Magazine Luiza

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Educação financeira - Dicas para ganhar ou deixar de gastar o seu dinheiro

Essa eu tirei do Site Minhas economias: http://www.minhaseconomias.com.br/

Educação Financeira

1. INTRODUÇÃO

Olá! Esta parte do site é voltada para o tema “Educação Financeira”.
A Educação Financeira não consiste somente em aprender a economizar, cortar gastos, poupar e acumular dinheiro. É muito mais que isso. É buscar uma melhor qualidade de vida tanto hoje quanto no futuro, proporcionando a segurança material necessária para aproveitar os prazeres da vida e ao mesmo tempo obter uma garantia para eventuais imprevistos.
A famosa fábula da “Formiga e da Cigarra” exemplifica muito bem uma eterna questão que tentamos resolver diariamente: “Será melhor simplesmente aproveitar o dia de hoje ou nos preparar para o futuro”? Traduzindo isto em um exemplo prático, suponha que você esteja passeando em um shopping e passa por uma loja com aquela roupa fantástica que você sempre sonhou. Você não tem mais dinheiro para o mês. O que você faz?
  • compra a roupa no cartão, em 3 vezes, afinal você merece. Nunca se sabe o dia de amanhã, mas ele vai ser melhor com esta roupa nova;
  • não compra naquele momento. Mas volta para casa e começa a planejar o que fazer para economizar e comprá-la daqui a 3 meses.
  • não compra naquele momento e nem depois. Afinal você tem outros objetivos mais importantes e prioritários que você deseja cumprir antes da compra da roupa.
Existe uma resposta correta? Não. Aliás, você pode escolher respostas diferentes de acordo com o momento da sua vida. O mais importante é que você escolha a sua resposta de modo consciente, que conheça as implicações de sua decisão e tenha uma atitude equilibrada. Isto é Educação Financeira.
É, parece fácil, mas não é. O nosso objetivo aqui é ajudá-lo a buscar este equilíbrio na sua vida financeira. Não desista, mas também não espere soluções rápidas ou milagrosas. Dê um passo a cada dia. Pode não parecer, mas no longo prazo você vai se surpreender com os resultados!

2. ESTABELECENDO OBJETIVOS

A busca pela qualidade de vida no presente e no futuro envolve o estabelecimento de objetivos que podem ter valores e prazos diversos. Para algumas pessoas, este processo de definição de metas é algo que ocorre naturalmente, sem muita dificuldade.
Se este não é o seu caso, não se preocupe. Você faz parte da maioria! Mas isto não é desculpa para não tê-los. O seu objetivo pode ser fazer uma viagem no próximo ano, trocar de carro em 2 anos, comprar a casa própria em 10 anos ou simplesmente acabar com aquela dívida do cartão até o final do ano.
Provavelmente você irá constatar que possui muitos objetivos para poucos recursos. O passo seguinte é então priorizar os objetivos e, por fim, estabelecer metas de poupança. E sempre que você tiver que tomar uma decisão sobre “gastar ou não gastar”, pense no seu objetivo. Pense em como a sua decisão fará com que você fique mais perto ou mais longe da sua meta.
Para começar de uma maneira simples, estabeleça ao menos UM objetivo com relação ao seu dinheiro. Busque uma meta bem simples e de curto prazo, de modo que você consiga ver os resultados mais facilmente e vá ganhando confiança em si. Em pouco tempo você já estará buscando objetivos maiores e de longo prazo!

3. CONHECENDO E CONTROLANDO SEUS GASTOS

Você já teve aquela sensação que o seu salário simplesmente desapareceu, mas você não sabe como? Pois é, as pessoas geralmente sabem o quanto ganham, mas não sabem o quanto gastam. E muito menos aonde gastam.
Para mudar esta situação é necessário fazer um controle de despesas. Isto significa anotar diariamente cada despesa realizada e qual o meio de pagamento utilizado – dinheiro, cartão ou cheque. As despesas devem ser agrupadas em categorias – educação, alimentação, moradia, etc. – para que você possa realizar uma melhor análise. Feito isto, você poderá verificar as quantias gastas em cada categoria e então estabelecer um orçamento, um limite de gastos para cada categoria.
Caso você observe que suas despesas são superiores às receitas, você tem três opções:
  • aumentar as receitas;
  • diminuir as despesas;
  • e claro, a melhor das três, aumentar as receitas em conjunto com a diminuição de despesas.
O corte de gastos é algo doloroso de se fazer. Significa abrir mão, em muitos casos, daqueles pequenos prazeres que parecem fazer a vida valer mais a pena. Entretanto, este sacrifício de hoje será pequeno se comparado à alegria de conseguir alcançar o seu OBJETIVO.
Algumas ações como adiar a troca do carro, não comprar o último lançamento eletrônico, comparar preços de bens e serviços antes de adquiri-los podem significar reduções relevantes de despesas. Mas também não se esqueça dos gastos pequenos que parecem insignificantes, como aquele bombom diário depois do almoço ou a loteria semanal. Acumulados, eles podem se tornar os vilões do seu orçamento.
Acompanhe seus gastos com carinho. Você poderá perceber que em algumas categorias existem gastos excessivos. Ou então descobrir despesas desnecessárias, que poderiam ser adiadas. Acredite. Você vai se surpreender com os resultados!

