Magazine Luiza

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Meias verdades... (Democratização da mídia)






A pouco tempo eu coloquei um post sobre a Comissão da verdade ,
A maior crítica à comissão da verdade é que ela mostra só metade de verdade.

Fico pensando: É claro que é assim! É uma comissão brasileira.
Como tudo no Brasil é mostrado apenas uma parte da verdade...
a outra versão deixa que outro mostra!
(Outra pessoa, outra empresa, outro órgão de imprensa, outro blog, outro policial, outro partido político...)

Tem um radialista em Belo Horizonte que repete a frase filosófica que todo fato tem duas versões e uma verdade que fica no meio dessas versões.

Ao ler um jornal, assistir um noticiário na TV ou acompanhar um blog na internet, antes de tirar conclusões e formar nossa opinião temos que saber qual o órgão de imprensa que está divulgando e qual o seu financiamento e/ou interesses.

Essa é a conclusão ao assistir o documentário "O mercado de notícias" outro post que coloque a um tempo atrás ( O Mercado de notícias - Filme/Projeto do gaúcho Jorge Furtado )
Esse vídeo que inicia o post é baseado no curta premiadíssimo nos anos 80 chamado 
"Ilha das flores" já postado no blog a algum tempo.  

Vamos imaginar a seguinte situação que todo mundo percebe por está aos olhos vistos:

Vamos imaginar uma igreja evangélica.
Vamos imaginar um pastor dessa igreja, que a um tempo atrás passava uma sacolinha pedindo doações para a igreja, e a partir de um certo momento passou a passar uma maquina de cartão de crédito/débito para facilitar a doação dos fiéis.
Vamos agora imaginar uma reportagem sobre essa evolução em um canal de televisão.
Imaginaram?
Em qual televisão vai passar essa reportagem?
Em qual televisão que não vai passar essa reportagem de maneira nenhuma?!

Alguém discorda que na TV Record não vai passar uma reportagem dessas?
Alguém discorda que na TV Globo passaria sim, sem nenhum problema?
Acredito que não...

 Usando o mesmo raciocínio aplicado para a TV Record agora pergunto:
Qual reportagem não vai passar na Rede Globo, mas de maneira nenhuma e que a TV Record passaria sem problema nenhum?!









O mesmo raciocínio vale também para a mídia escrita.

Recentemente o Romário deu esse depoimento no Senado federal:


Mas o que fez a Veja surpreendeu alguém?
Sim! Muita gente! Mas nem todo mundo...
Pessoas que já conheciam o Dossiê Veja, feita pelo Luis Nassif já sabiam como eram feitas as reportagens da revista Veja:




O Dossiê saiu em 2008! Isso muito antes das eleições de 2014 onde a Veja protagonizou a capa nas vésperas das eleições tentando mudar o voto dos brasileiros.

E antes mesmo de chegar à mídia as ligações de Veja com políticos corruptos/bicheiros.

Observatório da imprensa do início do mês(agosto/2015) discutiu essa questão.


Em maio/2015 o programa VerTV já tinha feito outro programa discutindo:



E em fevereiro/2015 a Brasilianas.org também tinha debatido sobre o tema:


Você já tinha visto alguma dessas discussões?
Não?!
É... Precisamos democratizar a mídia...

O que a democratização da mídia deve fazer, além de garantir voz a todos o que lhe são de direito, é poder dar opções a todos entre o bom e o mal jornalismo.
Com mais opções de mídia talvez(só talvez), a Veja tomaria mais cuidado antes de mostrar um documento falso incriminando o Romário ou publicaria matéria feita por bicheiro/político corrupto.
Censura é falar e não deixar mais ninguém te contradizer... A censura pode ser feita através da força política(nos casos de governos ditatoriais) ou através da força do dinheiro (vide As empresas da Lava-jato = Os Verdadeiros proprietários do Brasil = Os Verdadeiros proprietários da mídia. )

Sobre o InterVozes, que participou do debate no programa do Brasilianas, eu já tinha colocado um post sobre ela:

http://jogosdinheirointernet.blogspot.com.br/2015/02/intervozes-coletivo-brasil-de.html

InterVozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social

 

Hoje é possível nos proteger desse mal jornalismo?
Temos que ficar alerta, como diz no Documentário "Mercado de notícias", sobre o financiamento dos órgãos de imprensa.
Por exemplo:
Já postei sobre a agência de notícias Apublica (http://jogosdinheirointernet.blogspot.com.br/2014/08/apublica-httpwwwapublicaorg.html)

Vamos ver seus financiadores:
(Divulgados aqui: http://apublica.org/quem-somos/#financiadores)

Fundação Ford
Omidyar Network
Open Society Foundations
Crowdfunding Reportagem Pública

Outra dica:
http://observatoriodaimprensa.com.br
órgão nacido na faculdade de campinas (Unicamp) e tem como história/objetivos:

História

O Observatório da Imprensa é uma iniciativa do Projor – Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo (www.projor.org.br) e projeto original do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). É um veículo jornalístico focado na crítica da mídia, com presença regular na internet desde abril de 1996 (veja aqui a edição nº 1).
Nascido como site na web, em maio de 1998 o Observatório da Imprensa ganhou uma versão televisiva, produzida pela TVE do Rio de Janeiro e TV Cultura de São Paulo, e transmitida semanalmente pela Rede Pública de Televisão (confira a grade horária no site do programa).
Em maio de 2005, o Observatório da Imprensa chegou ao rádio, com um programa diário transmitido pela rádio Cultura FM de São Paulo, rádios MEC AM e FM do Rio de Janeiro, e rádios Nacional AM e FM de Brasília. Os áudios dos programas, na forma de um blog, estão disponíveis no site do OI.

