Magazine Luiza

quinta-feira, 22 de março de 2012

Melhor Jogo do ano de 2011: The Elder Scrolls V: Skyrim

The Elder Scrolls V: Skyrim é um RPG lançado pela Bethesda Softworks, a mesma de Fallout. O jogo é mais um capítulo da franquia Elder Scrolls e se passa 200 anos após os eventos do último jogo, Elder Scrolls IV: Oblivion.



Dragões e muita neve  
Ganhador do prêmio de melhor jogo do ano na 12ª Game Developers Choice Awards, Skyrim inova com um detalhado universo medieval e enredo focado nos lendários dragões


Publicação: Estado de Minas 22/03/2012 Caderno Inform@tica

Batalhas contra dragões são centrais na história. Fauna em Tamriel é bem diversificada. Inimigos como lobos podem ser mortos com magia. Os orcs são uma das 10 raças no mundo Skyrim  (divulgação)
Batalhas contra dragões são centrais na história. Fauna em Tamriel é bem diversificada. Inimigos como lobos podem ser mortos com magia. Os orcs são uma das 10 raças no mundo Skyrim
 Um gigantesco mapa nórdico extremamente interativo e viciante. Talvez esse seja o modo mais resumido de caracterizar The Elder Scrolls V: Skyrim, lançado em novembro pela Bethesda Game Studios. Aclamado pela mídia especializada desde então, conquistou milhares de fãs no mundo inteiro e virou até um meme – aquela piadinha do “arrow in the knee”. O sucesso foi tão grande que o game ganhou o título de melhor jogo do ano na 12ª edição do Game Developers Choice Awards, concorrendo com outros grandes nomes como Portal 2, Batman: Arkham City, Deus Ex: Human Revolution e Dark Souls.

A história começa com o protagonista em uma carroça, com as mãos amarradas, com três pessoas. Eles estão sendo encaminhados para execução por uma série de crimes contra o Império. Inclusive o sujeito calado à sua direita, no banco da frente é o líder de uma rebelião dos Stormcloak. Chegando a Helgen, uma comunidade controlada pelo Império, é hora de se apresentar aos oficiais.

Aqui há várias possibilidades de personalização do seu personagem, o que para os mais detalhistas, pode significar mais tempo de trabalho, ainda mais para quem aprendeu técnicas de criação de “faces parecidas com a minha” pelo The Sims.
São ao todo 10 raças que compõem o mundo de Skyrim – altmer, argonian, bosmer, breton, dunmer, imperial, khajiit, nord, orc e redguard. Cada uma tem seus pontos fracos e fortes com os desafios que serão enfrentados a partir daí. Então, já de início é bom começar a montar sua estratégia de sobrevivência de acordo com a raça escolhida.

Por exemplo, os argonians, que se parecem com répteis, têm a habilidade de respirar debaixo d’água e são 50% mais resistentes a doenças. Já os negros redguards contam com uma habilidade especial que permite a eles regenerar da fadiga 10 vezes mais rápido, em 60 segundos. Trocando em miúdos, nesse momento você decide se vai sair distribuindo golpes de espada por aí, ou se prefere um combate à distância com flechas ou magia.

Hora de seguir em frente. É sua vez de ser executado com uma machadada no pescoço. De joelhos no chão, você espera o capataz que se aproxima, levanta o machado e... aparece um dragão. A criatura começa a queimar as casas e a igreja próximas à cena, transformando tudo no momento perfeito para escapar da pena de morte. Os dragões e seus mistérios farão parte de toda a história do jogo. Pela primeira vez, depois de tanto diálogo, o jogador tem total controle em cima do avatar.

Duas câmeras podem ser escolhidas a gosto de quem joga: de primeira ou terceira pessoa. Contudo, no decorrer do jogo, qualquer um conclui que a terceira pessoa só serve mesmo para dar aquela conferida no “visu” do seu personagem ou para tirar screenshots. É praticamente impossível acertar uma flecha ou dar qualquer golpe com a mira, que é bem desengonçada. Portanto, para momentos de ação, a câmera subjetiva dá conta do recado, apesar de ser um pouco descontrolada e imprecisa para alvos mais distantes.

IMERSÃO O jogo é enorme. Prepare-se para muitas e muitas horas de gameplay diante do computador ou da televisão. Também avise seu (sua) namorado(a) – se tiver –, seus familiares e seus amigos que você optou por jogar Skyrim em vez de viver com eles. Exageros à parte, o game da Bethesda cria missões secundárias, que fogem do objetivo principal do enredo, praticamente do nada. Um exemplo é a quest “A night to remember”, que começa logo após uma competição de bebida em uma estalagem em Markarth.

Depois de acordar com amnésia em um templo, o objetivo é percorrer vários locais para lembrar onde foi parar um bastão. Some a isso centenas de outras missões, muitas das vezes bem menores, mas que demandam tempo para conclusão. Por isso e por serem divertidas, passar seis horas direto completando essas missões parecem 30 minutos.

O destaque de Skyrim fica por conta da complexidade dos cenários. O detalhismo das construções, da vegetação, do relevo e da neve (bastante presente, diga-se de passagem) tem o potencial de impressionar até a sua mãe, que pode confundir os gráficos com um filme do Highlander. Andar pelos caminhos de pedra entre um estábulo e um moinho, com um rio correndo ao lado esquerdo e montanhas cobertas de neve à direita, provoca uma incrível sensação de imersão raramente sentida em outros jogos do gênero.

A construção do mapa e a disposição dos elementos, como florestas, estepes, ruínas, lagos, rios e toda a sorte de ocupações humanas espalhadas formam um panorama que dá mais a sensação de passear por algum lugar remoto ao norte da Europa do que estar jogando um RPG com enredo medieval.

Porém, justamente por esse tanto de coisa, o carregamento é lento. Para entrar em cada taverna ou loja é necessário um tempo relativamente grande, tendo em vista que muitas vezes entra-se nesses estabelecimentos apenas para conferir se o mercador possui um item. Esperar os carregamentos pode deixar o jogo maçante, em vários momentos. Vale notar também que os objetos vistos de muito perto ficam pixelizados e com pouca definição, mas nada que incomode diante da grandiosidade dos cenários.

EFEITOS A música ambiente, com o estilo de músicas medievais, deixa as longas caminhadas ou cavalgadas extremamente prazerosas, assemelhando-se com a sensação de colocar um MP3 no ouvido e curtir a viagem. Os efeitos sonoros também não deixam a desejar. Desde o som de uma flecha voando até a gritaria da guerra entre Windhelm e Whiterun são bastante realistas. Além disso, as músicas cantadas pelos bardos nas tavernas de Skyrim trazem alegria aos corações dos viajantes, seja com o banjo, a flauta ou o tamborim.