4. FAÇA SEU DINHEIRO TRABALHAR POR VOCÊ

O controle e corte dos gastos é uma atividade não tão prazerosa, mas quando realizada com disciplina ela permite que você ganhe um novo empregado, só seu. Isso mesmo, o seu dinheiro agora irá trabalhar por você!
Tendo receitas superiores às despesas, o passo seguinte é investir. Quanto mais você conseguir economizar e investir, mais rápido você conseguirá atingir suas metas. É claro que quanto mais dinheiro você tiver para investir, melhor. Mas outro fator fundamental que muitas vezes não levamos em consideração é o tempo de investimento. Ele funciona como uma mola propulsora para os seus ganhos. É como se você ganhasse um prêmio por manter o seu dinheiro investido por mais tempo.
Para se ter uma idéia, investindo R$ 250 por mês a uma taxa de juros de 0,8% ao mês, tem-se em 5 anos cerca de R$ 20 mil. E em 10 anos, este valor sobe para quase R$ 52 mil.
Agora se você conseguir economizar R$ 600 por mês, os valores poupados sobem para R$ 48 mil em 5 anos e quase R$ 127 mil em 10 anos!

É claro que quanto antes você começar a investir melhor será. Mas se você ainda não começou, não pense que agora já é muito tarde. A verdade é que nunca é cedo ou tarde para começar, o mais importante é investir regularmente!
Outro fator relevante é a taxa de retorno de seu investimento. Obviamente, quanto maior, melhor. Mas lembre-se que usualmente retornos altos podem significar riscos elevados. Futuramente, iremos discutir a questão do retorno dos investimentos com maior profundidade.

5. DÍVIDAS

Ter dívidas não é necessariamente algo ruim, desde que tenhamos condições de pagá-las. Mas para muitos, possuir uma casa ou um automóvel só se torna possível através de um financiamento. O que devemos fazer quando necessitamos nos endividar é pesquisar por financiamentos com juros mais baixos e com parcelas que não comprometam a renda familiar mensal.
Para aqueles que ainda não estão endividados e necessitam tomar dinheiro emprestado, faz-se necessário conhecer a capacidade de endividamento e para isso é preciso ter um bom controle financeiro. Este controle deve ser capaz de apontar o valor das parcelas que se consegue pagar mensalmente. Será melhor ainda se tal controle ajudar a cortar gastos desnecessários de modo a providenciar dinheiro extra para quitar a dívida o quanto antes.
No caso daqueles que já possuem dívidas, ter um bom controle financeiro também facilita as coisas. Com ele é sempre possível descobrir fontes de recursos extras através de cortes de despesas não-essenciais. Este dinheiro adicional pode então ser usado no pagamento de parte da dívida, o que acarretará em menores despesas de juros e, conseqüentemente, mais dinheiro no futuro para outros objetivos.
E lembre-se: é essencial que você controle suas dívidas. E nunca deixar que suas dívidas acabem por controlá-lo!