Objetivos

O que é o Observatório da Imprensa?

Entidade civil, não-governamental, não-corporativa e não-partidária que pretende acompanhar, junto com outras organizações da sociedade civil, o desempenho da mídia brasileira.
O Observatório da Imprensa funcionará como um fórum permanente onde os usuários da mídia – leitores, ouvintes, telespectadores e internautas –, organizados em associações desvinculadas do estabelecimento jornalístico, poderão manifestar-se e participar ativamente num processo no qual, até há pouco, desempenhavam o papel de agentes passivos.

Para que um Observatório da Imprensa?

No caso da mídia, a cidadania foi convertida num conjunto de consumidores, ficticiamente vocalizados por pesquisas de opinião pública que empregam metodologia quantitativa, necessariamente redutora, e com pautas alheias aos reais interesses e necessidades dos opinadores.
Os meios de comunicação de massa são majoritariamente produzidos por empresas privadas cujas decisões atendem legitimamente aos desígnios de seus acionistas ou representantes. Mas o produto jornalístico é, inquestionavelmente, um serviço público, com garantias e privilégios específicos previstos em vários artigos da Constituição, o que pressupõe imperiosas contrapartidas em matéria de deveres e responsabilidades sociais.
Será este serviço público (e não as empresas ou os profissionais que executam as suas diretrizes) a matéria-prima das avaliações e diagnósticos. O Observatório da Imprensa não pretende competir, substituir ou alinhar-se às tradicionais entidades associativas, como a ABI, a FENAJ, a ABERT, a ANJ e a ANER.
Num momento em que o debate ideológico confina-se à falsa questão das dimensões e atributos do Estado, é indispensável compreender as múltiplas convocações para que se aumente significativamente a atuação da Sociedade Civil, que não pode continuar reduzida a um conjunto de siglas de prestígio ou, no caso, minimizada como a combinação dos vários segmentos do mercado consumidor de informações.
A Sociedade Civil deve abranger sucessivos níveis de monitoração e atuação, de forma a diminuir a distância entre os poderes e a cidadania, convertendo-se ela própria numa instância. No caso dos meios de comunicação de massa, o Observatório da Imprensa propõe-se a funcionar como um atento mediador entre a mídia e os mediados, preenchendo o nosso “espaço social”, até agora praticamente vazio. Embora pioneiro, este Observatório não pretende ser único. As suas atividades servem como convocação para outros grupos fazerem o mesmo.

Existem similares em outros países?

A ideia do media-watching surgiu nos Estados Unidos agregando-se às experiências anteriores do ombudsman e do media-criticism, como forma de sensibilizar a comunidade e os profissionais da mídia para a complexidade da função jornalística na sociedade moderna.
Existem pelo menos duas grandes organizações similares, cada uma com ótica política própria: a FAIR (Fairness & Accuracy in Reporting), fundada em 1986 com o propósito de fiscalizar a intromissão do poder econômico e político na imprensa. Edita uma revista bimestral, Extra!. Sua contrapartida no campo conservador é a Accuracy in Media, mais inclinada para apontar as infiltrações e distorções liberais na grande imprensa americana. Embora concorrentes, completam-se, constituindo um sólido aparelho crítico, pluralista e democrático.
Na França foi fundado, em setembro de 1995, o , Observatoire de la Presse, braço do Centre de Formation et de Perfectionnement des Journalistes (CFPJ). A experiência brasileira segue o modelo francês combinando duas entidades, uma formadora (o Labjor/Projor) e outra cívica.
Cumpre registrar que a primeira organização designada como Observatório da Imprensa foi criada em Lisboa, três meses antes da francesa. Com a entidade portuguesa o Projor mantém sólidos laços de cooperação.

A quem pertence o Observatório da Imprensa?


Pertence a todos os que se interessarem pela continuação deste projeto. Foi organizado no Estado de São Paulo pelo Labjor (Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo), da Unicamp, desenvolveu-se sob a égide do Comitê Gestor Internet no Brasil e, nesta versão online, iniciada em abril de 1996, é um projeto do Projor – Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo, organização social sem fins lucrativos constituída em abril de 2001. O Labjor, além das suas atividades de formação, treinamento, reciclagem e consultoria nos campos profissional e empresarial, tem compromissos com a conscientização dos destinatários da mensagem jornalística, sem a qual resultarão insuficientes todos os esforços de qualificação da nossa imprensa.
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Um exemplo sobre como podemos estar sendo  manipulados utilizando o Observatório da Imprensa para perceber isso...











Quero propor um estudo de caso e a partir da nossa realidade atual imaginar se é melhor ficarmos como estamos ou qual mudança deveremos ter no Brasil para o fortalecimento da nossa Democracia e não nos tornarmos uma ditadura bolivariana...