The Elder Scrolls V: Skyrim faz juz à genialidade dos seus quatro antecessores por criar um universo de entretenimento que, apesar dos defeitos nas batalhas, tem um poder de imersão em uma realidade paralela muito grande. Tudo é construído para que até subir numa montanha seja uma aventura especial, em que lobos, trolls e gigantes podem oferecer um desafio de sobrevivência à parte do seu objetivo principal. Prepare-se para entrarno mundo de Skyrim. (Com Raphael Pires)


The Elder Scrolls V: Skyrim
Produtora: Bethesda Softworks
Publicadora: Bethesda Game Studios
Gênero: RPG
Disponível: Xbox 360, PS3 e PC

Avaliação
Jogabilidade ***
Entretenimento *****
Gráficos ****
Som *****








The Elder Scrolls V: Skyrim

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

The Elder Scrolls V: Skyrim
Capa norte americana
Desenvolvedora Bethesda Game Studios
Publicadora Bethesda Softworks
Distribuidora Bethesda Softworks (varejo)
Steam (online)
Diretor Todd Howard
Compositor(es) Jeremy Soule e Shagrath
Motor(es) de jogo Creation Engine
Plataforma(s) Microsoft Windows
PlayStation 3
Xbox 360
Data(s) de lançamento Estados Unidos 11 de novembro de 2011
Gênero(s) Role-Playing Game
Mundo Aberto
Série The Elder Scrolls
Antecessor The Elder Scrolls IV: Oblivion
Modos de jogo Single-Player
Mídia DVD
Blu-ray Disc
Download
Idioma Inglês

The Elder Scrolls V: Skyrim é um RPG eletrônico desenvolvido pela Bethesda Game Studios e publicado pela Bethesda Softworks. É o quinto jogo da série The Elder Scrolls, seguindo The Elder Scrolls IV: Oblivion. Foi lançado em 11 de novembro de 2011 para PlayStation 3, Xbox 360 e Microsoft Windows. É o primeiro jogo ocidental da história a receber 40/40(nota máxima) na conceituada revista japonesa Famitsu.
Skyrim se passa duzentos anos depois dos eventos de Oblivion, na província de Skyrim, no norte de Tamriel. A província irrompeu em uma guerra civil depois que um de seus reis foi assassinado. Paralelamente, o deus Alduin ("Devorador de mundos", também conhecido em outras partes do Império como o mais importante dos Nove, Akatosh), que assume a forma de um enorme dragão, surgiu para destruir o mundo. O personagem do jogador é um dos últimos "Dovahkiin" (Nascidos do Dragão), que deve derrotar o dragão Alduin para salvar Skyrim da destruição. O Jogo Conseguiu três prêmios no VGA 2011, incluindo melhor jogo do ano.

 Jogabilidade

Skyrim mantém a tradicional jogabilidade de mundo aberto encontrada na série The Elder Scrolls.O jogador é livre para andar pela terra de Skyrim a sua vontade, tanto a pé quanto a cavalo. Em Skyrim há cinco grandes cidades, vários pequenos vilarejos, grandes extensões de regiões selvagens e montanhas. Cada vilarejo e cidade possui sua própria economia, que o jogador pode manipular ou sabotar se escolher fazer isso. Ao visitar as cidades, o jogador pode completar atividades como cozinhar, agricultura, cortar madeira e mineração, como também aceitar trabalhos para ganhar dinheiro. Qualquer trabalho que um NPC pode realizar também pode ser feito pelo jogador. O nível do jogador aumenta quando suas habilidades aumentam. Dezoito habilidades estão presentes em Skyrim, e o sistema de classes de Oblivion foi removido. Benefícios são capacidades específicas de cada habilidade, organizada em um sistema de grupo de ramificações chamado de "árvores de habilidades". Cada aumento de nível permite que outro benefício seja colhido. Existem 280 benefícios, e agora é possível passar do nível 50, mas a uma taxa muito reduzida. O HUD na tela apenas aparece quando a vida, energia ou mágica do jogador estão se esgotando. Itens e esquemas de equipamentos podem ser salvos por um menu de rápido acesso, e o menu de inventário na tela de pause é apresentado em uma sobreposição em estilo bússola; enquanto que no inventário, o jogador pode girar e se aproximar dos itens adquiridos.
Armas podem ser criadas pelo jogador em uma forja, e são atribuídas a cada mão individualmente, permitindo empunhamentos duplos. Ao custo de energia, o jogador pode correr e pular. Escudos podem ser usados para bater, e tempo certo é necessário para bloquear um ataque com o escudo. Cada tipo de arma possui vantagens específicas e papéis; como exemplo, o jogador ganha a habilidade de movimentos de finalização. Há mais de oitenta e cinco tipos de feitiços, que podem ser usados ​​em formas de combate à distância e perto. Tipos de feitiços possuem qualidades específicas; um feitiço congelante diminui e drena energia, enquanto um feitiço de fogo causa danos prolongados através da queima, que também pode atear fogo ao ambiente. Jogadores podem equipar um feitiço por mão e poderão recarregar feitiços antes de lançá-los para maior poder. Ao praticar tiro com arco, as flechas demoram mais para serem puxadas do que nos jogos Elder Scrolls anteriores, porém fazem um dano maior. Por isso, flechas são caras e consideradas raridades. Um jogador equipado com um arco pode usá-lo defensivamente em combates corpo a corpo, em um movimento de contra-ataque. O jogador pode ser furtivo, e jogadores não-jogáveis (NPCs) se alertam se os movimentos do jogador forem detectados.
Skyrim faz uso do sistema de inteligência artificial Radiant AI criado para Oblivion, que foi melhorado para permitir que NPCs "façam o que eles quiserem sob parâmetros extras". O sistema melhorado permite maior intereção entre os NPCs e seu ambiente; NPC's podem realizar tarefas como agricultura, moagem e mineração no mundo do jogo. Os NPC's podem interagir com o personagem do jogador através de conversas, e podem pedir favores e treinar o personagem, ou desafiar o personagem do jogador para um duelo. Eventos como duelos são encontros gerados aleatoriamente, pegando influência do jogo anterior da Bethesda, Fallout 3. Skyrim introduz o sistema Radiant Story, que governa aventuras e como elas funcionam. Aventuras paralelas são dinamicamente alteradas baseadas nas ações do jogador, e são feitas para as habilidades e progresso do jogador no jogo. Como exemplo, o jogador pode ser envidado para um calabouço que não foi explorado anteriormente, e enfrentar inimigos que são derrotados com mais eficiência com o estilo de combate preferido dele.

Características novas no Jogo

  • O uso do arco não será mais tão fácil, já que leis da física deslocarão as flechas, beirando a realidade.
  • O jogo tem cinco escolas de magia.
  • Depois de matar um dragão, o jogador será capaz de absorver a sua alma, que lhe permitirá ter uma nova habilidade.
  • Qualquer item no inventário pode ser girado, incluindo livros, que agora será feito em 3D.
  • O jogador será capaz de mudar de arma durante as batalhas.
  • Quando correr de costas (ou correr para trás) ele não vai ter a mesma velocidade que se teria correndo para frente.
  • Se a paisagem de Oblivion foi criado primeiramente pelo gerador, no Skyrim, de acordo com os desenvolvedores, todos os elementos da paisagem foram criados a mão: "Cada árvore, cada pedra, cada copo ....
  • Se em Oblivion um homem trabalhou na criação das dungeons, em Skyrim houve um grupo de 14 designers.
  • Quando você criar uma aparência para o personagem o jogador pode escolher barba, cicatrizes entre muitas outras coisas.
  • A edição de colecionador vem com um álbum ilustrado de 200 páginas, com figuras, imagens do jogo, do dragão alduina, rabiscos na língua dos dragão, assim como um disco com o material relacionado com o desenvolvimento do jogo.
  • NPC e inimigos, ao fazerem comentários, prestam atenção à raça e equipamentos do jogador.

