine Luiza

quinta-feira, 16 de abril de 2015

As empresas da Lava-jato = Os Verdadeiros proprietários do Brasil = Os Verdadeiros proprietários da mídia.

Sites:
http://proprietariosdobrasil.org.br/
http://donosdamidia.com.br/

Não é fácil entender o Brasil... Quando eu digo que tudo é um assunto só, é para enfatizar que as coisas não são simplesmente entendidos num post de facebook... uma coisa se interliga na outra que se refere-se a outra... para entender o que estamos passando precisa de visão sistêmica, vivência, sagacidade...

Acho que todo mundo hoje em 2015 já sabe de cor quais são as empresas envolvidas na Lava-Jato, não sabe?!...

No final de 2012 você sabia?
Vamos relembrar um projeto que começou no final de 2012: Os Verdadeiros proprietários do Brasil:


IMD CATARSE vimeoHD from Instituto Mais Democracia on Vimeo.

Quem São Os Proprietários do Brasil? from Instituto Mais Democracia on Vimeo.

Qual é a estrutura de poder econômico dos grupos privados que atuam no país? Quais são os atores que acumulam maior poder nesta estrutura, e qual a relação entre os mesmos? Qual o grau de influência desta estrutura de poder, invisível, sobre as decisões do Estado quanto ao rumo do desenvolvimento e as políticas econômicas? Como o Estado se relaciona e alimenta esta estrutura de poder e quais as contrapartidas desta relação para o bem-estar da sociedade?

É com o objetivo de responder a estas e a outras perguntas que construímos o ranking “Proprietários do Brasil”.

O ranking foi elaborado a partir da construção de um sistema de informação inédito que mede o poder econômico não apenas por meio da receita destas empresas mas também do controle, da propriedade sobre ações ordinárias (com direito a voto) que uma empresa possui de outras empresas e o quanto isso aumenta sua capacidade de influenciar os investimentos do Estado brasileiro.

Não se pode falar de um verdadeiro Estado de Direito Democrático se a sociedade não conhecer as estruturas de poder econômico do setor privado e suas influências nas orientações de estratégia econômica e de desenvolvimento do Estado brasileiro. Ainda mais quando sabemos que as ações de empresas e bancos de maior capital acumulado, por estarem comprometidos com o lucro, impactam negativa e brutalmente na vida social, econômica, cultural e ambiental do país.

O Ranking Proprietários do Brasil mostra que o capitalismo brasileiro tem rosto, nome, sobrenome e endereço. O ranking expõe o controle da propriedade destes grupos por poucas empresas e pessoas, através de estruturas complexas e ramificadas de participações societárias. O ranking traz as intrincadas redes e cadeias de conglomerados, holdings, instituições financeiras, empresas especuladoras e outros CNPJs que nada produzem, chegando finalmente aos controladores últimos por trás das empresas que fazem parte de nosso dia-a-dia, os verdadeiros donos do Brasil.

Queremos contribuir para dar visibilidade e concretude à indecente concentração de renda e poder que marca a vida social e econômica do país, justificada pelo consenso criado e propagado de que tais empresas e seus donos produzem riquezas para o Brasil, através da geração de empregos e por levarem o “desenvolvimento” e o “progresso” para os locais em que atuam.

Almejamos que o ranking Proprietários do Brasil forneça informações que auxiliem a luta das comunidades e pessoas atingidas pelas ações danosas dos poderosos grupos econômicos hegemônicos no Brasil, seja pelo desrespeito às condições de vida e trabalho dignas, seja pela destruição ambiental. Também temos a pretensão em subsidiar as instituições de pesquisa interessadas em desvelar a estrutura do poder. Concebemos o ranking como instrumento de luta concreta dos diversos movimentos sociais e organizações por mais democracia no nosso país. Neste sentido, o ranking fornece informações e revela de que forma o capital está organizado, estruturado e agindo no país e como suas ações impactam no cotidiano da população brasileira. Com esta ferramenta é possível, por exemplo, identificar os verdadeiros agentes por trás de violações de direitos humanos e dos passivos sociais e ambientais.