Leia só essa matéria que é de janeiro de 2014, bem antes do início de campanha, prestando atenção que está no site Observatório da imprensa, órgão paulista originado na Unicamp:
http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/a_prisao_do_dono_do_lsquo_novo_jornal_rsquo

Agora olhe o mesmo fato no ponto de vista do Estado de Minas - O Grande jornal dos Mineiros (segundo ele próprio)
http://www.em.com.br/app/noticia/po...-flores-carone-e-preso-por-falsificacao.shtml

Vamos imaginar se esses dois órgãos tivessem a mesma visibilidade e alcance popular.
Como o público iria escolher de que lado está a verdade dos fatos?
Com certeza um desses órgãos está mentindo ou omitindo alguma coisa...
Será que se esse órgão continuar mentindo ou omitindo alguma coisa por mais 3 meses, 6 meses, 1 ano?
E se só um desses órgãos tiver visibilidade e o outro não?










Por José de Souza Castro em 24/01/2014 na edição 782

No dia 17 deste janeiro, uma sexta-feira, a juíza substituta da 2ª Vara Criminal de Belo Horizonte, Maria Isabel Fleck, decretou a prisão preventiva do proprietário do Novo Jornal, Marco Aurélio Flores Carone, em atendimento a pedido do Ministério Público. Em nenhum momento, nas 11 páginas da sentença, cogitou a juíza da questão do direito à liberdade de expressão. Ela teve o cuidado de sublinhar, em negrito, que o mandado de prisão deveria ser remetido “com urgência” ao setor policial encarregado de seu cumprimento. E assim se fez, com uma rapidez pouco característica. Na segunda-feira (20/1), ao chegar à sede do seu jornal virtual, Carone foi preso. Quando há empenho, justiça e polícia podem ser muito eficientes.
A denúncia foi apresentada no dia 12 de novembro de2013 pela Promotoria de Combate ao Crime Organizado e Investigações Criminais. Na edição de 13/12/2013, a revista IstoÉ publicou reportagem a respeito. Nos dias seguintes, diários mineiros deram a notícia. A prisão de Carone foi noticiada com destaque pelos jornais, rádios e televisões. Tal qual a juíza Maria Isabel Fleck, nenhum veículo se preocupou, nesse caso, com a questão da liberdade de imprensa.
Apesar de ter sido dono de diários impressos no passado, antes de fundar o jornal virtual, Marco Aurélio nunca teve acesso ao limitado clube dos donos de jornais mineiros. Ele vem de uma família de políticos. Um avô, Jorge Carone, foi prefeito da cidade mineira de Visconde do Rio Branco. O pai, Jorge Carone Filho, elegeu-se prefeito de Belo Horizonte em 1962, mas foi cassado em janeiro de 1965. Lançou então a candidatura da mulher, Nísia, para deputada federal, pelo então MDB. Eleita, foi cassada pelo AI-5, em 1969. Um irmão do dono do Novo Jornal foi deputado estadual, outro vereador da capital, pelo PMDB.
Achincalhando e ofendendo
A prisão de Marco Aurélio não mereceu dos colegas empresários na imprensa qualquer movimento de solidariedade. O Novo Jornal não a noticiou. Apesar de algumas notícias de que ele seria fechado, jornal continuava na web na quinta-feira (23/1), quando este artigo foi redigido. Com uma discreta tarja, em letras vermelhas e fundo negro: “Estamos censurados”. E sem noticiar em nenhum momento a prisão do dono.
Não se sabe quantos jornalistas Marco Aurélio emprega, mas não seriam muitos. O Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais divulgou na terça-feira (21), em seu site, nota de repúdio à ameaça que pesa sobre os que trabalham no único jornal mineiro, virtual ou não, que faz oposição aberta ao governo estadual – um grande anunciante que não anuncia no Novo Jornal. Diz a nota que “tanto a prisão quanto a ordem de retirar do ar o site configuram ataques ao direito e à liberdade de expressão” e que o Sindicato “vem a público reafirmar sua posição intransigente na defesa da Democracia, da Justiça e das Liberdades Civis e Individuais”.
Só há um equívoco nessa manifestação: na sentença da juíza, não existe ordem de retirar o site do ar, embora tenha sido pedido pelo Ministério Público. Nisso, ela preferiu se omitir.
Na opinião do Ministério Público, que desde 2008 tenta fechar a publicação (ver remissões abaixo), não se trata propriamente de um jornal, mas de um balcão de negócios cujo dono deve ser preso. E foi o que a juíza substituta decretou, “tendo em vista a necessidade de garantia da ordem pública, por conveniência da instrução criminal e para garantia da ordem econômica”. Afirma Maria Isabel Fleck, em sua decisão: “Ao verificar o site do ‘novojornal’, fica patente que o mesmo é utilizado para lançar ofensas à honra de autoridades públicas, achincalhando e ofendendo a todos que se posicionam contra os interesses do grupo, imputando verdades àqueles que cumprem seus deveres funcionais.” Entre os quais, diz a juíza, desembargadores, juízes de Direito, membros do Ministério Público e delegados de polícia.
Quem manda
Para respaldar sua decisão, a juíza relaciona 16 ações penais contra Marco Aurélio, nenhuma julgada em última instância. A maioria por calúnia, injúria ou difamação contra autoridades, nenhuma delas tidas como adversárias do senador Aécio Neves. Mas há dois acórdãos do Tribunal de Justiça para impedir “a veiculação de notícias pelo ‘novojornal’ em relação ao deputado federal Alexandre Silveira de Oliveira” e ao desembargador mineiro José do Carmo Veiga. Nenhuma relação, por suposto, com a proibição judicial de notícias sobre um empresário maranhense ligado à política que ainda vigora para o Estado de S.Paulo e que tanta indignação suscitou, nos últimos anos, na grande imprensa.
Se está havendo censura judicial ao Novo Jornal, a imprensa mineira não percebeu. Ao contrário do bloco parlamentar Minas Sem Censura, que reúne deputados estaduais do PT, PMDB e PRB, partidos de oposição ao governo estadual. Um de seus integrantes, o deputado petista Rogério Correia, raciocina: “Ora, se você estabelece a prisão preventiva para evitar a publicação de material jornalístico, está oficializada a censura prévia”. E acrescenta:
“Quando do surgimento da Lista de Furnas, encaminhei o relatório à Polícia Federal e, por isso, o vice-presidente nacional do PSDB tentou a cassação do meu mandato. É a mesma situação. A censura tem agentes no Ministério Público e no Judiciário, mas, quando é com a imprensa, quem organiza a perseguição é a própria irmã do senador, Andréa Neves.”
Extorsão de políticos e empresários
Blogs contrários à candidatura de Aécio Neves à presidência da República aproveitam esse movimento do Ministério Público e do Judiciário mineiro para criticar o senador, apontado como o mais forte concorrente de Dilma Rousseff nas eleições de outubro. Mas há blogs que divulgam a notícia da prisão sem tecer comentários, sobretudo em Minas, ou que até mesmo aplaudem.
Se alguns imaginaram que a prisão do dono do Novo Jornal iria intimidar os blogueiros mineiros, eles devem estar felizes. É possível que os jornalistas mineiros permaneçam abaixados em suas trincheiras, intimidados por alguns juízes atentos à defesa das autoridades contra ataques oposicionistas. A menos que o réu Marco Aurélio Fores Carone, vulgo “Marco Florzinha” – como se lê na sentença da juíza Maria Isabel Fleck e na peça acusatória do Ministério Público, mesmo que poucos o conheçam por esse apelido – consiga provar que não faz parte de uma organização criminosa dedicada a extorquir dinheiro de políticos e empresários. E que seu jornal, como todos os outros, encontra amplo amparo na Constituição de 1988, que formalizou o fim da ditadura no Brasil.