Folclore


Skyrim utiliza a Creation Engine, permitindo novos efeitos de tempo. Dragões são encontrados no mundo de jogo.
Folclore é algo comum no mundo de jogo de Skyrim. Criaturas como mamutes e tigres de dente de sabre são encontrados pelo jogo e podem ser mortos.Os lendários dragões têm uma influência particular na jogabilidade e na história, e são oponentes desafiadores para o jogador. Dragões podem aparecer em qualquer momento, em qualquer lugar e podem atacar qualquer coisa. Raças diferentes de dragões são encontradas por Skyrim, tanto sozinhos como em grandes grupos. Eles podem falar diretamente com o jogador através da língua nativa do mundo, Dracônica. Dragões podem atacar cidades e vilarejos aleatoriamente, devastando cidades sem aviso prévio;  frequentemente, dragões mergulham para o chão, marcham através das ruas das cidades e cospem fogo, que envolve e provoca danos significativos às estruturas da cidade. Nem todos os dragões são hostis.
Através de um curso de eventos, o personagem do jogador pode descobrir que ele/ela é um Dovahkiin.Por causa disso, o personagem garante a habilidade de usar a Voz de dragões. Essas são poderosas habilidades adquiridas por matar dragões e absorver suas almas, exemplos incluem teletransportação, reduzir a velocidade do tempo e chamar um dragão para ajudar o jogador. Gritos de dragões (Thu'um) são descritos como gritos de guerras falados na língua nativa dos dragões(Dovahzaan). Existem mais de vinte tipos diferentes de gritos de dragões que podem ser adquiridos durante o jogo, e eles se tornam mais efetivos enquanto o jogador absorve mais almas de dragões mortos. Alguns de NPCs também podem usar gritos de dragões.

Guildas

Por toda Skyrim, os NPCs são membros de uma ou mais guildas, o jogador também podem escolher entrar em uma, ou mais. Cada guilda têm missões exclusivas para seus membros.
  • Dark Brotherhood (Irmandade Sombria): Guilda secreta de assassinos profissionais.
  • Companions Guild (Guilda dos Guerreiros): Mercenários, podem ser encontrados em Whiterun.
    • The Circle (O Circulo): Somente para os mais honrados e valentes membros da Companions.
  • Colege of Winterhold (Colégio de Winterhold): Guilda dos magos, na cidade com o mesmo nome, Winterhold.
  • Imperial Legion (Legião Imperial): A maior guilda de Skyrim, que ha tempo vem perdendo sua grandeza, hoje é apenas uma sombra do que já foi, sua base fica em Solitude .
  • Stormcloaks: Amplo grupo rebelde que tem como objetivo a independência de Skyrim, pode se unir a eles em Windhelm.
  • Thieves Guild (Guilda dos Ladrões): Localizada em Riften, esta Guilda é para ladrões.
    • Nightingale Sentinels: A elite da Thieves Guild.
  • Bards College (Colégio de Bardos): Aprenderas a tocar instrumentos e a recitar poesia, localizada em Solitude.
Há outras Guildas no jogo, mas o jogador não pode entrar nelas, apenas interagir com seus membros, e em alguns casos, realizar tarefas.

Raças

Raça Poder Habilidade Bonificação maior + 10 Bonificação menor + 5
Imperial Voz do Imperador Encontra mais ouro + 10 restauração +5 armadura pesada, +5 armas a uma mão, +5 bloqueio, +5 encantamento, +5 destruição
Nórdico Grito de Batalha + 50% resistencia ao frio + 10 armas de duas mãos +5 armas de uma mão, +5 armadura leve, +5 oratória, +5 ferreiro
Bretão Pele de Dragão + 25% resistência à magia + 10 conjuração +5 alteração, +5 oratória, +5 ilusão, +5 restauração
Redguard Adrenalina + 50% de resistência à veneno + 10 armas de uma mão +5 alteração, +5 bloqueio, +5 arqueiro, +5 destruição, +5 ferreiro
High Elf Regenerar magia + 50 de magicka (mana) + 10 ilusão +5 alteração, +5 conjuração, +5 destruição, +5 restauração
Dark Elf Ira dos Antepassados + 50% resistencia ao fogo + 10 destruição +5 alteração, +5 armadura leve, +5 alquimia, +5 furtivo (stealth)
Wood Elf Controlar animais + 50% resistência à venenos e doenças + 10 arqueiro +5 abrir fechaduras, +5 armadura leve, +5 furtivo (stealth), +5 roubar
Khajiit Visão noturna Garras (+15 de dano desarmado) + 10 furtivo (stealth) +5 abrir fechaduras, +5 alquimia, +5 armas de uma mão, + 5 arqueiro
Orc Berserker Rage
+ 10 armadura pesada +5 armas de uma mão, +5 armas de duas mãos, +5 bloqueio, +5 ferreiro
Argoniano Pele regeneradora Respiração aquática e +50% resistência a doenças + 10 abrir fechaduras +5 armadura leve, +5 furtivo (stealth), +5 restauração, +5 bater carteira

Personagens

  • Dohvakiin, ou o último Dragon Born (Nascido do Dragão) veio ao mundo para derrotar Alduin e a ameaça que ele representa.
  • Delphine, a última agente operacional dos Blades em Skyrim, ajudará o jogador a descobrir o mistério por trás do retorno dos dragões. Inicialmente trabalhando disfarçada na pousada em Riverwood.
  • Esbern, junto com Delphine, membro dos Blades, soldados de elite, cuja tarefa era, 200 anos antes, proteger o imperador. Vai ser o mentor do herói, revelando a sua prole e ajudando a derrotar os dragões. Inicialmente se esconde em Riften.
  • Alduin, O Devorador de Mundos como é contado em lendas e historias, ha varias profecias que dizem que Alduin retornará e dominara o mundo novamente, porém junto com ele vira Dohvakiin, para derrotá-lo. Como dragões são considerados "filhos" de Akatosh, Alduin é dito como o primogênito, o mais ancião e poderoso dos dragões.
  • Arngeir: líder dos Barbas Grisalhas, um grupo de seguidores do Caminho da Voz que habitam no Alto Hrothggar, Arngeir é o encarregado de guiar ao Sangue de Dragão o Dovahkiin pelo Caminho da Voz, alías é o único que pode falar já que seus companheiros só falam na língua dos dragões e suas vozes são muito poderosas para serem usadas numa conversa.
  • Astrid: líder da última guarnição da Dark Brotherwood em Tamriel , Astrid é uma mulher de meia idade, meticulosa e fría. Em sua juventude, assassinou o seu tio quando ele abusou dela, e continuou assassinando até que a Dark Brotherwood a recrutou. Recusa-se a usar os métodos antigos que a irmandade usava e prefere não se guiada pela Mãe Noite.
  • Brynjolf: segundo em autoridade na guilda dos ladrões em Riften, Brynjolf é um ladrão muito experto, com muitos anos de de expericia, mas apesar de ser um ladrão, é um homem de confiança e honrado.
  • Archimago Savos Aren: É o mago mais poderoso e o verdadeiro líder do colágio de Hibernalia apesar de que passou a administração do colégio à mestra Miravelle Ervine. Deverás informar-lo dos detalhes de cada missão quando às completa-las, e apesar de sua aparencia tem um misterioso passado.
  • General Tulio: Comandante das Legiões imperiais de Skyrim, o general Tulio é nativo de Cyrodiil e foi designado para Skyrim pelo próprio imperador, Tito Mede II. Seu quartel general se encontra na cidade de Soledad e suas legiões apoiam a pretensão do jarl Elisif ao trono e de ser o rei supremo de Skyrim. Conta com o apoio das cidades de Markarth, Morthal, Falkreath e se comenta a possibidade de influenciar Whinterun, que é aparentemente neutra.
  • Kodlak Melena White: Arauto dos Companions, um grupo de lendarios guerreiros, Kodlak é um homem de grande honra, um nórdico de sangue puro se aproxima do seu dia de morte, deseja morrer em Sovngarde, a terra prometida para os guerreiros nórdicos.
  • Ulfric Stormcloak: líder dos "Stormcloaks", é o jarl de Ventalia da Marca Oriental. Em um passado, Ulfric derrotou em um duelo o antigo rei supremo de Skyrim Torygg, com um thu'um, o lendario grito dos dragões. Antes disso, comandou uma rebelião com o objetivo de emancipar Skyrim do dominio do Império. Conta com o apoio das cidades de Riften, Hibernalia e Dawnstar.