As conexões entre o Estado e os grupos privados, forjadas historicamente, alimentam uma elevada concentração de poder econômico, como revela o ranking. Ele nos mostra que por detrás de famosos nomes de empresas e do emaranhado de cadeias de controle há pessoas. Pessoas que as lideram e planejam suas ações, e que, em muitos casos, são apoiadas fortemente pelo Estado Brasileiro, através de financiamentos subsidiados, como, por exemplo, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); e benefícios fiscais e tributários por governos municipais, estaduais e federal. Por meio do ranking identifica-se também a presença do Estado na estrutura societária dos grupos privados através de participações das empresas estatais e de seus fundos de pensão no capital de muitos destes grupos.

Temos o direito, como cidadãs e cidadãos brasileiras/os, de exigir a democratização do uso dos recursos públicos e seu controle social, tendo acesso a informações sobre onde e como os mesmos são aplicados.

A atual cortina de fumaça que recobre a estrutura de poder econômico no país, normalmente isenta estes que se portam como proprietários do Brasil de qualquer responsabilidade sobre os danos sociais, econômicos, culturais e ambientais gerados pelas ações das empresas que controlam. O ranking, ao expor estes atores, busca contribuir com a democratização da economia, com a transparência da relação entre Estado e mercado e com a responsabilização dos “proprietários do Brasil”.


Pois bem... Esse projeto foi para frente terminou na página http://proprietariosdobrasil.org.br/ e quem está entre as empresas mais poderosas? A Andrade Gutierrez,Odebrecht,OAS,Camargo Correa, estava todo mundo lá... em 2014 foi estourada a operação lava-jato...

E os donos da mídia?


A história do projeto (1987-2008)