Proprietário do Novojornal, Marco Aurélio Flores Carone, é preso por falsificação

Suspeito de integrar quadrilha, dono de jornal na internet também é acusado de intimidar testemunhas que seriam ouvidas em processo contra ele, segundo o Ministério Público

postado em 21/01/2014 06:00 / atualizado em 21/01/2014 07:18

O proprietário do Novojornal, Marco Aurélio Flores Carone, foi preso nessa segunda-feira, em Belo Horizonte. A prisão foi pedida pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e acatada pela juíza substituta da Segunda Vara Criminal, Maria Isabel Fleck. De acordo com o promotor André Luiz Garcia, da Promotoria de Combate ao Crime Organizado, a prisão preventiva foi pedida porque Carone estaria atacando testemunhas que seriam ouvidas em um processo contra ele. “De 11 pessoas
arroladas na denúncia, ele mencionou (no Novojornal) simplesmente 10, dizendo que elas estavam vinculadas a práticas criminosas”, sustenta o promotor. A decisão também determina que o site da publicação saia do ar.

Para o promotor Garcia, o Novojornal funciona como uma fachada para práticas de delitos contra a honra. Além disso, ele acusa Carone de integrar uma quadrilha comandada por Nilton Monteiro, que está preso na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem. Monteiro é tratado como lobista e especialista em falsificação de documentos, entre eles, a Lista de Furnas, com nomes de políticos que teriam recebido recursos da empresa para a campanha eleitoral de 2002.

“Ele (Carone) utilizava o fato de ser jornalista para tentar se acobertar alegando liberdade de imprensa. Como se isso fosse uma carta branca para cometer toda a sorte de crimes, publicando notícias inverídicas e tentando desmoralizar autoridades e instituições com o objetivo de facilitar a atuação dessa quadrilha”, denuncia o promotor. “Era a mesma coisa que um traficante preso transportando drogas alegar que não podia ser preso, por que ele tem o direito de ir e vir”, compara.

O advogado de Carone, Hernandes Purificação de Alecrim, afirmou que está analisando o processo e preferiu não se posicionar. Carone é de uma família com tradição política na capital mineira. Seu pai, Jorge Carone, foi prefeito da capital em 1962 e a mãe, Nísia Flores Carone, foi deputada federal. O irmão, Antônio Carlos Carone, foi vereador em Belo Horizonte entre 1977 e 1988. O Novojornal, que começou em versão impressa, mas nos últimos anos é veiculado somente na internet, publicava denúncias constantes contra o grupo político que comanda Minas Gerais. Entre os alvos prediletos de Carone estão o senador Aécio Neves (PSDB), o secretário de Governo Danilo de Castro (PSDB) e o ex-governador e atual deputado federal Eduardo Azeredo (PSDB).