6. APOSENTADORIA

Nosso conceito de aposentadoria não é aquele aonde se observa uma pessoa idosa desgastada depois de anos de trabalho. A aposentadoria pode chegar muito antes. A cena que preferimos ver é a de uma pessoa com espírito jovem fazendo as coisas que realmente gosta, seja curtindo a família, trabalhando em algo que lhe dê prazer ou viajando pelo mundo. Uma pessoa que possui segurança financeira e sente prazer em viver.
Muitas pessoas acreditam que isto é algo difícil demais para ser atingido. Realmente, não é algo que seja fácil, mas com disciplina e tomando as decisões financeiras corretas, isto é bastante possível.
Se você pretende se aposentar contando apenas com recursos do INSS ou então com recursos de algum fundo de pensão, há grandes chances de você acabar curtindo a vida apenas ao final dela. Para que a cena idealizada ocorra é preciso economizar recursos financeiros adicionais além das “oficiais”. Isto significa que você deve procurar poupar sempre e o máximo que puder, sempre levando em conta o equilíbrio que deve existir entre a qualidade de vida presente e a futura.
Mas só poupar não basta. Saber investir também é um fator crítico para o seu objetivo. E isto não é uma tarefa fácil, pois as opções que nos são apresentadas são muitas. Elas não incluem somente planos de previdência privadas, mas também quaisquer formas de investimento que nos permitam aumentar nosso patrimônio.
E quais são as opções de investimento que eu devo escolher? Bom, a resposta irá depender do seu perfil de risco, da sua disciplina e também de uma boa pesquisa. E, claro, de uma análise destas opções.
Planos de previdência privada apresentam como principal vantagem o benefício fiscal. No caso do PGBL, pode-se abater até 12% do salário bruto da base de cálculo do imposto de renda.
Além disso, o imposto de renda somente será pago no resgate ou no pagamento dos benefícios. Alguns planos possuem seguro de vida embutido e há ainda a possibilidade de se optar pela tabela regressiva de alíquotas de imposto de renda.
Como desvantagens, eles cobram uma taxa de carregamento, além da taxa de administração do fundo onde o recurso da previdência está aplicado. Isto faz com que em alguns casos, o benefício fiscal passe a ser menor do que os custos do plano. Outra questão é que planos de previdência privada geralmente são desenhados para aposentadoria em idade “avançada”.
O que deve ser feito é uma combinação de investimentos. A previdência privada pode lhe garantir uma aposentadoria tradicional tranqüila. Mas a aposentadoria dos sonhos deve vir da acumulação de patrimônio que lhe permita ser independente.

7. SEGUROS

Nós brasileiros somos um povo otimista. Costumamos acreditar que nada de mal irá nos ocorrer e isso faz com que normalmente não nos preparemos para os imprevistos que a vida nos reserva. E estes imprevistos podem gerar danos irreversíveis ao nosso bem-estar, inclusive financeiro.
Apesar de muitas vezes ser difícil evitar que tais imprevistos ocorram, podemos nos proteger das conseqüências causadas por eles. Assim, contratar seguros é algo extremamente importante para preservar nossa qualidade de vida.
Podemos encontrar seguros para quase tudo: para nossos bens (seguro de carro, casa, etc.), para nosso bem-estar (seguro saúde, seguro de vida, seguro contra invalidez, etc.), entre outros.
Para definir quais seguros devemos possuir, precisamos identificar o que necessitamos em cada momento de nossa vida. Como exemplo, um seguro de vida se faz necessário quando não temos patrimônio suficiente para garantir o bem-estar de nossa família. Quando deixamos de ter pessoas que dependam de nossa renda ou o patrimônio acumulado é mais do que suficiente para garantir todas as nossas necessidades futuras, possuir um seguro de vida se faz menos necessário.

 

 Essa eu tirei do site da revista Cláudia...

Descubra 78 maneiras de ganhar muito dinheiro

Em tempos de economia aquecida, aproveite para investir direitinho aquela poupança e realizar todos os seus sonhos. Acabe com os bloqueios que impedem você de ficar rica.
Daniela Folloni / Reportagem Isabella D’Ercole em 01.08.2011