Profissões

Ao contrário de Oblivion, em Skyrim aumentou o número e o valor dos negócios.
  • Ferreiro - esta habilidade foi completamente alterada, se antes era necessaria apenas para reparar armas e armaduras, em Skyrim reparar itens não é preciso, mas há a oportunidade de criar suas próprias armaduras e armas. Todos os materiais para isto podem ser criados, comprados ou encontrados, e alguns elementos (ex.: Minério de Ébano) são confeccionados somente com um personagem de alto nível. A criação de uma arma é dividido em várias etapas:
    • Extração do minério com picaretas;
    • Derreter o minério em lingotes. Geralmente 2 unidades do minério em estado bruto resulta em 1 unidade de minério em lingote.
    • Obtenção do Couro em tiras curtindo peles de animais em couro e o couro em tiras;
    • Forjar o Item usando uma fornalha.
  • Curtimento - curtir uma peça de pele crua para a criação de armaduras e armas na ferraria.
  • Artesão - na ferraria também é possível melhorar o corte de armas ou a resistência de armadura, a melhora é geralmente vale uma barra de metal do mesmo material que o item é feito.
  • Lenhador - quando dividir a tora de madeira em lenha é necessário. Requer o machado de lenhador.
  • Joalheiro - a partir do lingote de ouro e prata, você pode criar anéis e colares, e se você tiver pedras, você pode criar, por exemplo, um anel com um rubi ou um colar com pedras semi-preciosas. Jóias são criadas na forja.
  • Alquimia - diferente de Oblivion você não pode fazer poções em qualquer lugar. Agora para a Alquimia você precisa encontrar uma mesa própria para isto, que pode ser encontrada com certa frequência em lojas e algumas casas ou prédios maiores.
  • Encantador - com um pentagrama, que se assemelha à mesa de alquimia, mas é muito mais rara. Encantadores precisam de artefato de pedra com uma alma para encantar um item, o item e um encantamento.

Sinopse

Enredo

Skyrim não é uma sequência direta de Oblivion; ao invés disso, é um novo capítulo na série The Elder Scrolls, se passando duzentos anos depois dos eventos de Oblivion. Na premissa de Skyrim, o Império começa a ceder territórios para as nações Élficas uma vez governadas, porque não há nenhum herdeiro para o trono do Imperador. Os Blades não tem ninguém para defender, e gradualmente morreram, foram assassinados ou se isolaram do resto do mundo. Depois do assassinato do Rei de Skyrim, uma guerra civil irrompe entre as raças nativas Nord—sendo a maioria aqueles que desejavam que Skyrim se separe do Império, e o resto sendo aqueles que desejam que Skyrim permaneça no Império.
Como os jogos Elder Scrolls anteriores, Skyrim começa com o personagem do jogador como um prisioneiro desconhecido, condenado por um crime que ninguém lhe diz qual foi. Tendo que enfrentar, nesse novo capitulo da série, Alduin. Alduin foi, em tempos remotos, o líder dos dragões que dominavam o mundo e escravizavam todos os seres humanos, até que um dia foi derrotado por nórdicos, depois da derrota de Alduin, os outros dragões começaram a serem mortos, isso, muito tempo antes da historia que o jogador vive em Skyrim. O personagem do jogador é o último Dovahkiin (Nascido do Dragão), um caçador de dragões ungido pelos deuses para ajudar a afastar a ameaça que Alduin representa para Skyrim e Tamriel. Ajudando o jogador está Esbern (dublado por Max von Sydow) e Delphine talvez os últimos Blades vivos.

Cenário

O mundo de jogo de Skyrim é a província de Skyrim. É a província do norte de Tamriel, o continente onde todos os jogos da série se passaram. Skyrim é praticamente do mesmo tamanho que Cyrodiil, o mundo de jogo de Oblivion, que tem 41 quilômetros quadrados em área. Em Skyrim há cinco grandes cidades, maiores que as cidades de Cyrodiil, como também pequenos vilarejos e expansões selvagens. Muito da topografia de Skyrim é montanhosa, e dragões são frequentemente encontrados ao se explorar as regiões selvagens. Há mais de 150 dragões espalhados por toda Skyrim, e quando o jogador entra em um calabouço pela primeira vez, os monstros do local se travam ao nível do jogador permanentemente, mesmo se visitados depois com um nível mais alto. Viagens rápidas é um aspecto que retorna, permitindo que o jogador viaje instantaneamente para qualquer locação marcada que foi anteriormente visitada.

Geografia

A província de Skyrim faz fronteira ao sul com Cyrodiil, no leste com Morrowind e ao norte com o mar. Há basicamente três tipos de terrenos em Skyrim, que são: Tundras, florestas e neve. Skyrim é divido em domínios, cada qual tem suas próprias leis, obedecendo também às ordens da capital da província, que, por sua vez, deveria estar sujeito às leis do Império de Tamriel, na dinastia Septim — pós Cirodiil. Em cada província há um Jarl, a autoridade administrativa local de cada domínio. Há carruagens que podem ser usadas, por um preço, para ir de um domínio ao outro.
Tipos de terrenos
  • Tundra: Abrange as províncias de Whiterun Hold e The Reach, no centro e oeste do país.
  • Tundra vulcânica: Apenas a província de Easthmarch, ao leste.
  • Tundra pantanosa: Hjaalmarch e parte de Haafingar.
  • Neve: Províncias ao norte, The Pale, Winterhold e parte de Haafingar.
  • Floresta de Pinos: Apenas em Falkreath, ao sul.
  • Floresta outonal: Apenas a província de Rift, no extremo sudeste.
Domínios
  • Whiterun Hold: Localizado no centro da província de Skyrim e faz fronteira com todas os domínios de Skyrim, exceto com as províncias de Winterhold e Haafingar. Whiterun tem o terreno de tundra, por isso é habitado por gigantes e mamutes. É nesta região que o jogador começa.
    • Whinterun é a capital da província, onde fica o Jarl, o rei da província.;
    • Rorikstead é uma pequena fazenda;
    • Riverwood Cidade de porte médio.