Para o promotor, o site funcionava “como uma arma na mão dele”, que era apontada para quem ele desejasse. “Foi assim durante vários anos até que a investigação envolvendo a quadrilha o pegou”, afirma Garcia. Há um mês, o carro do promotor foi incendiado no Bairro Serra. Ele informou que aguarda a conclusão da investigação da Polícia Civil. “Mas não há dúvida que existe suspeita sobre essa quadrilha”, afirmou o promotor.

‘BALCÃO DE NEGÓCIOS’
A relação entre Monteiro e Carone se dava da seguinte maneira, segundo o promotor: “Muitas coisas que o Nilton Monteiro iria falsificar eram publicadas de antemão pelo site (Novojornal), relatando que isso viria a ser feito”. De acordo com a decisão da juíza: “O grupo de delinquentes tem como líder a pessoa de Nilton Monteiro, atualmente preso, e como relações públicas o indivíduo que se passa por jornalista de nome Marco Aurélio Flores Carone, responsável pelo site Novojornal, que nada mais é senão um balcão para os negócios do bando”.

O promotor afirma que o Novojornal recebia cerca de R$ 60 mil por mês e que o objetivo da investigação é descobrir quem são os patrocinadores. Garcia oferecerá a Carone, que está preso no Ceresp da Gameleira, o benefício da delação premiada, caso ele entregue quem são os financiadores. A prisão preventiva pode durar até 90 dias. A denúncia do MP acusa Carone de sete crimes: falsificação de documentos públicos e particulares, fraude processual, denunciação caluniosa, uso de documentos falsos, formação de quadrilha e falsidade ideológica.

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Mais um exemplo?
No dia do último debate Aécio X Dilma, que aconteceu na rede globo eu coloquei um post, que chamava atenção sobre o que poderia ocorrer no debate e a estratégia da mídia em tomar votos da população...
http://jogosdinheirointernet.blogspot.com.br/2014/10/hoje-tem-o-ultimo-debate-entre-aecio-x.html

Dias depois saiu aquela famosa capa da Veja que tentou vencer as eleições no Brasil:
Eu previ o que isso ocorreria...



Mas a culpa é também da Dilma... Ficou todo o primeiro mandato sem olhar com seriedade o projeto do seu ex-ministro (aquele guerrilheiro que ouve música) e nem parece que vai olhar nesse novo mandato já que tem muito menos crédito para tocar esse projeto do que tinha em 2010...










O grandalhão e o pirralho



Nos EUA, Bill Gates conseguiu unir contra ele conservadores e liberais radicais. Aqui, seria um herói da pátria