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(ilustração: Caio Borges)
1 - Boa razão para investir já: 500 reais aplicados todo mês na renda fixa (com juros de 0,8%) viram, em 25 anos, 620 mil reais. “Uma vez ao ano, ajuste esse valor com a inflação”, ensina Márcia Tolotti, consultora financeira e autora de O Desafio da Independência Financeira e Afetiva (Belas Letras).
2 - Para organizar seu orçamento: reserve 70% para os gastos mensais; 10% para emergências; 10% para aplicações; 10% para luxos.
3 - Vive jogando na loteria? O consultor financeiro Gustavo Cerbasi sugere trocá-la por títulos de capitalização. “Se a sorte não brilhar, ao menos você acumula o dinheiro apostado e o terá de volta.”
4 - Se não consegue investir porque o salário nunca chega até o fim do mês, faça uma CPI nas suas contas. Anote diariamente tudo o que gasta. Há boas chances de achar despesas desnecessárias, que podem virar uma poupança.
5 - Faça com que as liquidações realmente valham a pena. Se precisa de um vestido, compre apenas um, mesmo que esteja com 70% de desconto. Coloque o valor economizado em uma aplicação. Assim, vai montando uma “poupança das liquidações”.
6 - As taxas do cheque especial estão entre as mais altas do mercado (só não são maiores que as do cartão de crédito e dos empréstimos de finan ceiras). Por isso, use-o apenas em situações emergenciais e de curto prazo.
7 - O conselho para quem está pensando em investir em imóveis é dar preferência a apartamentos residenciais e comerciais de pequenas metragens em locais próximos a metrô, hospitais e universidades, além de bairros tradicionalmente nobres. Eles tendem a valorizar mais.
8 - Dinheiro dá em árvore. Pelo menos é isso que afirma um levantamento da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Fundos da categoria Sustentabilidade e Governança Corporativa tiveram, em média, 10,54% de retorno em um ano. Procure no seu banco.
9 - A aplicação do momento são títulos do Tesouro Nacional. Você pode comprá-los com pouco dinheiro, a partir de cerca de 100 reais. Outro atrativo são as baixas taxas de administração e o rendimento – por volta de 13% ao ano (sem contar IR e taxas). “Os riscos são baixos, pois a economia está em um bom momento”, explica Ricardo Borges, consultor financeiro da Projeção.com Consultoria
10 - Se tem medo de arriscar, procure investir em ações de companhias estáveis, que estão há mais tempo no mercado.
11 - Manter o dinheiro na poupança é uma boa opção para obter lucros a curto prazo, ou seja, de seis meses a um ano. É melhor do que deixar o dinheiro parado. Em um ano, o ganho é de 6,25% .
12 - Aí vai uma pista dos especialistas em mercado financeiro: os setores de siderurgia e de empresas de cartão de débito e crédito são boas apostas para quem quer investir em ações.
13 - Estreando no mercado de ações? Compre cotas de um fundo de uma instituição financeira. Assim, ela faz a gerência dos recursos para você.
14 - Para cuidar das ações pela internet, uma opção é aderir ao homebroker. No canal Educacional do site da BM&FBovespa (bmfbovespa.com.br), há o passo a passo para iniciantes.
15 - Investiu? Acompanhe mensalmente os ganhos para tirar o dinheiro de aplicações menos rentáveis e apostar em outras mais promissoras. “É preciso estar sempre atenta ao mercado”, adverte Márcia Tolotti.
16 - Fernando Meibak, consultor financeiro da Moneyplan, acredita que o setor de engenharia civil continuará sendo uma forte tendência nos próximos anos.
17 - Para comprar um imóvel na planta, você paga, até as chaves, 25% a 35% de seu valor. E a valorização costuma ser, em média, de 30%. Ao vender, é possível quitar a dívida e ainda ficar com o lucro.
18 - Alugar o imóvel que você comprar na planta é uma alternativa. Para atrair moradores de aluguel, escolha prédios com condomínio baixo, projeto de design atraente e ampla área de lazer.
19 - Antes de comprar um apartamento para alugar, pergunte a si mesma: tenho jogo de cintura para lidar com inquilinos? E com uma inadimplência? Também contabilize a depreciação do bem. Será preciso providenciar reparos no local de tempos em tempos.
20 - Não espere sobrar dinheiro para investir. “Destine sempre um valor do orçamento para construir seu castelo de fortuna”, orienta Gustavo Cerbasi em seu livro Investimentos Inteligentes (Thomas Nelson Brasil).
21 - Trabalhe, no máximo, com duas instituições financeiras. E tenha cartão de crédito, faça investimentos... Assim, conseguirá negociar isenção de tarifas e soluções diferenciadas.
22 - Não é preciso ser uma expert para saber onde investir. Leia sobre os negócios que empresas brasileiras fazem no exterior ou sobre o potencial de crescimento de algumas áreas da economia. Essas informações influenciam nas boas escolhas.
23 - “Sempre que ouvir falar da autorização de uso de FGTS para qualquer finalidade, aproveite”, aconselha Cerbasi. Como esse dinheiro fica parado (rendendo menos que a caderneta de poupança), as chances de obter um rendimento melhor são altas.
24 - Para investir em ações, Gustavo Cerbasi indica uma técnica que requer disciplina, mas pouco conheci mento: comprar quando todos vendem, e não comprar quando todos compram. O preço provavelmente estará baixo e a tendência é valorizar.
25 - Para garantir o intercâmbio do seu filho, faça uma previdênciaeducação. Se ele tiver 5 anos e você pagar uma prestação de 100 reais (com juros de 6% ao ano), resgatará cerca de 22 mil reais quando ele chegar aos 18.
26 - Entre no site do Secovi (secovi.com. br). No canal Pesquisas e Índices, você descobre, por exemplo, qual é o prazo médio de venda dos apartamentos novos de acordo com a metragem.
27 - Subtraia de 80 a sua idade. O resultado deverá ser a porcentagem de seu capital destinada a aplicações ousadas. Exemplo: se tem 35 anos, invista 45% em ações e 55% em renda fixa.
28 - Na hora de escolher um fundo de renda fixa, 0,1% faz diferença, avisa Cerbasi. Quer ver só? Se aplicar 100 reais em um fundo que rende 0,5% ao mês, terá no final de 35 anos 143 mil. A uma taxa de 0,6%, o montante será de 190 mil.
29 - “Investir faz parte de um processo psíquico chamado ‘se autorizar’ ”, explica Márcia Tolotti. Ao direcionar o dinheiro, acredite nos rendimentos. “É comum achar que não vai dar certo.”
30 - Graças ao aumento no consumo nos últimos anos, empréstimos e financiamentos ficaram mais caros. Então, pense duas vezes antes de adquirir um bem se não vai pagar à vista.