Faz três décadas que o mapeamento dos sistemas e mercados de comunicação no Brasil é um objeto de pesquisa permanente da academia e da sociedade civil. Tudo começou em 1978, quando a Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa da Comunicação (Abepec) encomendou uma pesquisa nacional sobre o mercado de televisão. Coordenados pelo Centro de Estudos e da Pesquisa da Comunicação da PUC do Rio Grande do Sul, mais de 350 pesquisadores (entre professores e alunos) fizeram o primeiro levantamento sobre a estrutura das grandes redes nacionais de TV. O foco de interesse do estudo era abrangente e incluía não apenas a estrutura econômica, mas as características técnicas, o tamanho da audiência, fontes de informação das emissoras, origem da programação, etc. Os resultados desta pesquisa foram publicados no livro Televisão e Capitalismo no Brasil, de Sérgio Capparelli (L&PM Editores, 1982).
Quase dez anos mais tarde, durante a Assembléia Nacional Constituinte, em Porto Alegre, o jornalista Daniel Herz e sua equipe liam diariamente o Diário Oficial da União para detectar um fenômeno: a avassaladora liberação de outorgas de rádio e TV promovida pelo governo de José Sarney. Não existia internet e os computadores pessoais mantinham aplicativos de banco de dados que hoje seriam considerados rústicos por muitos. Este trabalho artesanal, apoiado na tecnologia disponível no momento, proporcionou a realização de um mapeamento inédito no Brasil. Em menos de três anos, o presidente havia liberado 527 concessões e permissões de emissoras de rádio e TV. A maior parte para parlamentares que posteriormente votaram pela aprovação do quinto ano de seu mandato.
Pela primeira vez, havia se comprovado como as licenças de veículos de comunicação eram usadas como moeda de troca no Congresso Nacional para fazer com que aliados votassem a favor do governo. Antes da Constituição de 1988, a aprovação de outorgas eram uma atribuição exclusiva do Poder Executivo.O relatório gerado pelo esforço dos jornalistas resultou em uma denúncia pública que embasou matérias jornalísticas e um manifesto público da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj). Mais de 20 anos depois, seus dados são corroborados graças a um esforço contínuo de atualização das informações que se dividiu em mais duas fases.
Segunda fase
Em 1994, a estudante Célia Stadnik apresentou um trabalho de conclusão de curso que foi além. Baseada nos dados do levantamento sobre a Constituinte, a estudante traçou a coluna vertebral do sistema de comunicação brasileiro. Citado por diversos autores desde a década de 1980, o real alcance das redes nacionais de TV nunca havia sido quantificado e analisado de forma exaustiva. Mais do que isso, nunca havia sido revelada a total extensão do “enraizamento das redes nacionais de televisão nos sistemas de comunicação, através de suas vinculações com grupos afiliados regionais e o conjunto de seus veículos de comunicação.” (STADNIK, 1994, p. 4)
Terceira fase
Oito anos depois, em 2002, o Instituto de Estudos e Pesquisas em Comunicação (Epcom) atualizou o trabalho de Stadnik e condensou numa base digital batizada de Donos da Mídia todos os dados relativos àquele mapeamento pioneiro. Como ambas metodologias foram idênticas, foi possível constatar o crescimento do sistema de mídia em termos quantitativos (principalmente da Rede Record). Mais importante do que isso, foi possível perceber sua quase imutável configuração e a fidelidade com que as alianças entre grupos regionais e nacionais eram mantidas.
Sistema revelado
A pesquisa de Stadnik revelou que em meados da década 90 haviam no País 299 canais de televisão, sendo que 279 operavam comercialmente enquanto 20 possuíam caráter educativo. Existiam seis redes de TV no Brasil (Globo, SBT, Bandeirantes, Manchete, CNT e Record). Naquele momento, CNT e Record foram excluídas da análise por possuírem uma reduzida penetração nacional. Às quatro redes restantes existiam 121 grupos regionais afiliados que controlavam ao todo 540 veículos (rádio, TV e jornal). Na atualização do levantamento pelo Epcom, Record e CNT puxaram para cima o número de veículos (667) e grupos afiliados (140).
Para embasar uma quarta análise, a partir da atualização dos dados do projeto apresentada neste site, pode-se afirmar que conclusões importantes para a pesquisa sobre o poder do sistema central de mídia brasileiro são retiradas das fases informais do projeto. Primeiramente, comprovou-se que o controle da estrutura nacional das redes de TV era mais político do que econômico, uma vez que as empresas líderes, geradoras de conteúdo para as afiliadas, detinham pouco mais de 10% do total de veículos de todo o complexo, sendo que suas operações próprias atuavam em quatro a seis estados da federação. O estudo também mostrou a centralização e o bloqueio à expansão geográfica exercido pelos principais grupos. Dos 121 afiliados regionais às quatro redes, apenas cinco não estavam confinados no estado de origem.
Predomínio explicado
Constatou-se ainda que o predomínio da Rede Globo tem a ver não apenas com a quantidade de veículos associados mas também com a diversidade dos suportes. Ou seja, os grupos ligados ao conglomerado carioca controlavam não só mais TVs como mais rádios e jornais. Eram também os que ocupavam posições dominantes nos mercados regionais. Considerando que o controle de jornais impressos é um diferencial importante em termos de disputa de influência junto à opinião pública, a Globo tinha entre seus associados 18 dos 45 diários vinculados a todos os grupos afiliados.
Investimentos publicitários
Percebeu-se também que a distribuição do bolo publicitário se dava em ordem direta ao controle de veículos por parte das redes. As líderes em faturamento em 1994 – Globo e SBT – eram também as organizações com maior número de emissoras e jornais vinculados. E na ordem inversa às regiões do País. Onde havia menos investimentos no mercado televisivo – Norte e Nordeste – existia mais veículos ligados às quatro redes nacionais.
Controle político
O trabalho ainda trouxe novas evidências sobre a questão do controle de veículos de comunicação por detentores de cargos eletivos (os “coronéis eletrônicos”), revelando que a maior parte dos principais “caciques políticos” do Congresso Nacional detinham grupos afiliados à Rede Globo. Uma novidade foi a constatação da existência da dupla afiliação, grupo cujos veículos retransmitiam a programação de mais de uma rede nacional, fato desconhecido da literatura brasileira sobre economia política da comunicação.
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Esse é mais legal ainda porque indica um documento de 1991 com o resultado da pesquisa do cruzamento entre os donos da mídia e os políticos da época... Quem estava lá? Aécio Neves, José Sarney(e família),  Agripino Maia, Roberto Jeferson!...
Uma parte da população(essa que produziu e viu esses estudos à época que foram realizadas), já conhecem e anteveem os problemas brasileiros... 
O caso é que o segundo site http://donosdamidia.com.br/  protege o primeiro http://proprietariosdobrasil.org.br/


Esse estudo é de 2009... bem premonitório...