  • Eastmarch: Fica na direção leste de Skyrim, é um domínio cuja região é vulcânica e uma das mais antigas da província.
    • Windhelm é a maior cidade de Skyrim. Há na cidade um palacio espetacular, onde a Imperial Legion guarda a ponte para Morrowind.

  • The Rift: O domínio fica no extremo sudeste de Skyrim. Tem uma aparência bonita devido as árvores outonais e é cercado por muitas montanhas.
    • Riften, a maior cidade do domínio.
    • Shor' Stone, uma pequena comunidade mineradora.

  • Falkreath Hold: A província mais verde de Skyrim, apesar de ter uma aparência sombria, fica ao sul.
    • Falkreath é hoje um gigante cemitério. Todas as tendas e tavernas têm nomes fúnebres. Faz fronteira com Cyrodiil.

  • The Reach: Antiga região dos anões, fica ao oeste de Skyrim fazendo fronteira com Hammerfall e High Rock, esta província tem uma cordilheira e um canyon enormes, e é pouco habitada.
    • Markarth foi construída sobre antigas ruínas anãs.

  • Haafingar: Localizado ao noroeste de Skyrim, região muito fria e com dois tipos de terrenos, sendo ao sul da província tundra pantanosa e ao norte neve. è bem banhado pelo mar do norte.
    • Solitude tem o maior porto comercial de Skyrim.
    • Dragon Bridge é uma pequena comunidade perto de Solitude.

  • The Pale: Assim como Winterhold, é um domínio coberto por neve. Fica na direção centro-nordeste, entre Whinterun e Winterhold, mas se estendendo até a costa ao norte, e faz fronteira com Eastmarch e Hjaalmarch.
    • Dawnstar é uma cidade pequena costeira e distante, com fortes tempestades de neve.

  • Winterhold: Província gelada, com constantes tempestades, na direção nordeste. Fica depois de The Pale.
    • Winterhold, uma cidade conhecida pelo Colégio de Winterhold, de magias.

  • Hjaalmarch: Província com terreno de tundra pantanosa. Fica no centro-noroeste, entre os domínios Whinterun, The Pale, Haafingar e The Reach.
    • Morthal

Doenças

Há mais de duas doenças em skyrim. No entanto duas delas se destacam das demais:
  • Vampirismo - a única doença que se repete por três títulos da série TES, e o princípio é o mesmo de antes. A infecção pode ocorrer quando é atingido de qualquer forma por um vampiro em uma batalha. O vampirismo começa após 3 dias depois da infecção. Quanto menos o vampiro bebe o sangue de NPCs (que estejam dormindo), maior será a manifestação de seu vampirismo, a cada dia (24h in-game) avança um estágio (são 4) permitindo novos poderes, ampliando fraquezas e resistências. Ao beber sangue de um NPC, o vampiro retorna ao estágio 1.
  • Licantropia - uma doença que veio de Morrowind, pode tornar-se lobisomem uma vez por dia. Lobisomem é muito forte, e desenvolve uma velocidade enorme, sabe rugir para assustar os inimigos, lançando inimigos para longe com a mão, e come cadáveres para recuperar a saúde (a saúde não restaura de outra forma). O estado de lobisomem dura pouco mais de uma hora (in-game). A cada corpo que o lobisomen se alimenta ele ganha 30 segundos (tempo real) adicional de transformação (não é possível se alimentar de corpos de raças não jogáveis como falmers, gigantes, animais, etc).
Se o seu personagem está doente, os NPCs dirão frases relacionadas a sua doença. Ou seja, quando você for um vampiro, farão alusão ao tom de pele clara; e quando lobisomem os guardas pode dizer que o jogador fede como um cachorro molhado, que eles não gostam de sorriso animal ou o que eles ouviram uivos de lobisomem, e o fato de que o jogador tem pelos saindo pelas orelhas.

Desenvolvimento

Requisitos do Sistema

Mínimo Recomendado
Microsoft Windows
Sistema Operacional Windows XP, Windows Vista ou Windows 7 (32 ou 64 bit)
CPU Intel ou AMD 2 GHz dual-core Intel ou AMD quad-core
Memória 2 GB RAM 4 GB RAM
Placa de Vídeo Placa de Vídeo onboard com 512 MB of RAM e compativel com Direct X 9.0c Nvidia GeForce GTX 260 ou ATI Radeon HD 4890 1 GB
Placa de Som Placa de som compativel com DirectX
Rede Acesso a Internet para ativação pelo Steam
Skyrim foi conceitualizado pouco tempo depois do lançamento de Oblivion em 2006, e começou a produção depois do lançamento de Fallout 3 em 2008. Foi oficialmente anunciado no Spike Video Game Awards em dezembro de 2010, quando o produtor executivo Todd Howard subiu ao palco para apresentar o trailer que anunciava sua data de lançamento "11–11–11".Apareceu como história de capa da edição de fevereiro de 2011 da revista Game Informer, quando sua história e conteúdo foram reveladas pela primeira vez.