31 - Para se vestir bem, você acompanha as tendências da moda, certo? Para ser uma expert em dinheiro, adquira o hábito de ler sobre o assunto. No blog dinheirama. com, há opiniões de bons especialistas.
32 - O condomínio em que você mora tem um clube de investimento? Participe. É um jeito de entrar no mundo das aplicações e ir aprendendo aos poucos – e com mais segurança – a investir bem.
33 - Se a ideia é abrir um negócio próprio, invista no serviço personalizado! Esse é o conselho de Teresa Perez, dona da Teresa Perez Tours, agência de viagens de luxo. “Os clientes querem exclusividade”, diz.
34 - Seja qual for o comércio que pretenda abrir, tenha isto em mente: “Uma venda é efetuada nos dois primeiros minutos de conversa com o seu cliente”, explica Teresa. Dedique atenção especial a esse momento.
35 - Seu sonho é virar empresária, mas falta o capital necessário? Cogite atuar como freelancer por um tempo. Seja uma consultora independente e trabalhe em casa enquanto junta um pé-de-meia.
36 - Quando tiver a própria empresa, inclua a equipe nas decisões. “Compartilhados, os problemas são solucionados mais rapidamente”, diz Luiza Helena Trajano, presidente do Magazine Luiza.
37 - Criatividade é a chave do sucesso para Luiza Helena. “É mais difícil ter uma boa ideia do que dinheiro. Portanto, ouse, não importa o mercado em que você estiver.”
38 - A ABF Franchising Expo 2011, segunda maior feira de franquias do mundo, que aconteceu em junho, em São Paulo, mostrou o poder desse negócio: 46 mil visitantes. O risco de uma franquia não decolar é inferior a 10%, segundo a própria ABF.
39 - Maria Cristina Franco, diretora vice-presidente da Associação Brasileira de Franchising (ABF), aconselha: antes de olhar a rentabilidade da franquia, identifique o ramo de sua preferência. “Não adianta abrir um fast-food se não tolera cheiro de comida.”
40 - O crescimento das franquias de alimentação foi de 39,9% . Quiosques de frozen yogurt, cupcakes e outros doces são os maiores responsáveis por isso.
41 - “O aumento da classe média tem levado consumidores aos shoppings e aumentado a demanda na praça de alimentação”, avisa Maria Cristina.
42 - As microfranquias têm investimento a partir de 10 mil reais. Entre elas há as empresas Praquemarido, que faz reformas em residências, e a Dr. Jardim, focada em manutenção de piscinas e jardins.
43 - Faça do trabalho manual uma renda. Para ter ideias, entre no blog Loucas por Fazer, no site claudia.com.br. A editora Madalena Ioneda dá o passo a passo de bijus, lenços...
44 - Que tal investir num curso e faturar? Na área de beleza, por exemplo, a bola da vez são massagens aliadas a benefícios extras, como aromaterapia. O curso de massagem com óleos no Senac (sp.senac.br) custa 234 reais.
45 - Acredite no poder feminino. Dos 21,1 milhões de pessoas à frente de empreendimentos recentes, 49,3% são mulheres, diz a pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM).
46 - Ter milhares de seguidores no Twitter pode virar negócio. Para fazer sucesso, atualize com frequência, tenha boas sacadas. Os tuiteiros populares estão na mira das empresas que querem anunciar produtos na internet.
47 - Sonha em abrir uma loja? “Faça o planejamento financeiro. Sem ele, você corre o risco de ter de pedir empréstimo ao banco”, diz Washington Oliveira, da Medzo, consultoria de pequenas e médias empresas.
48 - Com as redes sociais da internet, nunca foi tão fácil fazer marketing pessoal. Tenha um perfil no Facebook para aparecer e divulgar seu produto, crie um blog...
49 - Descubra sua verdadeira vocação. Fica mais fácil ganhar dinheiro quando o trabalho flui naturalmente e você se envolve, deposita sua energia nele.
50 - “Um dos profissionais mais procurados é o de marketing do vinho. Ele atua em hotéis, restaurantes, vinícolas... e também pode ser um consultor autônomo que presta serviço para essas empresas”, diz Túlio Rodrigues, coordenador do curso de negócios do vinho, recémlançado pelo PEC-FGV.
51 - Planejamento é tudo quando se trata de montar um negócio próprio. Decida todos os detalhes (como a decoração do estabelecimento) antes. Mudanças de plano no meio do caminho só geram mais despesas.
52 - Você faz brownies como ninguém e todo mundo pergunta por que não transforma isso em um negócio. Se a resposta for: “Porque sou péssima vendedora”, associe-se a alguém da área comercial.
53 - Quer ser dona de um restaurante? Entre em contato com quem está na área (só não tente falar com potenciais concorrentes, pois eles dificilmente vão querer ajudá-la) e peça para passar um dia acompanhando o trabalho. Essa é uma boa forma de entrar no ramo sem ilusões, com os pés no chão.
54 - O sucesso financeiro da sua pequena empresa depende dos custos. Pesquise muito até encontrar fornecedores de matéria-prima com os melhores preços do mercado.
55 - Não acredite em “um negócio e uma cabana”. Se odeia (ou não sabe ou não quer) mexer com a parte financeira, contrate alguém que faça esse trabalho para você.