Vamos considerar os seguintes escândalos e numerá-los de 1 a 5: 

Mensalão PT+Mensalão PSDB(1), 
Petrolão+Lava-Jato(2), 
Contas secretas no HSBC da Suíça (3), 
Privataria Tucana+Operação Satiagraha(4), 
Operação Zelotes (5)


Agora vamos ver  o ranking de poder do site http://proprietariosdobrasil.org.br/ , pegar as 50 principais empresas e relacionar os números 1 a 5 se essa empresa tiver seu nome envolvido em algum desses 5 escândalos. Vou colocar de vermelho uma empresa que está envolvida em um desses escândalos e de verde se não estiver em nenhum deles (As que eu tiver dúvida vou colocar de azul):


TELEFÓNICA, S.A.  (1)- (4)

 Previ - Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil  (1)-(3)-(4)

 TELEMAR PARTICIPAÇÕES SA  (4)

 BBD Participações S/A (5)

 Stichting Gerdau Johannpeter  (5)

 Wilkes Participações S.A.  (Nenhum dos 5!! )

 Blessed Holdings (4)

 Banco Santander, S.A. (5)

 JEREISSATI PARTICIPAÇÕES S/A (4)

 Belga Empreendimentos e Participações S.A. (4)

 Ultra S.A. Participações (Nenhum dos 5!!)

 Andrade Gutierrez S/A (2)

 RIO PURUS PARTICIPAÇÕES S.A (3)

 IUPAR - Itaú Unibanco Participações S.A. (Nenhum dos 5, mas tem negócios com a maioria das outras empresas... 
Se envolveu no Mega-escândalo do Madoff, mas tudo indica que eram mais vítimas do que culpados... Vou deixar em verde. Por enquanto...)

 Casino Guichard Perrachon (Nenhum dos 5!! - Ligada a Wilkes Participações S.A.)

 Península Participações Ltda (Nenhum dos 5!! - Ligada a Wilkes Participações S.A.)

 KIEPPE PATRIMONIAL LTDA S/C (2)

 CIA BRASILIANA DE ENERGIA (Nenhum dos 5!!)

 ITAÚSA - INVESTIMENTOS ITAÚ S.A.  (Nenhum dos 5!!, mas tem negócios com a maioria das outras empresas... 
Se envolveu no Mega-escândalo do Madoff, mas tudo indica que eram mais vítimas do que culpados... Vou deixar em verde. Por enquanto...)

 Stichting InBev (4)

 BRF - BRASIL FOODS SA  (5)

 IBERDROLA S.A (Nenhum dos 5!!)

 MMS Participações S.A. (Nenhum dos 5!!)

 CPFL ENERGIA SA (2) e (5) - (Ligado a Camargo Correia)

 Telmex Internacional, S.A.B. de C.V. (4)

 Participações Morro Vermelho S.A. (2) e (5) - (Ligado a Camargo Correia)

 AES Corporation (Nenhum dos 5!!)

 Fundação Petrobrás de Seguridade Social – PETROS (2)

 S-VELAME ADM de Recursos e Participações S/A.(4)

 Holdco I S.A. (Nenhum dos 5!!)

 Fundação Atlântico de Seguridade Social – FASS (4)

 S-BR Global Investments Limited (4)

 DENERGE - DESENVOLVIMENTO ENERGÉTICO S.A (Nenhum dos 5!!) Mas olha só

 LIGHT SA (4)-(5)

 EMBRAER EMPR BRAS. DE AERONAUTICA S/A  (5)

 SUZANO HOLDING S.A. (EX-NEMOFEFFER S.A.) (1)-(2)

 J.P.L.S.P.E. Empreendimentos e Participações S.A. (Nenhum dos 5!!)

 Sulasa Participações S.A (Nenhum dos 5!!)

 CCR S.A. (2) e (5) - (Ligado a Camargo Correia)

 Blackrock (Essa aí é uma caixa preta! Literalmente. É uma empresa financeira de investimentos, controlada por um americano, que não está envolvida diretamente a nenhum dos escândalos, mas que todas as empresas envolvidas em escândalos levam seu dinheiro para lá para renderem mais que a poupança. Não sei se fazem isso antes, durante ou após o processo de lavagem de dinheiro! Vou deixar de azul. Mais detalhes aqui  ou  aqui)

 Ministerio de Economía (Nenhum dos 5!!)

 Copersucar S.A. (5)

 LATAM Airlines Group S.A. (Nenhum dos 5!!)