PAULO HENRIQUE AMORIM

O governo federal e 20 Estados norte-americanos abriram, em 18 de maio, o que o "New York Times" chamou de um processo antitruste "histórico" contra a Microsoft, para "defender valores básicos, historicamente testados, e proteger o consumidor e a liberdade econômica do assalto predatório de um monopolista moderno". Voltaremos à Microsoft depois. Agora, trataremos do grandalhão e do pirralho.
Há um país em que uma só empresa pode controlar, ao mesmo tempo e na mesma área, a TV aberta, a TV paga, o sistema DTH (TV paga com transmissão por miniparabólicas), o telefone local ou o celular, a companhia de telefone interurbano, um satélite para transmitir dados, som e vídeo para aquela área, uma rede de rádio e uma editora. Essa companhia pode ser fechada (não publicar balanço) e estrangeira.
Para ser moderno e global, de acordo com uma teologia secularizada da libertação, esse generoso país resolveu vender seu sistema estatal de telecomunicações. E não fez restrições especiais. Será o único país em que a telefonia local, a interurbana e o sistema pelo qual passam os dados da segurança nacional poderão ser 100% estrangeiros.
Ao contrário de Bill Gates, que percebeu que, daqui a pouco, telefone, TV aberta e paga e computador serão todos a mesma coisa, a lei não distingue entre empresas de TV e de telefone. O que isso significa? Que, nesse país, Gates, Rupert Murdoch, John Malone, Ted Turner, a AT&T e as "baby bells" poderiam ser uma única e alegre família.
Além do mais, estamos falando de uma fortuna. Um ministro dito irresponsável calculou em US$ 30 bilhões o resultado final dessa megaprivatização. Agora, fala-se em US$ 20 bilhões. Muito, muito mais do que as privatizações gigantescas da Rússia e do México, outros campeões de modernização.
Na Rússia, o ministro vendedor foi destituído porque recebeu um presente de US$ 700 mil da empresa que arrematou a maior telefônica estatal. Mas está em liberdade. No México, não. Ali, as instituições continuam de pé, e o privatizador-mor, Raúl, irmão do ex-presidente Carlos Salinas, está atrás das grades (este, por sua vez, é um foragido da Justiça, na Irlanda).
O grandalhão, se quiser, pode comprar uma telefônica nesse país de que falamos. Só ou com um sócio estrangeiro. O grandalhão é muito grande. Ele controla 77% do negócio da publicidade em TV; sozinho, tem 40% de toda a publicidade do país. Isso mesmo: US$ 4 em cada US$ 10 gastos em publicidade nesse país são de uma única empresa familiar. Estamos falando de uma democracia? Nem Bill Gates diria que sim.
Nesse país, há uma grande cidade à beira-mar em que uma só empresa controla a maior rede de TV aberta, a TV paga, o principal sistema de rádio e tem o segundo (não o primeiro) jornal diário. Parece incrível, mas o primeiro é de uma companhia bem menor -aqui chamada de pirralho. No passado, o jornal do pirralho era sensacionalista. Agora, atinge uma audiência maior e mais afluente. O que fez o grandalhão? Lançou, por preço muito menor, um jornal com cara de tablóide, para enfrentar o pirralho cara a cara.
Que beleza! É assim que funciona a livre concorrência! Isso seria verdade, se o grandalhão e o pirralho jogassem com as mesmas regras.
O grandalhão disse que gastaria US$ 10 milhões para vender o novo jornal. Onde? Na TV da família. Mas como saber se o orçamento é mesmo de US$ 10 milhões? Como garantir que o grandalhão paga, na TV da família, o mesmo preço de um concorrente por 30 segundos de um comercial? Difícil dizer.
O pirralho teria US$ 10 milhões para gastar? Nem pensar. E se tivesse? Seus US$ 10 milhões comprariam a mesma quantidade de 30 segundos que o grandalhão compra? Os 30 segundos do grandalhão têm mais segundos que os 30 segundos de qualquer pirralho.
Daqui a pouco, essa megaprivatização estará concluída. Três telefônicas regionais e uma operadora de telefone interurbano e internacional estarão à venda. Os interessados podem pagar em prestações e com financiamento de bancos estatais.
Se o grandalhão comprar uma telefônica, vai ser como se CBS, NBC e ABC, juntas (sim, pois a audiência do grandalhão é igual à soma das três grandes americanas), associadas a John Malone, comprassem a AT&T e a Nynex. Isso faz sentido numa sociedade aberta? Nem Bill Gates concordaria. Quem pode impedir isso? Uma agência governamental sem nenhum poder político?
O grandalhão sempre será o grandalhão? Como se sabe, os grandalhões mudam, como os impérios. A Espanha e a Inglaterra achavam que sempre seriam o que os EUA pensam que serão sempre. Porém, com uma legislação tão liberal (a mais liberal do mundo), sempre haverá um grandalhão. Um.
Esse é o caminho mais curto para o assalto às liberdades de competição e de expressão. Porque tudo isso se passa num ambiente político de uma terra desolada. Que país é esse?
A Bolívia? Não. De acordo com o Banco Mundial, na Bolívia, a porcentagem de crianças que concluem quatro anos de escola é muito maior do que no país desta narrativa. É a Costa Rica? Não. Outra vez de acordo com o Banco Mundial, o salário mínimo real urbano é duas vezes maior na Costa Rica.
É evidente que estou falando do Brasil, onde Bill Gates estaria livre para fazer o que bem entendesse. Nos EUA, Gates conseguiu a proeza de unir contra ele, no Congresso, os conservadores mais radicais e os liberais igualmente radicais. Aqui, seria um herói da pátria.
Para recuar 90 anos, a Standard Oil, que dominava 90% do petróleo distribuído no mundo (como, hoje, o Windows domina 90% do mercado mundial), por causa de um processo antitruste também "histórico", foi obrigada a se dividir. Aqui, a Standard Oil permaneceria una e indivisível.
Vinte anos atrás, as leis antitruste americanas dividiram a AT&T em sete "baby bells", "para defender os valores básicos do capitalismo". Como diria Che Guevara, o governo brasileiro vai criar uma, duas, três... AT&Ts.
Com essa lei de privatização das telecomunicações, qual o futuro da liberdade de expressão no Brasil? O mesmo da tecnologia da era moderna: concentrada, condensada e comprimida.
Mas será a modernidade tão ruim assim para nós, que vivemos em sociedades que precisam ser modernas e globais? Não, foi a resposta do mestre mexicano Octavio Paz: "A modernidade é o inferno com ar-condicionado".

Paulo Henrique Amorim, 55, jornalista, é editor-chefe do "Jornal da Band" (Rede Bandeirantes).
Tradução de Paulo Migliacci









Especial: É tudo um assunto só!

Outro dia discutindo sobre as manifestações do dia 15, sobre crise do governo e a corrupção da Petrobrás eu perguntei a ele se tinha acompanhado a CPI da Dívida Pública. Então ele me respondeu: Eu lá estou falando de CPI?! Não me lembro de ter falado de CPI nenhuma! Estou falando da roubalheira... A minha intenção era dizer que apesar de ter durado mais de 9 meses e de ter uma importância ímpar nas finanças do país, a nossa grande mídia pouco citou que houve a CPI e a maioria da população ficou sem saber dela e do assunto... Portanto não quis fugir do assunto... é o mesmo assunto: é a política, é a mídia, é a corrupção, são as eleições, é a Petrobras, a auditoria da dívida pública, democracia, a falta de educação, falta de politização, compra de votos, proprina, reforma política, redemocratização da mídia, a Vale, o caso Equador, os Bancos, o mercado de notícias, o mensalão, o petrolão, o HSBC, a carga de impostos, a sonegação de impostos,a reforma tributária, a reforma agrária, os Assassinos Econômicos, os Blog sujos, o PIG, as Privatizações, a privataria, a Lava-Jato, a Satiagraha, o Banestado,  o basômetro, o impostômetro, É tudo um assunto só!...




A dívida pública brasileira - Quem quer conversar sobre isso?