56 - Por mais que tenha descoberto o negócio da China, não dê um passo baseada somente na empolgação. Planejar é preciso.
57 - Não espere faturar do dia para a noite. Em média, leva-se um ano para começar a lucrar com um negócio próprio.
58 - Aquela dificuldade de manter a conta no azul pode ter vindo da infância. Seus pais a ensinaram a administrar a mesada? Ou davam carinho em forma de presentes? A resposta vai dizer se você lida com as questões financeiras de modo racional ou emocional.
59 - Você gasta por impulso? Talvez use o dinheiro como compensação de algo que falta (no amor, na carreira...). “Qualquer produto que dê conforto na hora acaba sendo bem-vindo”, diz a doutora em psicologia econômica Vera Rita de Mello Ferreira, autora de Psicologia Econômica (Campus).
60 - O imediatismo é um traço de personalidade que pode levar a estourar o limite do cartão de crédito. Faça uma análise crítica. Você tem condições e discernimento para investigar se anda se comportando como o bebê da mamãe, que quer tudo na hora, e corrigir essa rota.
61 - Você não tem dinheiro na conta corrente, então saca o cartão de crédito? Esse pedacinho de plástico não tem poderes mágicos. “Cuidado ao acreditar que vai dar um jeito de pagar, mesmo sabendo que não terá aquela quantia”, avisa a orientadora em finanças pessoais Patrícia de Rezende, de São Paulo.
62 - Muitas mulheres reprimem-se por ganhar mais do que o amado, questionam se é mesmo seu papel lidar com gastos e ganhos... Caso se enquadre nesse perfil, precisa amadurecer e quebrar esses tabus. Eles só bloqueiam seu potencial de prosperar.
63 - A causa de uma conta sempre no vermelho pode ser culpa. Você se pune por saber que tanta gente passa necessidade. “Isso costuma ser indício de que, também em outros aspectos da vida, seu impulso é não se permitir prazeres”, alerta a psicóloga Valéria Meirelles.
64 - Quando o assunto é dinheiro, não dá para usar só a razão nem só a emoção, porque uma hora um dos lados vai cobrar atenção. A represa não dá conta e estoura. É quando se diz: “Eu não comprei nada para mim nas últimas semanas, então mereço esta bolsa”. Mesmo que ela custe seu salário inteiro.
65 - Acabe com as três crenças que deixam a prosperidade bem longe de você: “É difícil ganhar dinheiro”, “Eu não mereço”, “Não sei lidar com isso”. Substitua-as por: “A partir de hoje, o dinheiro virá fácil para mim”.
66 - Volte sua atenção para os cifrões. “Nosso cérebro é seletivo. Se focar em ganhar mais, vai começar a abrir os olhos para oportunidades. É o mesmo princípio que faz com que grávidas só vejam bebês”, explica Rebeca Fischer, instrutora da Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística.
67 - Tenha sempre dinheiro na carteira. Quem nunca dispõe nem 5 reais para pagar um café manda para o inconsciente a mensagem de que vive na miséria.
68 - Pense grande. Imagine sua casa como aquele quadrinho do Tio Patinhas, cheia de dinheiro por todos os lados. E goste disso.
69 - Não tenha pudor de querer ser milionária. “O simples fato de ter uma conta corrente recheada não vai lesar outras pessoas nem fazer com que elas fiquem em uma pior condição financeira. É como esbanjar saúde. Ser saudável não faz com que os outros adoeçam”, exemplifica Rebeca Fischer.
70 - Quem pensa no dinheiro como fonte de prazer (para viajar, comer bem, comprar o que deseja) ganha mais fácil do que quem só se restringe a quitar dívidas.
71 - Tenha atitudes de generosidade. Vale pagar o almoço para uma amiga, comprar o ingresso de uma peça de teatro para sua mãe... Faça de coração, com desprendimento, e vai receber muito em troca.
72 - Você adora o discurso: “Eu não preciso de nada de ninguém”? Não deveria. Saber aceitar presentes é abrir os canais para que a prosperidade chegue facilmente até você.
73 - “Agradeça o dinheiro que vai ganhar antes mesmo de saber como conquistá-lo”, ensina Rebeca Fischer.
74 - Faça este exercício debaixo de chuveiro (sob uma cachoeira é melhor ainda): imagine-se rica e deixe todos os seus bloqueios em relação a ganhar grandes fortunas irem pelo ralo.
75 - Monte um painel de visualização. Vale colocar a foto do carro dos sonhos, a foto do país que quer conhecer... “Fazer uma colagem ajuda a se comprometer com seus objetivos e os torna mais palpáveis. Isso acelera o processo de conquista”, acredita Rebeca.
76 - Diariamente, olhe para o seu quadro de visualização (veja a nota 75). Isso fará com que se lembre sempre do seu projeto e corra atrás dele.
77 - Tenha um objetivo claro. Assim: “Quero ganhar dinheiro para comprar um apartamento maior, de 150 metros quadrados”. Quanto mais definida é a sua meta, mais facilmente ela vai se concretizar.
78 - “Persiga grandes sonhos. Metas devem ser arrojadas. Se você quer ter uma aposentadoria de 10 mil, 20 mil reais por mês, comece já a fazer as contas. Mexa-se e vá atrás de oportunidades”, afirma Gustavo Cerbasi.