 Fundo de Investimento em Participações Volluto (Nenhum dos 5!!)

 Empresas estrangeiras do Grupo  (Nenhum dos 5!!)

 PDG REALTY SA EMPREENDIMENTOS E PARTS (Nenhum dos 5!! Ligado ao Black Rock)

 ALL - AMÉRICA LATINA LOGISTICA S.A. (Nenhum dos 5!!)

 Tereos  (Nenhum dos 5!!) Mas... tem negócios de mais de 1,6 bilhões com a Petrobrás... Veja Aqui

 Luiza Participações S.A. (Nenhum dos 5!!)

 CYRELA BRAZIL REALTY SA EMPRS E PARTS (Nenhum dos 5!! Ligado a BlackRock)


Total:50% (25 empresas) envolvidas em algum escândalo. Concentradas na metade superior: das 13 primeiras somente 2 não estão e nas 14 últimas somente duas estão.
Das 25 primeiras são 16 envolvidas e mais 9 nas 25 seguintes.

Considerações:
1) Eu iria colocar um número 6 nesses escândalos que é a lista suja do trabalho escravo do Pacto Nacional contra o trabalho escravo (http://www.pactonacional.com.br/) Mas são mais de 500 empresas, nem todas de grande porte e fiquei com preguiça de fazer esse cruzamento... vou só deixar a lista aqui para se quiserem consultar, pelo menos se as verdinhas estão nessa listagem: Repórter Brasil - Lista Suja do Trabalho Escravo

2) Eu coloquei um sexto escândalo na listagem que seria o Metrô de São Paulo, mas esse escândalo envolveu empresas estrangeiras que atuaram também no Brasil, portanto por poucas estarem envolvidas acabei tirando esse...

3) Quando ficarmos sabendo todos os mais de 8000 envolvidos no HSBC (até agora só sabemos pouco mais de 100) volto aqui e atualizo o post.

4) Eu peguei no site a lista das Rankeadas. Quais entram e quais ficam de fora? Aí você tem que ler aqui: 
http://proprietariosdobrasil.org.br/inicio/metodologia/ 
para entender rapidamente os critérios para ser rankeadas são:
(a) ser privada, com objetivo de manter uma comparação coerente; 
(b) ser não-controlada com participação inter-cadeias ou 
(c) ser controladora última; e 
(d) ter o poder acumulado maior do que zero. 

Por exemplo a Vale tem como último controlador a Previ - Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil, portanto por isso que considerei dentro dos escândalos 3 e 4.


Aqui o que os Verdadeiros proprietários do Brasil fazem...


Especial: É tudo um assunto só!

Outro dia discutindo sobre as manifestações do dia 15, sobre crise do governo e a corrupção da Petrobrás eu perguntei a ele se tinha acompanhado a CPI da Dívida Pública. Então ele me respondeu: Eu lá estou falando de CPI?! Não me lembro de ter falado de CPI nenhuma! Estou falando da roubalheira... A minha intenção era dizer que apesar de ter durado mais de 9 meses e de ter uma importância impar nas finanças do país, a nossa grande mídia pouco citou que houve a CPI e a maioria da população ficou sem saber dela e do assunto... Portanto não quis fugir do assunto... é o mesmo assunto: é a política, é a mídia, é a corrupção, são as eleições, é a Petrobras, a auditoria da dívida pública, democracia, a falta de educação, falta de politização, compra de votos, proprina, reforma política, redemocratização da mídia, a Vale, o caso Equador, os Bancos, o mercado de notícias, o mensalão, o petrolão, o HSBC, a carga de impostos, a sonegação de impostos,a reforma tributária, a reforma agrária, os Assassinos Econômicos, os Blog sujos, o PIG, as Privatizações, a privataria, a Lava-Jato, a Satiagraha, o basômetro, o impostômetro, É tudo um assunto só!...



A dívida pública brasileira - Quem quer conversar sobre isso?

Escândalo da Petrobrás! Só tem ladrão! O valor de suas ações caíram 60%!! Onde está a verdade?

O tempo passa... O tempo voa... E a memória do brasileiro continua uma m#rd*

As empresas da Lava-jato = Os Verdadeiros proprietários do Brasil = Os Verdadeiros proprietários da mídia.