Escândalo da Petrobrás! Só tem ladrão! O valor de suas ações caíram 60%!! Onde está a verdade?

A revolução será digitalizada (Sobre o Panamá Papers)

O tempo passa... O tempo voa... E a memória do brasileiro continua uma m#rd*

As empresas da Lava-jato = Os Verdadeiros proprietários do Brasil = Os Verdadeiros proprietários da mídia.

Desastre na Barragem Bento Rodrigues <=> Privatização da Vale do Rio Doce <=> Exploração do Nióbio

Sobre o mensalão: Eu tenho uma dúvida!

Trechos do Livro "Confissões de um Assassino Econômico" de John Perkins 

Meias verdades (Democratização da mídia)

Spotniks, o caso Equador e a história de Rafael Correa.

O caso grego: O fogo grego moderno que pode nos dar esperanças contra a ilegítima, odiosa, ilegal, inconstitucional e insustentável classe financeira.


A PLS 204/2016, junto com a PEC 241-2016 vai nos transformar em Grécia e você aí preocupado com Cunha e Dilma?!

A PEC 241. Onde as máscaras caem.

Uma visão liberal sobre as grandes manifestações pelo país. (Os Oligopólios cartelizados)


Depoimento do Lula: "Nunca antes nesse país..." (O país da piada pronta)
(Relata "A Privataria Tucana", a Delação Premiada de Delcidio do Amaral e o depoimento coercitivo do Lula para a Polícia Federal)


Seminário Nacional - Não queremos nada radical: somente o que está na constituição.

Seminário de Pauta 2015 da CSB - É tudo um assunto só...

UniMérito - Assembleia Nacional Constituinte Popular e Ética - O Quarto Sistema do Mérito 

Jogos de poder - Tutorial montado pelo Justificando, os ex-Advogados Ativistas
MCC : Movimento Cidadão Comum - Cañotus - IAS: Instituto Aaron Swartz


As histórias do ex-marido da Patrícia Pillar

As aventuras de uma premiada brasileira! (Episódio 2016: Contra o veto da Dilma!)

A mídia é o 4° ou o 1° poder da república? (Caso Panair, CPI Times-Life)

O Mercado de notícias - Filme/Projeto do gaúcho Jorge Furtado

Quem inventou o Brasil: Livro/Projeto de Franklin Martins (O ex-guerrilheiro ouve música)

Eugênio Aragão: Carta aberta a Rodrigo Janot (o caminho que o Ministério público vem trilhando)

Luiz Flávio Gomes e sua "Cleptocracia"

Comentários políticos com Bob Fernandes.

Ricardo Boechat - Talvez seja ele o 14 que eu estou procurando...



PPPPPPPPP - Parceria Público/Privada entre Pilantras Poderosos para a Pilhagem do Patrimônio Público

Sugestão inovadora, revolucionária, original e milagrosa para melhorar a trágica carga tributária brasileira.

Pedaladas Fiscais - O que são? Onde elas vivem? Vão provocar o impeachment da Dilma?

Como o PT blindou o PSDB e se tornou alvo da PF e do MPF - É tudo um assunto só!

InterVozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social

Ajuste Fiscal - Trabalhadores são chamados a pagar a conta mais uma vez


Resposta ao "Em defesa do PT"

Melhores imagens do dia "Feliz sem Globo" (#felizsemglobo)



Desastre em Mariana/MG - Diferenças na narrativa.

Quanto Vale a vida?!


Questões de opinião:
Questão de opinião: Maioridade penal a partir de 16 anos: seria uma boa?
Questão de Opinião: Financiamento de campanha: Público X Privado X Empresarial.
Questão de opinião: Terceirização - Temos que garantir os direitos deles ou dela? (PL 4330) (PCL 30/2015)

Eduardo Cunha - Como o Brasil chegou a esse ponto?




Sobre a Ditadura Militar e o Golpe de 64:

O Brasil Mudou. A Mídia não!

Dossiê Jango - Faz você lembrar de alguma coisa?

Comissão Nacional da Verdade - A história sendo escrita (pela primeira vez) por completo.

Sobre o caso HSBC (SwissLeaks):

Acompanhando o Caso HSBC I - Saiu a listagem mais esperadas: Os Políticos que estão nos arquivos.

Acompanhando o Caso HSBC II - Com a palavra os primeiros jornalistas que puseram as mãos na listagem.

Acompanhando o Caso HSBC III - Explicações da COAF, Receita federal e Banco Central.

Acompanhando o Caso HSBC V - Defina: O que é um paraíso fiscal? Eles estão ligados a que países?

Acompanhando o Caso HSBC VI - Pausa para avisar aos bandidos: "Estamos atrás de vocês!"... 

Acompanhando o Caso HSBC VII - Crime de evasão de divisa será a saída para a Punição e a repatriação dos recursos

Acompanhando o Caso HSBC VIII - Explicações do presidente do banco HSBC no Brasil

Acompanhando o Caso HSBC IX  - A CPI sangra de morte e está agonizando...

Acompanhando o Caso HSBC X - Hervé Falciani desnuda "Modus-Operandis" da Lavagem de dinheiro da corrupção.

Acompanhando o Caso HSBC XI - Vomitasso!! Como foi... Como deveria ter sido....




Sobre o caso Operação Zelotes (CARF):

Acompanhando a Operação Zelotes!