E para completar essa eu peguei do site como tudo funciona http://www.hsw.uol.com.br/  HSW é a abreviação de HowStuffWorks. Essa parte é Como funciona a economia doméstica.

Introdução


Engana-se quem acha que economia doméstica é atributo de dona-de-casa. Aliás, “dona-de-casa” é uma expressão meio anacrônica em nossa sociedade contemporânea, onde espaço ocupado por mulheres e o homens têm se equiparado em praticamente todos os campos de atuação (da administração de lares a cargos executivos em empresas multinacionais).

Em todo caso, mulher ou homem, tem muita gente arrancando os cabelos para não entrar no cheque especial no final do mês. É muita despesa pra pouco salário. Tem certeza?

Tome cuidado com um dos equívocos mais freqüentemente cometidos pelos “tesoureiros do lar”, conforme apontam especialistas: encontrar um fator externo é a maneira mais fácil de se isentar da responsabilidade pelo saldo negativo no banco.

Não que os salários não devessem ser melhorados, mas perder alguns neurônios aplicando alguns conceitos básicos de economia doméstica em suas finanças pode ajudar (e muito) a minimizar ou até mesmo reverter resultados desfavoráveis ao seu bolso.

O conselho vale também para aqueles que, após pagarem todas as contas do mês, ainda conseguem poupar dinheiro. O saldo positivo poderá ser aumentado e (por que não?) alavancado em aplicações financeiras, como a caderneta de poupança ou planos de previdência privada, por exemplo. Pecar pelo excesso, neste caso, vale a pena.

Conheça, nas próximas páginas, alguns conceitos básicos de economia doméstica e dicas sobre como melhorar os resultados da sua balança comercial pessoal.

Elabore um orçamento pessoal

O primeiro passo para domar as próprias finanças é conhecer rigorosamente todos os seus gastos. Sabe aquela sensação (de perda de memória) que o dinheiro sumiu da sua carteira? Pois é, isto não pode acontecer de jeito nenhum. E para que não aconteça, é necessário elaborar uma planilha de gastos pessoais.

Não existe um modelo ideal de classificação de despesas pessoais. Em todo caso, HowStuffWorks fez um pesquisa com as algumas das principais entidades especializadas no assunto e lhe apresenta uma opção. Sinta-se à vontade para utiliza-la.
 Planília em Excell Desse orçamento


Receitas
  1. Salário
  2. Aluguel:   
  3. Pensão
  4. Horas extras:   
  5. Outras receitas 1:
  6. Outras receitas 2:    


Despesas

Moradia
Aluguel:    
Prestação da casa própria:    
Condomínio:    
IPTU:    
Outros gastos 1:    
Outros gastos 2:    

Despesas da casa
Energia (conta de luz):    
Água:    
Gás:    
Diarista/Mensalista:    
Supermercado/Feira:    
Telefone (Fixo):    
Assinatura TV a cabo + internet:    
Outros gastos 1:    
Outros gastos 2:    