No universo de Skyrim está o uso de uma "língua de dragão". O alfabeto foi construído para esteticamente parecer pertencente a dragões, assim o uso de marcas semelhantes a garras.
Jeremy Soule, compositor que escreveu a trilha sonora de Morrowind e Oblivion, retorna para fazer a trilha de Skyrim. "Sons of Skyrim" é o tema principal do jogo, e foi gravado com um coral de mais de trinta pessoas, cantando na língua Dracônica do jogo. A língua foi concebida pelo artista conceitual Adam Adamowicz, que desenvolveu um alfabeto de 34 runas para o jogo.Matt Miller, jornalista da Game Informer, descreve que a língua interpreta um "papel integral na história e jogabilidade [de Skyrim]". O léxico de Dracônica foi expandido quando precisado; como o desenhista chefe Bruce Nesmith explica em uma entrevista para a PlayStation Official Magazine (UK), palavras foram introduzidas para o léxico "toda vez [que o estúdio queria] para dizer algo".O ator Max von Sydow dubla Esbern, um Blade que ajuda o jogador através da aventura principal.
Skyrim utiliza a Creation Engine, um motor de jogo desenvolvido internamente pela Bethesda. A draw distance renderiza mais longe do que os jogos Elder Scrolls anteriores; falando para a Official Xbox Magazine em março de 2011, Howard descreve uma draw distance "todo o caminho". Como exemplo, ele descreveu como o jogador pode "olhar para um garfo, ou uma maçã, e depois olhar para uma montanha, e [...] então correr para o topo daquela montanha". O motor do jogo permite uma iluminação dinâmica, permitindo sobras criadas por qualquer estrutura ou item. SpeedTree foi usada para produzir a flora em jogos anteriores; no lugar dela, a flora é produzida usando tecnologia própria da Bethesda. Os desenvolvedores afirmaram que isso permite mais detalhe à flora; a tecnologia permite que os desenhistas deem pesos diferentes a tipos de árvores e determinar como o vento as afeta. O vento também afeta o mundo de jogo em outras áreas também, como determinando o fluxo e direção das águas dos rios e córregos.O motor permite que a neve caia de forma dinâmica, escaneando o mundo de jogo e então determinando onde e como a neve vai cair no terreno. Títulos futuros desenvolvidos pela Bethesda também farão uso da Creation Engine.Animações de personagens e criaturas são geradas pelo conjunto de ferramentas de comportamento da Havok. Permite que os personagens passem de forma fluída de corridas para caminhadas, como também aumentar a eficiência da câmera de terceira pessoa. Também permite conversas entre o personagem do jogador e NPCs renderizados em tempo real. NPCs se movimentam, realizam tarefas e fazem gestos corporais enquanto conversam com o jogador. Crianças também estão presentes no jogo, e NPCs interagem entre si, como lutarem um com os outros por dinheiro que o personagem deixou.
A direção de arte de Skyrim é descrita como "bem diferente" em relação a de Oblivion, conforme afirmado pelo diretor de arte Matt Carofano. Ele descreveu a direção de arte de Oblivion como "fantasia européia padrão", e dessa forma o objetivo para Skyrim era fazer o mundo de jogo parecer realista. Em março de 2011, em entrevista para a Official Xbox Magazine, Howard resumiu o mundo de jogo de Oblivion como sendo aparentado com as atmosferas mais "refinadas e acolhedoras" dos jogos Elder Scrolls anteriores Arena e Daggerfall, e como a "maravilha de descoberta" do mundo de jogo de Morrowind foi perdida. Ele disse que o mundo de Skyrim "caminha entre Morrowind e Oblivion", tendo sua cultura própria e única.Outro objetivo era fazer cada locação em Skyrim parecesse única; o mundo de jogo é descrito como sendo feito a mão. Nesmith explica que "em Oblivion nós geramos algumas paisagens, e não há nada disso mais". Enquanto os calabouços de Oblivion foram criados por apenas um artista, os calabouços de Skyrim foram criados por uma equipe de oito desenhistas. Com o desenho de personagens, esforços foram feitos para que cada raça fosse única em relação a outra. Além disso, a criação de personagens foi aprofundada em relação aos jogos The Elder Scrolls anteriores, introduzindo novas opções de customização, como barbas e rostos pré-construídos, pinturas de guerra e cicatrizes, em outras palavras simplificando a construção facial.

Música

O grupo escolhido por Jeremy Soule para compor a música de Skyrim também foi responsável pelos trabalhos em Morrowind e Oblivion. Ele compôs "Sons of Skyrim", música tema do jogo e foi gravada com um coro de mais de 30 pessoas, cantando na língua dos dragões.O Diretor Criativo Todd Howard imaginou a música tema para Skyrim como uma música de Elder Scrolls cantando por um coro de bárbaros. Isso se tornou uma realidade quando a idéia foi aprovada por Jeremy Soule, que gravou o coro de 30 homens em três gravações diferente e juntou em três camadas separadas ao mesmo tempo para criar o efeito de 90 vozes. A linguagem, Draconiana, foi criada pelo artista de conceito da Bethesda Adam Adamowicz, e ele desenhou os 34 caracteres do alfabeto rúnico para o jogo. O léxico Dracônico pode ser expandido conforme a necessidade; o designer-chefe Bruce Nesmith explicou que, palavras foram introduzidas no léxico "sempre que [a equipe] precisava dizer algo".
Como os dois títulos anteriores da série, a trilha sonora de Skyrim será vendida exclusivamente pelo DirectSong de Jeremy Soule; em 4 de Novembro 4 de 2011 foi anunciado que a única distribuição física do álbum teria 4 CDs, disponiveis no mesmo dia de lançamento do jogo. Todas as copias pre-encomendadas antes de 23 de Dezembro seriam pessoalmente autografada por Soule.[32] Em 17 de Outubro, no Tweet de Pete Hines, Vice Presidente de Relações Públicas e Marketing da Bethesda, postou que "A trilha sonora de Skyrim terá 4 CDs", um álbum de 4 discos lançado foi descoberto por um funcionário da Digital Song durante um erro de exibição da conta. Nas encomendas feitas antes do lançamento pelo sítio Amazon.de foram adicionado 5 faixas promocionais da trilha de Skyrim, este álbum foi intitulado de The Elder Scrolls: The Old Republic Day One - Limited Edition.





A Bethesda melhorou o que já era bom com dragões e muito mais!

Por Maurício Tadra em 16/11/2011 - 14:07   Site http://www.baixakijogos.com.br


ESCOLHA DO EDITOR
  • Visual Nota 92
  • Jogabilidade Nota 95
  • Áudio Nota 95
  • Diversão Nota 97



Depois de muito tempo de espera, finalmente The Elder Scrolls V: Skyrim chegou às mãos dos jogadores. Como o próprio nome já indica, o game é a quinta continuação da franquia de RPGs da desenvolvedora Bethesda (lembrem-se de Fallout) e chega com a pretensão de conquistar fãs ao redor do mundo contanto apenas com jogabilidade single player.
Em Skyrim, os jogadores estão na pele do último dragonborn, que como o próprio nome sugere, é um guerreiro nascido com alma de dragão. Esse fato permite que ele possa usar certos poderes “audíveis” das criaturas contra elas mesmas, tendo que matá-las para absorver as almas delas para recarregar suas habilidades orais.

O título conta com uma longa campanha principal e uma infinidade de missões paralelas. Será que Skyrim convence?

Aprovado

Problema: O que fazer?
Problema em pontos positivos? Em Skyrim, assim que o game começa, a primeira característica marcante do título já salta da tela com mais violência que um feroz dragão ― O que fazer primeiro? Apenas nos primeiros passos do jogador ele precisa seguir algumas orientações, para aprender a atacar, defender e alguns outros comandos básicos.

Desde os primórdios já é preciso prestar atenção nos acontecimentos, que logo serão exigidos para seguir a campanha principal. Mas, "seguir a campanha principal"? Antes mesmo das primeiras descobertas de cidades já é possível entrar em quests paralelas, que vão garantir novos pedaços de enredo, itens ou até algumas habilidades especiais. Quantas opções!
Escolhas difíceis ficam para depois
Logo nos 10 primeiros minutos de jogo você escolhe o personagem que vai controlar, incluindo seu nome. Para a alegria das pessoas mais indecisas, Skyrim permite que você selecione a “classe” de batalha durante o próprio percurso. A princípio, você decide apenas se será um ser lagarto, um orc, um entre três espécies de elfo ou qualquer uma das opções existentes.