Acompanhando a Operação Zelotes II - Globo (RBS) e Dantas empacam as investigações! Entrevista com o procurador Frederico Paiva.

Acompanhando a Operação Zelotes III - Aberto a CPI do CARF - Vamos acompanhar!! 

Acompanhando a Operação Zelotes IV (CPI do CARF) - Apresentação da Polícia Federal, Explicação do Presidente do CARF e a denuncia do Ministério Público.

Acompanhando a Operação Zelotes V (CPI do CARF) - Vamos inverter a lógica das investigações?

Acompanhando a Operação Zelotes VI (CPI do CARF) - Silêncio, erro da polícia e acusado inocente depõe na 5ª reunião da CPI do CARF.

Acompanhando a Operação Zelotes VII (CPI do CARF) - Vamos começar a comparar as reportagens das revistas com as investigações...

Acompanhando a Operação Zelotes VIII (CPI do CARF) - Tem futebol no CARF também!...

Acompanhando a Operação Zelotes IX (CPI do CARF): R$1,4 Trilhões + R$0,6 Trilhões = R$2,0Trilhões. Sabe do que eu estou falando?

Acompanhando a Operação Zelotes X (CPI do CARF): No meio do silêncio, dois tucanos batem bico...

Acompanhando a Operação Zelotes XI (CPI do CARF): Tarólogo bocudo dá corpo à versão da Veja.

Acompanhando a Operação Zelotes XII (CPI do CARF): Nem tudo é igual quando se pensa em como tudo deveria ser...

Acompanhando a Operação Zelotes XIII (CPI do CARF): APS fica calado. Meigan Sack fala um pouquinho. O Estadão está um passo a frente da comissão? 

Acompanhando a Operação Zelotes XIV (CPI do CARF): Para de tumultuar, Estadão!

Acompanhando a Operação Zelotes XV (CPI do CARF): Juliano? Que Juliano que é esse? E esse Tio?

Acompanhando a Operação Zelotes XVI (CPI do CARF): Senhoras e senhores, Que comece o espetáculo!! ("Operação filhos de Odin")

Acompanhando a Operação Zelotes XVII (CPI do CARF): Trechos interessantes dos documentos sigilosos e vazados.

Acompanhando a Operação Zelotes XVIII (CPI do CARF): Esboço do relatório final - Ainda terão mais sugestões...

Acompanhando a Operação Zelotes XIX (CPI do CARF II): Melancólico fim da CPI do CARF. Início da CPI do CARF II

Acompanhando a Operação Zelotes XX (CPI do CARF II):Vamos poupar nossos empregos

Acompanhando a Operação Zelotes XXI (CPI do CARF II): Entrando no mérito da questão: Ágio Interno.
Acompanhando a Operação Zelotes XXII (CPI do CARF II): Só ladrões de galinhas...
Acompanhando a Operação Zelotes XXIII (CPI do CARF II): Quem faz/fez contabilidade criativa no Brasil?!

Sobre CBF/Globo/Corrupção no futebol/Acompanhando a CPI do Futebol:

KKK Lembra daquele desenho da motinha?! Kajuru, Kfouri, Kalil:
Eu te disse! Eu te disse! Mas eu te disse! Eu te disse! K K K

A prisão do Marin: FBI, DARF, GLOBO, CBF, PIG, MPF, PF... império Global da CBF... A sonegação do PIG... É Tudo um assunto só!!

Revolução no futebol brasileiro? O Fim da era Ricardo Teixeira. 

Videos com e sobre José Maria Marin - Caso José Maria MarinX Romário X Juca Kfouri (conta anonima do Justic Just ) 

Do apagão do futebol ao apagão da política: o Sistema é o mesmo


Acompanhando a CPI do Futebol - Será lúdico... mas espero que seja sério...

Acompanhando a CPI do Futebol II - As investigações anteriores valerão!

Acompanhando a CPI do Futebol III - Está escancarado: É tudo um assunto só!

Acompanhando a CPI do Futebol IV - Proposta do nobre senador: Que tal ficarmos só no futebol e esquecermos esse negócio de lavagem de dinheiro?!

Acompanhando a CPI do Futebol V - Andrew Jennings implora: "Dont give up"! (Não desistam)!
Acompanhando a CPI do Futebol VI - O Romário é centro-avante ou um juiz?! 

Acompanhando a CPI do Futebol VII - Uma questão de opinião: Ligas ou federações?!

Acompanhando a CPI do Futebol VIII - Eurico Miranda declara: "A modernização e a profissionalização é algo terrível"!

Acompanhando a CPI do Futebol IX - Os presidentes de federações fazem sua defesa em meio ao nascimento da Liga...

Acompanhando a CPI do Futebol X - A primeira Liga começa hoje... um natimorto...

Acompanhando a CPI do Futebol XI - Os Panamá Papers - Os dribles do Romário - CPI II na Câmara. Vai que dá Zebra...

Acompanhando a CPI do Futebol XII - Uma visão liberal sobre a CBF!

Acompanhando a CPI do Futebol XIII - O J. Awilla está doido! (Santa inocência!)

Acompanhando a CPI do Futebol XIV - Mais sobre nosso legislativo do que nosso futebol



Acompanhando o Governo Michel Temer

Acompanhando o Governo Michel Temer I