Bens e serviços
Prestação do carro:
IPVA:
Seguro do carro:    
Plano de saúde/odontológico:
Faculdade/colégio:    
Plano de previdência:    
Outras despesas 1:    
Outras despesas 2:

Gastos variáveis
Alimentação:    
Telefone celular:    
Transporte:    
Taxas de serviço financeiros:    
Outros gastos 1:    
Outros gastos 2:    

Lazer
Clube/Academia:
Viagens:    
Cinema/Teatro:    
Restaurantes:    
Presentes:    
Outros gastos 1:    
Outros gastos 2:    

Gastos Extraordinários
Médico:    
Dentista:    
Manutenção da casa:    
Manutenção do carro:    
Opção 1:    
Opção 2:    
Opção 3:    

 Planília em Excell Desse orçamento
Ou utilize o formulário on line no site: http://empresasefinancas.hsw.uol.com.br/economia-domestica1.htm

HowStuffWorks alerta: a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) recomenda que os gastos com moradia não ultrapassem a faixa dos 30% do seu orçamento, bem como 10% sejam destinados à poupança. Aliás, esse percentual de 30% é sugerido também pelos bancos, quando você pretende financiar a compra da sua casa.

Orçamento da família brasileira
A Fundação Getúlio Vargas (FGV) apurou que o padrão da família brasileira gasta 30% em habitação e moradia, 25% em alimentação, 12% em saúde e cuidados pessoais, 8% em educação e cultura. E mais 15% em transporte, 5% em vestuário e 5% em despesas diversas.

Contudo, a principal referência sobre o consumo da família brasileira é a Pesquisa de Orçamento Familiar (POF), realizada anualmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que mostra o que e como o brasileiro come, veste, estuda e diverte-se. A POF é tão importante que foi a partir dela, por exemplo, que surgiram os primeiros índices de inflação medidos pelo IBGE.

Dicas úteis

E para que não seja necessário novamente parcelar sua fatura do cartão de crédito para evitar que sua conta corrente estoure, aí vão algumas dicas de simples aplicação, que todos podem incorporar em seu dia-a-dia.

  • Defina prioridades: é a compra do carro, o financiamento da casa própria, o plano de seguro médico e odontológico.... o colégio, a faculdade, a mesada, o plano de previdência privada, a viagem para o exterior, o intercâmbio... quem dera fosse possível atender a todos os nossos desejos e o de nossas famílias, não é mesmo? Mas, na maioria dos casos, isso não é possível. E para não se embaralhar em meio a tantas demandas orçamentárias, é fundamental definir as prioridades de gastos para cada momento, o que pode esperar e o que tem de ser agora. Caso contrário, vai todo o dinheiro pelos ares.
  • Evite excessos e desperdícios: planejar as compras antes de realiza-las pode resultar em uma bela economia aos nossos bolsos. Não é difícil: faça uma lista com tudo o que precisa, evitando exageros. Dessa maneira evita-se comprar produtos que ainda não haviam sido consumidos. O ideal, se possível, é substituir a compra do mês por compras semanais. Hábito que o brasileiro perdeu durante os anos de recessão, quando a inflação alta não deixava outra opção se não comprar tudo de uma vez logo após o dia do pagamento.
  • Compartilhe responsabilidades com a família (inclusive filhos): é muito difícil administrar a pressão familiar pelo provimento de bens e serviços, sobretudo quando há apenas a um membro provedor. Uma maneira de relativizar a pressão é compartilhar a responsabilidade, envolvendo todos membros, inclusive os filhos, nas decisões de compras do lar. É uma forma de educação financeira.
  • Faça pesquisa de preços: bem, este item dispensa comentários. A probabilidade de se fazer um mal negócio ao comprar produtos sem pesquisa prévia de preços é gigantesca. E olha que a redução de preços, em muitos casos, é significativa. A internet, nesse sentido, tem sido uma parceira e tanto dos consumidores, através de sites especializados em cotação de preços (mecanismos que varrem a web e listam as principais ofertas de determinado produto). Até o setor público já entrou na onda, por meio das plataformas eletrônicas e compras.
  • Não faça supermercado com fome: experimente ir ao supermercado depois de ter malhado por duas horas na academia: o carrinho vai chegar ao caixa com o dobro de produtos do que o usual. Com fome, compramos pelo instinto de sacia-la, levando produtos que não são necessários. Se possível, evite.

Consciência no consumo
Você já deve ter ouvido falar em consumo consciente, cujo um dos princípios básicos é evitar excessos e desperdícios. São práticas simples, como fechar a torneira ao escovar os dentes ou tirar da tomada eletrônicos que estão sendo utilizados, que resultam na redução de alguns gastos tradicionais.

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