Cada uma das raças tem uma pré-disposição diferente, como por exemplo, a rápida regeneração dos lagartos ou a imunidade a envenenamentos que os humanos possuem. Fora isso, nada mais é preciso escolher antes que o jogo comece.
Poderio bélico dobrado
A classe a qual cada jogador pertencerá é construída de acordo com o uso que ele fizer de cada atributo. Por exemplo, para se elaborar um mago é preciso equipar magias e usá-las indiscriminadamente (ou até quando a barra de Magicka permitir). Tal uso fará com que a habilidade evolua e o personagem ganhe pontos de manuseio de magia, nesse caso.
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Cada competidor pode usar até dois poderes distintos simultaneamente, desde que o atributo não requeira o uso das duas mãos. Será muito comum vermos pessoas equipando-se com uma arma em uma das mãos e com alguma magia noutra. É possível usar duas vezes o mesmo poder ou um único objeto que faça uso de ambos os braços, como um machado grande, por exemplo.
Há poderes específicos que podem ser repetidos e quando usados em conjunto geram um ataque concentrado, que inflige o dobro do dano. No caso das magias, se colocada uma esfera de fogo do lado esquerdo e outra do lado direito, pode-se combinar os ataques criando uma grande bola flamejante.
Sobre gritos e lobos
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Sem querer menosprezar nenhuma arma ou o que o valha dentro de Skyrim, há duas novidades que são as mais chamativas. A primeira delas são os “dragon shouts” (algo como “grito dos dragões”), que permitem aos dragonborns emitirem gritos especiais (que na realidade são palavras na língua dos lagartões).
Esses gritos são obtidos encontrando as localidades certas ao redor do mundo e são usados ao custo das almas dos dragões. A segunda atração é a possibilidade de se tornar um lobisomem. Esta equivale ao “vampirismo”
Diálogos, conversas, drama

A Bethesda Softworks certamente aprendeu muito com Fallout e New Vegas no que diz respeito aos diálogos. Nem todas as histórias são relevantes ou tem relação direta com a campanha principal, mas todos os personagens existentes no game têm vozes
Mas levando em consideração o tamanho do mundo e a quantidade de possibilidades existentes no game, é incrível como cada uma das histórias pode ser cativante e criar uma razão própria de ser.
 Um quadro vivo
Percorrer os campos verdejantes ou passar pelas intempéries de Skyrim é como estar dentro de um quadro gigante com vida própria. Os ambientes são incrivelmente detalhados e possuem paisagens embasbacantes. Sem contar quando uma característica geográfica notável se junta a um fenômeno como chuva ou uma tempestade de neve. É realmente fabuloso.
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DRAGÕES
Em Skyrim você pode matar dragões até dizer chega. E mesmo assim eles não vão parar de aparecer, mesmo que você peça na “língua deles”. Fazendo isso, alías, as batalhas ficarão mais divertido ainda e você irá querer matar mais lagartos gigantes. É uma diversão quase inesgotável.

Reprovado

Basicamente bugs e IA fraca
Depois de passar por tantas experiências incríveis em Skyrim, a única ressalva que precisam ser mencionadas são os bugs. As falhas acontecem com relativa frequência, mas se você já estiver familiarizado com qualquer jogo da Bethesda, não vai sentir praticamente nenhum problema com os deslizes.

Mesmo levando em conta o tamanho absurdo do mundo de Skyrim, há mamutes que se “teleportam”, inimigos que socam com uma força “cósmica” e o fazem-no conhecer os céus mais de perto, cavalos alpinistas que escalam paredes de quase 90 graus... Não são defeitos que atrapalham muito, porém, certamente atentam contra o perfeccionismo do título.

Por fim, a Inteligência artificial dos npcs é bastante “limitada”. Eles são lentos e contam com um senso de direção sofrível, facilmente se perdendo caso você avance rápido demais. Sem contar que, algumas vezes, os parceiros aparecem “do nada” ou atacam alvos que você não gostaria de ter provocado.
Ouço vozes
Em inúmeras das conversas travadas durante o game, vozes se cruzam como se fossem ligações cruzadas no telefone. Você está conversando com um cara e há uma ou duas vozes vindas de algum lugar que atrapalham e confundem os gamers. As legendas por várias vezes são atravessadas por npcs e ficam praticamente impossíveis de serem entendidas.
Mais Dragões!
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Os dragões são criaturas que certamente abrilhantam muito a magia do universo de Skyrim. O problema é que a randomicidade das criaturas cuspidoras de fogo gera batalhas com uma frequência maior do que você gostaria. Depois de algum tempo suando para matar os lagartões, você acaba descobrindo o padrão de comportamento das criaturas e imagine matar os mesmos bichos por mais de 100 horas...
Skyrim não apresenta uma grande variedade de inimigos e eles não oferecem dificuldade estratégica. A baixa inteligência artificial não permite que eles se organizem contra você, nem exige que os guerreiros bolem estratégias elaboradas para conseguir êxito.
Eu queria um amigo
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Não chega a ser um defeito, mas Skyrim poderia conter pelo menos algum tipo de modo cooperativo online. Quem sabe algo parecido com o que existe em Dark Souls ou Demon's Souls, no qual a jogabilidade é individual, mas outros jogadores podem ser convocados  para ajudar em missões específicas.

Vale a pena?


The Elder Scrolls V: Skyrim não é só um dos melhores RPGs do ano, como também é um dos melhores jogos já lançados até hoje. O título certamente reinventa o conceito de 'valor de um game', pois apesar de ser um single player não cooperativo, o game garante centenas de horas de diversão. Skyrim é um daqueles jogos que você liga, começa a jogar e de repente passou o dia inteiro. É compra certa!