Sobre o mensalão: Eu tenho uma dúvida!

O Mercado de notícias - Filme/Projeto do gaúcho Jorge Furtado


As histórias do ex-marido da Patrícia Pillar

Luiz Flávio Gomes e sua "Cleptocracia"

Comentários políticos com Bob Fernandes.

Ricardo Boechat - Talvez seja ele o 14 que eu estou procurando...


InterVozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social

Ajuste Fiscal - Trabalhadores são chamados a pagar a conta mais uma vez

Como o PT blindou o PSDB e se tornou alvo da PF e do MPF - É tudo um assunto só!




Sobre a Ditadura Militar e o Golpe de 64:

Dossiê Jango - Faz você lembrar de alguma coisa?

Comissão Nacional da Verdade - A história sendo escrita (pela primeira vez) por completo.

Sobre o caso HSBC (SwissLeaks):

Acompanhando o Caso HSBC I - Saiu a listagem mais esperadas: Os Políticos que estão nos arquivos.

Acompanhando o Caso HSBC II - Com a palavra os primeiros jornalistas que puseram as mãos na listagem.

Acompanhando o Caso HSBC III - Explicações da COAF, Receita federal e Banco Central.

Acompanhando o Caso HSBC V - Defina: O que é um paraíso fiscal? Eles estão ligados a que países?

Acompanhando o Caso HSBC VI - Pausa para avisar aos bandidos: "Estamos atrás de vocês!"... 

Acompanhando o Caso HSBC VII - Crime de evasão de divisa será a saída para a Punição e a repatriação dos recursos

Acompanhando o Caso HSBC VIII - Explicações do presidente do banco HSBC no Brasil

Acompanhando o Caso HSBC IX  - A CPI sangra de morte e está agonizando...

Acompanhando o Caso HSBC X - Hervé Falciani desnuda "Modus-Operandis" da Lavagem de dinheiro da corrupção.





Sobre o caso Operação Zelotes (CARF):

Acompanhando a Operação Zelotes!

Acompanhando a Operação Zelotes II - Globo (RBS) e Dantas empacam as investigações! Entrevista com o procurador Frederico Paiva.

Acompanhando a Operação Zelotes IV (CPI do CARF) - Apresentação da Polícia Federal, Explicação do Presidente do CARF e a denuncia do Ministério Público.

Acompanhando a Operação Zelotes V (CPI do CARF) - Vamos inverter a lógica das investigações?

Acompanhando a Operação Zelotes VI (CPI do CARF) - Silêncio, erro da polícia e acusado inocente depõe na 5ª reunião da CPI do CARF.

Acompanhando a Operação Zelotes VII (CPI do CARF) - Vamos começar a comparar as reportagens das revistas com as investigações...

Acompanhando a Operação Zelotes VIII (CPI do CARF) - Tem futebol no CARF também!...

Acompanhando a Operação Zelotes IX (CPI do CARF): R$1,4 Trilhões + R$0,6 Trilhões = R$2,0Trilhões. Sabe do que eu estou falando?

Acompanhando a Operação Zelotes X (CPI do CARF): No meio do silêncio, dois tucanos batem bico...






Sobre CBF/Globo/Corrupção no futebol/Acompanhando a CPI do Futebol:

KKK Lembra daquele desenho da motinha?! Kajuru, Kfouri, Kalil:
Eu te disse! Eu te disse! Mas eu te disse! Eu te disse! K K K

A prisão do Marin: FBI, DARF, GLOBO, CBF, PIG, MPF, PF... império Global da CBF... A sonegação do PIG... É Tudo um assunto só!!

Revolução no futebol brasileiro? O Fim da era Ricardo Teixeira. 

Videos com e sobre José Maria Marin - Caso José Maria MarinX Romário X Juca Kfouri (conta anonima do Justic Just ) 

Do apagão do futebol ao apagão da política: o Sistema é o mesmo


Acompanhando a CPI do Futebol - Será lúdico... mas espero que seja sério...

Acompanhando a CPI do Futebol II - As investigações anteriores valerão!

Acompanhando a CPI do Futebol III - Está escancarado: É tudo um assunto só!

Acompanhando a CPI do Futebol IV - Proposta do nobre senador: Que tal ficarmos só no futebol e esquecermos esse negócio de lavagem de dinheiro?!