The Elder Scrolls V: Skyrim – Uma aventura sem fim

Publicação: Alexandre Silva Para o TechTudo 15/Dez/2011 15h46

Nome: The Elder Scrolls V: SkyrimGênero: RPGDistribuidora: Bethesda Softworks (distribuído no Brasil pela NC Games)Plataformas: PS3, Xbox 360 e PC
The Elder Scrolls V: Skyrim (Foto: Divulgação)The Elder Scrolls V: Skyrim (Foto: Divulgação)
Se existe uma frase que possa definir o jogo The Elder Scrolls V: Skyrim, essa frase é: “Diga adeus à sua vida real”. Vocês podem ter lido essa frase em outros lugares que comentem algo desse jogo, e não há uma definição melhor para ele, uma vez que você mergulha na história e começa a se aventurar em mais um pedaço do reino de Tamriel.
Normalmente, para se fazer um review, é recomendado jogar um jogo até o final, para se ter uma boa impressão de sua experiência e passar isso para os leitores. Infelizmente isso não é possível em Skyrim, pois o jogo simplesmente não termina nunca. Trata-se de uma aventura contínua, que se renova a cada dia de uma maneira inacreditável. Um mundo vasto e que transmite uma coisa não muito comum em NPCs (personagens não jogáveis) do cenário: Vida. As pessoas nas cidades trabalhando, e indo para suas casas para uma boa noite de sono, uma rotina que se repete dia após dia dentro do jogo, e uma grande interação com o jogador.
Talvez seja essa energia que faz com que Skyrim seja um jogo tão viciante. Além de um sistema simplificado de habilidades, um gerador infinito de quests e também uma trilha sonora épica a todo momento. É um jogo perfeito? Não. É um dos melhores RPGs já lançados para o videogame? Não tenham dúvidas.
The Elder Scrolls V: Skyrim (Foto: Divulgação)
The Elder Scrolls V: Skyrim (Foto: Divulgação)
A tecnologia descomplicada
Esse é o slogan de um famoso site de tecnologia brasileiro, mas nesse review, essa frase também se aplica às mudanças realizadas em Skyrim, comparando-o com outros títulos da série Elder Scrolls. A intenção de Bethesda – a desenvolvedora do jogo – com esse novo título foi clara: Deixar o jogo com uma curva de aprendizado mais simples, e ainda assim manter o complexo lore de Tamriel presente.
Outra novidade de Skyrim são as perks, que são características que influenciam diretamente nas magias do personagem. Certos perks podem dar um dano adicional em magias de Fogo, por exemplo, aumentando sua eficiência, ou permitindo que o personagem possa criar poções com efeitos mais poderosos através da alquimia. As variações são inúmeras.Algumas mecânicas dos seus antecessores foram alteradas, de forma a deixar o aprendizado mais dinâmico. Para alegria de alguns e tristeza de outros, o sistema de magia é mais compacto, não permitindo o jogador criar as suas, como em Oblivion, através do Spellmaker. Cada elemento em Skyrim possui efeitos adicionais: Magias de gelo causam dano no stamina do alvo, Lighting também drena o mana, e Fogo causa dano contínuo.
The Elder Scrolls V: Skyrim (Foto: Divulgação)
The Elder Scrolls V: Skyrim (Foto: Divulgação)
Também não existem certas habilidades como Athletics ou Acrobatics, tradicionais dos jogos anteriores. A escolha de raça influencia muito nas habilidades durante o jogo, pois cada uma possui uma habilidade nata diferente. Por exemplo, os High Elves podem regenerar o mana bem depressa, uma vez por dia. Os Orcs, podem entrar em um estado de fúria que os deixam mais eficientes em combates corpo-a-corpo. Nords possuem uma resistência de 50% ao elemento gelo, e assim por diante.
Ainda assim, é possível fazer um Mago Orc, ou um Elfo guerreiro. As escolhas mais importantes não são feitas durante a criação de seu personagem, mas sim quando você já está solto em Skyrim, fazendo suas aventuras e ganhando níveis. Cada habilidade pode ser aprendida individualmente, ou seja, você pode treinar furtividade se escondendo de pessoas, e assim elevar apenas a sua habilidade furtiva. Ou então, usar muito arco e flecha e assim aumentar sua perícia com essa arma.
Seja livre
O ponto mais forte de Skyrim é a sensação de liberdade em um mundo tão vasto e cheio de coisas para se fazer. Não existem rotinas em Skyrim. Você pode fazer a quest principal, onde você aprende um pouco sobre seu dom por ser um Dragonborn, ou você pode deixar isso de lado a qualquer momento e apenas explorar a paisagem sem objetivo algum. Mas não confundam as coisas: Andar sem rumo é algo que acontece por pouco tempo, pois eventualmente, aparece uma caverna ainda não explorada em seu caminho, e uma nova aventura terá início.
The Elder Scrolls V Skyrim (Foto Divulgação)
The Elder Scrolls V Skyrim (Foto Divulgação)
Com tanta coisa para se fazer, muitas horas de sono serão perdidas, a ansiedade de voltar ficará em alta, e seu rendimento no trabalho pode cair um pouco devido ao sono. Mas a sensação que fica no fundo, é a de que tudo isso no fim das contas, valeu muito a pena.
Com grandes mundos, vem grandes responsabilidades
O mundo de Skyrim é literalmente, enorme. E com tantos detalhes em um terreno tão grande, a chance do jogador encontrar bugs e glitches é bem maior. Como todo jogo da Bethesda que segue o mesmo estilo, os antigos Elder Scrolls, e também Fallout 3 (que tem certas semelhanças em sua interface devido ao mesmo motor gráfico de Skyrim) também tinham muitos “pequenos defeitos” no cenário.
The Elder Scrolls V Skyrim (Foto Divulgação)
The Elder Scrolls V Skyrim (Foto Divulgação)
Infelizmente, mesmo com várias atualizações vindas dos produtores, os problemas nunca são sanados completamente, mas em contrapartida, nunca estragam a experiência tão boa que se tem ao jogar. Os gráficos de Skyrim são os mais bonitos já vistos na franquia Elder Scrolls. As texturas dos personagens ficaram muito detalhadas, podemos ver manchas de sujeira nos corpos, ou até mesmo suor. E os rostos realmente lembram rostos de pessoas de verdade.
O ambiente também não deixa a desejar na qualidade gráfica. As árvores são realistas, as flores no chão (que podem ser coletadas como ingredientes de alquimia), as variações climáticas… Tudo isso colabora para que o jogador se sinta ainda mais à vontade em um mundo que esbanja beleza e ao mesmo tempo perigos a cada canto.
Cuidados que devem ser tomados
Com o novo sistema de evolução do personagem em Skyrim, é justo darmos algumas dicas importantes para evitar que o jogador se surpreenda com um problema técnico durante suas aventuras. Como citado anteriormente, cada habilidade pode ser evoluída separadamente. Usaremos como exemplo, um ladrão. Se você aperfeiçoar a habilidade Lockpick muito depressa, em pouco tempo você chegará ao nível 100 dessa habilidade.
The Elder Scrolls V Skyrim (Foto Divulgação)
The Elder Scrolls V Skyrim (Foto Divulgação)
Você pode se tornar o ladrão perfeito, com 100 pontos de lockpick, certo? Errado. O nível dos inimigos é equiparado ao seu nível máximo. Na prática, isso significa combates mais acirrados, mas se você apenas evoluir uma habilidade que não é usada em combate (como abrir fechaduras), você não terá poderes suficientes para derrotar um inimigo de nível alto. Então a dica é evoluir alguma habilidade de combate, seja ela com magias ou armas.

Outro problema perceptível nos combates é a inteligência artificial, que deixa um pouco a desejar. Em vários momentos de aperto nas lutas, o jogador pode se esconder atrás de uma coluna ou uma cabana, e fazer com que o inimigo – do lado oposto – comece a tentar andar de um lado para o outro para tentar encontrar você. Essa brincadeira de “esconde esconde” é eficiente para evitar que você morra, se tiver lugar para se esconder dessa maneira, e funciona com todos os tipos de inimigos – até mesmo os temíveis dragões.
Elder Scrolls V: Skyrim (Foto: Divulgação)Elder Scrolls V: Skyrim (Foto: Divulgação)
Conclusão
Mesmo com suas mudanças e problemas relacionados ao combate e sua inteligência artificial, bugs no cenário e outros detalhes que podem ser corrigidos com atualizações, os defeitos presentes em Skyrim não tiram dele os seus pontos mais fortes: A sensação de liberdade e a narrativa. A possibilidade de você criar qualquer tipo de personagem e se comportar de maneiras diferentes a cada partida, as histórias paralelas que também são enormes (Exemplo: Thief’s Guield, The Dark Brotherhood) e que mostram outras facetas de um enredo gigantesco, completo e coeso, fazem com que The Elder Scrolls V: Skyrim esteja na lista dos melhores RPGs que você poderá ter jogado em sua vida.